História Worlds - Interativa - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura, Interativa, Romance, Worlds
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Palavras 1.758
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Alou, boa leitura!

Capítulo 5 - Tutorial


Fanfic / Fanfiction Worlds - Interativa - Capítulo 5 - Tutorial

— Estou em casa! Flicker?

...

— Já foi dormir? Hã? Ele derrubou as coisas no chão.

...

— Ele não comeu de novo, você estava chorando de novo. Não é?

[Tutorial]

— Ainda bem que você está à salva, senti algo adentrar o território do mundo. — Ainz suspirou aliviado. — Flicker ficou curioso para saber o que era e saiu correndo, que indelicado.

O homem fitou o garoto avoado ao seu lado, estava olhando hipnotizado para umas das folhas que havia caído da árvore logo acima. O garoto saiu de seu transe, olhara para a garota loira em pé na sua frente, deu um sorriso largo e confortante tirando a tensão e o medo que ela sentira. As palavras ficaram presas em sua garganta vendo o garoto sorrindo de um jeito tão descontraído.

— Obrigada. — Araraki agradeceu o moreno sorridente.

— Ao seu dispor. — Flicker se levantou meio desajeitado.

— Flicker, temos que ir. — Ainz abriu um portal à frente deles, sua borda transbordava uma fumaça esverdeada e seu meio era como um espelho que levara para outro lugar. — GreenWood está ficando sem tempo.

— Vem, vou te mostrar e explicar algumas coisas daqui. Ou você prefere ficar sozinha nessa floresta sombria? — O garoto esperou-a na frente do portal olhando ela de baixo pra cima com um sorriso malicioso.

— Bem... Você não me deixa escolha. — Araraki desvia o olhar o garoto e anda até portal junto com ele, que se fecha deixando apenas a fina garoa molhar a floresta silenciosamente.

[...]

Pixel...

Porter e as garotas adentram um enorme lugar no meio do centro de Icoin Street, as letras que formavam a palavras arcade brilhavam intensamente na entrada do local chamando a atenção de quem passava por ali. Lá dentro havia milhões de jogos e fliperamas espalhados por todos os lugares, o garoto as guia até uma das entradas do lugar, a atendente parecia conhecer Porter e depois de cochicharem algo ela lhe dá cinco fichas. Ele as joga uma pra cada garota.

 — E então, tão preparadas? — Porter as guia por corredor cheio de neons pelas paredes forradas, seu brilho era ofuscante.

‘’Por que tudo nesse lugar tem que ter um brilho absurdamente alto?!’’ — Ayame pensou cobrindo seus olhos com sua manga. — Pra onde estamos indo afinal?

— Chegamos! — Eles chegam a uma porta metálica trancada, ao seu lado havia um depósito de fichas com um painel virtual. Porter joga sua ficha no lugar. — Coloquem suas fichas aí.

— Isso tá muito estranho sabia, mocinho? — Bunny o chamou a atenção inflando as bochechas, com as mãos em sua cintura. — Espero que seja divertido. — Sussurrou.

— Vai ser. — Porter deu uma piscadela para a garota baixinha.

Um por um vai entrando e jogando suas fichas para a porta abrir, a porta se fecha deixando todos presos no lugar. O placar de colocação aparece no telão e parar a surpresa das garotas, a detentor da pontuação mais alta é Porter. Um pequeno robô sobrevoa por eles e os analisa com um pequeno scanner, o lugar começa a escurecer e uma voz anuncia a chegada deles.

‘’A CHALLENGER HAS ARRIVED!!!’’

— Que saudades desse lugar!  — Uma marreta do tamanho do braço do garoto surge em sua mão. — Ah é. Eu me esqueci de explicar a vocês como funciona.

— É mesmo? — Allie Disse em um tom de deboche.

— Tão vendo aqueles bots vindo full pistola pra cima da gente? — Porter aponta para vários robôs vestidos com armaduras e armados. — Quem destruir mais, ganha. E, aí?

— Tá certo espertão, e como a gente vai fazer isso de mãos vazias? — Ayame bufou cruzando seus braços.

— Se vocês tiverem uma boa imaginação, por que não imaginam uma arma? Não se preocupem, mesmo que imaginem algo perigoso, tudo que existe em pixel é feito de... Pixels. — O garoto dá uma marretada no chão q se despedaça em pequenos pixels coloridos. — Viu? Eu vou na frente. Até!

— Imaginar uma arma? Uhm. — Bunny fechou os olhos e esticou suas mãos, sentiu um peso cair em cima delas, quando abriu seus olhos esboçou um sorriso convencido.

— Você imaginou uma... BAZOOKA?!  — Ayame arregalou os olhos vendo o instrumento colorido nas mãos da garota que mão conseguia segurar.

— Ué, por que não?

— Err, parece legal. Que tal isso? — Sam cerra os olhos, em sua mão surge um soco inglês com uma pequena lâmina na ponta. — Deve ser útil. — Sorriu.

— Então que tal isso?! — a pequena garota também fecha os olhos e em ambas as mãos surgem pistolas, uma azul clara e outra esbranquiçada. — HEHEHEHEHEHE!

— Já que é assim. — Allie imagina duas facas coloridas em suas mãos, um sorriso convencido surge em seus lábios. — Vamos jogar um pouco.

As garotas correm até Porter para enfretarem os robôs que vinham desenfreados em suas direções. Bunny acaba ficando para trás por causa do peso que sua arma tinha, ela cai no chão choramingando enquanto as outras passam por ela rapidamente. Ayame aponta suas pistolas e começa a disparar desenfreadamente contra os bots na sua frente, suas balas eram feixes coloridos de luz, que ao tocar os monstrinhos, se desintegravam junto com ele. Porter corria para o centro dos robôs, jogando sua marreta de um lado para o outro levantando poeira e jogando tudo que via para cima.

Allie ia pulando de um em um ficando em seus pescoços, um dos robôs a pega pela perna e conseguem a derrubar, os monstros aproveitam para se amontoarem em cima da garota que irrompe com sua força afastando todos de perto dela. Em meio à confusão, Samantha avista um pequeno robozinho azul que mal conseguia segurar seu pequeno escudo e seu capacete era demasiado grande para ele, o que o desiquilibrava e o fazia cair no chão. A garota não resiste a fofura do monstrinho e abaixa para acaricia-lo embaixo do queixo, o mesmo se joga nos braços da garota que sentam no meio da confusão toda.

— Ela tá fazendo um carinho... Em um robô? — Indagou Porter confuso, um sorriso bobo surgiu nos lábios do jovem. — Que fofinha.

— Porter, o que é aquilo?! — Ayame aponta para um enorme robô que caiu em cima dos outros, as luzes ficam vermelhas e os outros bots desaparecem. — Isso é um boss?

— Se chama Tera, é o boss final do stage. — O garoto fica apreensivo fitando o enorme monstro a sua frente. — Quem derrota-lo, seus pontos serão quadruplicados.

 — QUADRUPLICADOS?! — Ayume e Allie gritam ao mesmo tempo. As duas se encaram mortalmente e partem pra cima do gigante.

O enorme robô lentamente se levantava, subindo poeira e resto eletrônicos do chão da arena. A duas garotas corriam uma colada na outra disputando quem iria chegar primeira no grande chefe, Porter vinha logo atrás delas. Samantha ainda estava abraçada com o robozinho que não fazia questão de sair do colo da garota de cachecol avermelhado.

— VOCE É MEU! — Porter, Allie e Ayume pulam juntos na cabeça do chefe, e ao mesmo tempo, escutam um barulho estrondoso ridiculamente com um efeito 8-bits.

O grandalhão começara a cair levando os três com ele, em seu enorme peitoral enferrujado havia um grande buraco aberto, mostrando seus fios e engrenagens internos misturados com pixels coloridos. Porter aterrissa firme no chão, ainda confuso com o acontecido, seus olhos se dirigem para o fundo do salão onde Bunny apoiava sua arma em seu pequeno ombro. Os olhos da garota se encontram com o do garoto fazendo-a soltar um sorriso bobo acompanhado de seus finos dedo em sinal de vitória.

— Parabéns baixinha, você acaba de multiplicar zero quatro vezes. — Porter batia palmas misturadas com sua risada descontrolada.

— Ué, mas já acabaram? — Indagou Sam com um pequeno sorriso em seus lábios rosados. — Foi bem divertido, não foi?

— Você se divertiu? Só ficou ai no chão acariciando essa lata de capacete. — Ayame pensou alto cruzando os braços.

— Cada um se diverte do seu jeito, garotinha. — Allie retrucou a garota soltando uma risada irônica.

Ayame fitou a albina e caminhou lentamente até encostar seu nariz com o dela. As duas fitam uma a outra ouvindo a respiração pesada da cada uma, seus corações estavam acelerados enquanto seguravam as mãos uma da outra forçando uma ir para trás.

— Você é do meu tamanho cabelo de velha.

— Tá bom, tá bom! Stop! — Bunny intervém. — Não devemos brigar okay? — as duas que torcem o nariz e cruzam os braços.

 Porter caminha até Samantha que ainda estava abraçada com o pequeno robô, o garoto se agacha de frente a ela pondo seus olhos em direção aos dela, sua respiração pesada esvaziava-se por sua boca boquiaberta, seu semblante sério assustara a garota.

— Porter, o que foi? Algo de errado? — Samantha perguntou um pouco nervosa tentando manter seu sorriso, eles acabam chamando a atenção das outras.

— Sam, às vezes, não se deve se apegar muito a algo ou a alguém. — No mesmo instante que ele dissera aquelas palavra, partículas de pixels começam a entrar na visão de ambos. Hesitante e tremendo a garota olha para o robozinho, que de pouco em pouco sumira em suas mãos.

— Hã?

[...]

Ainz levou Flicker e Araraki para um lugar seguro de GreenWood, era pequeno e cheio de pequenos alojamentos em forma de cubos, as copas das grandes árvores os protegiam da chuva e os moradores eram como híbridos de animais e  seres humanoides. Alguns moravam em árvores coletando frutos, outros viviam da agricultura, seus conhecimentos medicinais eram avançados e utilizavam o que a natureza oferecia para criar seus antídotos e antibióticos, além de terem serem pacíficos e trazerem uma paz para o local.

 O homem com chifres era como um líder para eles e havia a falhados em proteger essência de seu mundo, o condenando a desaparecer aos poucos. As árvores não davam frutos, as flores não desabrochavam e lentamente a crise chegava. Os dois jovens caminhavam entre a vila fitando as pequenas criaturas brincarem e as mulheres em frente aos alojamentos conversando e olhando suas crianças, elas acenam para Flicker e Araraki que retribuem com um sorriso tímido.

 — É aqui. — Ainz havia os levado para um lugar mais afastado, um lugar maior que os cubículos, como se fosse um castelo feito de cubos coloridos, mas que estava perdendo suas cores. — Preciso de vocês para salvar esse mundo e os outros que estão prestes a desaparecer. Por favor, eu imploro a vocês.

— Eu já disso Ainz, eu vou ajudar. — Com um sorriso largo Flicker dá alguns tapas nas costas do homem cabisbaixo para alegrá-lo. — Irá comigo né Araraki? — Perguntou.

— Se eu for útil para algo, tentarei ajudar. — Araraki estava receosa com a proposta de flicker. — Mas antes de algo, preciso saber de uma coisa.

— E o que seria? — Indagou Ainz apreensivo.

— Por que nós?


Notas Finais


To vazando, espero que tenham gostado. Fuiz o/


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