História Would You Die For Me? - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Arlequina (Harley Quinn), Batman, Esquadrão Suicida
Personagens Bruce Wayne (Batman), Coringa (Jack Napier), Dr. Jonathan Crane (Espantalho), Edward Nashton/Nygma (O Charada), Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina), Harvey Dent (Duas-Caras), Jason Todd, Oswald Chesterfield Cobblepot (Pinguim), Pamela Lillian Isley / Poison Ivy (Hera Venenosa), Personagens Originais, Selina Kyle (Mulher-Gato)
Tags Arlequina, Batman, Coringa, Esquadrão Suicida, Harley Quinn, Jared Leto, Jarley, Joker, Margot Robbie
Visualizações 203
Palavras 2.130
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Ficção, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi nenês, saudade de vocês!
Me desculpem pela sumida, tô de volta agora. ❤

•Obs: Esse capítulo apresenta um conteúdo pesado. Porém, em nenhum momento demonstra incentivo ou apologia às atitudes apresentadas pelos personagens. Então, não confundam as coisas, ok?
Agora já podem ler 😊

Capítulo 11 - Kiss on the rain


Fanfic / Fanfiction Would You Die For Me? - Capítulo 11 - Kiss on the rain

"Não julgue um vilão por seus atos. Julgue-o por sua história"

Harley

Segui o paços de J, precisamente até a Purple Lamborghini, e em seguida entramos. Eu estava colocando o cinto de segurança, quando ele disse:

— Não precisa desse exagero —Ele disse referindo-se ao cinto de segurança, e eu logo soltei — Esta com medo da velocidade, pequena?

— Não, Mr.J —Eu disse

— Ótimo. —Ele deu partida no carro e acelerou conforme chegamos na pista.

— Para onde estamos indo, puddinzinho? —Perguntei observando as ruas pela janela da Lamborghini

— Vamos brincar um pouco com Gotham. As pessoas estão muito paradas, por aqui. Precisam de mais agitação, não acha?

— Claro — Eu sorri

— Por isso, iremos arrancar alguns "sorrisos" e até mesmo, algumas gargantas deles. —Ele gargalhou e em seguida acelerou o carro ainda mais.

A sensação da adrenalina estava invadindo o meu corpo e Joker sorria com isso. 

Estávamos percorrendo as ruas de Gotham em alta velocidade, sem nos importar com as placas de trânsito, sinais, nem muito menos com as pessoas que ali haviam. Confesso que era extremamente engraçado ver a reação das pessoas que esperavam nas faixas de pedestres para atravessar. J fingia que iria deixa-las passarem, e quando estivessem no meio da rua, ele acelerava o carro com a maior velocidade que podia.

*

Enfim chegamos ao centro de Gotham.  Agora iríamos colocar um dos planos de diversão do puddin em prática. Ele não havia acionado os capangas dessa vez, pois como dito por ele não precisava. Afinal, o plano dessa vez era algo rápido, prático e simples: abordar pessoas no meio da rua e espalhar o sangue delas, dos corpos esfaqueados, pelas ruas de Gotham.

 O senhor J, finalmente parou a Lamborghini em uma das vagas, que haviam por ali. Descemos do carro em seguida.

A rua estava fria, devido ao clima fechado que derrepente instalou-se por ali. Mas, não era nada que fosse atrapalhar nada, nem a Mr.J e muito menos as pessoas que estavam caminhando, pelas calçadas.

— Olá, querida população de Gotham. Sentiram saudades do seu preferido? —Joker exclamou no meio da calçada, trazendo olhares assustados de quem passava do lado.

Algumas pessoas olhavam assustadas, outras aumentavam o passo, corriam, enfim... Estavam com medo, e Jay adorava isso. Adorava ver as pessoas assombradas, aos seus pés, clamando por misericórdia, enquanto ele apenas gargalhava.

*

Por enquanto estava tudo sob controle. Ele apenas estava apontando a arma para as pessoas, e assustando-as até que... abordou um homem pelas costas, e precionou um canivete em seu pescoço. O homem estava tremendo, extremamente assustado. Estava rendido com um canivete precionado em seu pescoço, qualquer movimento resultaria a sua morte. Não tinha como ele sair dali totalmente intacto pelo menos não fugindo, e também duvido muito que Mr.J o deixasse sair dali.

— Você será o meu cobaia! —Jay disse ainda com o canivete prescionado no pescoço do homem.

— O-o que vai fazer c-comigo, palhaço? — O homem perguntou com a voz falha. Ele estava tremendo e com os olhos esbugalhados e assustados.

Aquela sensação era terrível. E eu sabia muito bem como era... Não desse jeito, com um canivete no pescoço, mas em outras situações que presenciei com J. É extremamente assustador, ser rendido por uma pessoa e você não poder fazer nada. Mas, o pior de tudo é saber que qualquer movimento que você tentar, resultará sua morte. Então, o único jeito é esperar imóvel, mesmo estando assustado, tremendo ou em pânico. 

No entanto, o cara tinha todos os motivos do mundo para estar assustado desse jeito. Imagine só, derrepente você ser abordado no meio da rua, por um dos maiores criminosos, maníacos e procurados de Gotham, com um canivete em seu pescoço.  É aterrorizante para qualquer pessoa, até mesmo para mim. "Agora chega de pensar em besteiras Harley, isso não vai resultar em nada. Apenas siga o exemplo do seu amor, e faça-o se orgulhar de você!" -Pensei e logo sorri olhando para a multidão de pessoas curiosas que formaram-se ao redor.

— T-tenha misericórdia de mim, J-JOKER — O homem gaguejou suando frio.

— Hum... Deixe-me pensar. — Ele hesitou por pouco tempo — Como eu sou uma pessoa muito justa, irei fazer um acordo com você! — Ele disse e o homem pareceu acalmar-se, enchendo-se de falsas esperança por alguns segundos. Mas, eu sabia muito bem que Joker não iria libera-lo.

— Alguém, no meio dessa multidão que  formou-se por aqui... —Ele disse com o olhar voltado as pessoas que estavam por ali — Algum de vocês curiosos, que observam a desgraça desse homem, se dispõe a trocar de lugar com ele?

Todos permaneceram calados, deixando o ambiente silencioso. 

— Pelo visto ninguém optou por trocar de lugar com você amiguinho. —Falei próximo ao homem rendido por J, quebrando o silêncio. — Há quem o diga que esse não foi o seu dia de sorte.

O homem sem nada falar engoliu em seco, sentido a lâmina gélida precionada em sua garganta, rasgando levemente a sua epiderme.

— Ninguém? —Mr.J olhou para os lados em busca de alguém com um gesto caridoso para ficar no lugar do homem, mas ninguém dispôs-se. — Ótimo! Foi o que eu imaginei. Mas, se não vieram trocar de lugar com ele, porque formaram aqui uma "plateia"?

Mais uma vez ninguém disse nada.

— Bando de curiosos, covardes e estúpidos. —Joker aumentou o tom de voz.

As pessoas estavam saindo de fininho. Algo em minha mente dizia que eu deveria atirar em quem saísse. Não iria fazer falta para ninguém mesmo, eram todos um bando de curiosos mesmo. Olhei para J, e fiz sinal avisando que iria atirar e ele entendeu. Logo acabei por atirar em umas três pessoas, que estavam saindo de fininho dali e as outras assustaram-se mais ainda. Não olhei para os seus rostos, apenas atirei. Pois, era o que o Mr.J estava esperando que eu fizesse e assim eu fiz.

— Que aconteça o mesmo em quem ousar sair daqui. Se vieram ver, então vejam o espetáculo até o final. — Eu disse, recarregando a arma.

Olhei para Mr.J e vi que o mesmo gargalhou com isso e em seguida mudou sua expressão facial. Logo, o mesmo arrastou com tudo a lâmina do canivete da garganta para o pescoço do homem, que soltou seus últimos gritos de desespero, enquanto o sangue escorria rapidamente pelo seu pescoço, trazendo o seu fim.

Até então, eu nunca havia visto tanto sangue escorrendo de um pescoço, era agonizante.

Em questão de alguns poucos segundos, J soltou o corpo da vítima, que caiu pelo chão, completamente desligado, já morto. Com o sangue que ainda escorria pelo corpo do falecido, Joker passou em suas mãos, que estavam protegidas pelas suas luvas brancas, que agora eram vermelhas de sangue.

Eu estava observando tudo, aquilo, junto com as pessoas que foram obrigadas a ver. Estava sentindo algo estranho, porém não sabia exatamente o que eu estava sentindo,  era apenas algo estranho​ e desconfortante ao mesmo tempo.

Logo vi Joker, chegando até o meu lado com as luvas antes brancas, agora completamentes sujas do sangue do falecido e eu ajudei-o a retira-las. As pessoas ainda estavam ali. Permaneceram pois sabiam que se tentassem sair dali, iriam acabar como os outros que estavam pelo chão.

O silêncio estava por ali, apenas ouvíamos o barulho da respiração acelerada das pessoas e dos carros passando pelo outro lado da rua. Ninguém vinha, nem saía. Logo uma mulher com uma criança no colo, correu até o corpo do homem, jogado pelo chão. Ela estava aterrorizada, chorando. Vi que Joker olhou, mas em seguida deu de ombros, não se importando com a cena. Então, a mulher gritou, chamando a atenção dele, que olhou novamente sem muita precisão, como se fosse uma cena qualquer.

— Como você teve coragem de fazer isso com ele? — A mulher disse gritando, deixando algumas lágrimas escorrerem de seus olhos — Ele era um homem de bem. Tinha uma família, que agora foi destruída por sua culpa.

— Estou pouco me fodendo para isso —Joker disse sem se importar

— O que vai ser agora de mim e do meu filho? —Ela disse ainda gritando com a voz falha

— Isto já não é problema meu. A menos que queira ir para o meu buraco que ele.

— Seu estúpido. —Ela o xingou e automaticamente ele riu, apontando a arma que havia acabado de tirar do bolso, para ela, que hesitou por um tempo e continuou a falar —Você o matou! Não sente nada com isso? Não sente nada ao saber que destruiu uma família?

Provavelmente não. Ele não sentia, pois não expressou nem sequer uma sensação durante esses poucos segundos.

— Não — Ele respondeu firme, sorrindo — Destruíram a minha vida, tudo o que eu tinha e eu não me importei. Então, para quê eu iria me importar com isso?

— SEU MONSTRO! —Ela gritou e ele apenas gargalhou em seguida assustando-a com um tiro no chão, próximo a seus pés e ela, rastejou-se para trás.

Joker tirou o foco de sua arma, que apontava para a mulher e focou  na criança que dormia nos braços dela.

— Por favor, não faça isso... Tenha piedade. E-eu só estou muito abalada, não pensei no que tinha dito. —Ela voltou atrás, encolhendo-se e segurando a criança.

— Isso já não é comigo. Deveria ter ficado na sua e calada enquanto podia, talvez não fosse morrer nem trazer essa desgraça para o seu filho.

Ele disse, e a mulher gritou antes mesmo de chegar o seu fim, e eu apenas fechei os olhos e tapei os ouvidos. Não queria sequer imaginar o que iria acontecer ali.

~ [Quebra de tempo] ~

A rua pareceu acalmar-se, as pessoas que ali sobravam deram o fora assim que Mr.J saiu. Antes, estava apenas chuviscando, agora a chuva engrossou, iniciando um forte temporal.

Eu aumentei os meus passos para chegarmos logo no carro, pois a chuva estava forte. Faltando alguns poucos passos para chegarmos, Mr.J puxou-me pelo braço e trazendo-me para perto de si. 

Ali mesmo no meio da rua, na chuva, iniciou um beijo veroz e repleto de desejo de ambas as partes. Podíamos sentir a água da chuva molhando nossos corpos, enquanto nossas línguas se entrelaçavam o mais rapidamente possível. E por mais que estivéssemos completamente ensopados de água, aquela estava sendo uma sensação incrível, no qual que eu jamais havia sentido.

Estavámos beijando na chuva. Minhas mãos estavam apoiadas em sua nuca, enquanto as dele estavam apoiadas em minha cintura. Nossas línguas, estavam completamente conectadas a nossas bocas, como nossos corpos que buscavam o calor do outro, mesmo na chuva. 

—Vamos para o carro e eu irei ajuda-las a retirar toda essa roupa molhada. —Ele disse direcionando-me até a Lamborghini.

*

— Estamos todos molhados. —Eu dei um sorrisinho ao olhar para nossas roupas, completamente ensopadas pela chuva.

— Não tem problema —Ele disse e em seguida retirou a minha blusa ensopada do corpo. Ajudei-o a desabotoar sua camiseta, também molhada e puxei-o para um beijo.

 Joker sem perder tempo, desabotoou o fecho do meu sutiã que também estava encharcado, porém eu segurei.

— Seu louco, eu estou com frio. —Falei tentando ajustar o sutiã novamente, porém com um movimento rápido ele puxou-o e tirou-o, de meu corpo, jogando em algum lugar pelo carro. — J-JOKER

— Você fica melhor sem eles. —Sorriu e em seguida pegou o seu sobretudo de couro que estava atrás do banco e entregou-me.      — Vista por cima. 

— Obrigada puddinzinho! —Vesti o sobretudo por cima do meu corpo molhado e fechei apenas um botão.

— Esse apelido é tão estúpido e ao mesmo tempo tão broxante. Não gosto quando me chama assim.

— Me desculpa, eu falei sem pensar...

— Hum —Ele mudou de assunto — Amanhã provavelmente iremos aparecer no noticiário docinho. Já estou até imaginando os títulos que irão colocar nas manchetes. Não foi exatamente como eu queria, mas foi bom.

— Tá brincando, aquilo foi assustador. Só em ver as pessoas de cabeça baixa, tremendo e chorando, enquanto comandavámos aquilo tudo e no final você obrigou-as a ver. —Falei e ele me interrompeu

 — Não se deve ter piedade. Quem manda serem curiosas. Pelo menos, eu não. A curiosidade vem do instinto do ser humano, mas se você esta vendo algum atentado acontecendo você vai lá para quê? 

— Para morrer —Completei e sorrimos

— Continuando o que eu estava falando, dá próxima vez, iremos dominar toda a cidade com nossas piadas. Quem não entender a piada e não sorrir, morrerá. Pessoas que não entendem a piada  merecem morrer, como o BATMAN! —Ele rosnou

— Isso é tão maligno —Eu disse

— Talvez. Quero ver as pessoas implorando-me por suas estúpidas vidas inúteis e eu não poder fazer nada. Há não ser pintar as ruas de Gotham com o vermelho intenso do sangue de suas gargantas esfaqueadas.

— Tenho medo do que possa acontecer a diante. —Sussurrei baixinho

— Fizestes a escolha errada então! —Ele disse e em seguida permaneceu calado junto a mim, até chegarmos na mansão.


Notas Finais


Espero que tenham tido uma boa leitura.
• Mais uma vez relembrando que o capítulo não demonstra apologia as atitudes dos personagens. Afinal de contas eles são psicopatas, nós não. Então devemos saber diferenciar o mundo fictício do real.
❤ Beijinhos e abraços para vocês puddinzinho(as) ❤


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...