História Wrong Identity - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Hoseok, Jimin, Jin, Jungkook, Kookv, Menções Namjin, Menções Yoonmin, Namjoon, Taehyung, Taekook, Vkook, Yaoi, Yoongi
Visualizações 24
Palavras 2.898
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiiii finalmente no prazo kkkk

Nesse cap vocês vão perceber que coloquei informações muito importantes, detalhes, acrescentei cenas, mudei outras... Tá praticamente tudo diferente e sinceramente gostei, então espero que também gostem, enfim...

Me desculpem pelos erros
E obrigada pelos 28 favoritos <3



Boa Leitura...

Capítulo 2 - Cap. I


Fanfic / Fanfiction Wrong Identity - Capítulo 2 - Cap. I


- Hyunie...



~Flashback On~


Entrei furiosamente em casa, minha cabeça estava latejando. Corri até meu quarto fechando a porta com um estrondo, estava pouco me importando se meu pai estivesse em casa – o que era quase impossível já que ele vivia mais na empresa do que em casa – ou com as consequências. 

Irritado era pouco para o que estava sentindo.

Me joguei na cama e cobri meus olhos com os braços tentando acalmar minha respiração.

– Woohyun, seu idiota! – vociferei.

Não que minha raiva estivesse voltada para Woohyun, mas sim, para seu medo de me contar as coisas. Como havia acontecido naquele dia.

Ele havia faltado dois dias seguidos a escola dizendo que estava doente, então naquele dia tinha decidido visitar o meu namorado – indo contra seu pedido de não fazê-lo – mas o que encontrei ao chegar na sua casa me irritou profundamente, além da preocupação. Seu olho direito estava roxo, o canto do lábio cortado e continham hematomas espalhados pelos braços.

Perguntei o que havia lhe acontecido, estava muito preocupado com seus machucados, porém o que recebi foi silêncio. Insisti muito enquanto ele dizia que estava bem e que aquilo não era nada demais, só quando me irritei foi que ele contou que uns meninos de outra sala haviam batido nele pelo simples fato de namorar outro garoto. O encarei desacreditado e perguntei por que não dissera antes e ele respondeu que não precisava me preocupar e que não era pra me meter nisso.

Como assim não me meter? Eu não era seu namorado? Namorados também dividem as preocupações.

Não me controlei nessa hora e disse para que ele fizesse o que bem entendesse, afinal, a vida era dele.

Suspirei pesado tirando meus braços de cima dos olhos, me levantei da cama e fui para o banheiro tomar um banho morno. Após terminar, coloquei umas roupas confortáveis e desci as escadas indo para a cozinha. 

Nana – a governanta e a minha imagem materna, já que a minha mãe verdadeira morreu após o parto – não estava lá, melhor, só assim não precisava responder perguntas. Comi qualquer coisa e subi para o quarto.

Me deixei cair sobre a cama e fiquei por lá mesmo, estava me arrependendo de ter sido duro com Hyun. Mas ele precisava entender que esses tipos de coisas tem que ser compartilhado entre nós dois e não escondido.

Namorávamos quase quatro anos, poxa!

Tínhamos que ter confiança no outro e contar o que se acontece, ele precisava aprender isso, então por mais que eu quisesse voltar correndo para sua casa e cuidar dele, eu tinha que me manter firme para ele entender que não tem que ser assim, não tem que guardar tudo para si. Afinal, eu estava ali para ele.

Me aconheguei na minha cama e adormeci rapidamente, só me acordei com Nana me chamando para comer, já era noite. Jantei com ela e papai e voltei para meu quarto caindo na cama novamente.

Estava quase pegando no sono quando me despertei com o meu celular tocando loucamente ao meu lado. Preguiçosamente peguei o aparelho e pus perto do ouvido.

– Alô?

– TaeTae você está bem? – a voz preocupada e ao mesmo tempo desesperada de Jimin se pronunciou.

– Estou Minie, porquê? 

– Ai meu Deus que bom! E-eu pensei q-que... – ouvi um soluço acompanhado de choro, meu coração acelerou.

– Jimin o que é que está acontecendo? – perguntei angustiado com o coração na mão.

– T-Tae, o Hyun... – minha respiração falhou.

– O que tem o Woohyun, Jimin? – ele não respondeu, só continuou chorando. – RESPONDE O QUE ACONTECEU COM O WOOHYUN!

– E-ele sofreu um a-acidente perto da sua casa, eu pe-pensei que você estava com ele, então... Tae? Tae você está me ouvindo? – entrei em choque ao ouvir a palavra acidente. 

Não, isso não estava acontecendo.

O Hyun está bem, ele tem que estar.

– Onde ele está? – perguntei fracamente.

– Naquele hospital próximo à sua casa, há uns três quarteirões. – bastou escutar isso para largar o celular na cama e sair correndo para fora de casa.

Corria o mais rápido possível, não ligava em pedir desculpas todas as vezes em que esbarrava em alguém, só queria chegar rápido no hospital. Alguns minutos correndo e finalmente pude ver a grande propriedade do hospital, me apressei abrindo as portas sem me importar com o barulho que estava fazendo, fui até a recepção onde tinha uma mulher anotando alguma coisa.

– Moça, por favor, eu quero saber como está o estado de Lee Woohyun, ele foi socorrido hoje. – indaguei afobado fazendo a mulher arregalar os olhos pelo meu desespero.

– Espere um minuto vou ver. – pegou uma prancheta e examinou por uns segundos até olhar pra mim novamente. – Ele chegou faz pouco tempo, ainda está em cirurgia.

– A s-senhora sabe se os pais dele já estão aqui? – minha voz embargou, estava prestes a chorar.

– Sim, estão no terceiro andar.

– Obrigado.

Caminho em passos largos até o elevador, logo apertando o botão que me levaria ao terceiro andar. Chegando lá, andei pelo corredor até visualizar uma mulher aos prantos agarrada a um homem, era a mãe do Woohyun.

– NÃO! MEU FILHO NÃO! POR FAVOR TRAZ ELE DE VOLTA, DOUTOR! POR FAVOR! ELE NÃO PODE ESTAR MORTO, NÃO PODE! – ela gritou voltando a se agarrar ao marido chorando violentamente.

Senti minhas pernas bambas e me apoiei na parede mais próxima.

Não. Isso não.

Minha vista embaçou, minhas mãos começaram a tremer e eu não conseguia mais aguentar o peso das pernas caindo de joelhos no chão.

Não pode ser.

Minhas lágrimas escorriam descontroladas pelo meu rosto, eu não podia acreditar naquilo.

O meu Hyunie, não.

– Tae! – alguém me chamou. Minha mente estava tão conturbada que não identifiquei a voz. – Hoseok me ajuda aqui. – vi Jimin se aproximar com Hoseok, o ajudando a me tirar do chão, estava tendo uma crise de asma.

Os meninos previram que em algum momento a minha asma atacaria então se prepararam levando uma bombinha, cada um deles tinha para o caso de me esquecer, eles eram cuidadosos a esse ponto graças ao dia em que quase morri por ter tido uma crise na escola mas não ter uma bombinha comigo por esquecimento.

– TaeTae... – olho para Hoseok sem reação, ainda consegui ver Jin atrás dele com as mãos cobrindo a boca enquanto chorava e sendo aparado por Jimin. Jung me abraçou, porém não retribui.

Estava doendo, meu coração estava doendo, mas doía tanto que estava anestesiado com a dor. Era como se não tivesse mais alma, havia só um oco dentro do meu corpo. 

Um corpo sem alma.

Sem sentimentos.

Mas a dor, a dor continuou ali.

E a tristeza dilacerante veio lhe dar companhia.


~Flashback Off~



– Tae! Tae, você está bem?

A voz preocupada de Jimin me desperta das lembranças trazendo-me á realidade. Seu rosto transparece aflição. Volto a olhar para o garoto que trouxe à tona todas as lembranças que enterrei no coração. 

Como isso era possível? Ele é tão parecido... Com algumas características mais maduras, mas ainda assim o mesmo rosto do meu Hyunie. 

Olho para Seokjin que era o mais próximo do Woohyun entre os hyungs, ele estava tão em choque quanto eu. Hoseok também estava paralisado, o único que tinha se estabilizado mais rápido entre nós foi Jimin.

– Porque está chorando? – fito a cópia do Woohyun. – Está se sentindo mal? – pergunta preocupado. 

Não tinha percebido que estava chorando, mas depois de ver o olhar de preocupação que tanto recebia do Hyun todas as vezes que discutia com meu pai ou quando tinha meus ataques de asma, eu não aguentei. Chorei mais ainda, mesmo que silenciosamente.

– E-eu... O q-que... – minha respiração pesa, não consigo respirar. 

Caio de joelhos no chão colocando as mãos sobre o peito, tento puxar o ar com força, porém é falho. Meus pulmões tentam absorver qualquer ar possível e para ajudar continuo a olhar o garoto que fazia a vontade de chorar aumentar.

– Taehyung! – Hoseok, Jin e Jimin gritam meu nome. 

Quando os vi já estavam na minha frente me fazendo sentar no chão apoiando minhas costas contra o sofá para me dar apoio.

– Hoseok pega a bombinha dele no meu quarto na primeira gaveta da cômoda, rápido. – instrui Jin, desesperado. – Tae, olha pra mim. – segura meu rosto entre suas mãos. – Se acalma, tá? Eu sei que isso foi um choque, tanto pra você quanto para nós mas tenta se acalmar.

Confirmo com a cabeça.

Olho novamente para o canto da sala onde estava o moreno e meu coração dispara mais uma vez, minha visão embaça e só consigo ver sua preocupação antes de Park me fazer encará-lo.

– TaeTae, primeiro temos que cuidar da sua asma, depois tentamos entender tudo isso. – mesmo Jimin sendo o mais calmo entre nós ele está muito abalado, posso ver em seus olhos.

– M-mas e-ele...

– Shh... Eu sei. – faz carinho nos meus cabelos.

– Aqui! – exclama Hoseok, voltando com o objeto em suas mãos. – Toma Tae.

Logo aperto o botão e o alívio de ter meus pulmões funcionando normalmente toma conta de mim, inspiro profundamente algumas vezes para estar completamente estabilizado e encaro meus três amigos dando um sorriso pequeno mostrando que já estava bem.

– Que susto você me deu Tae! – Hoseok choraminga me abraçando.

– E-eu estou bem, Hobi hyung. – falo um pouco rouco, retribuindo o contato.

– Está mesmo bem Taehyung? – Namjoon me pergunta.

– Sim, me desculpe por isso. – sorrio para ele, envergonhado.

– Yah! Que é isso de pedir desculpas por passar mal? – fala em tom divertido, tentando descontrair o clima tenso que se formou. Rio fracamente.

– Não está sentindo nada? Minha irmãzinha fica com o peito dolorido depois de ter ataques de asma. – diz uma voz doce e tímida. Fito o moreno.

Pelo menos ele não tem a mesma voz que o Hyun, um pouco parecida, mas não a mesma. Se tivesse seria ainda mais doloroso. 

Continuo o encarando. 

Como é possível ele ser tão parecido com o meu Woohyun?

– Não, eu já estou bem. – abaixo a cabeça. Não consigo encará-lo por muito tempo, isso é tão confuso.

– Desculpem por esse alvoroço, mas é que você... – Jin aponta com as mãos trêmulas para o moreno. 

– Pode me chamar de Jungkook.

– Jungkook, você é muito, muito mesmo parecido com um amigo falecido nosso. E quando Tae sofre uma forte emoção ele fica assim. – sorri triste.

– Tudo bem Jin, a gente entende. – afirma Namjoon, compreensivo.

– C-certo, é... – era visto de longe a confusão em seu rosto. Jin deve estar tão abalado quanto eu, o que é compreensível já que Woohyun era seu melhor amigo, aliás, foi ele que fez o hyung nos conhecer. – Vocês devem estar com fome não é? Vamos para cozinha fiz uns lanches. – muda do assunto doloroso para nós e se levanta do meu lado. – Jimin leva o Taehyung para o quarto, por favor.

– Hyung... – o encaro vendo seus olhos umedecidos, ele está sofrendo.

– Vá Tae, você precisa descansar, não se preocupe comigo. Leve ele Jimin.

– Claro, vamos Tae. – ele me ajuda a levantar e me arrasta até o quarto de Seokjin. 

Entro no quarto desorientado, sem saber o que fazer. Minha vontade é de chorar até meus olhos doerem, mas nem para isso tenho reação.

Caminho lentamente até a cama de casal e sento fitando o nada, parecendo um morto-vivo. Escuto a porta sendo fechada e depois passos vindo em direção à mim.

– Tae... Tae reage. – se abaixa na minha frente me olhando preocupado.

– Jimin por favor, me deixa sozinho. – murmuro.

– Eu não vou embora Taehyung. Não vou te deixar sofrendo sozinho!

– Jimin eu quero ficar só! – digo com voz fragilizada.

– Então vai ficar querendo. – fala no mesmo tom. – T-Tae por favor, não me afasta que nem daquela vez. – diz com a voz embargada.

– Não vou fazer aquilo de novo Jimin, só estou abalado com o que acabou de acontecer. – fito seus olhos intensamente.

– Mas eu tenho medo de que você vá se afundar novamente pelas lembranças que devem ter retornado por causa desse garoto. – admiti antes de pular em cima de mim, me abraçando.

– Jiminie...

– Tae deixa eu ficar, é melhor compartilhar a dor do que sofrer só. – assinto com a cabeça, permitindo sua presença.

Nos deitamos na cama e logo me ajeito nos seus braços colocando minha cabeça em seu peito. A vontade de chorar veio com tudo e eu não impeço, me deixo derramar em lágrimas.

Jimin começa a afagar meus cabelos me apertando cada vez mais. Choro por toda a dor que estou sentindo, pela a culpa que nunca me abandonou, pelas lembranças que para mim ainda eram dolorosas e por saber que não posso voltar no passado e aproveitar mais cada momento que passei ao lado dele



Acordo com minha cabeça latejando, abro os olhos lentamente. Devo ter dormido durante o choro.

Demoro um pouco para reconhecer onde estou e lembrar de todos os acontecimentos anteriores. Levanto a cabeça percebendo que ainda estou abraçado com Jimin, tento o máximo possível sair da cama sem muitos movimentos para não acordá-lo. 

Saio da cama cambaleando e entro no banheiro que tem no enorme quarto de Seokjin, fecho a porta e me olho no espelho, me vejo como há três anos atrás; olhos e nariz vermelhos, o rosto inchado, cabelos bagunçados, marcas de lágrimas secas pelo rosto e a feição sombria, sem brilho.

Estou acabado.

Molho meu rosto para melhorar minha aparência e apoio minhas mãos nas beiradas da pia encarando o espelho.

Ainda não acredito como aquele garoto é a cara do Woohyun. Milhares de pessoas nesse mundo e justo aquela tem que aparecer na minha frente trazendo à tona um fantasma enterrado nas lembranças. 

Não quero me recordar dele, não agora.

Ainda não me sinto preparado para encarar o passado.

Ainda não me perdoei.

– Tae? – Park bate na porta.

– Sim?

– Está tudo bem? – pergunta preocupado.

– Estou, espera um minuto daqui a pouco saio.

– Ok.

Respiro fundo me olhando no espelho mais uma vez. 

Pelo menos o inchaço já passou, penso irônico.

Caminho até a porta e abro a mesma me deparando com um Jimin descabelado e olhos atentos examinando meu rosto.

– Você está péssimo. – sorrio pequeno com sua fala.

– Você também não está lá essas maravilhas. – brinco e ele ri. Sabe que esse é o meu jeito de dizer “Vou ficar bem, não se preocupe”.

– Até nessas horas tenta ser engraçadinho.

– Pelo menos assim vocês se preocupam menos comigo.

– Nós fingimos não nos preocupar muito porque sabemos o quanto você se culpa por isso. – me corrije, falando seriamente.

– Me desculpa. – abaixo a cabeça.

– Não se desculpe TaeTae, não tem por quê. – levanta minha cabeça segurando meu rosto com as duas mãos. – Nós te amamos muito e por isso nos preocupamos com você.

– Eu sei Chim. – sorrio para ele e Jimin me devolve com seu sorriso mais doce.

– Vamos até os hyungs, nessa hora os outros garotos já devem ter ido. – assinto e logo sou puxado para fora do quarto.

Andamos até a sala onde Jin e Hobi estavam, eles conversavam baixinho.

– Oi hyungs. 

– Ah, já acordaram! Passei no quarto para chamar vocês pra comer, mas deixei dormirem. – exclama Seokjin.

– Obrigado, estava precisando. – me sento ao seu lado sendo abraçado pelo mesmo.

– Eu sei TaeTae. – dá um beijo no topo da minha cabeça. Me sinto protegido com os hyungs.

– Está melhor Tae?

– Estou sim, Hobi hyung. – sorrio para ele.

– Aquele menino... – Hoseok olha nervosamente para mim. – Eu nunca vi uma pessoa se parecer tanto com a outra.

– Nem eu. – Jimin murmura.

– Ele parece ser muito legal, talvez, quando nos acostumar podemos ser amigos dele. – diz Jin esperançoso. Rapidamente sai de seus braços.

– Não, isso não vai acontecer. – falo firmemente.

– Por que não?

– Jimin você não viu ele? Estaríamos só alimentando o desejo e a ilusão de estar com Woohyun. – disse zangado.

– Se eu for amigo dele é por gostar dele como pessoa e não por lembrar outra. – diz Jimin desafiador, estreitando os olhos.

– Então seja! – me levantei num pulo do sofá. – Se quiserem ser amiguinhos dele sejam, mas por mais que tentem esconder será doloroso toda vez que olharem pra ele e ver o Woohyun. – esbravejo com raiva, vendo eles me encararem surpresos com minha explosão. Pegando minha carteira e chaves que estavam em cima da mesa piso forte para fora do apartamento.

– Taehyung! – não paro de andar mesmo ouvindo eles me chamarem.



Entro em casa subindo apressadamente para o meu quarto, não quero correr o risco de ver o meu pai hoje, não estava com cabeça para discussões.

Tranco a porta do meu quarto e me dirijo para o banheiro, tomar banho de banheira me relaxa. Após me despir e a banheira estar cheia, entro nela sentindo aos poucos a tensão dos meus músculos saírem. Vou me deixando ser levado pelo alívio, me deito encostando minha cabeça na borda da banheira.

Repasso na mente tudo o que aconteceu neste dia louco. Suspiro cansado. Depois vou me desculpar com os hyungs por ter sido rude, não deveria ter descontado neles.

Fecho os olhos, o sentimento de culpa nunca sai de mim.



~Flashback On~

 

– Mas por que ele não estava em casa? – perguntei aos prantos para os pais do Woohyun.

– E-ele tinha ido te encontrar. Hyun falou que precisava te pedir desculpas. – após a fala da Sra. Lee senti meu mundo desabar.

Se eu não tivesse brigado com ele.

Se eu tivesse só cuidado dele, não deveria ter saído daquele jeito.

Eu deveria ter voltado, ter conversado...

Eu poderia ter evitado isso.

– Então foi por minha culpa. – mais lágrimas desceram. 

Não podia acreditar.

Foi culpa minha. Minha!

– Não, querido. – os dois adultos tentaram negar.

– Me perdoem, por favor, me perdoem. S-se eu não... Se eu não tivesse... – não consegui terminar a fala, entrando em outra crise de choro. – M-me perdoem.

Os mais velhos me abraçaram fortemente enquanto ouvia os hyungs chorando do meu lado.

Minha culpa.


~Flashbak Off~



– Me perdoa, Hyun. – sussurro com os olhos lacrimejando.




Notas Finais


Gostaram? *-*
Só está começando...

Espero que esteja do agrado de vocês...
Gente é sério, tem alguém aí que faz capas? Porque Jesus kkk que capa meeh essa da fic (não o do cap), coisa sem graça

Foi isso, se está lendo até aqui e gostou, obrigada <3


O link da foto da capa do capítulo:

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