História Write On Me - Norminah. - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Dinah Jane Hansen, Normani Hamilton
Tags Norminah
Visualizações 431
Palavras 3.323
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, tem alguém aí? 😳
Bom, hoje não vou enrolar muito aqui, vejo vocês lá embaixo. Eu acho que a capa do capítulo já diz tudo...🤐

Capítulo 17 - Capítulo 17.


Fanfic / Fanfiction Write On Me - Norminah. - Capítulo 17 - Capítulo 17.

— Uh, quanto tempo você tem? – Allyson perguntou.

— Eu estou indo para o escritório. – Ela disse. — Você me encontra lá e me explica tudo em cada detalhe.

— O quê? – Ela olhou ao redor de seu escritório. — Dinah, eu não posso. Tenho que trabalhar também, você sabe. – Isso não era uma total verdade. Sua equipe era mais do que capaz de lidar com as responsabilidades na sua ausência.

— Supostamente isso deve me impedir de exigir a sua presença? – A voz de Dinah sobrepôs as palavras de Allyson ao telefone. — Porque sinceramente, Allyson, eu acredito que você pode fazer muito melhor do que dar essa desculpa.

— Você provavelmente está certa. – Allyson sabia que era inútil argumentar ou negar qualquer coisa. – Mas eu não estou acordada há muito tempo, a minha criatividade está em falta.

— Então vamos parar com esse absurdo e simplesmente concordar que você vai estar em meu escritório? – O tom de voz tornou óbvio que suas palavras foram mais como um comando do que um pedido.

— Uh, bem...Vamos ver. – Allyson começou, mas foi rapidamente cortada por um alto suspiro. Ela podia ouvir a raiva naquele suspiro.

Dinah Jane não era o tipo de pessoa para desenrolar as coisas ao telefone. Ela gostava que fosse cara a cara, se por nenhuma outra razão do que ela poder ser muito mais intimidante pessoalmente, com o seu pose de poder e sua posição autoritária, suas palavras, enunciações afiadas e seus olhares gelados.

— Allyson Brooke Hernandez, não me teste. Eu não tenho nenhuma pista para o que exatamente você fez, mas eu acredito que posso supor com segurança, por sua disposição em me evitar, tenho certeza de que não vou gostar do que fez. Por isso, eu sugiro que você seja mais agradável, porque eu posso garantir que, se você não estiver em meu escritório na próxima hora e com uma perfeita explicação para o que quer que tenha feito. Você vai certamente se arrepender.

Ally bufou com um riso, mesmo ela tendo a certeza de que Dinah estava seriamente irritada. O discurso de sua melhor amiga tendia a ficar ainda mais grave quando ela se encontrava irritada. Dizia frases longas e com difícil enunciado e sempre jogava uma ameaça ou duas no meio. Ainda assim, Allyson não pôde deixar de cutucar ainda mais.

— Oh? O que você vai fazer para mim, Dinah Jane? Me desconvidar para a ceia de Natal este ano?

— Pior. – Allyson podia ouvir Dinah fechar sair do carro e fazer o seu caminho para o elevador. — Eu duvido que você vá querer que eu diga isso pelo telefone.

— Droga. – Ally suspirou, tocando suas unhas contra a mesa. — Dê-me uma dica. – Elas tinham uma tendência de fazer brincadeiras terrivelmente vergonhosas quando estavam chateadas uma com a outra. — Tipo, pior do que aquela vez que você me abandonou no jantar de gala com aquele cara fanfarrão-dentuço que continuava a cuspir em mim quando falava e perguntava onde você havia ido? E eu menti e disse que você apenas foi embora porque estava com diarreia?

— Eu ainda não consigo acreditar que você fez isso. – Dinah gemeu. — E sim, muito pior.

— Merda, Dinah! Vou estar aí em cerca de vinte minutos dependendo do trânsito.

— Sábia escolha.

Assim que o elevador parou e as portas de metal se abriram, Dinah entrou pelo escritório, os saltos clicando furiosamente enquanto andava. Vários funcionários foram para seus lugares, ocupando-se, vários mergulhando para fora de seu caminho enquanto ela deixava um rastro de fogo pela sala com o seu ritmo. Todos tinham visto seu humor, e nenhum deles queriam dar algum motivo para ter sua fúria.

Eles espiavam sobre seus cubículos ou acanhavam-se por trás de seus papéis, impressoras e copos de café. Alguns até sussurram por trás das mãos quando ela passou, provavelmente perguntando o que a tirou do sério. Dinah tinha uma reputação de ser um pouco durona no trabalho, embora ela soubesse que os seus funcionários a respeitavam completamente, assim, a maioria deles fazia.

Ela era exigente. Gostava de afirmar sua autoridade, mas também era justa. Oferecia aos seus funcionários enormes bônus durante as férias, um número adequado de dias para licença em casos de doença, fazia comentários construtivos sobre suas ideias, desenhos e modelos, mesmo eles sendo de pior qualidade, e duradouro respeito. Ela raramente ofendeu algum funcionário, embora fosse de conhecimento comum para ficarem de fora de seu caminho caso ela entrasse no escritório com vapor praticamente saindo de seus ouvidos, bem como hoje.

— Eu sugiro que todos vocês interrompam o falatório! – Dinah arrebatou uma xícara de café com a sua assistente pessoal, que correu para o seu lado, logo que ela saiu do elevador. — Esses shows não se preparam sozinhos, nem os designs se criam! Eu quero esboços em minha mesa dentro da hora e ideias programadas antes do almoço! Este é um lugar de negócios e pessoas, e não um maldito zoológico. Comecem a trabalhar!

Dinah raramente ameaçava, mas naquele momento não estava com ânimo para pessoas a encarando ou sussurrado como hoje. Ela tinha começado sua manhã em total felicidade, apenas para tê-la possivelmente mudado por seja lá o que sua melhor amiga havia aprontado.

Todo o andar explodiu em atividades depois de suas palavras. O lugar era como uma nuvem de enxame de abelhas, todos eles derramando-se de volta para a suas colmeias.

Em algumas tentativas para desejar-lhe bom dia, o que ela apenas assentiu, em seguida, é claro, Briannah, a “puxa saco”, brotou em sua frente.

— Bom dia, Srta. Hansen. – Ela disse. — Você parece maravilhosa hoje. Estou amando este conjunto. Elegante e levemente picante. Uma polinésia picante.

Dinah arqueou uma sobrancelha para a mulher.

— Uma polinésia picante? Como você é original, Briannah.

Briannah desinflou no local antes de escapulir para sua mesa.

Dinah deu uma última olhada em seus funcionários antes de olhar ao longo dos vários papéis que lhe foram entregues por sua assistente. Quando chegaram ao seu escritório pessoal, a loira cruzou para sua mesa e deixou os arquivos em um canto, junto com o café, que a pendurou no rack no outro canto e fechou a porta.

— Manhã ruim?

— Estranha apenas. Mas não ruim, Melissa. – Dinah respondeu. — Mas possivelmente se agravará em alguns segundos.

— Você quer uma aspirina?

— Não, não, querida. – Ela sacudiu a cabeça e mudou-se para ficar de frente para a janela enorme. Ela apoiou suas mãos em seus quadris e suspirou, enquanto olhava a vista da enorme cidade que sempre tinha chamado de casa. A vista a acalmou.

— Allyson chegará em alguns minutos. – Disse ela. – Eu e ela vamos precisar de um tempo para discutir um assunto importante e privado. Assim, eu preciso de você para garantir um tempo para quando ela chegar, e certifique-se de que não terei nada programado para antes das dez horas. Reorganize a minha agenda se tiver que fazer, e se John insistir, que sem dúvidas sabemos que vai, lhe diga que já avaliei seus projetos e já enviei-lhe um e-mail. Apenas programe ele para último.

Melissa sorriu, enquanto fazia uma nota em sua agenda.

— Ele não vai gostar nada disso.

— Precisamente. – Dinah respondeu com um sorriso maldoso. — Eu adoraria ter um pouco de diversão hoje.

Melissa riu.

— Deixe de lado. – Dinah caiu em sua confortável cadeira preta e tocou seu mouse para tirar seu computador do modo de hibernação. — Eu tenho vários e-mails para revisar primeiro, a menos que haja qualquer coisa urgente?

— Nada urgente, senhora. – Melissa disse a ela, que instantaneamente ganhou um olhar de sua chefe. — Desculpe. Nada urgente, Dinah.

Dinah sorriu.

— Seis meses, e ainda tenho que quebrar você desse hábito.

— Eu estou trabalhando nisso. – Melissa riu e virou-se para deixar o escritório de Dinah, mas em seguida, girou de volta. — Oh, espere.

— Sim?

— Tem uma mensagem sobre a mais nova modelo para a linha primavera social. – Melissa informou, tocando sua caneta contra a agenda dela. — Os agentes dela gostariam da confirmação de que seu contrato será enviado incluindo os ajustes que foram combinados antes de sua primeira prova formal e photoshoots.

— Quando é a prova?

— Em duas semanas.

— Muito bem, sim. – Dinah assentiu quando clicou para abrir a caixa de entrada de seu e-mail. — Faça um envio legal do contrato ajustado. E, Melissa, verifique-o para garantir que as advertências particulares que discutimos estejam incluídas e claras antes do envio.

— Farei isso. – Melissa disse, fazendo uma outra nota em sua agenda. — Eu vou encaminhá-lo para o setor legal, em seguida. Eu devo estar de volta em uma hora.

— Obrigada, querida. – Dinah voltou para seus e-mails e Melissa tranquilamente saiu de seu escritório.

Assim que a porta foi fechada, os olhos de Dinah foram para o relógio em sua mesa. Ela tinha estado no escritório apenas quinze minutos, Allyson iria chegar em breve. Sem saber que isso estava deixando Dinah louca.

[...]

Normani estava surpresa ao descobrir a ausência de sua companheira de quarto quando ela finalmente caminhou para longe do carro impressionante de Dinah, do cheiro intoxicante da loira, das mãos macias, da boca perfeita, e voltou para o seu dormitório. Em seguida, lembrou-se de sexta-feira à noite para o início da manhã das quartas-feiras. Ela gostava muito mais de sair na sexta-feira à noite do que passar presa em uma sala por mais de três horas.

Normani resmungou decepcionada. Ela precisava de alguém para contar os acontecimentos, mas conformou-se em apenas se preparar para o dia. Após um rápido banho, ela colocou roupas limpas, agarrou seus livros e saiu pela porta. Ela tinha um seminário às nove da manhã e pelo visto não chegaria muito cedo. No entanto, quando ela chegou ao auditório onde o seminário seria realizado não encontrou nada mais do que um rígido, branco pedaço de papel impresso e colocado na porta, com um aviso gravado com letras em negrito:

Seminário integrado do Dr. Warner: SW 443, 9 A.M, CANCELADO.

— Sério isso? – Normani gemeu. Ela tinha andado todo o campus para esta aula. Ótimo. Retirou seu celular do bolso de sua calça jeans e verificou se havia alguma notificação de e-mail sobre o cancelamento, mas não tinha nada, sua caixa de entrada estava vazia. — Mas que merda, Dr. Warner? – Ela olhou novamente para o aviso prévio. — É para isso que serve a droga do e-mail. – Ela marchou de volta ao seu dormitório e se jogou em sua cama. Havia ainda boas quatro horas antes de sua próxima aula, então ela fechou os seus olhos e tentou forçar seu cérebro à ficar tranquilo por tempo suficiente para que ela pudesse tirar uma soneca. Apenas cerca de trinta minutos depois, a porta se abriu bruscamente e Lauren entrou no quarto, chutando a porta para fechar atrás dela, os sons foram altos o suficiente para acordar Normani. Ela levantou-se bufando, limpando sua boca.

— Oh. Desculpe, Mani. – Lauren riu e jogou um saco de papel branco e vermelho na cama de Normani. — Não sabia que você estava dormindo.

— O que é isso? – Normani perguntou, alcançando o saco.

— Passei no Maccas. Peguei tipo uns quinze daqueles burritos que você gosta. Eu já comi uns seis...

Normani riu e esfregou seus olhos. Ela já havia comido mas o seu estômago roncou com o mero pensamento de lanchar burritos. Eles eram os seus favoritos.

— Obrigada. – Ela puxou um dos burritos do saco, desembrulhou-o, e deu uma grande mordida. — Como é possível nós comermos tanto e ainda continuarmos em forma?

— Eu não tenho a mínima ideia, mas não vou reclamar.

— Muito menos eu. – Normani riu. Ela estava muito orgulhosa de seu corpo, tinha trabalho duro nele, fazendo corridas e se exercitando sempre que possível. E ela sabia que atraia um pouco de atenção por causa dele, ela realmente não se importava se ficassem de boca aberta quando a olhavam, no entanto, a menos que certa loira ficasse de boca aberta para ela também.

O pensando de Dinah fez Normani se asfixiar no esforço de engolir rápido demais, para que ela pudesse falar, e isso chamou a atenção de Lauren.

— Você está bem?

— Oh meu Deus, Lo. Eu tenho tanta coisa para contar.

— Uh. – Lauren sorriu, enquanto se ajeitava no topo de sua cama. — Isso soa ótimo.

Antes que Normani pudesse dizer outra palavra, Lauren continuou:

— Oh, espere. Deixe-me adivinhar: Você e a senhorita gostosa esperaram até que o garoto estivesse apagado, para em seguida, transarem em todas as superfícies de sua casa enorme. Estou certa?

Seu queixo praticamente caiu em seu peito, quando Normani ficou boquiaberta olhando fixamente para ela.

Lauren rolou os olhos ao sorrir com a reação de Normani.

— Seu rosto, Mani! O seu rosto está me matando!

Saindo de seu transe, Normani estendeu a mão para o seu travesseiro e lançou-o em sua melhor amiga. Ele bateu ao lado da cabeça de Lauren.

— Você é um saco.

— Sim, mas eu estou certa? – Lauren perguntou. — Você ficou nua com a sua chefe?

— Bem...

— Explique-se. – Normani observou sua melhor amiga.

[...]

Allyson correu uma mão por seu cabelo, suspirou e assentiu quando decidiu contar o seu pequeno segredo.

— Não é realmente tão ruim o quanto você está achando que vai ser. Como eu disse, qualquer coisa que eu tenha feito, pelo menos em parte, foi responsável por estes sentimentos amorosos e embriagantes que você vem sentindo agora pela babá gostosa. Por isso, basta ter isso em mente.

— Protelar não irá fazer você ganhar pontos comigo. – Dinah sentou de volta em sua cadeira, descansando seus cotovelos nos braços dela, e passando seus dedos embaixo do queixo.

Allyson revirou os olhos e começou sua história.

— Ok, mas lembre-se o primeiro encontro foi completamente natural. Eu não tinha nada planejado. Eu não tinha nem mesmo conhecido Normani naquele momento.

Dinah balançou a cabeça, sinalizando para que sua melhor amiga continuasse.

— Reconheço, ele era um saco, mas isso era tudo por conta dele mesmo.

Tanto ela como Dinah sorriram apensar de que uma estava brava com a outra.

— Então eu conheci Normani naquele dia do museu com você e Tanner...E bem, era óbvio.

— O que era óbvio?

— A química entre vocês duas. – Allyson suspirou. — Ainda me surpreende que você estava completamente alheia a ela.

— Mesmo? – Dinah sussurrou.

— Uh, sim. Eu nunca vi você agir com um estranho, ou com qualquer um, do jeito que você estava agindo com Normani. A maneira como você falava com ela e sobre ela, e até mesmo sua linguagem corporal. Vocês duas pareciam um casal e, pela forma como algumas pessoas no museu olhavam para vocês...eu estou supondo que eles realmente pensaram que eram. Foi realmente adorável.

Dinah tentou manter a expressão estoica, mas ela não se conteve. Um sorriso apareceu em seus lábios, crescendo lentamente e ultrapassando o de Allyson. A conexão entre ela e Normani realmente tinha sido tão óbvia desde o início? Como ela tinha perdido isso?

— Então, de qualquer maneira, era óbvio que nenhuma das duas tinha uma pista sequer sendo que todo mundo já sabia, e eu estava com medo de que nada iria se desenvolver, se eu não intervisse, pelo menos um pouco. Então, você vê, Dinah, eu estava fazendo isso para você, porque eu sinceramente sou uma amiga maravilhosa. Você realmente não pode me culpar por isso, não é?

Embora a raiva de Dinah tenha rapidamente extravasado, ela fez o seu melhor para permanecer-se sem expressão, até então, para logo em seguida, lançar um olhar cortante para sua melhor amiga, apertando os lábios.

— Isso vai depender do que exatamente você quer dizer com o “interveio”.

— Nada importante. – Ally jurou. — Eu simplesmente treinei os seus próximos dois encontros...na verdade só um pouco.

— Treinou?

— Eu disse a eles como agir. – Allyson falou, mordendo os lábios. — Na verdade, Nela passou dos limites; embora em minha defesa, eu não lhe disse para usar uma peruca. Na verdade, ele tem cabelo, então eu nem tenho certeza de como ele conseguiu fazer aquela coisa parar no lugar. Ele, aparentemente, achava que seria hilário, no dia me mandou até uma selfie com um “LOL”, enquanto estava no caminho para sua casa.

— Allyson! – Dinah não conseguia acreditar no que estava ouvindo.

Ally riu.

— Eu sei! Eu sei. Olha, eu sinto muito. Ouça, eu só disse a ele para ser pegajoso e grosseiro. Mais uma vez, em minha defesa, eu nunca mandei ele falar qualquer coisa relacionada a seus intestinos. Eu apenas disse para ser grosseiro. Ele escolheu como cumprir esse requisito.

— Allyson! – Dinah pegou a caixa de lenços em sua mesa e atirou-a na amiga. — Eu não posso acreditar que você fez isso? Você tem alguma ideia do quão embaraçosa toda aquela situação foi para mim?

— Bem, sim. – Allyson murmurou. — Eu posso imaginar. Olha, eu sinto muito, não imaginava que ele iria levar isso tão longe.

— Qual foi mesmo o proposito de me fazer uma coisa dessas? Como isso teria trazido qualquer atitude sobre a minha relação com Normani?

— Normani mencionou no museu sobre você se queixar com ela no seu primeiro encontro. Pensei que, se os encontros fossem ruins o suficiente, eles não só mostrariam o contraste entre esses encontros horríveis e a babá de boa aparência e engraçada esperando por você em casa, mas que também lhe daria a chance de se relacionar mais com ela enquanto reclamava sobre os encontros.

— Mas Shay foi-

— Eu sei. – Ally interrompeu. — Eu originalmente planejei colocá-la em uma seria de encontros ruins, mas, em seguida, no dia do show, você brincou que estava pensando que eu estava fazendo de propósito, e bem, eu entrei em pânico. Então, decidi colocá-la em um bom encontro dessa vez, e eu treinei Shay sobre os temas da conversa.

— O que significa?

— Significa que eu disse para ela lhe perguntar o que estava procurando em um parceiro. – Explica Ally. — Eu esperava que fosse ajudá-la a perceber em seu próprio tempo que você já tinha encontrado alguém que se enquadrava, mas, mesmo que isso não acontecesse, eu estava, pelo menos com noventa e sete por cento de certeza de que a simples visão de Shay à sua porta iria deixar Normani ciumenta. Eu não tinha certeza se ela já tinha descoberto seus sentimentos por você naquele momento, mas então eu pensei que ela poderia nem se quer saber que gostava de mulheres, por isso, em seguida, eu-

Dinah acenou com a mão para Allyson parar. Ela ouviu tudo o que precisava.

Ela não podia acreditar que Allyson tinha inventado este plano elaborado, e realmente bastante genioso, o plano não tinha outro propósito além de aproximar ela e Normani, para dar-lhe uma chance real com ela. Tão irritada quanto Dinah queria estar, teve que admitir que achou as ações da amiga cativantes. Na verdade, foi, sem dúvidas, o esquema mais doce que Dinah tinha ouvido falar e, além disso, o plano havia realmente funcionado perfeitamente bem. Ela e Normani tinham encontrado seus caminhos uma para a outra, e as ações de Allyson certamente ajudaram na viagem; isso era inegável.

— Por favor, não fique zangada comigo, Dinah. Eu sei que não deveria ter agido por atrás de suas costas, mas eu sei como você é. Se eu francamente mencionasse a possibilidade de você e Normani, você teria a demitido e então para logo em seguida surtar demais e entrar em pânico. Eu não queria você desistisse da ideia antes de sequer dar uma chance. Só queria que você fosse Feliz. Isso é o que eu ainda quero.

Dinah suspirou, enquanto balançou a cabeça e olhou para cima ao encontrar os olhos de Allyson. Elas olharam uma para a outra por um longo tempo, os olhos de Ally cautelosamente contentes apesar de sua preocupação de que Dinah estivesse realmente chateada com ela. A loira prendeu a expressão séria um pouco mais, apenas para brincar com a sua melhor amiga antes de finalmente baixar o ato e deixar que um sorriso se espalhasse por seus lábios.

Ally imitou a expressão quando Dinah disse:

— Você é uma completa idiota, Allyson.

— Mas você me ama. – Ela pulou da cadeira e contornou a mesa de Dinah, envolvendo os braços em torno de seu pescoço.

— Certo?

Dinah inclinou a cabeça para descansar contra a de Ally.

— Certo.


Notas Finais


Um capítulo dinally pra vocês 💙 vocês sabem que eu amo muito dna, né? Então...😳 Espero que tenham gostado, tomara que dê tempo hoje pois estou pensando em fazer atualização dupla, comentem como eu sempre peço, até mais tarde talvez. PS: Se tiver algum erro eu corrijo depois.


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