História Write On Me - Capítulo 26


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Anna, August Wayne Booth (Pinóquio), Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Fa Mulan, Lilith "Lily" Page, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Emmaswan, Reginamills, Romance, Swanqueen
Visualizações 359
Palavras 2.034
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Opa, tudo bom? kkkkk

Olha eu aqui de volta. Gente, sei que demorei e peço desculpas por isso. Tive problemas com meu notebook e estava impossibilitada de escrever, mas já estou de volta. Quero que saibam que eu não vou abandonar a fic e se eu demorar novamente não desistam de mim.
Obrigada pelos comentários do capítulo anterior e eu sei que vocês não queriam que acontecesse novamente o que aconteceu com Emma. Tanto que eu apenas deixei no ar a ideia, não explicitei o ato em si. Como já estava no roteiro, então segue o baile...

PS: Desculpas os erros e blá blá blá...

Capítulo 26 - Capítulo 26


POV. EMMA

            Acordei com meu corpo todo dolorido. Tudo estava calmo no quarto do hotel. A janela aberta e a tv ligada em um filme infantil. Henry dormia tranquilamente ao meu lado. Eu estava assustada. Procurei por Gideon em todos os lugares, mas nem sinal dele. Será que foi um sonho? Se fosse sonho porque meu corpo, em especial, minhas partes intimas doíam?

            Levantei lentamente para não acordar meu filho e fui para o banheiro onde a luz estava acessa. Por entre a abertura da porta, vi minha Regi. Entrei no local sem bater e tranquei a porta. Lágrimas escorriam por meu rosto. Regina me olhou assustada pela forma abrupta como eu entrei. Corri até ela e a peguei em meus braços em um abraço forte. Logo meu choro veio descontrolado.

            - Ele esteve aqui... Ele esteve aqui – Regina me abraçou mais forte que o normal. Eu não conseguia respirar e senti minha garganta se fechar completamente.

            - Emma, fique calma. O que aconteceu? Não estou entendendo nada. Pare de chorar – Ela fez carinho em meu cabelo – Quem esteve aqui?

            - Gideon... ele esteve aqui – Respondi desesperada. – Ele... – Não terminei a frase.

            - Meu amor, não tinha ninguém aqui e os seguranças estavam o tempo todo do lado de fora do quarto. Não tinha como ele ter passado. Deve ter sido algum sonho ruim.

            - Regina, eu sei que ele esteve aqui, não foi sonho – Chorei mais ainda. – Ele...

            - Quando eu cheguei você estava dormindo e não tinha nada de errado com você. Emma, me escuta. Ele não entrou aqui.

            - Não Regi, eu sei... meu corpo está todo dolorido, minha cabeça dói... eu tô com... – Não terminei a frase e fui para o vaso vomitar.

            Regina estava atrás de mim, amparando-me como fez assim que chegamos.

            - Meu bem, isso são os efeitos do jet lag...

            - Meu corpo dói... – Falei como uma criança chorosa.

            - Eu sei... – Comecei a tirar minha roupa, fazendo Regi parar de falar.

            - Emma... – Ela me olhou com desespero.

            Fui até o espelho em cima do lavabo. Marcas roxas estavam espalhadas por todo o meu pescoço.  Marcas de dente e arranhão em minhas costas. Minha respiração trancou na hora. Eu desfaleci no chão, sendo segurada pela Regina. Ela me apertou em seus braços.

            - De novo não... De novo não... – Era tudo o que eu conseguia dizer.

            - Emma, me perdoe... Eu não deveria ter te deixado sozinha... – Ela chorou junto comigo.

            - Mãe – Henry me chamou da porta do banheiro.

            - Henry – Regina disse. – Corre agora no quarto da tia Ruby e pede pra ela vir até aqui. Fique com a tia Zel, ok?

            - Por quê?

            - Anda Henry, traga tia Ruby agora.

            - Tá bom

            Ouvimos seus pequenos passos se afastarem, depois ouvimos a porta do quarto abrir. Em alguns minutos Ruby estava batendo na porta do banheiro. Regina destrancou a porta, me deixando no chão gelado.

            - Emma – Ruby me observou – O que aconteceu?

            Mais lágrimas caíram dos meus olhos e entrei em mais um choro compulsivo. Eu não conseguia falar nada. Minha irmã veio até mim e abraçou, junto com Regina. Ela sacou o telefone do bolso e discou um número.

            - Neal? Venha ao quarto de Emma, temos um problema – Ela desligou o telefone e ajudou Regina a me colocar de volta na cama. Minhas pernas estavam moles e um enjoo muito grande se formava em meu estômago. Minha cabeça latejava. Deitei a cabeça no colo de Regi e ali fiquei até a chegada de Neal.

           

            POV. REGINA

            Como eu pude ser tão idiota de deixar Emma sozinha? Assim que ela entrou no banheiro daquele jeito desesperada eu tinha que ter sabido que tinha algo de errado. Decidi deixar minha má intuição de lado e ignorar o que estava acontecendo, eu não queria que nada estragasse o paraíso que eu vivia com ela. Eu queria ignorar tudo aquilo. E fui egoísta. Primeiro por não ter ficado com ela, segundo por ter desconfiado da sua palavra.

            No momento que eu vi aquelas marcas em seu corpo, eu comecei a entrar em desespero. Eu não queria acreditar que aquele cretino tinha feito aquilo com a minha Emma. Eu falhei miseravelmente com ela. Eu não estava lá para protegê-la. Era tudo culpa minha. Não pude segurar minhas lágrimas ao ver minha loira caída no chão. Ela estava quebrada mais uma vez e eu não fiz nada para ajudá-la. Eu era uma inútil.

            Simplesmente fiquei ali na cama agarrada a ela. Era como se meus braços fossem capazes de tirar sua dor, mas não eram. Nada que eu fizesse agora, poderia ajuda-la, por mais que eu tentasse. Já tinha acontecido e eu estava quebrada junto com ela. Como eu fui burra...

            Neal entrou no quarto com uma cara de preocupação que se transformou em decepção ao ver o estado de Emma. Pude ver em seus olhos que ele se sentia tão culpado quanto eu por ter falhado com ela. Por não ter conseguido protegê-la mais uma vez. Logo sua expressão mudou para fúria. Sim, seus olhos queimavam de raiva.

            Ele saiu do quarto sem dizer nada. Sua fúria era tamanha que quando passou pelo segurança em seu posto do lado de fora, deu um soco na cara dele e ainda demitiu todos os outros que estavam ali. Pude ouvir o soco que ele mesmo deu na parede do corredor de tanta raiva. Ruby me olhou pedindo para que eu cuidasse de Emma e foi atrás dele.

            Quase meia hora depois Neal e Ruby voltaram com uma equipe médica de perícia para coletar as provas do crime. Emma tinha parado de chorar e estava mais calma, porém a tristeza em seu olhar me derrubou. Eu não sabia o que fazer diante daquele olhar. Eu me sentia fraca e culpada. O peso em minhas costas era enorme. Eu tinha que fazer algo.

            Os médicos peritos tiraram Emma de meus braços. Eles pediram para eu me afastar e ficar em um canto junto a Ruby e Neal. Fizeram várias perguntas a Emma que respondeu a todas e depois coletaram as provas. Eu não conseguia ver mais minha loira daquele jeito.

            - Eu quero participar – Eu disse a Neal.

            - De quê?

            - De todo o esquema tático.

            - Regina, você mal sabe manusear uma arma

            - Quem disse que eu não sei – Puxei a arma que ele escondia no cós de sua calça com um único movimento destravei e atirei em um vaso de flor que estava na mesa ao lado da porta. Neal me olhou impressionado enquanto todos os outros me olhavam assustados.

            Travei a arma novamente e coloquei onde ela estava.

            - Então, vai me deixar participar? – Olhei em seus olhos.

            - Vou querer saber onde arrumou tanta habilidade com uma arma

            - Meu pai já foi do exército e me ensinou alguns truques, além do mais eu luto em combates corpo a corpo. Treino a anos, só por diversão.

            - Estou impressionado. Podemos te colocar dentro do esquema.

            - Como ele entrou aqui? – Perguntei.

            - Isso que eu estou tentando descobrir, os seguranças estão dando depoimento e eu estou conseguindo as imagens das câmeras do corredor.

            - Ótimo, eu quero saber de tudo.

            - Acredito que em menos de meia hora, consigamos todas as informações. Vou desloca-las de quarto, este não é mais seguro. A equipe foi toda trocada e agora teremos atiradores de elite no esquema de segurança. Você pode cuidar da segurança pessoal dela.

            - Tudo bem.

            - Por quê disso, Regina? – Ruby me perguntou.

            - Porque eu sou incapaz de ficar vendo a infelicidade dela e não ser capaz de ajudar. Eu preciso fazer alguma coisa.

            Olhamos todos para Emma que agora estava com uma camisola alheia a tudo o que estava acontecendo. Os médicos já tinham coletado tudo e já estavam de saída. Eu e Ruby começamos a arrumar nossas coisas para mudarmos de quarto na cobertura, onde os atiradores ficarão. Emma não disse nada, apenas seguiu as ordens de Neal.

            Henry se juntou a nós assim que consegui dar um banho em Emma. Ele já estava pronto para dormir, pois Ruby levou um pijama para ele e Zel o arrumou. Nosso pequeno deitou ao lado da mãe e a abraçou dormindo em seguida. Eu sabia que ela não dormiria tão cedo. Emma olhava para o teto, um braço em volta do pequeno e a outra mão em cima de sua barriga a alisando.

            - O que foi, meu amor? – Perguntei.

            - Daqui a uma semana eu quero fazer um teste de gravidez.

            - Emma, eles não te deram os remédios?

            - Deram, mas neguei o de gravidez. Fiquei só com os da doenças sexualmente transmissíveis.

            - Por que fez isso? Você acha que...

            - Eu tenho quase certeza. Estou sentido a mesma sensação do que a de antes.

            - Se der positivo, o que você vai fazer?

            - Eu vou cria-lo – Olhei para ela surpresa. – Ele não tem culpa do que aconteceu, nem você – Minha cara de interrogação me entregou – Eu te conheço, Regi, sei que você está se sentido culpada por tudo isso, mas você não têm, nenhum de nós tem.

            - Emma, deveria ter ficado com você...

            - Não deveria não. Você deveria ter saído, sim. – Ela me fitou e eu deitei ao seu lado. – Eu acredito em algo chamado destino. Tudo aquilo que nos é destinado tem que acontecer. Não estou falando que eu deva me conformar com o meu destino, por que ele já foi muito cruel comigo e você sabe, mas não vou desistir, eu vou lutar. Vou lutar por você, por Henry, por meus pais, por minha irmã de coração e por esta criança que talvez virá. Eu vou permanecer viva e, portanto que você fique comigo, pode acontecer o que for, eu vou continuar lutando e quero que você lute ao meu lado. Por favor não desista de mim.

            - Isso nunca passou pela minha cabeça. Eu jamais irei desistir de você. Amo-te muito e vou lutar contigo. Nós vamos vencer isso juntas.

            - Me promete uma coisa? – Afirmei com a cabeça. – Se isso acontecer de novo, nunca se sinta culpada por nada disso, ok?

            - Isso não vai acontecer...

            - Só me prometa, por favor.

            - Não prometo o que não vai acontecer. Erros só cometemos uma vez e eu não vou errar contigo de novo. Eu vou proteger você do que for. Nunca mais ninguém vai te tocar, somente eu. Não vou deixar mais ninguém fazer mal a você.

            - Eu te amo muito – Ela alisou meu rosto com as pontas dos dedos.

            - E eu te amo mais. Enquanto tudo dentro de mim desaba, você vai e dá um jeito de me sustentar e ainda te sustentar depois de tudo. Você é a pessoa mais forte e guerreira que eu já vi na vida. Eu te admiro muito, é uma honra para mim ter te conhecido independente do seu passado e quando tudo isso acabar eu quero que você aceite se casar comigo e me deixe ser mãe dos seus filhos. – Passei a mão na sua barriga.

            - Regina, você acabou de estragar minha surpresa – Olhei para ela confusa, o sorriso lindo e sapeca brincava em seus lábios – Eu é quem ia te pedir em casamento. Tinha até pedido sua mão ao seu pai

            - O que? – Falei um pouco alto demais. Henry se mexeu, acomodando mais seu corpinho no de Emma.

            - Isso mesmo que ouviu. Comprei até as alianças que você verá somente quando EU te pedir em casamento descentemente.

            - Emma...

            - Não fala nada. Apenas fique aqui comigo ou você pode me beijar – Ela sorriu maravilhosamente, não pude de deixar de admirar e amar mais aquela mulher.

            - Já disse que te amo hoje?

            - Acho que desde da hora que acordou.

            - Eu. Te. Amo – Falei pausadamente dando um beijo a cada palavra.

            - Fala de novo.

            - Eu te amo – Dei mais um beijo nela.

            Finalmente, caímos no sono nos braços uma da outra. E a partir dali pode acontecer o que for, que eu e Emma estaremos sempre juntas. Nós duas quebradas e uma tentando consertar a outra com o nosso amor.


Notas Finais


Então, o que acharam? Comentem, pls e não me matem!!!

Postei e sai correndo, bjks....


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