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História X-Force Sex and Violence II - Capítulo 5


Escrita por: Guiedc

Capítulo 5 - Túneis e cobras



Deixando a zona preservada da cidade pra trás Wolverine e Dominó estavam em uma parte movimentada da cidade. Do lado esquerdo deles se elevava uma construção enorme com uma torre predial na frente. Dali até o teatro eram 300 metros quase em linha reta. Apesar de não estar de uniforme, algumas pessoas podiam reconhecer da televisão o Vingador que era visto como mal encardo pela maioria. Dominó não era tão famosa naquela parte do mundo, mas o rosto pouco comum fazia que um ou outro lembrasse de já ter visto aquela mulher em alguma parte do noticiário internacional, geralmente envolvida em alguma troca de tiros. 
– Não consigo lembrar a última vez que eu levei um homem ao teatro. – disse Dominó. 
– Você conseguiu trazer as plantas? 
– Elas amaçaram um pouco, depois do que você fez com as minhas calças. – disse ela tirando os papéis do bolso. 
– A entrada parece ficar na parte de trás, algum buraco no estacionamento 
Quando entraram no que parecia apenas uma tubulação de esgoto Wolverine não sentiu o cheiro que um lugar como esses deveria ter. Ele ainda sentia o odor que vinha do rio ali perto, mas toda água que que estava abaixo dos pés dos dois provavelmente vinha apenas da chuva. 
– Agora é só ter sorte de achar o melhor caminho até encontrar alguém que tenha a informação que a gente precisa. – disse Dominó. 
– O caminho mais curto que leva até o centro dos túneis é esse aqui. – respondeu Wolverine 
Nesses corredores eles se aproximaram de uma entrada na parede com uma porta. O formato reto em baixo e ovalado em cima, seguindo o formato do teto de toda a galeria deixava passar pouquíssima luz. Wolverine era capaz de ouvir alguma movimentação lá dentro. Mas o cheiro forte de éter e metal ofuscava qualquer outro odor mesmo para um sentido aguçado. 
– Tem alguma coisa aqui. – disse ele. 
Por causa do esqueleto de Adamantium o golpe de Wolverine foi suficiente pra arrombar a porta, a dor dos músculos sendo esmagados no impacto não serviram pra atrasar a entrada dos dois. Lá dentro alguns membros da I.M.A, todos eles com seus mestrados e doutorados debruçados em alguma sequência de dados, ou aglutinados em alguma tela de computador, não apresentariam muita ameaça pra soldados experientes sem as suas revolucionárias armas. Mesmo assim, o objetivo não era derrotá-los, sim conseguir informação. 
– Onde tá a menina? – perguntou Dominó, cada mão empunhando uma arma apontada pra duas cabeças. Wolverine segurava outro contra a parede enquanto outro caia desacordado aos seus pés. – Amanda é o nome dela, onde vocês colocaram a menina? 
Quando Wolverine ouviu o nome da garota sendo dito, ele já sabia o que aconteceria com aquelas pessoas. Dominó não correria o risco de estar entregando o nome da menina sem a certeza que eles estavam com ela. E eles ainda não tinham essa certeza. Os membros da I.M.A que estavam ali, não por causa disso, mas também saberia o que aconteceria. E mesmo que eles soubessem onde estava a garota em questão, eles não tinham coragem, ou escrúpulos pra dizer onde ela estava. 
As balas nas duas armas dispararam ao mesmo tempo. Uma acertou no centro da testa da doutora que Dominó estava encarando, a outra entrou pelo nariz e saiu pelo crânio daquele que estava do outro lado. Antes do homem que Wolverine estava segurando pudesse acertar os ombros no chão, ambos ouviram um barulho na ventilação. Era como que uma cobra que descesse dali. Na frente deles, Víper, a imperadora de Madripoor aparecia num laboratório gelado no sul do Brasil. 
 



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