1. Spirit Fanfics >
  2. Xadrez Intenso >
  3. Pirulitos, memórias e pessoas

História Xadrez Intenso - Capítulo 33


Escrita por: e NeonWolfox


Notas do Autor


Nizuky é toooooppp
Hihihihihi
Quem será essa garota?
De onde veio?
O que come?
Onde vive?
Kksksksks
Ok parei.
Boa leituraaaaaa!

Capítulo 33 - Pirulitos, memórias e pessoas


Fanfic / Fanfiction Xadrez Intenso - Capítulo 33 - Pirulitos, memórias e pessoas

Começou-se com uma aura misteriosa. Ou melhor, nem tão misteriosa assim. Um chiclete para dar um gostinho de vingança? Bem, Killua não estava afim de auras de chiclete.

Logo, assumiu a forma de de um doce amargamente bom, um pirulito roubado da boca de alguém.

Inseguranças, medo, ciúmes? Não se sabia, mas Killua tinha visto coisas não muito legais.

Até que a água quente lavou algumas inseguranças, mas trouxe novas dúvidas. O que havia demais num banho? Era só o Gon, era só o Killua. Não havia nada demais, não podia existir nada demais.

O problema é que havia. Mesmo não podendo, havia sim segredinhos meio sujos, havia sim toques, havia sim certos sentimentos que tecnicamente não tinham que estar ali. Mas estavam, porque nem tudo na vida é perfeitamente calculado, amores.

Dúvidas só viraram aflição, que terminou em briga, dois braços queimados e muita confusão e desentendimento. Quem sabe uma agulha prontinha para entrar no pescoço de alguém e uma carta se contorcendo para matar alguém.

Bombas, bombas, bombas, choques tamanhos que nem sendo praticamente imune a eletricidade Killua aguentou. Uma irmã surgida do nada, um tabuleiro misterioso e agora um Hisoka nem um pouquinho contente. Claro, um cóccix machucado, e dois colares trazidos de um lugar não tão misterioso assim... Mas não esqueçamos a briga que aconteceria depois.

Se dá para piorar? Dá, e piorou. Só voltar alguns capítulos e você verá as desgraças acumulando, igualmente acompanhadas de um maxilar muito bem detonado, tintas não tão agradáveis e um mágico meio morto.

Vamos avançar mais um pouco e as coisas só vão acontecendo. Como diz o velho (ou quem sabe nem tão velho assim): o resto é história.

Bem, esse não é o ponto.

Tudo havia começado praticamente com uma aura de borracha, e depois com pirulitos de limão.

Então porque esse recomeço não começar com novos pirulitos?

O problema é que havia chicletes no meio dos pirulitos de limão. E mais no fundo, uma agulha.

Dica da Kusa: não aceite doces de estranhos, eles podem estar cheios de "boa noite cinderela". E não é legal acordar com um homem estranho. Tampouco se esse indivíduo tiver cabelos rosas e um sorriso debochado. 

Mas vamos deixar as coisas acontecerem primeiro...

_______________________________________________________________________

Para a situação talvez devesse estar sorrindo, sorrindo e sorrindo até não aguentar mais sorrir e sorrir pelo fato de que estava cansada de rir.  Mas estava com dúvidas. E dúvidas devem ser sanadas, correto?

Mas isso só fez a garote ficar mais deprimida e confusa. Será que deveria perguntar porque estava feliz? Não pareceria meio indelicado?

Quer dizer, o irmão e o namorado dele estavam bem, ela tinha encontrado Nizuky após muito, mas muito tempo. Hisoka estava satisfeito com ela. Mas ela não entendia, deveria ficar feliz?

Afinal de contas, sempre quisera matar Gon. Seu pai tinha pedido para ela, ou sua mãe sofreria as consequências. Bem, de qualquer forma, seu pai era um grande idiota, então não deveria obedecê-lo. Mas ainda se sentia extremamente culpade. Como conseguia ficar feliz depois de ter quebrado a perna de Nizuky? Como conseguia ficar feliz quando não tinha conseguido salvar Gon, e isso só aconteceu porque tinha encontrado Hisoka e a outra menina misteriosa? Ela era tão pateticamente fraque que nem salvar Killua ela conseguiu. Então estava rindo de que? Deveria estar se afogando nas suas xícaras de chás diárias.

Kusa se sentia tão patética que se esqueceu de sorrir. 

Mas tudo bem.

Ela esqueceria, porque sua missão era esquecer. Esquecer que estava triste ou que qualquer coisa ruim tinha acontecido, desde ser vendida para os homens malvados por um doce até ter sido uma grande idiote incrivelmente péssime em qualquer coisa. Só não esqueceria de sorrir, de tomar chá e de ter paciência. Paciência era uma coisa muito importante, afinal de contas como teria aguentado todos os cinco longos meses que esperava para comprar seu bolo de aniversário, que nunca era lá essas coisas, isso se era comprado? Sem paciência ela teria enlouquecido muito mais cedo. E enlouquecer gasta energia. E gastar energia envolve comer mais. E Kusa não podia se dar ao luxo de comer muito, porque sempre passava na sua mente a possibilidade dos "maus tempos" voltarem e ela ir dormir sem comer nada o dia todinho, logo, sempre era acostumada a condicionar seu corpo a comer o mínimo possível e conseguir se manter viva, mesmo comendo apenas metade do recomendado por dia para uma criança da sua idade. Afinal de contas,  se estava sozinhe no mundo, praticamente, seria sua própria nutricionista e ditaria suas próprias regras de comer muito, muito pouco mesmo.

Então teria paciência consigo mesme, teria paciência e esperaria a próxima oportunidade que viesse para mostrar que era uma boa garote e alguém que merecia viver. Então estava tudo bem.

O som alto das conversas em sua mente a foram tirando do transe.

-Kusa? Ei, você está me ouvindo? -Alluka balançou a mão na frente do seu rosto.

-Hã? Oi, estou totalmente atenta sim -falou vagamente, tropeçando num buraco da rua e caindo no chão, as mãos na frente do rosto num reflexo natural.

-Você não tá atenta não -Alluka sorriu debochadamente, limpando a poeira da roupa da menine enquanto Nizuky a ajudava a se erguer, ainda sem falar nada.

-De verdade, tá tudo bem? -Gon perguntou, se juntando as outras duas e tentando fazê-la voltar a se erguer. Pelo contrário, Kusa sentou no chão, impedindo que a erguessem.

-Estou excelente. Pelo contrário, vocês não deviam estar saindo por tanto tempo, já comemos alguma coisa, vocês já tomaram um ar, agora voltem para o hospital. Tenho certeza que ninguém se recupera tão rápido assim -desviou de assunto rapidamente, recostando num poste perto da rachadura que a fizera tropeçar. Na verdade estava muito péssima, até meio enjoade com os pensamentos e flashbacks que tinha tido, tanto que tinha precisado se sentar para recuperar um pouco da pressão. Além do mais, Gon e Killua tinham morrido e voltado. Ninguém morre e volta a viver como se nada tivesse acontecido.

Será? (*risada sarcástica de fundo da narradora*).

-Bem, então vamos ser os primeiros -seu irmão deu um sorriso tímido e divertido, mas Alluka igualmente negou:

-Não, a Kusa está certa. Vocês ainda estão machucados!

-Eu estou totalmente curado e realmente muito mais gato que o normal -Killua fez uma pose, entrefechando os olhos numa tentativa falha de parecer atraente, o que só arrancou risadas dos outros.

-Tá machucado sim! -Kusa, meio desesperade para tirá-los dali e fazê-los voltar para o hospital olhou de relance para Nizuky, que apenas assistia tudo em silêncio. Fez gestos com as mãos e de prontidão, ela assentiu e caminhou calmamente na direção deles, desferindo um golpe levemente firme no ombro de cada um.

-AI! -Falaram, talvez até um pouco mais alto demais, com expressões de dor.

-Agora estão machucados. Então voltem pro hospital! -Alluka sorriu gentilmente, os empurrando na direção contrária até que os mesmos desistissem e começassem a voltar.

-Aliás, essa menina é surda? Ou muda? -apontou para Nizuky, ainda confusa por ela não ter proferido uma única palavra, e a poucos instantes tinha visto Kusa se comunicar com gestos com a mesma.

Ni (abreviação de Nizuky) só fez negar com a cabeça.

-Na verdade, ela fala e ouve. Só que fala beem pouco -a menine de cabelos verdes interrompeu- eu sei um pouquinho de linguagem de sinais, então arrisquei para ver se ela sabia. Você sabe? -perguntou, olhando para a garota e recebendo como resposta um aceno afirmativo e mudo daquela cabeça com cabelos azuis ciano.

Alluka tentara abraçá-la, mas Nizuky negou de novo, a deixando meio emburrada.

-Ok, mas se prepare que eu ainda dou um jeito de te abraçar! -cruzou os braços, esquecendo-a um pouco para levantar Kusa, assim continuariam a conversar.

-Aliás, você só fala se mandarem você falar, né? -a garote perguntou, ajeitando a presilha que prendia sua franja.

Novo aceno tímido dizendo um "sim".

-Então me conte mais sobre você. É uma ordem -sorriu de forma travessa, porém igualmente firme.

Nizuky suspirou, era acostumada a seguir ordens, então agora que Kusa era sua nova "dona", já que Illumi a tinha rejeitado, iria obedecer.

-Sentem ali... -murmurou em tom quase inaudível, indicando dois bancos na praça e se preparando para o que seria uma longa conversa.

Mas, em um canto não tão distante, não havia conversas. Havia ações, acontecendo uma atrás da outra loucamente e intensas.

Emoções não podem ser descritas. Então agir é necessário.

___________________________________________________________________

-Porquê? 

-Por que você está me perguntando o porquê? -Killua perguntou ao garoto.

-Disseram que você pulou de um prédio quando eu acordei. Porquê?

-Ah -respondeu de forma fraca. Não queria lembrar do grande erro que tinha conseguido- eu só queria você de volta.

-Se matando? Achei que você fosse esperar por mim, como você prometeu. Iria esperar eu acordar, iria ter paciência. Você não cansa de fugir dos problemas? Tem que parar de ser fraco, Killua. Eu vou tomar conta das coisas agora, então -Gon se sentia traído. Porque Kill tinha sido tão idiota? Porque nunca tinha paciência para nada?

Doeu.

Mas havia como doer mais.

-Vamos juntos. Se você vai, eu também vou tomar conta das coisas - o garoto de cabelos brancos reforçou, com um nó na garganta abafando as palavras.

-Já vi que você morreria por mim, mas você viveria por mim? Você aguentaria a pressão? Você me aguentaria? Percebo que não, é só eu me machucar que você já quer morrer. Se ficar junto envolve morrer juntos, prefiro ser parte de outra encenação -Gon murmurou, de forma firme e dolorosa.

-Eu fiz isso por você -Killua havia parado de andar, e o outro fez o mesmo. Depois de tudo estavam brigando igual duas criancinhas? Já tinham dezesseis anos, onde estava a maturidade dele? Havia sofrido por ele, encarado tudo por ele, mas agora era o vilão da história!

-Não, você fez por você. Foi puro egoísmo, você não me aguenta então tentou trazer o "seu Gon" de volta. Mas as pessoas mudam e elas não vão ser sempre o que você espera! O que estava pensando? Que iria escapar do trabalho de ajudar eu a me recuperar? Era isso?

-Não, você não está entendendo... -Killua sofria tentando se explicar.

-Estou entendendo perfeitamente. Eu também prometi, não prometi? Que se você fosse um grande idiota, que se você me matasse, que se você me traísse eu iria te perdoar, e você concordou. Mas dessa vez você fez tudo ao mesmo tempo, porque você foi egoísta, Killua -Gon praticamente cuspiu as palavras, um desprezo dilacerante.

O outro ficou em silêncio, ignorando as poucas pessoas que passavam pela calçada. Então era isso? Ficara tudo bem para depois o namorado o desprezar e brigar com ele? Era exatamente, isso, ele não valia nada?

Que zoado.

-Eu vou te perdoar. Porque se você é um idiota, eu sou duas vezes mais -Gon falou, despertando-o do desespero, virado de costas para ele, se recusando a mostrar seu rosto. Não parecia estar com raiva ou triste, era uma frieza na voz, mecanicamente proferida. 

-Vamos voltar juntos, porque eu gosto de você. Você é o meu melhor amigo, Killua.

"AMIGO?" Kill quase engasgou. Estava errado, era um engano tremendo. Gostar? Onde estava o eu te amo?

Não tinha prestado muita atenção no que Gon havia falado, estava mais concentrado naquelas palavras que machucavam tanto:

-Eu sou seu amigo..? -sussurrou de forma desesperada. Ele não se lembrava? Depois de tudo, tinha voltado aquele maldito ponto de partida? E aquele colar bem preso em seu pescoço? E as declarações? Tinham evaporado no ar?

-Claro que não, bobinho. Você é meu melhor amigo de todos. Somos amigos, não somos? Eu prometi que iria te perdoar, ainda estou chateado, mas tudo bem. Nunca vou te esquecer, Killua! -sorriu, como se estivesse confuso diante da indagação do outro.

Amigos.

Amigos.

Amigos.

Amigos.

Dolorosamente amigos.

-Sim, somos melhores amigos -sorriu, sem graça, acompanhando o moreno de volta para o hospital.

Seria uma sequela? Seria um trauma? Uma perda de memória? Ou Gon não o amava mais?

Maldita amizade.

-Aliás, se a gente sobreviveu temos que comemorar nossos aniversários, não é? Você vai fazer catorze anos dia 7 de julho, então vamos planejar uma festa bem legal, para mostrar que eu te perdoei, amigo -sorriu ingenuamente.

-Gon, nós temos 16 anos. Você não lembra? A Kusa, o Hisoka, aquela briga, os colares que você está usando! Você está lembrado do que aconteceu? Nós vamos fazer 17 anos, 17! A Alluka que tem 14, nós já somos Hunters a quase quatro anos, se liga! -pegou o outro pelos ombros, abismado. O que era aquilo?

-Que brincadeira engraçada, Killua!  -Gon riu, meio nervoso com aquela aproximação desesperada- Mas você está enganado. Nós fizemos o Exame faz só um ano, vamos fazer 14 anos ainda! A Alluka tem uns dez anos, você é o irmão dela, deveria saber, não? Nunca encontramos o Hisoka depois do Exame Hunter, e de que colares está falando? Eu e você sempre usamos estes colares -apontou para a torre negra em seu pescoço, encabulado e franzindo as sonbrancelhas.

-Não, está errado. Realmente não consegue se lembrar? -Killua arregalou os olhos, preocupado. Então como se lembrava de Kusa? Será que...

-Olhe, vou fazer você parar de brincar comigo e te contar exatamente o que aconteceu. A Mito-San é a minha mãe, e o Ging é o meu pai e eu tenho uma irmãzinha chamada Kusa, não é? A gente sempre brincou juntos, eu lembro de mim com sete anos correndo atrás dela. Aí a gente fez o Exame juntos, e conhecemos o Leorio e o Kurapika, não é? A Kusa ajudou a derrotar as Aranhas com a gente, lembra? Você também fugiu do Illumi com a Alluka, e aí a Kusa foi morar com a Mito e eu achei o Ging. Depois nós reunimos o Kurapika, o Leorio e todo mundo, e eu sofri um acidente de carro, e aconteceu todas essas coisas, não é? Eu lembro de tudinho, você está enganado. Nós só temos treze anos!

A ficha havia caído.

Não era uma perda de memória, porque Gon realmente se lembrava. Mas a mente dele tinha misturado todos os fatos numa história que nunca aconteceu.

Vamos explicar com calma: depois de voltar, ele tinha um monte de fatos. Havia uma garota dizendo que era sua irmã, Killua estava o abraçando, Mito, Ging, Leorio e Kurapika estavam lá e ele estava num hospital, e só lembrava de algumas coisas. Então juntou tudo numa história inventada, estava tão confuso que acreditava piamente que ele estava certo, que tinha treze anos e que desde sempre conhecera Kusa. Esse é o poder de um cérebro desorganizado e com alguns traumas físicos: ele cria memórias que não existem, tão vívidas que o paciente acredita fielmente que isso realmente aconteceu.

Gon se lembrava de boa parte. Mas tinha misturado os fatos e só conseguia recordar o passado. Killua era seu amigo e só, mas então porque eles tinham aqueles colares estranhos? O cérebro dele inventou uma história em cima, afirmando e criando memórias de que ele sempre teve aqueles colares e que Killua era só seu amigo, e nada mais além.

Amigos.

-Ai, merda -o assassino respirou fundo, tentando processar aquela historinha sem sentido. Não, Gon não estava com sequelas, estava? Ele não tinha se recuperado totalmente?

Já deveria esperar. Milagres como esses não aconteciam para pessoas como ele, ao menos era o que pensava. 

Iria assumir tudo.

Mas antes precisava lidar com aquela verdade que doía, e levar o "amigo" de volta para o hospital para averiguar aquela perda de memória. O que diabos estava acontecendo?

Na verdade, Killua sabia o que estava acontecendo, sabia como e sabia porquê. Só não queria aceitar o fato de que Gon estava sim com um trauma cerebral. Por que aquilo era demais para que suportasse.

-Primeiro de tudo: vamos para o hospital, você não está bem; segundo: respira fundo que eu vou te explicar direitinho que você está bem errado. E eu não sou seu amigo coisa nenhuma -arrastou o outro, tentando usar o Godspeed para chegar no edifício mais rapido.

-Não? -Gon parecia meio assustado. Tinha magoado o amigo?

-Claro que não, baka! Somos namorados, temos todos os ingredientes, só falta você me amando. E isso eu arranjo rapidinho -sorriu, triste. Se era para Gon se lembrar, ele faria, e faria muito bem.

-V-você é meu amigo! Você está errado, eu não gosto de você dessa forma -o outro tentava se soltar, constrangido. Porque Killua estava tão estranho?

-Ei, vai com calma aí. Eu não sou um pedaço de bolo para você provar e depois jogar fora. E você gosta sim -riu fraca, porém genuinamente. Se tinha até se matado (ou melhor, tentado) uma perda de memória não seria nada para ele. 

Gon lembraria e reorganizaria aquelas memórias confusas.

Ele tinha que lembrar.

-Vai dar tudo certo -o albino sorriu para si mesmo, pensando em voz alta. Negatividade não iria ajudar. Se Gon havia o chamado de fraco, agora cairia de cara nos problemas que dessem e viessem, porque ele mostraria que o único baka lá era o outro, não ele. E que aquele baka estava muito enganado.

Afinal de contas, xarope ainda é xarope numa mamadeira; então Gon poderia parecer mudado e confuso, mas no fim seria sempre ele.

E isso era o que importava.

Ao longe, o cheiro e sabor doce enjoativo, laboriosamente amargo de pirulitos de limão dançando dentro da boca de duas meninas e uma garote. 

Um pouco de limão ajuda a regular a acidez da situação. Como dizem por aí, fogo contra fogo, correto?

Então se a vida está muito amarga, chupe um pirulito de limão. Vai amargar mais, e te mostrar que nem tudo pode piorar, só ficar melhor.

Aquela perda de memória seria jogo fácil.

Ou não?


Notas Finais


Ai mano ;-;
KILLUA MA FRIENDZONE ;--;
Sim, se tá bom é porque vai piorar :3
Brincadeira, talvez melhore.
Kskskks
Aliás, já falei que amo vocês? ❤️❤️❤️


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...