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História Written Weekend (Chaelisa) - Capítulo 7


Escrita por:


Notas do Autor


Ei amados rs desculpa pela demora, eu procrastinei pra caralho e a faculdade também não deixava eu escrever

Porém agradeçam à quarentena

LAVEM AS MAOS E PASSEM ÁLCOOL GEL

capítulo não revisado

Enjoy

Capítulo 7 - Let's Play A Game


O não sentido das coisas me faz ter um sorriso de complacência. De certo tudo deve estar sendo o que é


Clarice Lispector


E mais um dia, Lalisa acordava com o Sol em seu rosto.

Mas que merda, essa porra de cortina é enfeite?

Apesar da reclamação, levantou da cama rústica de casal, já sabendo o que a esperava lá fora. Já haviam se passado um ou dois dias da festinha na casa da Joy... Ou três? Sinceramente, parara de pensar no tempo em que passavam ali depois que se conscientizou de que não tinham muitos dias.

Voltando ao tópico inicial, alguns-ou talvez só um- dias tinham se passado e uma rotina já tinha sido estabelecida naquela casa escondida e consistia em, basicamente, transar até dormir>acordar com a merda do sol batendo em seu rosto>assistir Roseanne fazendo o café das duas em seu pijama e cabelo preso>comer>fazer nada (ou transar mais)>repetir.

E mesmo sendo assim, tão simples, acreditava que já estava completamente familiarizada, como se vivesse assim há anos. Sem contar que já tinha um bom material para seu livro.

Depois de sua higiene matinal, Lalisa partiu para sua parte preferida de acordar: Ver Rosé preparando algo para as duas. Mas algo estava errado. Ela não estava no lugar de costume. O pão, leite, frutas, cereal e panquecas (de novo) já estavam devidamente postos na mesa, porém.

Mas que merda?

"Chaeng?" Saiu da cozinha, parando na frente da televisão. "CHAENG! POR FAVOR, VOCÊ SABE QUE EU ODEIO ESSA BRINCADEIRA!" Andou pela sala de estar, procurou atrás dos armários e entrou no banheiro de novo. Nada. "Porra, Roseanne!"

Então, com as mãos na cintura e o cenho franzido, ouviu um barulho do lado de fora. Um arrepio gelado correu sua espinha, podia jurar que se estivesse na frente de um espelho agora, veria como estava pálida. Eram passos. Mas Chaeyoung jurou que elas estavam sozinhas, aquilo era quase o fim do mundo, quem podia ser o louco?
Com o pouco de consciência que lhe restava, alcançou a faquinha de manteiga do Mickey Mouse na mesa do café e ensaiou um ataque, posicionando uma perna na frente da outra e levantando a mão com a faca. Se achou muito idiota, portanto, voltou a posição inicial, mas logo se encolheu ao ouvir o som mais perto.

Não tinha ideia do que fazer. Seu coração batia rápido, sentia o suor gelado descendo por sua tempora e a nuca arrepiando. Por isso, o que lhe pareceu mais inteligente a se fazer, foi se esconder. Correu para o quarto e se escondeu debaixo da cama, agarrou a faca do personagem com as duas mãos e fechou os olhos o mais forte que pôde, ainda ouvindo os passos que agora estavam dentro da casa.

Seu coração batia forte, sentia que ele sairia pela sua boca, as pontas dos dedos já estavam brancas pela força e podia jurar que estava tremendo.

Mas aí a voz veio da porta do quarto.

"Lisa?" Viu os pés de Roseanne num tênis passeando pelo quarto a sua procura. Queria ter saído de onde estava, mas a vergonha que sentia, somado à raiva que sentia agora a impediram de se mover. "Lis? Onde você tá?" Rosé saiu do quarto e Lisa ouviu o barulho da porta da frente se abrindo, mas ainda não conseguia se mexer. "Pirralha?"

Não é possível.

Se recompôs rapidamente e saiu do esconderijo, ainda com o objeto na mão, e rumou para a porta da frente pisando forte. Estava puta da vida... Só não tinha certeza do porquê. Pronta para despejar todos os palavrões que conhecia em Roseanne, parou na frente da entrada, mas simplesmente esqueceu o que foi fazer ao ver como sua amiga se encontrava.

O dia estava claro, o Sol forte (e Lalisa tinha certeza disso) refletia no corpo da mulher com cabelos presos num rabo. Ah, mas se fosse só isso...

Ela vestia uma legging de academia preta com um top da mesma cor. O suor lavava seu corpo e, naquele momento, Lisa realmente agradeceu por ter o Sol ali. A luz batia nas gotas de suor do abdômen, tempora e pescoço da mais velha que escorriam ao mesmo tempo em que sentia sua calcinha molhar.

E nem o café da manhã eu comi ainda.

Parecia que o tempo tinha parado e ela vinha em câmera lenta com alguma música clichê tocando no fundo e tudo melhorou-ou piorou- quando Chaeyoung a viu e sorriu, andando em sua direção. Lalisa nem duvidava mais que sentiu suas pupilas dilatarem e a boca se abrir, também em câmera lenta. Se Rosé não tivesse parado em sua frente com os braços na cintura e uma expressão divertida, adicionaria sua baba escorrendo também na lista anterior, também.

"Onde estava, pirralha?" Assim como momentos antes, a mais nova não teve uma reação imediata, demorando um pouco para responder "Eu... Não te achei aqui e ouvi passos... Achei que tinha alguém na casa."

Chaeyoung franziu o cenho e estudou Lalisa, parando o olhar em suas mãos. Quando viu a faquinha que segurava com força, deixou os braços caírem ao lado do corpo e soltou uma gargalhada, fazendo Lisa questionar de que cu tinha tirado a ideia de que uma faca de manteiga da Disney a defenderia de um invasor.

"E você ia se defender com isso?" Perguntou, dobrando os joelhos com as mãos na barriga, enquanto Lalisa já estava completamente recuperada do transe de antes. Fechou a cara e cruzou os braços.

"Para de encher meu saco, garota." Deu as costas, entrando em casa e indo em direção à mesa do café. Antes de alcança-la, porém, sentiu dois braços rodearem sua cintura e a a puxaram para trás, colando suas costas no corpo suado e a boca em seu ouvido.

"Eu só estava brincando com você" Soltou com um timbre mais grosso, enfiando as mãos debaixo da camiseta da mais nova. "E falando em brincar..." Subiu uma das mãos até o seio sem sutiã, agarrando e apertando-o "Quero brincar com você hoje." Abaixou a cabeça e depositou um beijo no pescoço alheio, voltando ao ouvido em seguida "Vou tomar meu banho. Coma alguma coisa rápida. Quero você nua pra mim quando eu sair."

Com isso, soltou a mais nova e rumou ao banheiro, deixando Lalisa mais uma vez estagnada.

Mas ainda com a faquinha do Mickey na mão.

[...]

Não demorou a engolir a primeira coisa que viu. Correu até a mesa, largou o utensílio em algum canto e abriu a boca quando pegou a caixa de cereal, derrubando uma boa quantidade e repetindo o ato com o leite. Obviamente não deu muito certo. Quando fechou a boca, o leite escorreu e quase não conseguiu mastigar, consequentemente tendo problemas ao engolir. Ao perceber que tinha muito mais tempo do que seu desespero pediu, se sentiu idiota outra vez.

Pelo menos teve tempo para guardar toda a mesa, antes de correr para o quarto e, sem vergonha alguma, tirar toda sua roupa e deitar na cama.

Chaeyoung ainda demorou um pouco, o que deu a ela tempo para conferir se não estava fedendo ou algo do tipo, assoprando o hálito na mão e cheirando, tendo certeza de que estava tudo certo. Logo ouviu a porta do banheiro se abrindo. Para não parecer tão robótica (ou cadelinha, como preferirem) virou de bruços na cama e pegou seu celular, abrindo um aplicativo qualquer enquanto sentia a presença da outra no quarto.

Rosé andou até o lado da cama em que Lalisa estava, usando a ponta dos dedos para seguir a linha da coluna alheia, arrepiando tudo por onde passava e desferindo um tapa no destino final. Lisa deu um sobressalto na cama, junto com um gemido baixo.

"Que bom que você me respeitou. Hoje nós vamos fazer uma coisa diferente." Lalisa não se moveu, mas ouviu o zíper da mala abrir e o barulho da cortina sendo fechada.

Pra dormir não, mas pra transar tudo bem? Mas que merda.

"Vira pra mim, gatinha." E ela o fez, se movendo na cama, agarrando o quadril nu de Rosé quando esta passou uma perna de cada lado de seu corpo e sentou em seu abdômen. "Vou colocar isto em você" mostrou a venda e algemas "E vou sair. Mas eu já volto." Lalisa assentiu, levantando a cabeça para a venda ser colocada e largando a pele macia, tendo os pulsos presos na cabeceira da cama. Sentiu os lábios carnudos tocando os seus em um breve selinho acompanhado de um sussurro que reafirmava sua fala anterior.

Durante a breve ausência de Chaeyoung, Lisa tentou não pensar muito sobre a situação... O que foi quase impossível. Sabia que as perguntas de sempre viriam e tinha medo das respostas mas, dessa vez, resolveu dar um basta definitivo. Ia só aproveitar o momento.

Curiosa com o que amais velha ia aprontar, se pôs a pensar nas possibilidades. Não conseguiu definir nada. Aquela mulher era totalmente imprevisível.

Sua dúvida apaziguou quando a ouviu voltando. Sentiu o colchão afundar do seu lado e em seguida, as mãos firmes da amiga passearem por seu corpo.

"Tão linda..." começou na lateral dos seios, subindo por eles e apertando os mamilos. Continuou o caminho pela barriga até o quadril, ignorou o centro que claramente já estava encharcado e acariciou as coxas fortes numa massagem firme, fazendo o mesmo nas panturrilhas, até alcançar os pés e massagear cada um dos dedos. Refez o caminho, parando nas coxas e abrindo-as, se colocando entre elas.

Abaixou o corpo, sentindo os seios se tocarem, tirando um suspiro da boca das duas e desceu a cabeça para o pescoço alheio, onde começou uma sessão de beijos e chupoes. Subiu até a boca entreaberta de Lalisa, dando início a um beijo lento e sensual, transmitindo todo o sentimento presente ali naquele momento. O ato não durou muito, uma vez que desceu pela frente do maxilar e chupou com força a pinta tão convidativa que sustentava.

Levou a boca até um dos seios já durinhos, maltratando o outro com a mão enquanto tirava gemidos baixos e suspiros pesados da tailandesa. Sua boca fazia exatamente o mesmo percurso que as mãos fizeram antes, tratando de deixar todo o corpo molhado com sua saliva e cheio de marcas vermelhas pelo caminho. Mais uma vez, ignorou o centro quente que sentia pulsar embaixo de si.

"Chaeng, por favor" choramingou, arqueando as costas para conseguir o mínimo atrito em sua intimidade.

"Calma, meu bem. Agora vem a melhor parte."

Dito isto, Lalisa ouviu uma espécie de tilintar e, logo em seguida, algo gelado tocando a pele de seu pescoço.

Gelo. A brincadeira é com gelo.

Sentiu o corpo baixando de novo e a boca voltar ao seu pescoço. Porém, desta vez, Chaeyoung tinha uma pedra de gelo dentro de sua boca. Por um instante, questionou-se se ela não sentia dornos dentes por isso... Dúvida que logo se perdeu em algum canto de sua mente quando sentiu a boca gelada em um de seus mamilos, enquanto uma mão livre instigava o outro com outra pedra de gelo.

"Puta merda, deus"

O gelado contrastava com sua pele em chamas e a supressão de um sentido tornou o outro muito mais intenso, fazendo -a sentir aquilo muitas vezes mais do que o normal. Lalisa já sentia necessidade de apertar algo- especificamente os cabelos castanhos de Chaeyoung- mas era impedida pelas algemas, porém, tentava a todo custo puxa-las, inconscientemente.

"Pare de puxar as algemas, amor. Você vai se machucar." O gelo já tinha derretido e aproveitou a pausa para falar com Lalisa. A,, vibração da voz sensual em cima de seu mamilo extremamente sensível causou um gemido manhoso e longo de Lisa. "Eu sei que você gosta disso. Já vou melhorar pra você."

Ao terminar, alcançou outro gelo e o colocou em sua boca, fazendo todo o caminho de chupoes e mordidas geladas até a pélvis da mais nova. Quando alcançou onde sabia que Lalisa mais precisava, afastou mais as pernas e contemplou a lubrificação que escorria, não se contendo ao passar a língua na fenda, recolhendo o máximo que conseguiu.

"Tão gostosa também." E foram as últimas palavras que Manoban ouviu, antes de sentir uma das melhores coisas que já experimentou na vida toda. Chaeyoung não hesitou ao-literalmente- cair de boca na boceta alheia, chupando diretamente o clitóris enquanto fazia questão de esfregar o gelo por ali, sabendo que as terminações nervosas fariam seu trabalho.

E, ah, como fizeram.

Lalisa não conseguia parar quieta. Chaeyoung precisou agarrar o corpo para conseguir sugar com mais intensidade, recebendo de bom grado o grito em resposta, junto com a coluna arqueada. Lambeu, chupou e mordiscou a boceta toda, enfiando a língua fria até onde conseguiu, puxando para si toda a lubrificação de Lalisa. Mesmo em tão pouco tempo, já poderia dizer que estava viciada naquele gosto.

A tailandesa simplesmente não aguentava mais daquilo. O choque de temperaturas, a falta de um sentido que tornava os outros muito mais aguçados e o modo como era chupada a levariam ao ápice em muito pouco tempo. Então, quando Chaeyoung alcançou seu mamilo, apertou entre os dedos e chupou seu clitóris com mais pressão, finalmente desabou.

Em meio aos gemidos altos, barulhos das correntes contra a cabeceira, a cama tremendo pelos espasmos, costas totalmente arqueadas e pés quentes e formigando, Rosé recolhia todo o prazer de Lisa.

Depois de um tempo se recuperando de mais um dos melhores orgasmos de sua vida, sentiu o peso de um corpo voltar ao seu, soltando as algemas e tirando a venda de si, distribuindo beijos pelas lágrimas que lhes escaparam durante seu ápice. Abriu os olhos e deu de cara com a expressão satisfeita de Chaeyoung. Sorriu envergonhada e voltou a fechar os olhos, passando os braços pelo pescoço da outra.

"Foi bom?" Perguntou, arrumando a franja de lado e depositando um beijo na testa suada. "Uhum" Lisa sorriu ao ganhar outro beijo, dessa vez em seu nariz. "Só que você me machucou toda com esse gelo." Falou brincando e abrindo os olho, vendo a expressão preocupada da amiga. Soltou os braços da nuca da outra quando sentiu a movimentação, então começou a tentar entender o que acontecia. Pela pouca visão que tinha na posição em que se encontrava, conseguia ver algumas marcas vermelhas de onde o gelo ficou por mais tempo. Marcas estas, que foram uma a uma beiradas castamente pelos lábios bonitos de Chaeyoung.

A mais velha o fazia com tanta ternura, delicadeza e preocupação que, se o cenário fosse outro, Lisa diria que já estava completamente apaixonada, e que trocariam um "Eu te amo" cheio de sentimento quando ela acabasse. Levou uma de suas mãos para a cabeça alheia e começou um leve carinho enquanto fechou os olhos e suspirou com os beijos que ganhava.

Quando acabou, Roseanne deitou-se sobre seu corpo, encaixando a cabeça em seu pescoço e começando um carinho em sua cintura. Lisa sentiu seu coração batendo rápido e forte, mas dessa vez não era um alerta de perigo

Ou era?

"Mas, e você? Não vai ter sua vez?" Resolveu trazer um assunto para parar de pensar naquelas besteiras. Eram só amigas em aulas necessárias.

"Calma, Lis. Nós temos o dia todo e amanhã você não vai andar tão fácil." Devolveu, beijando o pescoço e terminando com uma mordida.

E, no fim, Lalisa realmente teve problemas para levantar no outro dia 



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