História Xadrez - Capítulo 2


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Xiumin
Tags Assassinato, Baeksoo, Kaisoo, Lemon, Romance, Suspense
Visualizações 19
Palavras 1.418
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Lemon, LGBT, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - TWO


Fanfic / Fanfiction Xadrez - Capítulo 2 - TWO

 ‒As câmeras que estavam ligadas eram poucas, a da lanchonete do hotel, do corredor dos banheiros, do pátio, e a dos dois elevadores, qual quer checar primeiro? ‒ O Kim estava com os braços cruzados, concentrado nos botões e horários.

‒Espera! Vocês não tem tanto tempo, são muitas filmagens, quando a memória do computador estiver cheia, ele vai apagar todas as filmagens dessa semana automaticamente. ‒ O segurança que deveria estar olhando assistindo as câmeras de seguranças disse, fadigado, suas mãos estavam apoiadas nos joelhos e ele falava com dificuldade, talvez por ter um físico ruim e ter subido três lances de escada correndo.

‒Droga! ‒ Praguejou Kyungsoo‒ Não tem nenhuma boa notícia. Temos que escolher, suponho que não tenhamos tempo o suficiente para olhar uma por uma, não é? ‒ o guarda concordou com a cabeça, já sentado em uma cadeira executiva azul que estava encostada na parede. ‒ Quero tentar a dos banheiros, ele deve ter lavado as mãos, ou jogado a roupa fora.

‒Espera ‒ o mais alto interrompeu o mais velho que estava para clicar na filmagem dos banheiros, no computador. ‒ acho que é mais fácil ele ter pegado o elevador.

Kyungsoo riu.

‒Um assassino vai, mata uma mulher e a primeira coisa que ele faz é pegar o elevador? Sem pensar que talvez alguém estivesse ali? ‒ o menor olhou para Jongin incrédulo.

‒Ele não me parece ser tão inteligente, e, mesmo que fosse, era de noite, todos estavam dormindo. ‒ o Kim olhou de canto de olho para o mais velho.

‒E ele poderia ter a filmagem das câmeras dos corredores para saber... droga. ‒ Kyungsoo jogou seu corpo para trás, caindo na cadeira executiva.

O mais novo deu um sorrisinho ufano, rindo em seguida.

‒Imagina se eu estivesse "quietinho", não é?

Jongin clicou rapidamente no arquivo de vídeo, sem perder mais tempo.

"ELEVADOR112000000"

‒Por que tantos números? Mas que merda... ‒ A imagem estava sendo mostrada no ecrã era de várias pessoas entrando e saindo da caixa de metal, antes das três horas da tarde.

‒É o nome, por exemplo, esse é o elevador número um e esses outros números são até que horas ele filmou. Esse aqui filmou de meio dia até meia-noite. Eles são programados para, normalmente, terminar e começar em um número inteiro. ‒ Os dois continuavam assistindo, seus ombros se tocavam já que tinham aproximado seus corpos da tela para ver mais de perto os rostos das pessoas que entravam e saíam da caixa de metal. A reprodução da filmagem estava em 2x, e passava rapidamente.

‒Para. ‒ o mais velho apontou para uma pessoa alta vestida de preto. ‒ esse cara aí não está com bagagem demais?

‒Talvez, mas não sabemos se é um cara ou não. Vamos pedir os nomes de quem estava hospedado aqui quando aconteceu, o outro elevador está quebrado, então essa era a única câmera que tínhamos.... Que tal olhar o corpo agora?

Kyungsoo apenas concordou com a cabeça e se levantou.

A mulher loira que, segundo Jongin, era chamada de Alicia Carter, de vinte e quatro anos, era alta e seu corpo bonito estava dentro dos padrões americanos, como se fosse uma namorada de algum famoso, ou, pelo menos, tinha dinheiro para cirurgias plásticas.

‒Posso estar errado, mas acho que essa mulher já sabia que morreria em breve. ‒ O mais velho disse, enquanto olhava os ombros expostos da mulher.

‒Por que acha isso? ‒ o mais alto tirou os olhos do salto quebrado de Alicia e os redirecionou a Kyungsoo.

‒ Veja esta tatuagem, parece ser recente. ‒
"Οι άνθρωποι πρέπει να ανοίξουν τα μάτια τους σε αυτό που πραγματικά έχει σημασία"

‒ O que significa? ‒

‒Ah, sei lá, não sou fluente em grego ou algo do tipo mas acho que tem alguma coisa a ver com a importância de alguma coisa, talvez de algum filho?

‒ Ela não tinha filhos. Por que você sabe essa frase mesmo?

‒ Minha mãe já escreveu um roteiro de um filme de mistério, e tinha essas coisas de palavras gregas, eu ajudava ela a escrever, mas isso foi quando eu era criança. ‒

Jongin pegou seu celular no bolso da calça escura, procurando o tradutor e colocando a frase da tatuagem nele.

‒ "As pessoas precisam abrir os olhos para o que realmente importa" ‒

Os dois se entreolharam.

‒Humph. ‒ Kyungsoo deu uma risada cínica. ‒ Não me parece que ela tinha os olhos abertos para o que realmente importa.

O Kim afastou os cabelos loiros da mulher de seu pescoço, ali, a mancha de cinco dedos estava fixa e perfeita.

‒ Não me parece que ela lutou, as manchas estão muito fortes e muito perfeitas, talvez ele ou ela tenha feito isso depois da morte dela?

‒Jongin, isso é a marca de um ferro de passar roupa na coxa dela?! ‒ Kai se assustou, indo até onde Kyungsoo afastava o vestido.

‒ É, definitivamente foi feito depois, mas por quê? ‒ O mais velho se levantou, andando em círculos enquanto pensava.

‒Talvez para dar um recado. O dono do hotel pode ter alguma rixa antiga.

‒ É uma opção, mas é idiotice usar uma pessoa para dar um recado.

***

O resto da noite passou se arrastando em dúvida, medo e frustração por parte dos dois tenentes. Eles precisavam descobrir tudo sobre Alicia Carter logo, pois não tinham tanto tempo, e as respostas não iam brotar do chão.

Agora, Jongin dirigia o carro enquanto Kyungsoo olhava pela janela que era pintada por vários pingos de chuva contínuos, de alguma forma, ele esperava que aquilo lhe ajudasse.

‒Jongin, você está quieto demais. Fale alguma coisa.

‒ Não foi você que me mandou ficar quietinho mais cedo? Estou tentando não falar mais do que preciso aqui.

‒Isso realmente te irritou, não é? Olha, eu estou irritado e frustrado desdo meu último caso, então não fique tão surpreso se eu for grosso contigo, não é... não é a intenção.

O mais novo sorriu.

‒Eu gosto tanto da chuva, sabe? Me lembra arco-íris, e arco-íris me lembram aquele desenho... hm... qual era mesmo o nome? Ah, é mesmo! Ursinhos carinhosos! Era tão engraçado! ‒

Ah, se arrependimento matasse...

***

A chuva estava cada vez mais forte, as árvores balançavam tanto que pareciam prestes a cair. Mais à frente, Kyungsoo pôde ver que uma árvore caída sobre a estrada bloqueava o caminho para sua casa, ou melhor, a casa de seus pais. Caso resolvesse pegar a outra via, demoraria mais uma hora e meia segundo o aplicativo que baixou em seu celular, e provavelmente chegaria depois da meia-noite, as chances do garoto ser assaltado ou sofrer um acidente devido à tempestade eram altas.

‒Quer passar a noite no meu apartamento? ‒ Jongin disse, ainda prestando atenção na rua

‒É, acho que não tenho outra opção. ‒ O mais velho sorriu ao olhar para o mais alto concentrado na estrada, este que, ao ver Kyungsoo olhando para si, retribuiu o olhar por um segundo, se assustou ao ver que o mesmo pelo menos sabia como sorrir.

‒Seu sorriso é muito bonito, deveria sorrir mais, Kyunggie. ‒ o mais novo riu ao ver a carranca do mais baixo assim que ele pronunciou o apelido; Posteriormente, a carranca foi substituída por uma expressão de surpresa.

‒Como você sabe do meu apelido? Meus pais quase não falam comigo, a única pessoa que ainda o usa é minha avó. O que você sabe? Quem é você? ‒

‒Ei, ei! ‒ Jongin riu. ‒ eu acho que você sabe quem eu sou, e o que eu sei é o que me contaram. Esse seu apelido eu acabei de inventar na minha cabeça mais para te irritar mesmo. ‒

Kyungsoo continuava com uma expressão que demonstrava desconfiança, mas a verdade é que ele acreditava em Jongin, ele não parecia ser um assassino ou algo do tipo, então o d.o não pensou por nem mesmo um segundo que o mesmo pudesse lhe fazer mal.

‒Certo, certo. Se você me matar, eu te assombro. Vou fazer a questão de abrir a torneira do seu apartamento de noite só para as contas virem muito altas e você morrer do coração. ‒ O mais alto riu cômico ‒ Aliás, quando chegaremos ao seu apartamento?

‒ Chegamos. ‒ Jongin desceu do carro (dessa vez o do amorenado, o da polícia havia sido deixado na estação, e o mais novo havia lhe oferecido uma carona pra casa) e fez questão de correr para abrir a porta para Kyungsoo antes que o mesmo o fizesse.

O menor olhou ao redor, impressionado com as precárias condições daquele lugar.

É, talvez fosse bom repensar o fato de Jongin não ser um assassino de forma alguma. Sem acusações, mas só para abrir a possibilidade, sabe?  



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