História World of Sword - Capítulo 2


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Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Jogo pela vida


Dois

Um ruído como um sino, ou talvez um sinal de alerta soava alto, fazendo Igor e eu pularmos de surpresa.

-Ah! O que é isso?! -gritamos juntos e olhamos um para o outro com os olhos arregalados.

Igor e eu fomos imersos em um pilar de luz azul claro. Passado o véu azul, as planícies na minha visão desfocavam-se progressivamente.

Eu experimentei isso algumas vezes durante o teste Beta. Foi um teleporte iniciado por um item. Eu não tinha o item pré-requisitado, nem gritei o comando adequado. Será que os operadores iniciaram um teleport forçado? Se sim, por que nem nos informaram?

Conforme meus pensamentos corriam, a luz pulsava em torno de mim mais forte e a escuridão me alcançou.

Quando a luz começou a diminuir, os arredores tornaram-se claros novamente. No entanto está não era mais a planície iluminada com o pôr do sol. Era uma estrada pavimentada com pedras grandes. Ruas medievais cercadas por lâmpadas de rua e o enorme Palácio irradiando uma luz escura e uma distância razoável a frente.

Este foi o ponto de partida, a praça central da Cidade Inicial.

Olhei para Igor, que estava perto de mim de boca aberta. Em seguida, Um grupo movimentado de pessoas cercaram a nós dois.

Olhando para o grupo de belíssimas pessoas, com uma variedade de equipamentos e cores de cabelo, eles, sem dúvida eram jogadores como eu. Havia cerca de 10 mil pessoas aqui. Era provável que roda essa gente que estava conectada agora tinha sido transportada a força para a praça central.

Por alguns segundos, todo mundo olhou em volta sem uma palavra.

Depois de alguns resmungos e murmúrios que podiam ser ouvidos aqui e ali, eles começaram a falar mais alto.

-O que está acontecendo?

-Podemos sair agora?

-Eles não podem cuidar disso rapidamente?

Comentários como estes podiam ser ouvidos de vez em quando.

E quando os jogadores começaram a ficar mais irritados, gritos como "Isso é uma piada?!" Podiam ser ouvidos.

Então, de repente alguém levantou a voz.

-Olhem lá em cima. -gritou um deles, apontando para o céu.

Igor e eu quase que automaticamente viramos nossos olhos e olhamos para cima. Uma estranha vista nos agraciou.

A superfície do fundo do segundo andar, uma centena de metros no ar, foi pintada de vermelho.

Quando olhei de perto que eu descobri que foram escritas duas frases que cruzavam entre si. A palavra que foi escrita em vermelho foi "Aviso" e a outra foi "Anúncio do Sistema".

Fiquei surpreso por um momento, Mas depois pensei: “O operador vai começar a nós informar agora” e a tensão em meus ombros diminuiu um pouco. A conversa dos que estavam abaixo, nas praça, morreu. Você podia sentir todos esperando para ouvir o que iam dizer.

No entanto, o que aconteceu depois não foi o que eu esperava. Saindo do meio do padrão vermelho, um líquido parecido com sangue escorria lentamente. Ele desceu a um ritmo que quase enfatizou como pegajoso, mas ele não caiu, ao invés disso, começou a se transformar em outra coisa.

O que apareceu foi um homem de 20 metros de altura vestindo um manto com capuz sobre seu rosto. Não, isso não é exatamente correto. De onde estávamos olhando, nós podíamos ver facilmente dentro do capuz, e não havia um rosto. Estava absolutamente vazio. Nós podíamos ver claramente o pano interior e os bordados verdes dentro do capuz. Foi o mesmo no interior do manto, tudo o que podíamos ver dentro do aro era sombra.

Eu já tinha visto esse manto antes. Era a roupa que os funcionários da Argas que trabalhavam como GM's no beta usavam.

Os inúmeros jogadores em torno de mim devem ter sentido a mesma ansiedade que eu.

-Isso é um GM?

-Por que não tem rosto?

Numerosos sussurros como esses podiam ser ouvidos.

Então, o lado direito do manto enorme se mexia como se pedisse para silenciarem-se.

Uma luva branca surgiu a partir das dobras da manga longa. Mas está capa, como todo o resto do manto, não estava conectada a qualquer tipo de corpo.

Em seguida, o braço esquerdo se levantou lentamente para cima também. Então, com suas duas luvas vazias estendidas em frente à Dez Mil jogadores, a pessoa sem rosto abriu a boca. Não, parecia que ele abriu. Então uma voz baixa ressonou do alto no ar.

-Jogadores. -disse ele. -Bem vindos ao meu mundo.

Eu não consegui entender isso de imediato.

“Meu Mundo”? Se esse manto vermelho era um GM, ele certamente tinha poderes divinos neste mundo, que lhe permitiam mudar o mundo a vontade, mas por que ele estava dizendo isso agora?

Igor e eu olhamos um para o outro espantados. O manto vermelho anônimo baixou seus dois braços e continuou falando.

-Meu nome é Satoru Shuya. Agora, Eu sou a única pessoa que controla este mundo.

-O que..?!

Meu avatar ficou rígido com o choque, e sua garganta, talvez o meu pescoço foi para trás na vida real também parando de funcionar por um segundo.

Satoru Shuya. Eu conhecia esse nome. De jeito nenhum eu não conheceria.

Essa pessoa era tanto um designer de jogos e um gênio no campo da física quântica, foi o responsável por levantar a Argas. E também o criador de WoS.

Nas ele sempre estava por trás dos bastidores, se recusando a ser exposto a mídia, ele nunca tinha sido um GM, então porque ele estava fazendo algo como isto?

Eu forcei minha mente a se organizar novamente, a fim de encontrar sentido nessa situação. Mas as palavras que saiam da capa vazia quase pareciam zombar de meus esforços para entender.

-Eu acho que a maioria de vocês descobriu o fato de que o botão de sair desapareceu do menu principal. -disse ele. -Este não é um Bug. É tudo parte do sistema de World of Sword.

-Parte do.. Sistema? -murmurou Igor.

Sua voz não conseguia terminar de falar. O anúncio continuou na sua voz baixa como se para cobrir todas as outras vozes.

-Até você chegar no topo desse castelo. -continuou. -Você não pode sair por conta própria.

Desse castelo? Eu não podia entender.

Então, a próxima frase soprou pra longe minha confusão.

-A suspensão ou o desmantelamento do Nerv vinda do exterior é estritamente proibida. Se estas coisas forem tentadas..

De repente, silêncio.

O silencio de Dez Mil pessoas foi impressionante. As próximas palavras vieram lentamente.

-Os sensores de sinais nos seus capacetes vai emitir um forte pulso eletromagnético, destruindo seu cérebro e parando suas funções básicas.

Igor e eu nos tiramos por alguns segundos em estado de choque.

Era como se minha mente se precisasse a acreditar no que acabara de ouvir. Mas a curra declaração de Shuya perfurou meu corpo com uma ferocidade que foi dura e densa.

Destruir nossos cérebros. Em outras palavras, nos matar.

Qualquer jogador que desligar o capacete ou destrancar a fivela e tira-la seria morto. Isso foi o que ele acabou de afirmar.

Pessoas na multidão começaram e resmungar, mas não havia ninguém gritando ou em pânico. Todos inclusive eu, não conseguíamos entender isso ainda, ou recusávamos.

-Haha.. o que ele está dizendo? -disse Igor, com uma risada seca, meio forçada -Aquele homem está louco? Não estava fazendo nenhum sentido. É só um jogo. Destruir nosso cérebro.. como ele vai fazer isso? Não é, Fred?

Sua voz quebrou a última mensagem passada. Igor me olhou firme, mas eu não conseguia acenar em concordância.

Os infinitos sensores de sinais no capacete emitiam pequenos pulsos eletrônicos para enviar sinais virtuais ao cérebro.

Eles podem chamar isso de tecnologia ultra recente mas a teoria básica é a mesma de um micro-ondas. Se houvesse potência suficiente, era possível vibrar as partículas de água em nossos cérebros e frita-los com o calor da fricção. Mas..

-Teoricamente é possível, mas.. -disse a ele. -Ele dever estar blefando. Por que, se puxar o plug do capacete não há nenhuma maneira que possa emitir esse tipo de pulso forte. A menos que haja uma bateria... reserva.

Igor deve ter começado a pensar a razão do por que eu ter parado de falar.

-Tem.. uma. -disse ele, e suas palavras pareciam mais um grito combinando a sua expressão vazia no rosto. -30% do peso total do capacete é a bateria reserva. Mas isso é insano!

-O governo e a mídia do mundo exterior já sabem dessas condições. -continuou Shuya. -E apenas para tomar jota de que já houve casos de parentes ou amigos que ignoraram os avisos e tentaram forçar o deslogamento. Como resultado..

A voz parou por um instante.

-Lamentavelmente, 213 jogadores já saíram desse jogo. E do mundo real para sempre.

Em seguida, uma risada foi escurada. Mas a maioria dos jogadores não podia acreditar ou se recusava a acreditar no que tinha acabado de ser dito, por isso continuavam de boca aberta ou com um sorriso no rosto.

Minha mente tentava rejeitar o que ele acabara de dizer. Mas meu corpo me reais, pois meus joelhos tremiam violentamente.

Dei alguns passos pra trás e tentei controlar meus joelhos para me impedir de cair. Igor caiu para trás com uma expressão sem vida.

213 jogadores morreram. Essa frase se repetia varias vezes na minha cabeça.

Se o que ele disse era verdade, mas de 200 pessoas haviam morrido. Muitos deles devem ter sido beta testers como eu. E alguns deles podem ser meus amigos, amigos do Igor, pessoas que eu convidei para jogar. Essas pessoas tiveram os cérebros queimados e... morreram.

-Não acredite. -disse Igor, ainda sentado no chão. –Eu não acredito.

-Jogadores, não há com o que se preocupar quanto aos corpos que vocês deixaram do outro lado. Nesse momento, todas as emissoras de televisão e rádio, assim como a internet noticiam a situação e as inúmeras mortes. -disse ele. -O perigo de terem seus NervCereb retirados já desapareceu. Nesse momento, usando as duas horas que os dei, todos estão transportando vocês para hospitais ou instalações similares para terem o melhor tratamento. Então vocês podem relaxar, e se concentrar em terminar o jogo.

-O que? -falei.

Então Shuya começou a anunciar com sua voz monótona.

-Mas eu sei que todos vocês entendem que WoS não é mais um simples jogo. -dizia ele. -É uma segunda realidade. E a partir de agora nenhuma forma de reviver nesse jogo vai funcionar. No momento em que seu HP chegar a 0, seu avatar morrerá para sempre e ao mesmo tempo..

Eu sabia o que ele iria dizer.

-Seu cérebro será destruído.

Apenas olhei para baixo.

A linha horizontal e é brilhava na parte esquerda da minha visão. Assim que me foquei na tela, os números 342/342 surgiram. Pontos de vida. No momento que isso chegar a zero eu vou morrer.

Sem sombra de dúvidas isso era um jogo. Um jogo que valia a sua vida, em outras palavras, um jogo de morte.

Eu devo ter morrido ao menos 100 vezes nos dois meses do período de testes, e ressurgia em um Palácio ao norte da Praça Central. O “Black Iron Palace” e corria em direção aos locais de caçada novamente.

Um RPG significava isso um jogo onde você continuava morrendo e aprendendo a evoluir. Mas é se você não conseguir? E se ao morrer, você perder a sua vida? E além disso, Você não puder parar de jogar?

-Na..não é possível. -murmurei.

Quem em sã consciência iria sair para o campo nessas condições? É claro que todos iriam apenas esperar dentro da cidade, onde era seguro.

E como se lesse a minha mente e provavelmente a de todos os jogadores que estavam ali, foi feito o seguinte anuncio.

-Jogadores, existe apenas um modo de se livrar desse jogo, como eu havia dito antes, vocês devem seguir em direção ao topo do Santuário, no centésimo andar e derrotar o chefe final que reside ali. -disse Shuya. -Todos os jogadores que continuarem vivos, vão imediatamente sair do jogo. Eu dou a minha palavra.

Dez Mil pessoas ficaram em silêncio.

-Concluir.. todos os 100 andares? -disse Igor que se levantou e olhou para o céu. -E como você quer que façamos isso? Eu ouvi que subir era incrivelmente difícil até mesmo durante o beta teste!

Essa parte era verdade. Durante os dois meses de testes, os mil jogadores não conseguiram nem chegar ao sexto andar. Mesmo que Dez Mil estejam no jogo agora, quanto tempo vai levar pra concluir todos os andares?

O curto silêncio se tornou murmúrios baixos. Mas não havia sinal de medo ou desespero.

Voltei a olhar para aquele tive vazio e tentei forçar minha mente a aceitar a situação.

Eu não podia sair. Eu não podia voltar para o meu quarto, para a minha vida. O único modo de voltar era se alguém derrotadas o chefe do mais alto andar desse castelo. Se meu HP chegar a zero nesse tempo.. eu vou morrer. Eu vou ter uma morte real e desaparecer para sempre.

Por mais que eu tentasse aceitar esses fatos, era impossível. A apenas cinco ou seis horas eu havia comido em minha casa e tido uma pequena conversa com alguns amigos, e então deitado na minha cama. Agora não posso voltar a tudo isso? Agora isso é a minha realidade?

Então o tive vermelho que estava acima de todos nós, levantou sua luva direita.

-Eu os mostrarei uma evidência que essa é a única realidade. -disse ele com uma voz sem emoção. -Dentro dos seus inventários está um presente meu. Por favor, confirmem isso.

Assim que ouvi isso, Eu pressione meus dedos juntos e ativei o comando. Todos os jogadores fizeram a mesma coisa. Eu apertei o botão de itens no menu e havia aparecido um item que não estava ali, no topo da minha lista de pertences. O nome dele era “Espelho de Mão”.

Por que ele deu isso para nós? Apenas cliquei no nome e pressionei o botão de “fazer objeto surgir”, e em um piscar de olhos um pequeno espelho retangular apareceu. O segurei de forma hesitante, mas nada aconteceu.

Tudo que ele mostrava era a face do meu avatar, que eu tive pouco trabalho para fazer. Movi a cabeça e olhei para Igor, que também olhava o espelho com uma expressão branca no rosto.

Estão de repente, Igor e os avatares ao redor foram engolidos por uma luz branca que também me capturou e me cobriu. Tudo que eu podia ver era um branco.

Cerca de 2, 3 segundos depois as pessoas ao meu redor desapareceram como antes.. não, a face na minha frente não era a que eu estava usando.

As roupas continuavam as mesmas, a cor do cabelo também, mas o rosto de Igor havia mudado.

-Igor, seu rosto..

-O seu também. -disse ele.

Olhei novamente para o espelho e um rosto olhava pra mim. Cabelos loiros, olhos azuis, e um rosto um pouco cansado, com olhos fundos.

O calmo rosto do guerreiro Fred que estava lá a alguns segundos atrás não existia mais. Tentei escapar de todas as formas disso, mas era a verdade. Era o meu rosto real.

Os espelhos que estavam em nossas mãos caíram no chão e foram destruídos.

Como diabos isso era possível? Igor e eu, e provavelmente todos os jogadores a nosso redor mudamos de avatares que fizemos do nada, para nossas verdadeiras formas.

-O único motivo para eu estar fazendo isso é apenas assistir esse mundo. -disse Shuya. -Como Deus. Agora eu terminei o tutorial de World of Sword. Jogadores.. eu os desejo Boa sorte.

Essa foi a última sentença ecoando francamente.

O grande tive se tornou mudo e desapareceu. O jogo havia voltado ao normal.

E por último, a reação apropriada de 10 mil jogadores.

Gritos. Pessoas implorando e gritando.

Elas haviam mudado de jogadores para prisioneiros em questão de minutos. E no meio de toda a barulheira, minha cabeça voltou a ficar fria.

Essa é a realidade. O que Shuya declarou é tudo verdade. Agora eu não podia voltar a realidade por talvez alguns meses ou mais do que isso. Durante esse tempo eu não poderia ver ou falar com as pessoas que não estão aqui dentro, Eu não poderia falar com ela. E eu não tinha ideia de quais dos meus amigos estavam aqui, e nem se eles estavam entre os 213 que morreram.. e se eu morresse aqui.. eu morreria na realidade.

Eu respirei lentamente e então abri minha boca.

-Igor, vem.

Segurei a não dele e fugimos da multidão.

-Me escuta. -disse. –Eu estou saindo dessa cidade e indo em direção ao próximo vilarejo. Vem comigo.

-Mas.. você sabe que não posso. -disse ele. -E o pessoal? A Bia..? Não posso deixa-los.

Eu não falei nada, apenas morri meu lábio.

O entendia perfeitamente, pois eram meus amigos também. E ele provavelmente esperava que todos pudessem ir. Mas eu não podia leva-los.

Se fosse apenas Igor, eu poderia ir para o próximo vilarejo nos protegendo de monstros agressivos. Mas com mais uma pessoa seria mais perigoso. Se alguém morresse, a responsabilidade cairia sobre mim, que sugeriu sair do ponto seguro. Eu não poderia carregar um fardo tão pesado assim.

- Eu não posso ir com você. -disse ele. -Tenho que encontrar a Boa.

Eu olhei para baixo.

-Vai ficar tudo bem. -continuou. -Farei meu melhor com as habilidades que me ensinou. E os protegerei. Então abra caminho para os próximos andares e logo te alcançaremos.

Com a minha boca fechada, contive minhas lágrimas . Naquele momento tinha que ser forte.

-Bem, vamos nos separar aqui. -disse a ele, me segurando. -Se acontecer alguma coisa me mande uma mensagem, até mais Igor.

Comecei a andar e dei as costas a ele.

Igor me chamou, mas eu olhei para baixo e continuei a ir.

-Fred! -repetiu.

Naquele momento, uma única lagrima desceu.

-Ei Igor. -disse a ele. –Eu não sei se ela está aqui, mas se por acaso encontrar com ela por aí.

-Ela quem? -perguntou ele.

-Anna. -respondi.

-A protegerei até nos encontrarmos novamente. -disse ele sorrindo.

E eu apenas sorri, e ele entendeu que era o agradecendo.

Então eu dei as costas para meu melhor amigo e corri por alguns segundos, quando olhei para trás novamente, não havia mais ninguém ali.

Eu ignorei a sensação estranha no meu peito e corri novamente. Corri desesperadamente para o portão noroeste da Cidade Inicial até um pequeno vilarejo, passando por muitos desafios. Passando por esse jogo de sobrevivência sem fim.



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