História Wrong for you - Capítulo 10


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Categorias Monsta X
Personagens Joo Heon, Min Hyuk
Tags Jooheon, Joohyuk, Minhyuk, The Nanny
Visualizações 1.454
Palavras 2.753
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Tudo bom, gente?

Eu nem demorei tanto tempo pelo simples motivo de que a fanfic já está teminando, logo, não quero atrasa-la meses como fiz por muitos capitulos.

E para quem estava de saco cheio dessa brincadeira de gato e rato de Minhyuk e Jooheon, vai ficar extremamente feliz com esse capitulo cute cute. A partir de agora é cute no cute, gente.

Eu tava com tanta saudades de escrever coisinhas lindinhas.

Eu vou surtar pelo comeback do Monsta X lá embaixo.

Boa leitura.

Capítulo 10 - Buquê de Flores


- Será que você vai arrumar tanta confusão igual eu arrumo ou vai ser um bom garoto ou menininha? Seja como for, espero que viva muito bem. Se não fosse você tão saudável e crescendo direitinho, não saberia como lidar com tudo isso. – Eu conversava em baixo tom. – Você é o meu fiel companheiro, meu filho.

Eu não sabia porque estava ali, não sabia porque eu havia me arrumado e chegado 15 minutos antes do horário marcado para encontrar Jooheon. Não sabia se deveria mesmo estar aceitado aquela proposta para um encontro depois de tantas brigas e discussões sem fim. Eu tinha medo de estar caminhando para mais um conflito estressante que acabaria completamente com o meu final de semana, mas ao mesmo tempo tinha medo de não ir ao encontro e evitar completamente a possibilidade de uma conversa tranquila que apaziguasse a nossa relação.

De toda forma, aqui estava.

O parquinho era bem conhecido por mim e, mesmo que houvesse mudado pouco desde a última vez que havia o visto a mais de cinco anos atrás, ele continuava com a sensação familiar. As crianças brincavam ali e as mães conversavam em um canto umas com as outras enquanto observavam e preservavam o bem-estar de seus filhos.

Imaginei o meu filho brincando ali, já mais grandinho, com um sorriso e animação invejável. Era impossível não sorrir perante a esse vislumbre do futuro.

- Está me esperando há muito tempo? – A voz de Jooheon soou atrás de mim, fazendo com que eu olhasse para atrás e encontrasse os olhos estreitos, o corpo volumoso, pele branca com poucos resquícios de manchas e marcas e fios castanhos. – Desculpe-me a demora. Não esperava que você viesse mesmo.

Jooheon sentou-se ao meu lado deixando um pequeno espaço entre ambos no banco que ocupávamos. O mais velho vestia roupas escuras e quentes, assim como eu próprio, graças ao frio que tomava aquele bairro tranquilo, assim como toda a Seoul.

- Eu também não esperava que eu viesse, mas aqui estou. – Respondi em tom baixo, permanecendo com meus olhos fixados nas crianças brincando no playground, e em minha visão periférica, pude ver que Jooheon fazia o mesmo. – Vou ser sincero contigo, não vim aqui para brigar novamente. Está é a última vez que eu me dou a chance de encontra-lo, e espero que não seja desagradável.

Jooheon assentiu. – Eu nunca quis brigar com você, mas as vezes somos ambos infantis para lidar com toda essa situação e sempre acaba criando uma péssima conversa.

- Eu não sou.. – Comecei a falar, no entanto, parei quando pensei com mais cuidado sobre o que ele havia dito. – Tudo bem, assumo que as vezes sou infantil. Mas você não sabe como é lidar com tudo ao mesmo tempo...

- Eu sei, Minhyuk. Não do mesmo jeito como você, mas eu sei. – O silencio pairou por nós por alguns minutos, antes que Jooheon voltasse a falar. – Minha mãe foi diagnosticada com câncer a dois meses. Eu apostei todo o dinheiro que eu tinha em tratamentos e remédios, mas já era tarde demais. Ela foi enterrada semana passada.

Finalmente olhei para Jooheon, podendo ver os olhos ficando mais estreitos que o normal e lacrimejarem com mais recorrência, quase tornando-se lagrimas. Tomei uma ação impensada perante a imagem de um Jooheon ruído, abraçando-o com o maior cuidado do mundo, excluindo completamente o espaço entre nós e dividindo um calor que a muito tempo não era compartilhado. Minha respiração quente batia contra o pescoço de Jooheon fazendo-o arrepiar levemente, enquanto que o sentimento que borbulhava dentro dele ganhava forma e molhava o meu ombro esquerdo, sendo acompanhado de soluços proibidos.

- Ela era a minha única família. – Jooheon balbuciou. – Agora eu estou sozinho.

- Você tem a Hyungwon, Hoseok, Mari-ah, Hongseob, Changkyun, Kihyun, Soorin e todas as outras empregadas que fazem parte da nossa família. – Respondi calmo em seu ouvido, afagando seus fios para tentar lhe trazer algum conforto. – Você tem a mim e tem uma família. Juro que você não está sozinho, Jooheon.

 

Jooheon se recompôs pouco depois, tornando-se acanhado após ter chorado no ombro daquele que só brigava constantemente. Sua mente parecia nublada e confusa, a beira do desespero, lembrando-me a minha própria imagem no dia que descobri que carregava um feto no ventre. O seu cheiro natural de alfa estava mais fraco, demonstrando como seus hormônios estavam confusos. Eu não sabia o que podia fazer.

Não me afastei, no entanto. Permanecia do seu lado, segurando sua mão e fazendo um afago no mesmo, para lhe passar a sensação de conforto.

Como Jooheon havia dito, as vezes éramos infantis com toda a situação. Por que não poderíamos concertas as coisas? Por que era tão difícil?

- Peço desculpas por todas as brigas. Eu tentava me segurar, mas estava tão esgotado por dentro que acabava descontando em todas as pessoas. E as vezes que eu tentava conversar contigo para resolver tudo, acabava explodindo contigo. – Jooheon disse olhando para seus próprios sapatos. Parecia ter a idade das crianças que brincavam no parquinho, pedindo desculpas para um adulto pelo seu mal comportamento. – Me desculpe.

- Desculpado. – Respondi e me calei, porém, aquilo não pareceu ser o bastante para o homem sentado ao meu lado, que me olhou com o olhar um tanto quanto acusador. – O que foi?

- Não irá pedir desculpas também? Afinal, por mais que eu arrumasse briga, você também tem sua parcela de culpa.

- Eu não.. – Seu olhar acusatório pegou-me em uma armadilha, me obrigando a ser franco. – Tudo bem, talvez eu tenha culpa de algumas brigas. Mas não me culpe, culpe meus hormônios de grávido.

- Então quer dizer que você ficou grávido por toda a vida? Porque desde que eu te conheço, você é assim.

- Meu Deus! Você é muito mentiroso. – Falei com um falso tom de ofendido, fazendo com que sua risada anasalada soasse, fraca, mas ainda assim viva.

Eu podia sentir ainda o seu luto, podia ver seu olhar triste e via sua aura mais fria que o normal, assim como ele ainda podia ver a minha magoa, meus olhos chateados e minha aura morna, no entanto, nós estávamos em uma boa sintonia naquele dia. Se um ajudasse o outro a lidar com a perda e magoa, então por que não poderíamos fazer as pazes? Talvez pudéssemos tentar mais uma vez e deixarmos para lá a criança birrenta que tanto se apodera de nossas ações e palavras. Talvez eu estivesse disposto a tentar se ele fizesse o mesmo. Talvez pudéssemos ser amigos. Talvez pudéssemos voltar a ser o que éramos em Jeju.

- Podemos recomeçar? – Ele me questionou, olhando diretamente para mim com a expressão mais sincera que eu já havia visto. – Podemos tentar de novo?

Eu havia mudado, ele havia mudado. Ambos havíamos amadurecidos em alguns pontos da vida como é natural acontecer. Havíamos nos afastados e compreendido a vida sem a presença constante do outro. No entanto, eu ainda o queria próximo, ainda queria o que ele pudesse me oferecer e queria oferecer até mesmo o que eu não podia para ele. Ele ainda queria Jooheon ao meu lado.

- Sim. Vamos tentar mais uma vez.

 

 X – X – X

 

 

- Minhyuk, vamos nos atrasar! – Sua voz atravessava as paredes e chegava ao meu quarto, fazendo com que eu me afobasse mais ainda no trabalho de colocar aquela camisa. – Eu avisei que você deveria ter se arrumado mais cedo, mas você resolveu ir dormir.

- Eu mereço descansar, poxa! – Gritei de voltar para o meu amigo.

- Deixe ele. Os hormônios fazem isso, talvez. – Escutei a voz de Hyunwoo enquanto finalmente terminava de me arrumar e chegava a sala, podendo ver a presença de Jeonghan e Hyunwoo sentados no sofá. Jeonghan com uma expressão emburrada enquanto que Hyunwoo tinha a calmaria natural de seu ser.

a- Hormônios nada, isso é preguiça mesmo. – Jeonghan rebateu se levantando e indo em direção a porta. – Vamos logo ou iremos perder a consulta.

- Não estamos tão atrasados assim, estamos? – Questionei procurando meu celular nos bolsos de minha calça para verificar as horas. – Podemos esperar mais um pouco?

Jeonghan suspirou alto e eu pude saber o motivo dessa ação ao olhar as horas. Estávamos, de fato, atrasados. A voz de meu amigo não soou nervosa ou irritada como previsto, e sim compreensível. – Ele não virá, Minhyuk. Já esperamos Jooheon por muito tempo. Temos que ir.

Assenti e silenciosamente saímos do meu apartamento, indo a caminho do hospital para fazer uma consulta do meu pré-natal. Seria nessa consulta que eu descobriria o sexo de meu bebê e confirmaria se ele está crescendo de maneira saudável.

A questão era que eu esperava a presença de Jooheon nessa consulta, já que o mesmo se ofereceu a comparecer na última vez que nós falamos, há dois dias atrás. No entanto, ele não deu mais nenhuma notícia e nem apareceu em meu apartamento. Confesso que isso me deixou chateado.

Desde a vez em que nós encontramos naquele sábado no parquinho, conversamos e assinamos um acordo de paz simbólico em nossa relação social, havíamos dados muitos passos para frente em busca de uma convivência saudável e pacifica. Já havia se passado quase 1 mês desde aquilo e conseguíamos nos encontrar com uma certa frequência, seja para tomar um café ou apenas para conversamos em um banquinho em frente ao rio han. Falavamos sobre o tempo que passou, memorias antigas – embora nenhuma delas relacionada a nossa viagem a Jeju – e até mesmo planos futuros.

Lembro-me especificamente no dia em que conversamos e ele me questionou se eu sabia qual era o sexo do bebê:

- Suponho que seja um garoto. Eu tenho a sensação de que eu vou ter um filho forte e valente. – Respondi sorrindo e acariciando minha barriga. – Se for, seu nome será Yonho.

- Tem tanta certeza assim? – Ele me perguntou encarando minha barriga.

- Tenho um pressentimento. Terei certeza daqui há alguns dias, quando for há consulta medica.

- Posso ir com você?

- Não vejo problemas em você ir. – Respondi e notei que seu olhar ainda se fixava em minha barriga. – Quer tocar?

- Posso?

- Claro. Aposto que Yonho vai gostar de você.

E assim nossa conversa havia se findado. Aquele dia havia sido extremamente agradável e não só pela conversa franca, e sim pelo toque macio e quente de Jooheon acariciando a minha barriga. Eu realmente amava aquele toque.

Contudo, a lembrança se tornava perturbada ao pensar que ele não cumpriria sua promessa. Ele não compareceria em minha consulta e não iria ver o corpinho em desenvolvimento de Yonho. Jooheon realmente não tinha nenhuma obrigação, no entanto, sua presença lá iria me causar um bem-estar indescritível.

Talvez a relação estável da gente pudesse ser resumida em apenas amizade, e não algo mais profundo como eu pensava. Talvez Jooheon não me amasse mais da mesma forma que antes.

 

 

- Como se sente, Sr.Chae?

- Nervoso.

O médico riu suavemente enquanto passava um gel gelado em minha barriga após uma conversa breve e alguns exames necessários. Naquela sala, só havia a presença do médico e Shownu – que insistirá em estar presente afirmando que era o pai e que gostaria de me auxiliar e participar de todos os momentos de seu filho -, ambos tentando acalmar todo o nervosismo carregado em mim pela ansiedade de finalmente ver meu filho.

Primeiramente, eu escutei os seus batimentos cardíacos. Era rapidinho e intenso, me fazendo assustar por alguns instantes, mas o médico me explicou que era completamente normal, me fazendo ficar tranquilo e apreciar aquele que parecia ser o som mais gostoso que ela já ouvirá. Depois, veio a sua imagem.

Era escuro e confuso, no entanto, era a coisa mais linda que eu já tinha visto em toda a minha vida. Ele era lindo. Eu já sabia que o amava, mas naquele momento isso só se provou mais fortemente.

- Quer saber qual é o sexo do bebê?

 

 

 

Na saída do hospital onde eu fazia meu pré-natal, lá estava Jooheon. Seus fios estavam bagunçados e em suas mãos estavam flores, bem amassadas a proposito. Ele arfava, no entanto, sorriu claramente ao me ver saindo do hospital.

- O que esse babaca está fazendo aqui? – Jeonghan questionou com seu típico tom ácido. Descobri que Jeonghan era o melhor amigo que eu poderia ter, sempre sendo cuidadoso e prestativo, preparado para me socorrer em qualquer momento. Ele tinha sorte de ter o encontrado. – Eu vou meter a mão na cara desse sujeito por deixar você esperando.

- Não precisa. – Sussurrei ainda chocado com a presença de Jooheon correndo para se aproximar de mim. – Quero escutar o que ele tem a dizer.

- Quer ficar sozinho com ele? – Shownu soou compreensivo como sempre. Eu respondi com um aceno positivo. – Tudo bem. Respeitaremos isso. Jeonghan, venha comigo, preciso de sua ajuda para escolher algo. Hyorin escolheu uma coisa, mas preferi outra, precisamos de um elemento neutro.

Jeonghan foi levado por Shownu para algum lugar sem brigar muito, afinal, ele tinha um pequeno crush pelo meu ex-namorado mesmo sabendo que este estava em um relacionamento com Hyorin e que estava marcado com a mordida dela. 

Então Jooheon estava ali, em minha frente, carregando um buquê de flores e completamente bagunçado. – Eu posso explicar...

- Fique à vontade. – Falei sem muito interesse.

- Eu tive que ir ao outro lado de Seoul para buscar isso. – Ergueu o buquê amassado. – E acabei pegando transito na hora de voltar. Desculpe-me.

- E por que correu tanto atrás dessas flores?

- Lembra-se da florista em Jeju? - Lembro-me dela como se fosse ontem. A mulher que havia me presenteado com uma linda flor, ditando o significado dela e ao mesmo tempo prevendo de alguma forma que eu carregava um feto em meu ventre, acabando por expor algo que eu queria esconder de todas as formas de Jooheon. Eu jamais esqueceria dela. E olhando com maior cuidado para o buquê que o Jooheon carregava, entendi o que ele queria expressar. – Essas flores são um presente para você e para o nosso querido Yonho. Sinto muito por não ter o visto.

“Nosso Yonho.”

Jooheon realmente havia dito aquilo.

- Que tal irmos para nossa... quer dizer, minha casa?

 

 

Ao chegar no apartamento, coloquei meu buquê com todo o cuidado em cima da bancada e falou para Jooheon se sentar. Este que estava bem confuso com o convite inesperado vindo do ômega.

- Obrigado pelo buquê. Eu te desculpo por ter se atrasado. O importante é que você está aqui. – Disse com um pouco de vergonha. Me aproximei e sentei ao seu lado no pequeno sofá de minha sala. – Eu tenho algo para te contar, ou melhor, mostrar.

A pasta com o símbolo do hospital que estava em minhas mãos foi passada para os cuidados de Jooheon sem eu nada dizer. O mesmo olhou confuso, mas entendeu o meu pedido nas entrelinhas de que ele abrisse e conferisse os documentos.

Ele olhou o meu ultrassom e sorriu com as imagens de meu bebê que crescia e esticava minha barriga, deixava meus pés inchados, que me causava tonturas as vezes e ainda fazia com que meus músculos doessem de carregar um peso além do meu próprio, mas isso tudo eu sentia sem reclamar, na verdade, me sentia feliz em ter todos esses sintomas se isso significasse que ele estava crescendo de maneira saudável.

- Você sabe qual é o sexo do bebê? – Jooheon perguntou ao mesmo tempo que lia os documentos.

- Pedi para o doutor não me contar. Eu disse que iria ver isso com você e vou cumprir minha promessa. – Apesar de eu estar queimando de ansiedade por dentro.

Jooheon terminou de ler os documentos com o maior sorriso do mundo, deixando os mesmos de lado e me abraçando com cuidado, tentando não exprimir minha barriga com o aperto. Eu o aceitei sem pensar duas vezes, porém, o mesmo se afastou surpreso. Surpresa essa que também tomou conta de mim.

- Você sentiu? – Perguntei.

- Sim. – Seu sorriso se alargou tanto quanto o meu. – Ela chutou.

Suas mãos foram diretamente para minha barriga, acariciando ali em busca de mais movimentações do bebê. Contudo, não pude ignorar o que o próprio havia dito.

- Ela?

- Minnie, temos uma menininha linda aqui. – Jooheon dedicou um selar em minha barriga. – Uma menina tão linda quanto as flores que eu lhe dei.

E para minha maior surpresa, novamente Jooheon dedicou um selar, porém, não foi em minha barriga e sim em meus lábios.

Eu não pude, ou melhor, eu não queria recusa-lo.

 


Notas Finais


É isso.
Eu ia trazer mais desgraças na vida desses dois, mas resolvi que já teve drama demais. Teve tanto drama que até o verdadeiro Monsta X entrou nesse clima de DRAMArama. Desculpa o trocadilho bosta.

Próximo capitulo conta com a ilustre presença de 2won, já vou avisando.

Obrigadinha especial para vocês que estão acompanhando desde o primeiro capitulo e continuaram mesmo morrendo de ódio de minhas demoras e de minha mania de fazer um personagem ficar grávido de outro homem sem ser o cara do ship proposto. Vocês são uns amores.

Eu já tô em clima de despedida, Jesus Cristo.

É isso p-p-p-p-pessoal!

A proposito, The Nanny está chegando aos 3 mil favoritos. Eu deveria fazer um especial? Só to perguntando aqui porque a maioria do pessoal que chegou até Wrong for you só chegou aqui por causa de The Nanny. Entoa, me digam por favorzinho.

Para quem acompanha Lovers of cosmos, pretendo terminar aquela fic junto com essa aqui. Então esperem resultados rápidos da Lola.
E para aqueles viciados em Changki, estou planejando uma comediazinha top para postar quando encerrar essa fic aqui.
E para aqueles viciados em Vkook, estou planejando também uma fanfic ai. Apesar de eu não ser army.
É isso.

Tchauzinho

Edit: ESSE MOMENTO É MEU ESSE MOMENTO É NOSSO ESSE MOMENTO É TUDO! MONSTA X GANHOU SEU 1st WIN GALERA! DEDICO TUDO QUE EU ESCREVI, TUDO QUE EU FIZ ATÉ HOJE RELACIONADO A MONSTA X AO NOSS PRIMEIRO WIN! CHORO TANTO QUANTO NOSSOS GAROTOS! ESTOU AQUI DESDE O DEBUT AGUARDANDO ESSE MOMENTO! FANDOM MONBEBE, VAMOS CONTINUAR A NOS DEDICAR EM PROL DO MONSTA ASSIM COMO ELES SE DEDICAM PARA TRAZER SEMPRE O MELHOR PARA ELES E PARA O CENÁRIO MUSICAL!


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