História Writer - Capítulo 22


Escrita por: ~

Postado
Categorias Hailey Rhode Baldwin, Justin Bieber
Personagens Hailey Baldwin, Justin Bieber
Visualizações 119
Palavras 2.813
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 22 - 22


- Oi? – perguntei rindo.

- Não quero você em um palco desfilando de calcinha e sutiã. – ri mais.

- Não é você que decide sobre isso Justin, sou eu e eu vou assinar esse contrato, é uma oportunidade incrível, são 18 mil dólares por mês sem que eu faça nada, fora quando tiverem as campanhas, desfiles e as outras marcas me quiserem, é a oportunidade que eu sempre quis.

- Você não queria ser escritora? Vamos lá, escreva, eu te ajudo a publicar. – gesticulou com a mão.

- Você acabou de falar como se eu não tivesse nenhum talento para escrever e precisasse de você e do seu nome para publicar um livro. – falei magoada.

- Não foi o que eu disse.

- Mas foi o que eu senti e o que quis dizer. – explodi – Não aja como um machista, eu sempre fui independente, sempre fiz as coisas por mim mesma, eu saí da casa dos meus pais aos 17 anos com a cara e coragem indo morar em Nova York sozinha e agora que eu estou tendo o devido reconhecimento você me diz que eu não vou trabalhar para a Victoria’s Secret? Você está com a vida ganha, mas eu ainda tenho muito a ralar, não é porque você é meu namorado que pode me dizer o que eu vou ou não fazer, são consensos deliberados pelos dois, como você se sentiria se eu dissesse que você não vai fazer um show para as suas fãs? Eu me sinto igual quando você diz que não posso desfilar para a marca que eu quero. – desabafei e ele ficou me encarando por um tempo.

- Eu só não quero um monte de marmanjo olhando o seu corpo, uma coisa que é só minha. – resmungou.

- Você precisa entender que olhar, não é ter, eu durmo com você e eu amo você, então para de agir como uma criança mimada. – pedi emburrada.

P.O.V Justin Bieber

Observava Alexis de longe vendo cada canto da mansão em que ficava o museu Carnavalet. As pinturas nas paredes, os retratos, lustres, tudo, ela olhava até coisas ridículos para não ter que olhar para mim.

Eu entendo que é o trabalho dela, mas eu não gostei, nunca vou gostar, mas vou ter que respeitar, infelizmente.

- Podemos ir embora? – perguntou brava.

- Não quer tomar um sorvete?

- Você não pode tomar sorvete, vai piorar. – falou seca colocando as mãos no bolso do blazer.

- Eu não vou gostar nunca de você desfilando de calcinha e sutiã, mas respeito e apoio, seja feliz nessa nova fase, vou estar na primeira fila te aplaudindo no seu primeiro desfile. – falei apertando a cintura dela.

- Não vai ser tão ruim assim meu amor, eu prometo, eu vou olhar só para você. – fez cara de safada e me deu um selinho seguido de uma mordida no lábio inferior.

- Isso doeu. – reclamei e puxei o lábio para baixo.

- Está roxo. – ela entrou em uma crise de risos me fazendo ver que a minha garota voltou.

- Você é linda e tem uma risada estranhamente gostosa. – ri pela gargalhada dela – Esse lugar é tão velho que se você ficar rindo assim o teto vai cair.

- Besta, esse lugar deve ser muito bem cuidado, eu posso rir escandalosamente. – rimos.

Saímos dali e o carro já nos esperava, entramos com dois seguranças na frente e os outros dois foram no carro de trás.

- Vamos fazer umas compras? Ainda está cedo para ir para casa. – falei e ela assentiu.

A hora que eu deixei ela fui procurar por um presente para ela, mas nada me agradou. Como ela vive com essa pulseira e anel da Cartier, vou dar uma olhada lá para ver se algo me agrada.

- Você quer ir onde? – perguntou.

- Céline e Cartier, por quê?

- Por nada. – sorriu.

- Você quer ir onde?

- Cartier também. – confessei e ela sorri – Mas vou dar uma olhada nas marcas que eu gosto.

- Ok.

Descemos e entramos direto na Cartier.

P.O.V Alexis Houston

Eu sei que é mais caro comprar aqui por conta da moeda usada em Paris, mas eu não me importo, eu trabalhei tão duro esses meses que mereço uma bolsa e uma pulseira.

- Boa tarde, no que posso ajudar o casal? – a consultora se aproximou e sorrimos.

- Boa tarde, eu quero a pulseira Love. – falei antes de Justin.

- Vocês sabem a história? – perguntou e negamos - Uma pulseira como um elo de liberdade, um manifesto que se tornou um ícone. A joia love nasceu nos anos 70 em Nova York. Firmou a paixão de vários casais míticos. Aro plano pontilhado com parafusos gráficos, a pulseira love apertada no pulso, abre-se e fecha-se por meio de uma pequena chave de fenda em ouro, para consagrar as grandes paixões. Agora, esta joia unisex de evidente elegância é uma coleção completa. Pulseira, anel ou colar, até onde seria capaz de ir por amor? – falou como um texto decorado, mas eu gostei da historinha.

- Já gostava da pulseira, gosto mais agora. – trocamos um sorriso.

- Temos muito modelos novos, qual você vai querer?

- Pode pedir para outra pessoa me atender? Sei que ela vai demorar. – pediu me fazendo rir e com um leve aceno de mão outro consultor se juntou a nós se afastando com Justin.

- Eu quero duas em ouro branco. – falei.

[...]

Justin me convenceu a tomar o sorvete da Berthillon, afinal é o melhor do mundo. As tosses dele me deixavam preocupada, mas ele dizia que preferia tomar o sorvete que não é sempre que se está em Paris.

Compramos algumas coisas na Cartier, vou entregar meu presente depois, para que mesmo longe e nessa bendita turnê que vai começar em pouco tempo, ele saiba como eu o amo, e que faria tudo por nosso amor. Quanto clichê, mas um clichê merecido, afinal nossa historia é o típico clichê, dois melhores amigos apaixonados, mas qual é o problema de se gostar do clichê?

Justin me deu uma Céline amarela de presente, é uma bolsa linda, mas muito chamativa, não faço ideia de como usa-la, sou muito monocromática.

- Estou muito cansada! – me joguei na cama depois que trouxeram todas as nossas sacolas.

- O dia foi perfeito. – se jogou em cima de mim e eu assenti – Você comprou a pílula a hora que fomos na farmácia?

- Sim baby e já tomei, não se preocupe, comprei o anticoncepcional que a medica me receitou quando eu estive no hospital também. – assentiu.

- Ótimo, por enquanto, nada de filhos. – assenti.

- Tenho um presente para você. – me levantei e peguei a sacola da Cartier tirando as botas e me jogando na cama de novo – Quero que se lembre de mim e saiba que eu faria tudo pelo nosso amor. – entreguei a ele que abriu a caixinha com duas cartier’s de ouro branco dentro.

- Já disse como você é maravilhosa? – assenti e dei um selinho nele.

Coloquei a pulseira nele e ele colocou em mim.

- Acho que temos um compromisso agora. – falei e rimos.

- Sempre! – demos um selinho – Quero que se arrume lindamente, vamos ver o lago dos cisnes.

- Jura? – falei animada.

- Juro. Na Ópera Garnier. – me levantei pulando na cama e o fazendo rir.

Tomei um banho super rápido por estarmos em cima da hora. Fiz uma maquiagem leve nos olhos, apenas com bastante mascara de cílios e passei um batom vermelho vivo. Deixei meus cabelos curtos lisos e arrumados, diferente da bagunça de sempre. Saí do banheiro e peguei um vestido que eu comprei e achei que nunca usaria. Mangas longas, mas com uma espécie de capa que ia até a cintura e cobria quase o braço todo deixando os pulsos cobertos pelas mangas de fora, tinha um decote bem fundo e seguia curto e colado ao corpo por até a metade das coxas. Balmain, quase duas mil libras, que graças a Deus não foram jogadas fora, é difícil trabalhar no mundo na moda e não ser tão rica quanto a Kendall, eu preciso me vestir bem, mas é caro.

Disquei os números dela pela saudade ter acabado de me atingir.

- Nossa você lembrou que eu existo. – falou magoada.

- Desculpa Ken, mas eu passei por uma fase muito complicada, só estou respirando de novo agora. Eu estou com tanta saudade.

- Eu fiquei sabendo. Também estou sua desnaturada, eu liguei tantas vezes e você não me atendeu, achei que tinha feito algo errado.

- Nunca Kendall. Nos vemos na sexta? – perguntei.

- Claro, estou tão animada por isso. – falou quase gritando e me fez rir.

- Eu também, você nem imagina o quanto. – usei a mesma empolgação.

- Estou cuidando do seu apartamento e abrindo para a faxineira como Laura pediu.

- Obrigada, você vem sendo incrível. Como está tudo por aí?

- Está tudo bem, venho fazendo muitas campanhas, mas estou amando.

- Que ótimo, vou querer saber de tudo na sexta, vamos fazer uma noite de garotas. – riu.

- E o Justin?

- Ele vai voltar para Los Angeles na quinta à noite, ele tem um compromisso na sexta. Era para eu voltar com ele, mas eu também tenho compromisso agora. – rimos.

- Então tudo bem, me avisa o hotel que vamos nos hospedar e a suíte.

- Aviso sim. Deixa eu terminar de me arrumar, eu te amo, não esquece.

- Te amo. – encerrei a chamada e voltei a me olhar no espelho.

Meses depois, corações partidos depois, carreira de modelo depois e eu continuo sendo a mesma idiota insegura.

- Você está muito linda e sexy, nossa. – Justin ficou me olhando através do espelho e eu virei de frente para ela.

- Gostou? – assentiu e me deu um selinho.

Calcei o scarpin dourado e arrumei minha bolsa de mão.

- Salto não. – reclamou e eu ri.

- Não posso usar sapatilha para ir a um lugar chic desse Justin. – assentiu emburrado.

[...]

- Foi tudo tão lindo. – falei secando as minhas lagrimas e ele ria da minha cara.

- Você é uma coração de manteiga mesmo, meu Deus. – rimos.

Fomos saindo do teatro e entramos no carro seguindo por um caminho desconhecido por mim.

- Para onde vamos? – perguntei.

- Surpresa. – revirei os olhos e ele riu.

- Odeio surpresas.

- Eu sei e eu não vou deixar de fazê-las por você não gostar, eu amo surpreender. – beijou minha bochecha.

Depois de um longo percurso o carro foi parado no rio Sena e Justin me ajudou a descer. Fomos em direção a um barco com uma decoração com pétalas de rosas vermelhas e velas. Tirei meus saltos e entramos no deck logo nos acomodamos em uma linda mesa e o barco começou a flutuar pelo rio.

- Jantar a luz de velas no rio Sena, você se superou. – peguei a mão dele sobre a mesa – Obrigada, você é incrível.

- Você me inspira isso.

- Você disse a mesma coisa quando nos conhecemos e perguntei se você era sempre tão idiota. – riu enquanto nos serviam o champagne.

- Você me inspira muitas coisas e todas elas são ótimas coisas. – me fez levantar e começamos  a andar pelo barco parando em um barra e observando o rio.

- Tipo o que? – observei o rosto dele olhar o céu estrelado.

- A rir, ter boas atitudes, escrever músicas, você me inspira a tudo o que eu gosto, você chegou no melhor momento. – me puxou para mais perto.

- Você bagunçou o meu mundo Justin Bieber, mas é legar ter a vida virada de cabeça para baixo. – ri pelo nariz.

- Posso cantar uma coisa para você?

- Sempre! – sorri e ele me fez sentar e puxou seu violão.

- Don't let me down, don't let me down
Don't let me down, don't let me down

Nobody ever loved me like she does
Oooh, she does, yes, she does
And if somebody loved me like she do me
She do me, yes, she does.

(Não me decepcione, não me decepcione, Não me decepcione, não me decepcione, Ninguém nunca me amou como ela me ama, Oooh, ela me ama, sim, ela me ama, E se alguém me amasse como ela me ama, Ela me ama, sim, ela me ama)

Cantou as primeiras estrofes me fazendo sorrir por ele me fazer gostar de Beatles instantaneamente.

- Don't let me down, don't let me down
Don't let me down, don't let me down

I'm in love for the first time
Don't you know it's gonna last?
I'ts a love that lasts forever
It's a love that has no past.

(Não me decepcione, não me decepcione, Não me decepcione, não me decepcione, Estou amando pela primeira vez, Sabia que isso vai durar?, É um amor que dura para sempre, É um amor que não tem passado.)

- Senta perto de mim. – mandei e ela veio se acomodando ao meu lado de uma forma que pudesse ver me rosto.

- Don't let me down, don't let me down
Don't let me down, don't let me down

And from the first time that she really done me
Oooh, she done me, she done me good
I gues nobody ever really done me
Ooh, she done me, she done me good

Don't let me down, don't let me down
Don't let me down, don't let me down.

(Não me decepcione, não me decepcione, Não me decepcione, não me decepcione, E na primeira vez que ela me fez, Oooh, ela me fez, ela me fez bem, Acho que ninguém tinha realmente me feito bem, Ooh, ela me fez, ela me fez tão bem, Não me decepcione, não me decepcione, Não me decepcione, não me decepcione.)

Cantei o refrão de olhos fechados e quando abri os olhos ele me encarava sorrindo.

Apertei a coxa dele que sorriu para mim soltando o violão e me puxando para o colo dele.

- Eu te amo. – falou me dando vários selinhos.

- Eu te amo mais, acredite, não teria me tornado uma alcoólatra que não amasse, acredite. – rimos – Como alguém consegue me fazer amar Beatles em três minutos? Isso só pode ser algum tipo de doença. – acariciou meu rosto e me deu um selinho.

- Você não pode ter bebido tanto assim. – ri – Beatles não é tão ruim, admita sweetie. – ri mais.

- Justin pode me dar uma garrafa de vodka que eu não vou fazer careta e beber tudinho. – rimos – Beatles é um lixo, os fãs que me perdoem, mas eu detesto, essa música ficou apenas incrível na sua voz e não se preocupe, eu não vou mais te decepcionar, hum?! – rocei meu nariz no dele que me deu um selinho.

- Vamos comprovar isso depois. – assenti.

Acomodamos-nos e serviram nosso jantar, uma comida com muita frescura, mas muito boa.

- Tenho um presente. – falou e eu o encarei colocando outro morango com chocolate na boca.

- Mais um? – falei incomodada – Você sabe que eu não gosto quando fica me presenteando assim, já me deu coisas de mais por hoje.

- Caladinha. – colocou o indicador nos meus lábios e eu ri o afastando.

Justin me deu uma caixa da Cartier e eu abri vendo duas pulseiras Love de ouro branco cravejadas de diamante e olhei feio para ele.

- Não acredito que gastou uma fortuna com essas pulseiras. – coloquei a caixinha na mesa.

- Nós tivemos a mesma ideia, qual o problema? – perguntou abrindo a menor e puxando meu pulso direito colando a mesma ali e estendendo a dele para mim.

- Não tinha necessidade, podia ser uma como a que eu te dei amor. – falei prendendo a pulseira no pulso direito dele.

- Então isso é porque o valor da sua é menor e você está envergonhada. – riu.

- Também. Mas porque eu acho que você não deve gastar tanto dinheiro comigo. – riu mais e eu bufei – Você me irrita sabia?!

- Lógico que sabia, além de seu namorado sou seu melhor amigo. – riu mais da minha cara.

- Ridículo. – revirei os olhos cruzando os braços em baixo do peito – Vou ser assaltada com uma pulseira dessa. – ele estava em uma crise de risos enquanto eu estava com cara de poucos amigos.

- Até o ladrão conseguir tirar de você a policia já chegou. – bebeu água tentando se acalmar.

- Porque você está rindo tanto? Não tem graça.

- Lógico que tem Alexis, você sem graça por ter me dado um presente mais barato é no mínimo digno de uma filmagem. – voltou a rir – Meu Deus! – levou a mão a barriga e eu revirei os olhos.

- Eu te odeio! – ri.

- Não, você me ama!

- Só um pouquinho. – demonstrei com o indicador e o dedão e ele riu.

Meu celular começou a tocar e eu tirei rapidamente da bolsa observando o nome e rejeitando a chamada.

- Quem era? – perguntou desconfiado.

- Cameron.

Continua...

 



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