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História Worlds Collide - Capítulo 13


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Notas do Autor


Lhes apresento, Theo...

Boa leitura!

Capítulo 13 - Salvatore. Eu encaro algumas antigas aliadas


Fanfic / Fanfiction Worlds Collide - Capítulo 13 - Salvatore. Eu encaro algumas antigas aliadas

MINHA VEZ. 

Em primeiro lugar, eu queria dizer que a dona “Eu tenho dois namorados incríveis e uma tirreme de guerra” Valdez reclama de mais. Enquanto ela andava de Ferrari eu fugia das benevolentes do meu avô.[Pare de me olhar feio, Santana. Você está parecendo um urubu] 

A equipe de Ártemis demorou mais a sair do que os de Asgard. Jade insistiu em fazer milhares de análises pra descobrir a localização das caçadoras, e no fim ela apenas consultou uma mensagem de Íris com Thalia Grace pra confirmar com as informações que ela tinha (O que ela poderia ter feito desde o começo), juro que odeio essa garota, ela sempre se achava tão inteligente e capaz, como se ninguém importasse além dela. 

Elas estavam em algum lugar do Maine, tipo... O MAINE! Sinceramente, nós precisávamos mais do navio do que o povo que foi pra BOSTON! Tivemos que nos contentar com uma van do acampamento dirigida por Cast e horas de viagem naquele lugar que parecia um fogão portátil, por conta do excesso de pessoas e do verão em si. 

-Tudo bem aí- Disse Dean, no banco da frente, se virando pra olhar pra nossa equipe incrível de perdedores. 

Eu soprei um cacho mal cortado da frente da minha cara, estava odiando tudo isso. Por que minha primeira missão não podia ser... normal? Me irritava. Sem contar que a profecia martelava a dias na minha cabeça, a sensação de saber que um filho da morte morreria e acreditar que poderia ser meu pai era como um prego quente no meio da minha testa. 

Mas também não estava incomodado, tipo... não podia ser pessimista né? Poderia ser pior. E estávamos do lado menos pior da situação, sem contar que existia muita gente legal e capaz comigo... talvez eu estivesse um tanto confiante e feliz... Bipolaridade não ajuda em nada nessas horas. 

Jade olhou pra o cunhado e arqueou as sobrancelhas, o que me fez rir. Eu adorava ela, principalmente quando fazia os outros parecerem idiotas, se esses outros não fossem eu, era muito engraçado. 

-Eu vou morrer desidratada aqui, mas sim... estou ótima. 

-Theodora- Perguntou Cast- Alguma noticia dela? 

Theo, a quanto tempo não ouvia esse nome? Talvez uns seis anos. Theo e eu éramos muito ligados quando crianças por termos a mesma origem, fomos amigos de infância enquanto ela morava em Nova Roma (Antes que você comece a nos shippar... deixe meu aromantismo fora das suas questões de casais aí). 

Bem, explicando isso porque já deve estar bem confuso. Como dois homens cis podem ter um filho? Então... mais ou menos dois anos depois do casamento dos meus pais, Hades e Apolo começaram de intrigas pra ver quem era o melhor pai/sogro. Eles davam milhares de presentes pra eles e coisas do gênero (tem um guilhotina de ferro estigío no porão da minha casa até hoje. Mas enquanto isso acontecia, Apolo acompanhava os passos de suas ex caçadoras de sua irmã. As meninas saíram da caçada pra ter uma vida normal como um casal lésbico normal, tiveram de esperar seus corpos amadurecerem da maneira natural pra poderem se casar, e então Ártemis agraciou uma delas com uma gravidez. Meu avô as observou por um tempo até que a filha delas (você realmente achou que Ártemis daria um filho homen a sua ex tenente?) nascer e ter uns três meses e depois propôs a ideia de filhos pros meus pais (claro que nenhum deles engravidou, eu literalmente nasci em um berço de ouro, caso queira saber). 

-Não consigo contato com Theo, espero que ela esteja bem- Disse Jade, com a cabeça baixa. 

-Não falamos com ela a uns oito anos- Disse Quinn- Não querendo ser pessimista nem nada, mas... será que ela vai nos reconhecer? 

-Se aquela idiota não me reconhecer eu vou dar uns pescotapa nela- Eu disse, rindo. 

-Quem é Theodora?- Perguntou Safira, e Jade a fuzilou com os olhos. Até agora não entendi o ódio das duas. 

-Uma amiga- A Jackson respondeu, ríspida. 

-Pelo menos achamos que é amiga- Disse Dean. 

-Então estamos todos caminhando pra nossa provável morte?- Perguntou a Kane. 

Eu dei de ombros e sorri de maneira meio psicopata. Mas também me perguntando se a menininha que dançava Beyonce comigo quando tinha sete anos ainda lembrava de mim. Se não... provavelmente morreríamos fritos. 

 

-Já estamos longe- Disse Cast como se não fosse óbvio- E está anoitecendo, logo vou parar pra trocar de volante com o Dean, algo que queiram fazer? Algum plano? 

Ele olhou pelo retrovisor pra Jade, e a garota bufou. 

-Não tinha pensado nisso, alguém com dinheiro mortal aqui? 

Ela olhou pro resto, que foi dando de ombros até chegar em Safira. 

-Não tenho muita coisa também- a garota falou, negando com a cabeça- Talvez seja o suficiente para comida, só. 

Naquele momento estava tentando bolar uma resposta pra o problema enquanto o lado pessimista e o lado otimista do meu cérebro travavam uma batalha sem fim. Pra você que não tem bipolaridade, deixe-me tentar exemplificar. Já viu aqueles desenhos que tem o diabo e o anjo no ombro do principal? É tipo isso só que pior. 

Éramos três menores de idade perdidos como dois jovens gays de dezoito anos como responsáveis. Os mortais achariam estranho, ainda não sabendo o que eles veriam das nossas armas na névoa. 

Além de tudo o sol estava se pondo rapidamente, iríamos ter que parar de qualquer maneira. 

E meus olhos estavam pesando, tinha gastado muito da minha energia mandando meu cérebro calar a boca durante o trajeto. 

Fiz o que achei necessário pra mim mesmo. 

-Se virem. Boa noite. 

E apoiei a cabeça no vidro da janela, adormecendo a uma velocidade incrível. E adivinhem! Tive um sonho terrível! 

-... Não pense nisso- Disse a voz do meu avô Hades, sabia que era ele, também sabia que havia pegado a conversa pela metade- Eles estão protegidos com meus melhores soldados, agora de o fora do meu reino antes que eu seja obrigado a te expulsar! 

Percebi logo que estávamos na sala do trono do palácio do meu avô, com as tochas brilhando e refletindo no mármore negro e Tânatos atrás de seu trono. Não sabia se era visível, mas não quis arriscar e fiquei atrás é uma viga. Na frente do trono do meu avô estava uma mulher alta e ruiva, seu sorriso era caótico, mas de um jeito belo, e havia pura cobiça em seu olhar (e talvez um traço psicopata também, que só tinha visto em poucas pessoas). Ela parecia certa de sua vitória, esperando o momento de agir. 

E esse momento chegou quando uma garota de uns 14 anos saiu de um corredor. Ela tinha olhos negros e profundos e pele pálida, seus cabelos loiros estavam trançados com flores brancas como seu vestido, e ela de alguma forma emanava luz naquele lugar tão sombrio. Também percebi que Tânatos pareceu mudar seu corpo pra alguém da idade dela assim que ela apareceu e seus olhos se tornaram o mais puro terror. 

-Papai! Eles me prenderam, o que está acontecendo? 

Parte de mim congelou quando a mulher ruiva ficou atrás da menina e colocou uma faca no pescoço dela, sinto que o mesmo aconteceu com ela pois ela ficou mais imóvel que uma vítima da medusa. 

-Sua melhor guarda, Hades? Vejamos... a garota tem fibra... Vou ficar com essa sua filha até você me entregar seu reino... esteja avisado...- A mulher disse, sorrindo, e se teleportou pra longe. Tânatos caiu de joelhos, por um momento senti que o Deus da morte iria chorar. E meu avô olhou horrorizado para onde antes estava sua única filha de sangue... Marcária. 

 

-Salvatore!-Acordei com Jade me balançando levemente, com o coração a mil. 

Demorei um tanto pra processar onde estava, banco de uma van, com meus amigos... Okay... 

Tentei normalizar minha respiração olhando pra fora, vi apenas escuridão e algumas placas, não deveria ter apagado por muito tempo. 

Atrás de mim, Safira lia um livro no total escuridão e murmurava algo em árabe que eu não entendia. E Quinn dormia como uma anjinha. Qual seria o motivo de Jade ter me acordado? 

Eu olhei pra Jade e ela deu um sorriso fraco. 

-Estava murmurando coisas sobre o submundo e sequestros, senti medo que tivesse tendo um ataque- Ela disse. Calmamente. 

Então lembrei de toda a situação do meu pesadelo, digamos assim. 

Geralmente semideuses não tem o direito de deixar um sonho desses escapar, na maioria das vezes eram importantes. E esse parecia muito, muito importante. 

Eu respirei fundo e comecei a contar meu sonho em sussurros, pra tentar não acordar ou incomodar os outros. Jade era uma boa ouvinte, mas continuava fazendo caras confusas ao longo do meu relato. 

-Não lembro de nenhuma mulher ruiva mitológica que sequestre deusas menores. 

Eu tinha que concordar, nunca havia visto aquela mulher em lugar nenhum. Mas ela de certa forma me era familiar. 

O jeito com o qual erguia as sobrancelhas em forma de desafio e de mostrar poder, a maneira delicada e graciosa que agia, e o brilho terrível no olhar, me lembravam Aly de mais. 

Tentei ver meu catálogo de deuses nórdicos na minha cabeça. Mas eu realmente não sabia, os nomes geralmente eram muito complicados pra mim e a mitologia muito confusa, eu demorei séculos pra entender toda a situação do incesto grego. 

No fim eu dei de ombros e Jade concordou, estávamos ambos perdidos, mas ela parecia mais. 

Ela baixou os ombros, como se o peso da missão caísse sobre eles. 

Eu tinha dó dela, ir pra sua primeira missão era terrível, mas ir sendo a líder deveria se tornar um caos. 

Assim como eu, notei que ela se prendia muito a ideia que Theo (E talvez Ártemis) fossem ter uma cura milagrosa pra toda essa confusão entre deuses, todo esse abismo entre mitologias poderia ser fechado ou afastado de vez com um estralar de dedos, ao nosso ver. 

E é claro que as coisas não funcionavam assim. 

-Enfim, descance- Ela disse- Temos duas horas antes de chegar no Maine, e depois ainda teremos de achar as meninas... vamos caminhar bastante. 

Sorri e voltei a me apoiar na janela. 

-Tá bom, mãe. 

Ela me empurrou, com um riso fraco. 

-Não ria, quero seu melhor. 

-Agindo igual a meu pai Will?- Disse, encarrando ela, que tentou tampar minha boca porque estava começando a aumentar o volume da minha voz. 

-Calado- ela murmurou- Agora descance, até... 

Ela olhou no retrovisor do banco do relógio, que marcava quatro horas da manhã. 

-...Até hoje mais tarde- ela concluiu. 

-Até- Falei sorrindo. 

Dessa vez eu custei a dormir, com meu cérebro trabalhando. Mas logo peguei no sono, sem sonhos e sem visões... eu apenas desmaiei. 

 

Eu acordei com a luz do sol batendo na minha cara é um vento gélido entrando pela janela meio aberta do caro. 

-Onde...?- Perguntei, coçando os olhos- Portland? 

Dean concordou. 

-Chegamos no maine, qual o próximo passo? 

-Thalia não conseguiu nada especifico- Jade disse, meio sem jeito e sem rumo. 

Safira franziu as sobrancelhas, olhando ela, como se julgasse suas atitudes. Seus cabelos cacheados estavam amaçados de um lado, como se alguém tivesse jogado uma bigorna nele em um desenho animado de mil novecentos e alguma coisa. 

-O maine é enorme- ela disse- Está dizendo que estamos sem rumo em um lugar totalmente desconhecido e com uma guerra acontecendo ao nosso redor? 

Jade concordou timidamente e Cast bufou, Quinn se jogou no banco, desanimada e Dean ficou estranhamente concentrado na estrada. O que não ajudou nada no estado de animo da minha amiga. 

Seus ombros se encolheram e ela olhou pra baixo, por um momento quis abraçá-la e dizer que estava tudo bem. Mas não estava! Ela não tinha as informações mais importantes! Que tipo de líder é essa?!?!?

-Francamente- Disse, fechando a cara e cruzando os braços- Acha que Theo vai mandar um sinal luminoso do nada?! Você deveria ter pensado um pouco!

Ela se encolheu mais ainda e senti que estava prestes a chorar de desespero, mas não liguei, o segundo lado da minha personalidade havia tomado controle e eu literalmente queria que tudo fosse aos ares. 

Burrice minha. Logo duas garras rasgaram o teto da van (o que provocou o grito mais agudo que Quinn já deu na vida) e a jogaram pra cima, revelando uma benevolente nada feliz. 

Ela deslizou os olhos entre todos os presentes na van, procurando alguém, até que seus olhos se fixaram em mim e Safira. 

-Um descendente do Lorde Hades com uma garota de sangue inimigo...- Ela falou. 

-O que diabos- Disse Safira- Eu já cansei de galinhas assassinas. 

A benevolente não pareceu feliz em ser chamada de galinha, e parecia ter amigas. Pois mais pares de garras começaram a puxar a van até que ela tombasse, e a esse ponto eu já estava entrando em desespero, elas deviam confiar em mim! Me proteger! Não me matar! 

Enquanto eu pensava sobre tudo isso, Jade cortou a garra de uma delas diante dos meus olhos, o que me fez acordar pra vida. 

-Corram!- Gritei, aproveitando o buraco que havia ficado no teto pra passar correndo para algumas árvores que se estendiam ao lado da estrada. 

O que era aquilo? Uma floresta? Uma armadilha mortal pra semideuses? Eu realmente não ligava. 

Olhei pra trás vendo os outros saírem e quase tropecei no meu próprio pé. As benevolentes estavam nos alcançando com um alvo muito específico, Safira. Que as queimava com feitiços em seu cajado. Decidi não olhar mais pra trás e apenas correr. 

 

-Tente pará-las- Jade gritou ao meu lado, cravando sua espada no pescoço de uma benevolente. Mas umas cinco ainda deveriam estar nos seguindo- São criadas do seu avô! Precisa convence-las a parar! 

-Haha! Como se elas parecessem tentar me ouvir! 

-É... mas nós não vamos conseguir fugir pra sempre! 

Eu me amaldiçoei por todas as aulas de luta que tentei fugir no Acampamento Meio-Sangue e Júpiter. Nunca achei que iria precisar lutar, e aqui estava eu, correndo desarmado por uma floresta com uma maldita neta de Poseidon com uma faca pra me defender. Jurei que iria roubar um arco de Theo quando a encontra-se. 

-Vamos tentar despista-las. 

-E os outros?- Ela perguntou e se virou pra trás, a tempo de tropeçar em uma pedra e cair em um barrando (qual é a probabilidade?)- Salvatore! 

-O plano de despistar foi adiado 

-Foi. 

Eu desci até onde ela estava, seu pé estava virado em um ângulo nada natural e ela estava com os dentes trincados, tentando disfarçar a dor. 

-Vamos, vou dar um jeito nisso quando for seguro. 

-Tá- Eu tentei a ajudar a levantar, o que não foi fácil, e servi de apoio como podia- Aí! 

-Você tá bem?- Perguntei, antes de uma benevolente nos encontrar e voltar a nos seguir- Bem... que seja... 

-Aí deuses- ela reclamou, antes de tentar correr o máximo que podia se segurando em mim, o que não era muito. 

-Descendente traidor- entoou a benevolente- Entregue-se, deixe os outros morrerem e talvez pouparemos sua vida. 

-Nunca!- Gritei, o que era pra ser um ato corajoso. Mas minha voz soou enguiçada e assustada. 

Eu refiz toda a minha vida na minha cabeça, aquele era um jeito muito estupido de se morrer. 

-Que seres irritantes!- Gritou Quinn no fundo- Por que só não desistem? 

E ali estava eu. Fugindo enquanto deixava muitos amigos pra trás, Jade poderia ter fraturado ou torcido o tornozelo e eu não podia fazer nada, estava me sentindo muito inútil à frente daquela situação. 

E então os céus se tornaram escuros. 

-O que?- a benevolente olhou para cima, confusa, o que me deu tempo de conseguir alguns passos de vantagem com Jade. 

-Ótimo, tudo que eu precisava agora era de mais raios brigando-Jade disse, com uma expressão de dor- Como se meu dia já não estivesse péssimo o suficiente. 

-Reclame menos, caminhe mais- Eu disse- Precisamos nos afastar. 

-Fácil falar- ela semicerrou os olhos- Voce não caiu encima do seu pé. 

-Jade, por favor, cale a boca. 

-Eu te odeio. 

Acho que falar que me odiava ou reclamar da vida era algo muito terapêutico pra Jade, porque ela não parou até ver o vulto. 

-Quem? 

Acima de uma colina, estava uma garota. Os cabelos negros, longos e volumosos estavam presos em uma trança que caia sobre o ombro direito, os olhos azuis faiscavam com eletricidade, e a pele morena reluzia, mesmo na escuridão, como se ela estivesse coberta de luar líquido. Seu queixo estava erguido de forma calculada, que a fazia parecer ameaçadora e propor um desafio silencioso a qualquer um que quisesse se provar melhor ou mais capaz que ela, o que me fazia quase me encolher de medo. 

-Já causaram muito problema, não? 

-Caçadora- a benevolente sibilou- faça seu trabalho e se mantenha fora de meus problem— 

-O que? Não entendi...- Disse a garota, após atirar uma flecha que cortou o ar em um flash de luz como um raio no peito da benevolente, a desintegrando- Whopsie... 

Ela sorriu, um sorriso doce, mas meio maníaco, e os olhos refletiram uma diversão absurda, como se atirar em monstras fosse seu hobbie favorito. 

 

-Parece um bom problema a se resolver- a garota de olhos azuis disse, atirando outro flecha na segunda benevolente, e outra na terceira que ficou presa em sua roupa. 

-Errou!- Ela comemorou. Antes da garota puxar uma espécie de fio da flecha, que parecia estar ali por ela ter previsto que iria errar (ou ter errado de propósito) e desviar um raio vivo de sua pele para o monstro. 

-Vocês deveriam calar mais a boca. 

Pra ela, não foi difícil abater as outras duas benevolentes. Ela era graciosa, certeira, e acima de tudo, extremamente mortal. 

Depois de acabar com todas, ela apontou uma flecha pra minha direção e pra de Jade, pronta pra disparar. 

-Theodora... pelo amor dos deuses, abaixa essa flecha- Eu disse, tentando ir pra trás com Jade, o que fez ela dar um piso em falso e soltar um grito agudo. 

Eu vi a expressão de Theo mudar diversas vezes. Surpresa, medo, felicidade, e depois desespero as ver Jade mancando. 

Ela foi até nós, largando o arco no chão, e basicamente tomou Jade dos meus braços, olhando por um segundo muito longo pros olhos dela. Depois suspirou e disse: 

-Vamos... vocês têm que chegar até o acampamento...


Notas Finais


Sim, @Lady_Dias você só errou os pronomes :)
Não me matem, ainda preciso terminar a fanfic

Bjs, Bye

~👑


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