História Write On Me - Emison - Capítulo 6


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Categorias Pretty Little Liars
Personagens Alison DiLaurentis, Aria Montgomery, Cece Drake, Emily Fields, Hanna Marin, Jason Dilaurentis, Jessica DiLaurentis, Mona Vardewaal, Noel Kahn, Paige McCullers, Pam Fields, Personagens Originais, Spencer Hastings, Toby Cavanaugh, Wayne Fields
Tags Emison, Pll, Spoby
Visualizações 100
Palavras 2.150
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoinhas, como vocês estão? Eu espero que bem!
Eu demorei? Me desculpem haha meus dias ficaram um pouco corridos! Espero que vocês entendam! Eu vou me esforçar para postar mais rápido, tá bom?
O capítulo hoje tá gostosinho, espero que gostem! Esse é um dos meus favoritos haha
Obrigada pelos comentários e pelos favoritos, vocês são fodas!
Boa leitura amores!

Capítulo 6 - Meus Demônios


Fanfic / Fanfiction Write On Me - Emison - Capítulo 6 - Meus Demônios

Fechei o livro completamente mexida com que acabara de ler. Eu não sabia dizer qual parte havia me tocado mais, mas seria idiota se não admitisse que se aceitar não é uma tarefa fácil.

Mesmo que você tenha muitas coisas para se orgulhar, sempre há uma parte de ti que você tenta esconder das outras pessoas e até de si mesmo. Por anos, eu julguei me conhecer completamente, mas estava enganada e mentindo para mim mesma. Eu era Alison DiLaurentis, mas ainda não sabia nada sobre mim. Ainda era muito difícil aceitar e lidar com certos sentimentos, na maior parte do tempo, eu tentava escondê-los de mim mesma, na tentativa falha de esquecer que eles existiam.

Voltei a abrir o diário, mas o fechei novamente, chega de leitura por hoje, ele já havia libertado muitos dos meus demônios.
Deixei o diário sobre o criado-mudo, apaguei as luzes e tentei dormir de todos os jeitos, mas essa se tornou uma tarefa árdua demais.

Cheguei na escola atrasada e com olheiras enormes no dia seguinte, mal prestei atenção nas aulas e pareciam que elas duravam muito mais do que o de costume. Não sabia dizer se Emily ou Paige haviam passado em casa para virmos juntas, apenas sei que meus pais já tinham saído para trabalhar há muito tempo, quando eu desci para tomar o café da manhã.

O sinal do intervalo finalmente bateu e eu corri para sentar na mesa de costume.

– Você está péssima. – considerou Emily tirando seu lanche do plástico.

– Não dormi muito bem.

– Não foi a igreja?

– Você não ia... – considerei como se fosse óbvio, Emily estava cansada de saber que eu odiava ir a esses lugares sem sua presença.

– E aí, meninas. – disse Hanna sentando-se a minha frente, acompanhada de Cece.

Não demorou muito para que todas as outras garotas chegassem por ali. A conversa transcorreu animada, mas Hanna cortou o clima, como era de costume.

– Meus pais querem isso, acham que eu concordei? – perguntou ela depois de Mona dar uma pequena surtada. – Eu não queria fazer nada no meu aniversário, apenas sair e encher a cara. Mas vocês sabem como meus pais são...

É, nós sabíamos, aliás, a cidade toda. A família Marin era a mais rica de nossa cidade, o pai de Hanna ganhou muito dinheiro sendo um dos únicos chefes de cozinha de Middletown, ele abriu um pequeno restaurante local na cidade antes mesmo de Hanna nascer. O lugar fez tanto sucesso que ganhou uma franquia para todo o estado da Pennsylvânia e por isso, os pais de Hanna estavam sempre viajando.

Minha amiga dizia que foi criada por empregadas e babás, ela se sentia tão sozinha que tinha uma necessidade imensuravelmente grande de participar de todas as festas possíveis e beber o quanto aguentasse. Mas é claro que seus pais nem desconfiavam que a própria filha era uma quase alcoólatra.

Hanna, tinha acabado de nos falar que seus pais queriam dar uma festa de aniversário para ela, mas não era uma festa qualquer e esse era problema dos Marin's, eles achavam que toda a cidade tinham o mesmo dinheiro que eles tinham.

A loira contava que sua mãe estava organizando uma festa de gala para a filha, por isso tínhamos todas que ir vestidas formalmente, e isso foi o que gerou uma pequena revolta em Mona.

– Mesmo assim, a festa é nesse fim de semana e agora temos que sair correndo atrás de vestidos de gala. – protestou Mona.

– Eu sei, minha mãe é ridícula. Eu sinto tanta raiva de meus pais... – lamentou. – Eles planejaram tudo com antecedência, mas só falaram para chamar minhas amigas agora.

– Mas como será essa festa? – perguntou Aria interessada.

– Com uma orquestra sinfônica, aposto. – disse Spencer fazendo todas rirem. Hanna revirou os olhos e bufou.

– Não vai ter nenhuma orquestra, vai haver um recital.

– Recital? Mas essas coisas não tem apenas na escola? – perguntou Emily.

– Meus pais querem fazer algo diferente, querem impressionar alguns convidados deles, por isso preferiram um recital. Eles pediram para vocês organizarem alguma coisa, música, poema... – respondeu Hanna.

– A gente? Jura? – vociferou Paige. – Seus pais só inventam.

– Eu sei, mas podiam quebrar essa para mim, não podiam? – disse Hanna olhando para cada uma de nós fazendo bico.

– E quanto vamos ganhar por isso? – perguntou Spencer.

– Eu juro que compenso vocês. – prometeu Hanna.

Saímos da escola e Emily insistiu muito para que fôssemos atrás dos vestidos ainda naquele dia, mas tudo que eu queria era chegar em casa e ler o bendito diário, estava cada vez mais curiosa e completamente envolvida com sua narrativa, mas é claro que minha melhor amiga me irritou até eu dizer sim.

Ela não estava mais tão ácida quanto no dia anterior e eu julguei que talvez estivesse de TPM ou algo do tipo. Emmy insistiu muito para que Paige nos acompanhasse, mas a mesma inventou um monte de desculpas e foi quase correndo para casa.

Então eu e Emily fomos caminhando para o centro de Middletown, que era apenas uma avenida imensamente grande com algumas lojas. Emmy me arrastou para as três únicas que alugavam vestidos de gala, mas apenas na última loja achou algo que realmente a interessasse.

– Aí meu Deus! – ouço a voz de Emily vindo de um corredor de vestidos.

– O que foi? – pergunto largando um vestido que tinha visto e indo ao seu encontro.

– Eu acho que o achei! – disse animada quando me aproximei.

– Quer experimentar esse, querida? – diz uma atendente vindo em nossa direção, Emily assentiu freneticamente enquanto eu revirava os olhos. – Vem por aqui que eu te ajudo a vesti-lo.

Ela nos leva por um corredor e depois entra em outro, seguimos reto e depois chegamos até uma sala espaçosa onde são vestidas algumas noivas, em seus dias especiais. Não há provadores separados, apenas uma parede de espelhos e algumas poltronas.

Emily sobe numa espécie de palanque e começa a tirar a roupa. Sento numa dessas poltronas e observo a cena. Conheço Emmy há alguns anos e apesar de termos passado bastante tempo juntas, percebo que faz muito tempo que não a vejo nua ou seminua, esse pensamento me deixa um pouco desconfortável, mas eu não consigo tirar os olhos dela. Percebo que estou ansiosa pra ela começar a tirar sua blusa e quando dou por mim, ela está com os seios a mostra, consigo vê-los pelo reflexo do espelho e noto que ela já está desabotoando as calças.

Não sei explicar o que sinto nesse momento, mas fico obcecada pela beleza de sua bunda. É detalhadamente redonda com algumas pequenas celulites que apenas ressaltam sua naturalidade como mulher comum, sinto vontade de apalpá-la e me assusto com esse pensamento. Nunca pensei em tocar o corpo de outra mulher, mas não podia deixar de perceber que algo muito estranho estava acontecendo com meu corpo naquele momento, sentia um calor sobre-humano e passei a suar frio. Lá embaixo, no meu sexo, algo não parava de latejar. E tudo só piorou quando Emily se virou em minha direção seminua, apenas vestida na sua calcinha preta.

Confesso que minha melhor amiga não tinha apenas uma personalidade de dar inveja, mas um corpo também. Tudo parecia ser na proporção exata, tudo exatamente bem feito e bem encaixado, era uma obra divina, mas eu não conseguia sentir inveja, sentia outra coisa dentro de mim, algo que nunca tinha sentido antes.

Seus seios eram redondos e perfeitos, suas aurelas eram marrom e pequenas, delicadas, eu diria. Eles não eram grandes, mas também não eram pequenos, como eu disse, eram perfeitos, os seios mais bonitos que já vi. Senti vontade de senti-los com a boca, com a língua. Fechei os olhos e tentei afugentar esses pensamentos.

– Você está bem? – pergunta Emmy. Acho que percebeu que estou vermelha.

– Estou, apenas preciso de um pouco de água. – minto.

– Tem na sala ao lado, querida, eu vou buscar. – diz a jovem atendente. Eu havia até me esquecido que ela estava aqui.

– Não, não precisa, eu mesma vou, preciso de um pouco de ar também. – falo me levantando.

Saio da sala antes mesmo que uma delas diga mais alguma coisa. Ando pelo corredor e entro numa sala idêntica a que estávamos, pego um copo de água e me olho no espelho.

– O que está acontecendo com você, Alison? – pergunto a mim mesma.

Sempre via modelos de lingerie ou biquínis na TV. Minha mãe se trocar, minhas primas de biquíni na piscina quando íamos para a cidade natal de meu pai, mas isso nunca tinha acontecido antes, eu não sei o que era e não parecia ter controle sobre aquilo, sobre meus olhos, sobre meu corpo. Precisava conversar com alguém sobre aquilo, mas com quem? Emily é minha melhor amiga e não tratarei desse assunto com ela. Qualquer uma das outras meninas poderia me julgar mal ou achar que eu estava enlouquecendo.

Resolvi voltar a sala antes que viessem me procurar e depois pensaria melhor sobre tudo aquilo.

Entro e ela já está vestida.

– Estava te esperando, o que achou? – diz minha melhor amiga sorridente.

Emily tinha razão, aquele era O vestido e ficou lindo nela, o tom verde água caia-lhe muito bem e contrasteava com sua pele.

– Está maravilhosa. – digo não conseguindo conter meu tom de desejo e paixão.

Droga Alison, o que diabos está acontecendo com você?

Passei correndo pela porta de casa e subi para meu quarto. Ouvi meus pais me chamarem, mas não dei atenção. Tranquei a porta e me joguei em minha cama, peguei meu travesseiro, afundei minha cara ali e gritei, na tentativa inútil de afastar meus pensamentos.

Eu nem havia conseguido dar uma opinião mais trabalhada para Emily, eu só queria vir embora, fugir daquela situação. Não tive mais vontade de procurar vestidos ou escolher sapatos, eu só queria o meu quarto, minha cama, meu mundo.

Menti para minha melhor amiga afirmando não estar me sentindo muito bem, tudo para vir embora logo. Emily não questionou, claro, e caminhamos em completo silêncio até nossas casas, abrimos as bocas apenas para nos despedir.

Eu nunca tinha sentido nada parecido antes e eu sabia que estava me sentindo atraída por minha própria amiga. Isso era tão estranho, depravado e até sujo, o que ela pensaria de mim se soubesse? Provavelmente nunca mais olharia na minha cara.

Fechei os olhos com força ainda com o rosto enfiado no travesseiro, gritei mais algumas vezes e depois me senti mais calma. Sentei na cama e lembrei-me do texto do diário. O peguei no criado-mudo e o joguei contra a parede assustada e com raiva, tudo era por causa daquele bendito diário, ele havia despertado meus demônios, e minha sexualidade, era um deles.

Continuei sentada na cama com a cabeça entre as pernas, tentei me acalmar e controlar meus pensamentos, mas a bunda de Emily e seus seios, não me saíam da memória.

– Tudo bem Alison, não há problema nenhum nisso se ninguém descobrir, certo? – falei para mim mesma e me senti melhor.

Relaxei meu corpo na cama, tirei os sapatos e abri o zíper de minha calça.

Vamos lá, ninguém vai saber, é só para você descobrir a sensação, apenas isso. Gritou minha consciência.

Desci minha mão direita pela minha barriga, adentrei para dentro da calça e passei meus dedos levemente por meu sexo ainda por cima da calcinha. Respirei fundo, fechei os olhos e lembrei-me do corpo de Emily. Joguei a calcinha para o lado e me penetrei com dois dedos.

Comecei a fazer movimentos de “entra e sai”, e com o dedão estimulava meu clitóris com movimentos circulares. Imaginei-me tocando nos seios de Emily, os apertando levemente e depois os sugando. Desci minha boca pela sua barriga, abocanhei seu sexo, como as mulheres faziam nesses filmes pornôs, a penetrei com dois dedos e pude até ouvi-la gemer. Minha imaginação era fértil demais e isso me ajudava a estimular-me.

Intensifiquei os movimentos tanto nela, na minha imaginação, quanto em mim, na vida real. E posso dizer que chegamos no ápice do prazer juntas. Contorci minhas pernas sentindo o líquido escorrer, tirei meus dedos de dentro de mim, estavam completamente encharcados.

Os enxuguei no lençol da cama e depois me condenei por masturbar-me pensando em minha melhor amiga, mas aquela tinha sido a melhor “gozada” em anos.

Afugentei meus pensamentos, saltei da cama e peguei o diário no chão, voltei ao meu lugar e me ajeitei.


Não há muito o que dizer hoje, mas sinto que estamos um pouco distante uma da outra. Já não posso te ver todos os dias, não te vejo tomar café ou reclamar que o clima lá fora não está do seu agrado.
Não há muito o que contar hoje, Alison, só quero te fazer uma pergunta:
Já sentiu vontade de beijar e tocar uma garota?

 

Fechei o diário novamente assustada, olhei para todos os cantos de meu quarto, na tentativa de encontrar alguma câmera escondida, estariam me vigiando? Ou aquela era apenas uma infeliz coincidência?


Notas Finais


Tombados pela foto? HAHAHA essa foto é por causa da imaginação da Ali, então não me xinguem ok?
E ai? O que acharam? Um beijão e até o próximo capítulo!


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