História Write On Me - Norminah. - Capítulo 16


Escrita por:

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Dinah Jane Hansen, Normani Hamilton
Tags Norminah
Visualizações 720
Palavras 3.206
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá mores.
Gente, eu estou deixando vocês muito mal acostumados atualizando todos os dias LAKSKS mas estou muito animada com essa fanfic, então vamos lá né? Nos vemos lá embaixo 💙

Capítulo 16 - Capítulo 16.


Fanfic / Fanfiction Write On Me - Norminah. - Capítulo 16 - Capítulo 16.

— Olha lá! – Tanner exclamou, apontando para fora da janela do veículo em movimento. Normani olhou sob seu ombro para que pudesse olhar pela janela de Tanner. Ela não tinha a mínima ideia para o que ele estavam apontando, mas ela ainda ofegou e fingiu estar muito entusiasmada.

— Uau! Sim!

— É aquilo! – Tanner gritou novamente, ainda apontando.

— sim, o que era aquilo?

— Eu não sei! – Ele encolheu os ombros e sorriu como se estivesse no topo do mundo. O garoto parecia ainda mais satisfeito consigo mesmo e ambas as mulheres riram alto.

— Ele é sempre assim no carro? – Normani perguntou à Dinah.

Dinah sacudiu a cabeça e manteve seus olhos fixos na estrada.

— Não, normalmente não. Tem manhãs que ele é mais elétrico, mas normalmente dorme ou canta a música do dinossauro repetitivamente.

— O quê? – Normani perguntou, seu sorriso foi se alargando. — Existe uma música de dinossauro?

— Oh sim.

— Como a de um programa de tv ou algo assim?

— Não. – Dinah diminuiu a velocidade do carro até parar em um sinal vermelho. — É a música dele.

— A dele? – Normani olhou para trás, sorrindo para Tanner novamente. — De sua própria autoria?

Dinah afirmou com um orgulhoso aceno.

— Ele é mesmo muito criativo, esse é o meu bebê.

— Claro que ele é. – Normani virou-se em seu assento de novo, olhando para trás. — Hey, Tanner!

— Hey. – O olhar de Tanner desgrudou da janela e voltou para Normani no banco da frente.

— Cante para mim a música do dinossauro, por favor?

Tanner não hesitou e acenou com a cabeça.

— Ok!

Ele chutou com as pernas em uma maneira distraída contra a parte da frente de sua cadeirinha no carro e começou a cantar em voz alta, Normani teve que prender uma mão bem forte em sua boca, querendo impedir um riso ou chiado. A canção saiu em um conjunto de vários ritmos em padrão, e nenhuma das linhas rimaram. Tanner parecia não notar, embora dançava com a cabeça como se o ritmo nunca tivesse sido alterado e fizesse sentido.

— “Dinossauros são grandes. Dinossauros são verdes. Eles comem plantas e outros dinossauros. Dinossauros têm dentes grandes. E garras grandes também. Dinossauros são meus amigos. Dinossauros, dinossauros, dinossauros.”

Tanner estendeu a última palavra por um longo tempo, aumentando a sua voz e dando um pequeno soco no ar dramaticamente, e Normani estava completamente perdida. Ela estava mordendo seus lábios atrás de sua mão o tempo todo, tendo de fazer seu melhor para não estragar o momento, mas não podia segurar-se mais. Ela ria enquanto batia palmas para Tanner. Dinah entrou na brincadeira e Tanner sorriu, brilhantemente no banco de trás, batendo palmas também.

— Isso foi uma ótima música, carinha. – Normani alcançou seu joelho exposto e o acariciou. Dinah o tinha deixado escolher seu próprio look para o dia, e ele havia escolhido uma bermuda cáqui, camisa polo listrada em verdade e branco, meias verdes e um tênis branco sólidos. Não há como negar que o garoto tinha estilo, assim como sua mãe.

— E uma excelente voz de cantor. – Dinah adicionou, enquanto ela olhava para o seu filho no espelho retrovisor.

Normani assentiu com entusiasmo.

— Total!

— Quer que eu te ensinei, Mani? – Tanner ofereceu.

— Se eu quero que você ensine ela para mim? – Normani levantou suas sobrancelhas e cerrou os olhos. — Mas é claro! Eu quero muito, carinha!

— Talvez na próxima vez, munchkin. – Dinah disse antes que Tanner pudesse começar outra rodada em voz alta da música do dinossauro. — Nós acabamos de chegar.

Normani se virou em seu assento e sua mandíbula instantaneamente caiu.

— Oh, Wooow! – Seus olhos se arregalaram, quando ela se inclinou no banco do passageiro do carro de Dinah e olhou pelo para-brisa a enorme casa na frente deles. — Seus pais vivem aqui?

Dinah ergueu os olhos, enquanto terminava de estacionar o carro. — Sim. É bem ostentoso, eu sei.

Um sorriso implicante pintou os lábios de Normani.

— Como se você pudesse falar de outras pessoas tendo uma casa igualmente ostentosa.

— Ah. Ah. – Dinah disse. — Você se esqueceu que a minha casa primeiramente pertencia aos meus pais...

— Você está certa. Me esqueci, parece justo.

— Obrigada. – Dinah destravou o seu cinto de segurança e saiu do carro.

— Você quer ajuda? - Normani perguntou, destravando seu próprio cinto de segurança. — Eu posso levar Tanner.

— Não, está tudo bem. Eu só tenho ele para levar, já que à tudo dele duplicado aqui. Raramente há necessidade de trazer algo.

— Oh. – Normani fez careta. — Bem, você quer que eu vá até a porta?

— Você pode. Mas apenas se desejar se sujeitar aos interrogatórios da minha mãe.

— Interrogatórios? – Normani perguntou. — O que quer dizer?

Dinah abriu a porta de trás para poder retirar Tanner de sua cadeirinha.

— Oh, uma variedade de tópicos, tenho certeza.

— Ow, mamãe. – Tanner reclamou e levantou uma perna. — Não belisque.

— Eu sinto muito, baby. – Dinah murmurou, reajustando sua mão ao redor da base da fivela. — Foi apenas um acidente.

Ela atirou sua mão para a maçaneta da porta.

— Precisa de ajuda? – Normani perguntou novamente, pronta para sair do carro e correr para ajudar a loira.

— Não, está tudo bem. – Dinah sacudiu a cabeça. — Esse é um frequente aborrecimento, mas se eu fizer a pressão necessária sobre o-. – Um clique soou quando a fivela abriu, e Dinah ergueu os olhos para Normani com um sorriso. — Pronto.

Tanner jogou os braços pra cima, para sua mãe recolhê-lo. Ela o apoiou em seu quadril direito e se inclinou para dentro do carro, apenas para dizer:

— Eu vou demorar apenas um minuto.

— Sem problemas. – Normani deu de ombros e assistiu Dinah fechar a porta e fazer o seu caminho. Ela não estava muito longe, no entanto, antes de Normani ouvir Tanner gritar para Dinah:

— Mamãe, espera!

Dinah parou e bateu de leve em sua coxa.

— O que houve, Tanner?

— Maniii!

— Sim. – Dinah assentiu, e Normani acenou de dentro do carro. — Normani está esperando no carro.

— Não. – Tanner disse a ela, balançando a cabeça. Ele começou a sacudir seu braço descontroladamente, gesticulando para Normani se juntar a eles. — Eu tenho que dizer tchau.

Dinah suspirou e libertou seu braço esquerdo para imitar o aceno de Tanner.

Normani estendeu a mão e virou a chave na ignição para fechar a porta por fora. Puxou a chave e enfiou-a no bolso, saltou para fora do carro e correu até onde Dinah e Tanner estavam esperando.

— Aparentemente, a sua presença é necessária. – Dinah riu, quando Normani parou ao seu lado e Tanner estava se jogando para ela.

Ela o pegou no meio de um mergulho e transferiu o pequeno garoto do colo de Dinah para o seu.

— Está tudo bem por mim. – Ela disse, encolhendo seus ombros e brincando com Tanner em seu colo.

Quando eles se viraram para continuar a sua curta caminhada até a passagem, a porta se abriu e uma mulher morena e mais velha deu um passo para fora. Normani a tinha visto em várias fotos pela casa de Dinah. A semelhança era impressionante se prestasse atenção, e Normani havia passado muito tempo estudando as caraterísticas de Dinah, fosse consciente ou não, então pôde definitivamente ver as semelhanças. Essa mulher era certamente a mãe de Dinah.

— Vovó!

— Olá, meu doce menino! – Milika chamou-o da varanda, mas ela não estava olhando para Tanner. Seu olhar estava travado em Normani. Seus olhos reduzidos, enquanto estava parada com os braços cruzados sobre seu robe de seda.

Como Dinah, Normani e Tanner chagaram na porta. Tanner jogou-se para frente novamente sem aviso prévio, praticamente pulando dos braços de Normani para os de Milika. Sua avó pegou-o facilmente. Ela beijou o seu rosto enquanto o colocava em seu quadril, antes de se inclinar para frente e beijar o rosto de Dinah também.

— Bom dia, querida. – Seu olhar se estreitou nunca deixando Normani, mesmo beijando sua filha. Isso fez a mulher mais jovem se contorcer.

— Bom dia, mãe. – Dinah respondeu, pressionando seus lábios no rosto de sua mãe também. — Ele está muito elétrico hoje, talvez deva dar um pouco de trabalho.

— Oh, ele está bem, querida. – Milika acenou a mão em desdém. Ela, em seguida, apontou para Normani. — Quem é ela?

— Mãe, esta é Normani. Normani, está é a minha mãe.

— Normani. – Milika repetiu, sorrindo para Normani assim que estendeu a mão. — Adorável te conhecer.

Normani balançou a sua mão com firmeza.

— A você também, Senhora Hansen.

— Oh, querida, por favor, me chama de Milika.

— Ok, Milika. – Normani respondeu. Isso foi um bom sinal, certo? Normani relaxou um pouco e sorriu. — Prazer em conhecê-la.

— Normani é a babá que eu lhe falei. – Dinah disse.

— É claro. É claro. – Milika disse, acenando. — Eu sabia que o nome soava familiar. Tanner fala e fala sobre você. Então, você gosta do nosso querido garoto?

Normani tocou o ombro suavemente contra o de Dinah.

— Ele é a melhor criança com quem já trabalhei. – Disse ela.

Dinah abriu um grande sorriso, assim como Tanner, que agora estava enrolando o cabelo de Milika em seus dedos.

— Normani gosta de verde, vovó.

— Ela gosta? – Milika perguntou, movendo o menino em seu quadril.

— Sim!

— Bem, então suponho que Normani é bem legal mesmo, não?

Tanner assentiu.

— Então. – Milika disse logo depois. — Por que uma babá podia ser necessário esta manhã? Estou sendo substituída?

Normani sentiu seu rosto lavar com a cor vermelha quando o menino exclamou:

— Normani dormiu lá em casa!

Uma das sobrancelhas de Milika arqueou para cima, como Normani tinha visto Dinah fazer inúmeras vezes. A semelhança entre elas nesse momento foi quase estranha.

— É mesmo? – Milika perguntou.

— Sim. – Tanner respondeu. — Mas ela não dormiu comigo.

— Ela não dormiu comigo também! – Dinah adicionou rapidamente. Mas em seguida, limpou sua garganta e endireitou suas costas. Sua mãe abriu um grande e esperto sorriso, e Normani estava bem certa de que a mulher estava pensando em algo. Ela olhou para Dinah e notou que seu rosto estava tão quente e vermelho que parecia prestes a explodir.

— Eu entendi. – Milika cantarolou. — E você está decepcionada com isso?

— Mãe! – Dinah sibilou.

Milika ignorou complementarmente Dinah. Seus olhos ficaram presos em Normani e ela perguntou:

— Então, eu acho que sua posição agora ultrapassou a de babá, certo?

— Uh. – Normani olhou para trás entre Dinah e Milika. — Uh...E-

Dinah sutilmente sacudiu a cabeça, e Normani rapidamente mudou sua expressão.

— Não. Eu quero dizer...uh, não. Apenas uma babá.

— E uma péssima mentirosa. – Milika riu. — Então, posso pergunt-

— Não, você não pode, mãe. – Dinah repreendeu-a. — Nós não temos nem tempo e nem desejo de suportar um clássico interrogatório de Milika Hansen.

— Interrogatório, é um pouco duro, você não acha, Dinah Jane?

— Não, não acho. – Dinah disse, movimentando-se para pressionar um beijo no rosto de Tanner. — Eu estou bem com a minha escolha de palavras. Tenha um bom dia, munchkin. Vejo você a noite.

— Lambida grudenta, mamãe. – Tanner limpou seu rosto com uma perfeita marca dos lábios de Dinah. Ele riu quando ela pressionou a língua de volta nele.

— Eu te amo. – Dinah correu uma mão pelo cabelo cacheado do filho carinhosamente.

— Te amo. – Ele disse de volta.

Dinah atirou um olhar para sua mãe mesmo quando ela se inclinou para beijar o rosto de Milika.

— Tchau, mãe.

— Tenha um bom dia de trabalho, querida. – Milika sorriu presunçosamente. — Adorável conhecê-la, Normani. Estou ansiosa para a próxima visita.

— Ah sim, senhora. – Normani disse, com um sorriso sem jeito. Ela estendeu a mão e bateu de leve nas costas de Tanner. — Até mais, amigão.

Ele acenou para ela enquanto colocava a testa contra a têmpora de sua avó.

— Tchau, Normani!

Dinah abriu sua mão em torno do cotovelo de Normani e puxou-a pelo caminho de volta ao carro.

— Venha, Normani. – Ela implorou, levando-as apressadamente de volta para ao carro.

— Puta merda. – Normani murmurou, mas conseguiu segurar o seu riso até que elas já estivessem de volta ao interior do carro.

— Não foi ruim. – Normani disse, enquanto Dinah dirigia através das ruas ocupadas de Nova York.

— Sim. – Dinah concordou. — E foi apenas porque eu coloquei fim antes mesmo que tivesse começado.

— Ela realmente teria me interrogado?

— Oh, certamente. – Dinah assentiu. — Um número de tópicos variados, tenho certeza.

— Bem, eu acho que nós nos esquivamos de uma bala, então. Embora eu esteja me perguntando... – Ela hesitou, tamborilando seus dedos no painel, enquanto olhava para Dinah. – Não. – Ela disse depois de um minuto, balançando a cabeça. — Não se preocupe.

— O que é? – Dinah perguntou, olhando para ela.

— Não é nada. Não importa.

— Não, me diga. – Dinah disse. — Por favor.

Normani suspirou enquanto cutucava nas partes desgastadas do seu jeans cheio de buracos, com a cabeça um pouco baixa.

— Bem. – Ela murmurou. — Parecia que você realmente não queria que a sua mãe soubesse sobre nós, não que eu ache que exista um “nós”, mas acho que estou meio que esperando isso. De qualquer forma, eu só estou perguntando se você quer que eu negue isso, porque-

Confiante de como estava dirigindo, Dinah colocou a mão sobre o joelho de Normani. Sua voz era suave e tranquila quando ela disse:

— Está querendo saber se eu estava com vergonha de você? – Ela perguntou.

Normani assentiu sem olhar para ela.

— Eu quero dizer, faria sentido.

— Absolutamente não. – Quando ela parou em um sinal vermelho, procurou por Normani e colocou um dedo sob o queixo dela. Ela levantou a cabeça da outra mulher e a virou para ela. — Por favor, acredite em mim.

Quando ela sentiu o aceno de Normani em sua mão, Dinah lhe ofereceu outro pequeno sorriso, antes de deixar sua mão cair e voltar-se para a estrada. Enquanto dirigia mais e mais para perto do dormitório de Normani. Dinah explicou:

— Eu simplesmente não queria que a minha mãe tirasse de nós respostas que nem nós duas ainda possuímos. Isso, o quer que esteja acontecendo entre nós, é muito novo.

— Sim. Você está certa. Peço desculpas por ter perguntado.

— Você não tem que se desculpar, Normani. – Dinah disse, dirigindo todo o bloco do dormitórios, para poder encontrar o local do estacionamento. — Eu posso entender o porquê da pergunta, mas você sabe que status e riqueza nunca foram importantes para mim. Eles são tão sem importância na realidade.

— Mesmo? – Normani perguntou. — Porque era óbvio que todos os encontros que Allyson te colocou eram ricos pra caramba.

Suspirando, Dinah deslizou para um local vazio e desligou o carro. Ela e Normani relaxaram em seus assentos, voltando-se de frente uma para a outra.

— Sim, bem. Aquilo foi Allyson. Não é que ela não colocou em prática, pois sabe meus sentimentos nessa questão específica. É simplesmente que ela e eu temos poucas oportunidades de conhecer pessoas fora de nossa própria classe social. Ela provavelmente escolheu as pessoas de sua vida diária e de seu trabalho.

— Sim, eu acho que faz sentido. – Normani disse.

Um silêncio desenvolveu-se entre elas, enquanto continuaram a olhar uma para a outra. O olhar de Normani passou lentamente de cima para baixo pelo corpo de Dinah. A loira sorriu e se mexeu em seu lugar. Ela inclinou-se encontrando Normani no meio do caminho, e tocou com o nariz contra o da mulher mais jovem.

— Eu suponho que devemos falar sobre ontem à noite. – Ela sussurrou.

— Sim. – A palavra não era mais do que uma respiração.

O coração de Dinah acelerou, e a respiração de ambas as mulheres aceleraram audivelmente quando elas se atraíram como imãs. O ar de dentro do carro ficou espesso e quente como o calor que radiava delas e, formavam pequenas gotas de suor em suas têmporas e em suas palmas.

Normani assentiu enquanto se aproximou um pouco mais, roçando o nariz de Dinah novamente.

— Sim. – Ela sussurrou novamente. — Nós dever-

Dinah devorou as palavras de Normani antes que a sentença pudesse ser concluída. Ambas gemeram suavemente, pequenas lamúrias escaparam de suas gargantas à medida que se reuniram em um beijo, tão ardente quanto o primeiro. Dedos corriam contra as palmas úmidas das mãos, antes de encontrar seu caminho até os braços e pescoços, enrolando no cabelo.

Seus lábios deslizavam juntos em perfeita harmonia, enquanto elas tocavam uma à outra suavemente, quase reverentemente. As mãos explorando provisoriamente e suas bocas em um ciclo de suave para árduo, e para algo que perfeitamente combinava, os dois juntos.

Quando elas se separaram, um sorriso tímido brincou nos lábios de Normani.

— Eu pensei que você quisesse falar.

Dinah sorriu.

— Sim, entre outras coisas.

Balançando a cabeça, Normani riu e disse:

— Então, eu sei que você tem que ir, mas podemos nos falar mais? Quero dizer, eu vou vê-la em breve?

— Eu gostaria disso. — Dinah concordou.

Suas mãos deslizaram para baixo, uma nos braços da outra, antes de deslizaram os dedos e os atarem juntos.

— Eu também. – Normani balançou as sobrancelhas e cutucou Dinah na cintura. — Acho que eu devia ir, então. Antes que o meu magnetismo animal fazer você me arrastar para o banco de trás.

— Oh sim. Liberte-me dessa terrível tentação, baby.

— Eu vou te ver em breve. – Normani disse. Ela bicou os lábios de Dinah mais uma vez antes de saltar para fora do carro e abaixar-se para acenar através da janela.

Dinah assentiu.

— Você certamente vai.

[...]

— Nos beijamos. – Dinah falou assim que Allyson atendeu o telefone. — Duas vezes. Tecnicamente mais de duas vezes, mas basicamente foram duas.

Allyson gritou com uma garota de treze anos de idade, não necessitando de mais nenhuma informação para saber do que Dinah estava falando.

— Tente não explodir os meus tímpanos, Ally.

— Desculpe. Me empolguei, eu estou até ofegando de emoção aqui! Realmente funcionou!

Ally bateu uma mão em sua boca, percebendo o que havia acabado de falar, mas já era tarde demais para desfazer.

— O que funcionou, Allyson?

— Ah, isso não é importante agora. – Ally acenou desconsiderando de lado, mesmo que Dinah não pudesse vê-la.

— Allyson. – Dinah sibilou, e a outra mulher soltou um suspiro pesado ao longo da linha. Ela sabia que não havia distraído Dinah ou a feito deixar para lá. Sabia que eventualmente iria ter que lhe dizer de qualquer maneira.

— Ok. Mas por favor tenha em mente que tudo o que eu estou prestes a lhe dizer te levou a este maravilhoso amor lésbico que você está vivendo agora.

— Allyson.

Ally confessou em uma fala apressada:

— Eu posso ter propositalmente te colocado em contatos específicos para colocá-la na direção de Normani.

— Como assim? – Dinah perguntou. — O que exatamente está querendo dizer?


Notas Finais


E, então? Gente, queria perguntar algo importante aqui: Alguém sabe de algum lugar que faz capa para fanfics? Pois eu sou péssima com essas coisas, tentei fazer uma pra essa e saiu uma grande merda para ser sincera, então se alguém souber de algo me falem nos comentários ou me chamem no privado, por favor? Enfim, espero que tenham gostado e não deixem de comentar. Obrigada por todos os comentários e favs, eu realmente estou amando ver vocês interagindo com a fanfic. Até 💙 PS: Erros eu corrijo depois.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...