História Writer - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Hailey Rhode Baldwin, Justin Bieber
Personagens Hailey Baldwin, Justin Bieber
Visualizações 111
Palavras 3.056
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 18 - 18


Londres – 03h45 am.

- Você é louca? – Laura abriu a porta irritada.

- Eu terminei com Justin, preciso trabalhar, pode acionar minha agenda de novo para essa semana, eles tiram as manchas em computação gráfica, eu só não quero ficar em território americano. – sequei uma lágrima.

- Porque terminaram?

- Eu não sei. – sussurrei chorando.

- Você chorou o voo todo não foi?!

- Eu chorei o dia todo. – riu e me abraçou.

- Porque você se machuca?

- Porque eu não sei lidar com as pessoas, nem com a minha dor, eu achei a minha vida toda que sabia, mas eu não sei. Minha vida é uma merda!

- Ok, vai descansar, vai colocar uma máscara de pepino ótima que eu tenho aqui e vai acordar renovada amanhã.

- Tudo bem. – funguei.

- Nenhuma dor pode apagar o seu sorriso!

Londres – 1 de março – 19h57.

Eu trabalhei tanto nas ultimas semanas que não tive tempo para pensar, o que era muito bom, mas todas as vezes que eu me deitava e fechava os olhos tudo me assombrava.

Eu sentia falta dele, mas isso é culpa da comodidade, ter outro alguém te faz não pensar no alguém.

Eu vi Cameron uma dúzia de vezes nessa semana de moda, acompanhado da namorada que sempre me lançava um olhar de deboche, as pessoas não sabiam que tinha acabado, elas achavam que eu só estava cumprindo a minha agenda cheia e Justin também.

Não nos falamos por nenhum meio de comunicação, para falar que eu não tentei nada, eu usei fumaça, eu andava fumando muitos maços de cigarro e era ridículo eu achar que ele podia ver a minha fumaça sendo assoprada. Meu Deus quanta merda.

- Que horas são em Los Angeles? – olhei para Laura que estava entretida na sua sobremesa.

- Você é um lixo com matemática, 04h00 da manhã, hoje é aniversário dele, ele deve estar acordado.

- Não, eu queria ligar para Nori. – riu.

- Você mente tão mal, meu Deus. – riu revirando os olhos – Odeio quando você faz isso.

- É a vida querida. – rimos – O que eu tenho amanhã?

- Sessão de fotos e desfile para Ralph Lauren. – assenti.

- Legal! – assentiu.

- Liga logo para ele, você está me dando raiva, você parece à porra de um zumbi, não dorme, pouco come, bebe e fuma igual uma chaminé. Pelo amor de Deus!

- Zumbis não fumam, comem ou bebem, deve estar me confundindo. – revirou os olhos.

- Os papeis inverteram agora? – mostrou o dedo do meio – Mamãe que feio. – rimos.

- Você precisa aprender que a vodka não faz doer menos.

- Já me disseram isso e eu concordo, ela não ajuda muito. Whisky?

- Alexis! – falou enfurecida e eu ri.

Laura ficou em silencio mexendo em seu iPhone depois o levou ao ouvido esperando ser atendida.

- Parabéns Bieber! – falou alto recebendo os olhares de todos no restaurante e eu bufei.

- Não vou falar com ele. – sussurrei e ela moveu apenas os lábios “vai sim, vamos ver se você é madura”.

- Está tudo maravilhoso aí quando está aqui? – perguntou e eu fingi bater a testa na mesa a fazendo rir – Imagino, aproveite a sua festa, ela parece animada, desculpe ligar agora, mas o fuso horário é terrível. – ficou muda por um tempo – Sim estamos em Londres, ela está bem na minha frente. – muda de novo – Sim as coisas não estão muito fáceis. Você conhece a peça rara que ela é. – riu – Quer falar com ela? – fiz que não com a cabeça desesperadamente – Tudo bem então, nos falamos depois, Feliz aniversário Justin e aproveite seus 21, se cuida garoto. – ela encerrou a chamada e colocou o iPhone na mesa.

- Ele não quis falar comigo. – afirmei sentindo um aperto no peito.

- Não. – falou comprimindo os lábios e segurando minha mão.

- Não precisa sentir pena Laura, nós escolhemos isso. – riu.

- Não Alexis, você escolheu isso quando disse que amava o Cameron, ele só foi na sua onda para não te fazer obrigada a ficar com ele pela pena dele te amar.

- Então a culpa é minha? – perguntei indignada.

- Toda sua minha querida, você é tão burra.

- Eu sei. – sorri e ela bufou.

Peguei minhas coisas, vesti a jaqueta de couro e fui em direção à porta.

- Aonde você vai sua louca? – gritou.

- Eu preciso respirar, estou sufocando. – empurrei a porta e saí para o frio de Londres.

Comecei a andar pelas ruas e entrei em uma loja de conveniência como fazia com Justin, comprei uma garrafa de vodka e saí com ela enrolada em um saco de papel guardando na bolsa. Identidades falsas salvam vidas.

Entrei no parque mais próximo e fui andando sem destino com meus fones de ouvido.

Loving can hurt

Loving can hurt sometimes

But it's the only thing that I know

And when it gets hard

You know it can get hard sometimes

It is the only thing that makes us feel alive.

(Amar pode doer, Amar pode doer às vezes, Mas é a única coisa que eu sei, Quando fica difícil, Você sabe que pode ficar difícil às vezes, É a única coisa que nos mantém vivos.)

Dei um gole na garrafa de vodka sentindo minha garganta arder e chorando por Ed Sheeran escrever exatamente as coisas que eu preciso ouvir. Ele é perfeito, deveria me casar com ele.

We keep this love in a photograph

We made these memories for ourselves

Where our eyes are never closing

Hearts were never broken

And time's forever frozen stil.

(Nós mantemos este amor numa fotografia, Nós fizemos estas memórias para nós mesmos,Onde nossos olhos nunca fecham, Nossos corações nunca estiveram partidos, E o tempo está congelado para sempre.)

Sentei- me sem um dos bancos com as pernas pressionando meu peito, além do frio, meu coração estava doendo, isso é tão patético, como pode doer um órgão que só bombeia sangue para o corpo, tudo o que eu sinto está no meu cérebro, não faz sentido meu cérebro estar partido, o clichê é mais bonitinho, meu coração está fodidamente partido por dois babacas, um que não pode dizer o que sente e outro que me traiu com a primeira morena bonita disposta a dar de quatro para ele. Homens são tão desnecessários, programados para a reprodução com espécies bonitas.

So you can keep me inside the pocket

Of your ripped jeans

Holding me close until our eyes meet

You won't ever be alone

Wait for me to come home.

(Então você pode me guardar no bolso, Do seu jeans rasgado, Me abraçando perto até nossos olhos se encontrarem, Você nunca estará sozinha, Espere por minha volta para casa.)

Eu sou tão torta que tenho a capacidade de amar dois idiotas patéticos, um é igual a mim e o outro um canalha. Qual é o meu problema?

Bebi mais vodka e aumentei o volume da música quase ficando surda.

P.O.V Justin Bieber

Minha casa estava lotada. Eu ouvia o som do meu quarto com a porta trancada.

Olhei pela milésima vez uma foto dela sorrindo, meu Deus que boca.

A falta que eu sentia dela não é comum. Eu juro que ouvi a voz dela umas três vezes essa semana, eu sentia o cheiro dela do nada e o gosto do beijo dele às vezes vinha a minha boca nos momentos mais desnecessários. Eu nunca gravei tanta musica, dizem que a dor inspira e eu sou a prova viva disso, componho muito melhor sofrendo que bem.

Ela fugiu para Londres assim que eu estava longe dela, eu todos os dias colocava no Google noticias Alexis Houston para saber o que ela estava fazendo e colocaria no Google maps se fosse possível, porque eu queria ver aquele sorriso, mas eu queria ver de perto, encarar os olhos dela que tinha a cor mais estranha do mundo, um mel esverdeado e dizer que ela era burra, tão burra, mas tão linda e que se ela me mandasse rastejar eu faria, mas ela não faria isso, porque ela é a pessoa mais surrealmente única que eu conheço.

Meu celular começou a tocar e eu atendi no susto sem ver quem era.

- Alô? – arrumei a minha voz ridícula de choro.

- Baby vodka realmente não ajuda, ainda está doendo, deveria ter te ouvido. – riu levemente e meu peito apertou por ouvir a voz dela – Feliz aniversário Justin, ui. – falou rindo e eu jurava que ela tinha tropeçado em alguma coisa.

- Você está bêbada?

- Estou fodidamente bêbada. – gargalhou e eu engoli o nó que se formou na minha garganta.

- Onde a Laura está? – perguntei.

- Sua voz é linda, mas fica quietinho só um pouquinho.

- Ok.

- Sometimes I start to wonder

Was it just a lie?

If what we had was real

How could you be fine?

(Às vezes eu começo a me perguntar, Era só uma mentira?,Se o que tínhamos foi real, Como você pode estar bem?)

 

Ela cantou de um jeito meio bêbado, mas ela soube bem onde tocar, porque da mesma forma que ela chorava, eu também chorava.

- 'Cause I'm not fine at all.

(Porque eu não estou nem um pouco bem.)

Ela completou a música com dificuldade, mas eu permaneci em silencio.

- I wish that I could wake up with amnesia

Forget about the stupid little things

Like the way it felt to fall asleep next to you

And the memories I never can escape

'Cause I'm not fine at all.

(Queria que eu pudesse acordar com amnésia, Esquecer as pequenas coisas estúpidas, Como a sensação de adormecer ao seu lado, E as memórias das quais eu nunca consigo escapar, Porque eu não estou nem um pouco bem.)

Ela soluçou do outro lado e fungou várias vezes.

- Feliz aniversário pintinho! – sussurrou e a ligação ficou muda.

Olhei para a tela do iPhone e ela tinha desligado na minha cara sem ter me deixando dizer nada.

Essa garota quer me enlouquecer!

P.O.V Alexis Houston

- Aonde você se meteu Alexis? Você está fedendo. – entrou no meu quarto como um furacão e eu me assustei.

- Achei que tinha fechado a porta. – cocei a nuca.

- Não fechou, pedi para me avisassem na recepção quando chegasse. Onde você estava Alexis? São três horas da manhã e você parece que brigou com um arbusto.

- Eu caí. – ri para não chorar.

- Ainda não respondeu a minha pergunta.

- Droga Laura, eu fui andar um pouco, minha cabeça estava um caos.

- Você não andou um pouco, você bebeu de mais, não consegue ficar em pé e estou sentindo seu cheiro daqui. – estávamos em extremidades opostas do quarto.

- Uma garrafa de vodka não é nada Laura. – ri e ela bufou.

- Não estraga a sua vida Lexi, você é uma modelo, seu corpo é seu instrumento de trabalho.

- Vai passar, mas estar bêbada no momento me ajuda, eu não vou deixar de cumprir com as minhas obrigações, não se preocupe.

- Não estou preocupada com as suas obrigações, estou preocupada com você, que não merece sofrer assim, não vale a pena chorar.

- Prefiro chorar um rio hoje a uma lágrima todos os dias pelo resto da vida.

- Banho e cama, tudo bem? – perguntou e eu assenti – Amanhã eu venho te chamar, algo me diz que você não vai acordar.

- Obrigada. – mandou um beijo de longe e saiu do quarto.

Entrei no banheiro e tirei minhas roupas separando para irem à lavanderia do hotel.

Coloquei a banheira para encher com alguns sais que tinham ali e assim que estava cheia eu entrei me sentindo mais relaxada pela água quente.

Nada melhor que um bom banho quente para renovar todas as energias e lavar as ruins.

[...]

- Porra que susto! – Laura levou as mãos ao peito quando me viu saindo do banheiro.

- Desculpa. – ri levemente.

- Achei que estaria dormindo, são 08h50, temos que estar às 10h no estúdio, tudo bem? – assenti e peguei uma garrafinha de água no frigobar.

- Só vou vestir uma roupa.

- Quer tomar café no caminho?

- Eu bebi demais ontem, meu estomago está muito ruim, vou ficar só com um café, mas eu te acompanho. – assentiu e saiu do quarto.

Coloquei um vestido preto de mangas compridas, jaqueta de coura e salto alto, arrumei minha bolsa com o que precisaria para o dia. Passei perfume e coloquei meu Ray ban preto comum e saí do quarto batendo na porta da Laura.

- Vamos? – perguntou pronta e eu assenti.

Pegamos o elevador e logo estávamos na rua. Entramos em uma cafeteria e eu fiquei observando os paparazzis tirando fotos minhas pelo vidro da loja enquanto algumas garota tentavam se aproximar e eu sorri as incentivando.

- Alexis? – a ruiva perguntou.

- Eu mesma, seus cabelos são tão lindos. – ela sorriu e eu ri levemente.

- Podemos tirar uma foto? – a morena perguntou.

- Mas é claro. – sorri.

Ela posicionou o iPhone em nós três e ela tinha uma foto.

- Nossa muito obrigada, sei que isso é ridículo, mas poderia mandar um beijo nosso para o Justin, somos muito fãs dele. – ri.

- Quais são os nomes de vocês? – puxei minha agenda na bolsa e fui até a parte das anotações e elas viram a quantidade de nomes que já tinham ali.

- Jura que você anota? – ri.

- Claro, não me custa nada. Me deem os users do twitter de vocês e eu falo com ele mais tarde, tudo bem? – assentiram e eu entrei minha agenda para elas que anotaram e me devolveram.

- Você é incrível Lexi, muito obrigada. – abracei as duas.

- Vocês são incríveis, obrigada por não me xingarem ou me baterem, vocês sabem, tem sido difícil.

- Se concentre no amor de vocês, elas vão aceitar depois, vai levar tempo e nunca todas vão aceitar, mas tem muitas que gostam de você. É tudo inveja por você ter conseguido o coração dele. – sorri.

- Obrigada meninas.

- Vamos Lexi, se não nos atrasamos. – assenti e eu saí do café acenando para as meninas.

- Eu odeio essa cidade, não ajuda nada no meu estado depressivo, ela é sempre nublada e irritante. 4° graus Laura, pelo amor de Deus, estou congelando. – riu.

- Você está aqui há quase duas semanas e ainda não se acostumou?

- Nunca vou me acostumar com esse clima horrendo. – rimos.

Pegamos um táxi e chegamos dez minutos adiantadas para as minhas fotos, eu estava animada, é Ralph Lauren.

- Bom dia Lexi! – todos me cumprimentavam e eu sorria.

- Bom dia pessoal. – sorri.

- Deixa eu te ver garota, tira esses óculos. – o maquiador falou e eu mordi meu lábio inferior.

- É... Você vai me matar. – tirei os óculos e ela bateu na própria testa – Eu não consegui dormir. – confessei.

- Brigou com o namorado? – ri pelo nariz e neguei.

- Ela só está com a cabeça cheia, são muitos compromissos. – assenti.

- Vamos começar, o dia vai ser longo. – assenti.

Nunca troquei tanto de roupa na vida, por sorte essa minha falta de apetite me ajudava, tinha alcançado o que muitas modelos quase morrem para conseguir, eu vestia 34.

- Como consegue? – a estilista perguntou me entregando peças novas.

- Não sinto muita fome e eu sou super saudável, não tenho nenhuma doença, graças a Deus. – rimos.

- Isso é ótimo.

- Eu sei. – rimos – Essas roupas são maravilhosas!

- São todas suas. – abri a cortina do provador,

- Está brincando não é?! – negou e eu ri.

- Meu Deus, amei. – rimos.

[...]

- Seus compromissos acabaram em Londres Lexi, mas se você aceitar temos fotos em Paris.

- Perfeito. – sorri.

- Vou aceitar então.

- Amanhã cedo vou procurar um apartamento aqui, ache o máximo de trabalhos que puder em Londres, faço tudo na Europa. – assentiu.

- Você tem muitos compromissos em Nova York Alexis. – falou olhando seu iPhone.

- Eu não vou abandonar Nova York, mas vou ficar aqui, quando precisar vou para Nova York e volto para cá. – sorri.

- Não você não vai, você vai morar em Nova York, vai parar de agir como uma garota mimada e enfrentar a vida. Chega, estou cansada!

- Porque não posso morar em Londres?

- Porque é uma desculpa para você ficar longe do Cameron, do Justin, das pessoas que cercam eles. Todo mundo sofre, dói, mas se enterrar em um buraco não ajuda. Você precisa viver. Você pode fazer trabalho nos dois países, mas você mora em Nova York e fica em hotéis na Europa. Você odeia Londres, não seja tão ridícula. – ri.

- Você é tão chata, Deus. – me joguei na cama e bufei.

- Você precisa de um despertar às vezes, o que acontece com você? Nunca vi uma pessoa fazer tanta besteira na vida. – ri.

- Não uso drogas, só bebo um pouco e já joguei meus cigarros fora, não quero ter câncer.

- Obrigada.

- De nada.

Meu iPhone começou a tocar e eu vi uma foto da Nori de cabelo azul, não sei porque ela deixou o cabelo branco e depois pintou de azul, mas ok.

- Como vai Smurf? – perguntei.

- Que nojo você já está falando como uma britânica.

- Não fala merda. – riu – Estou com tanta saudade.

- Eu também irmã, quando volta para terras americanas? Eu posso passar um final de semana em Nova York.

- Vou passar um tempo por aqui ainda, tenho umas fotos em Paris e talvez faça uma viagem maneira pela Europa.

- Ele me ligou para saber de você, está tudo bem? Ele parecia preocupado.

- Exagero, eu estou bem, relaxa.

- Você está pedindo socorro eu posso ouvir. – gargalhei.

- Eu te amo.

- Eu também te amo, chute essa droga de ensaio em Paris e volte para Nova York. Chega desse lugar, você está cada vez pior, faça as pazes com ele Lexi.

- Ele tem que querer isso.

- Para você o que significa alguém me ligar as 04h da manhã para saber se você está bem?

- Ele está programado para cuidar de mim.

- Não Alexis. Ninguém é programado para nada. Ele cuida de você porque se preocupa e te ama, mas você tem a merda do dom de afastar as pessoas, para com isso caralho. Faça o certo como sempre me ensinou!

Continua...

 



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