História Xenofobia, moço.- Se iluda Kim-Taehyung- - Capítulo 7


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Blackpink, DEAN
Personagens DEAN, Jeon Jungkook (Jungkook), Jisoo, Kim Taehyung (V), Personagens Originais
Tags Amor, Bangtan Boys (BTS), Jisso, Kim Taetae
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Palavras 1.461
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - 7. Não vou abaixar a cabeça.


Fanfic / Fanfiction Xenofobia, moço.- Se iluda Kim-Taehyung- - Capítulo 7 - 7. Não vou abaixar a cabeça.


Author on.


Korea-Seuol

07:44 AM.

18/07/2019.



Luccy estava cansada, suas olheiras mostravam que a exaustão que seu corpo estava era nítido. Seu chefe tinha acabado com ela naquele dia, ele ainda insistia em fazer isso sem ligar para a mulher que já não aguentava mais, se duvidasse ela pediria demissão, por mais que ela não tenha trabalhado na empresa nem por uma semana enteira.


— Quero que vá comigo para uma reunião daqui a pouco, Sra.Luccy.— O moreno que se encontrava na sua sua mesa, diz. Você suspira pela décima vez só naquela manhã, sem contrariar ou xingar seu chefe, você assento com a cabeça.— Parece cansada. Quer um copo da água?— Eu tom era de deboche, mas foi mais confirmado quando o homem riu no final da pergunta.


— Desculpe perguntar, mas por que faz isso comigo?— A mulher não exitou em perguntar, queria uma resposta justa e que fizesse sentindo, se não, iria pedir pra ir embora ali mesmo.


— An? Ainda pergunta?! É o seu trabalho meu bem, não posso fazer nada quanto a isso.— Sorriu zombeteiro, fazendo Luccy ferver por dentro.— Está bravinha, sujinha?


Foi aí que a ficha caiu para a mulher. Tudo isso por conta da  raça, da nacionalidade, da cor? Taehyung era mesmo um homem cruel e sem coração. Luccy se levantou com brutalidade indo até a mesa do seu chefe, naquele momento ela tacou todos os papéis e alguns lápis no homem a sua frente, nem se importava se mais tarde poderia ser processada por "agressão" ou despedida do seu emprego, ela só fez e pronto. O homem se levantou furioso de sua mesa, seu olhar poderia matar a sua secretária, se Luccy não fosse uma mulher tão forte como aparentava ser.


— Como ousa?— Vociferou batendo seus punhos fechados em sua mesa, a mulher não se intimidou, continuou ali com os olhos grudados nos deles.


— Como ousa?! Você está em que século? "Como ousa", Virou rei agora, chefe?— Riu pelo nariz.— Olha aqui seu Babaca, se você acha que vou levar disaforo pra casa por ser estrangeira, você está muito enganado, porque a minha raça não pode ser definida por outras pessoas, E SIM POR MIM, então por tanto eu digo, NÃO VOU ABAIXAR A MINHA CABEÇA PARA HOMEM NEM UM!!!— Bateu no peito ditando as palavras, elas eram firmes, tanto que até parecia uma amazona do mundo da mulher maravilha, ou melhor, a própria mulher maravilha. Luccy poderia ter a carinha de uma moça insegura, mas quando a conhece de verdade, aprende que nunca deve doma-la, pois ela é uma fera que todos os homens temem.


— Saia da minha sala, AGORA!!!— Ela se sentiu feliz naquele momento, finalmente ia sair daquele lugar que era considero o inferno pela mesma.


— Obrigada, Chefinho.— Se virou toda sorridente, como se estivesse ganhado o seu presente do Papai Noel no dia do natal, mas como todos dizem, nem sempre nossa vida é um mar de rosas.



— Se fez isso pra ser demitida, considere-se 100% ingênua...— Ela parou ali mesmo, xingando Taehyung mentalmente. Ela se vira para o mesmo irritada, ela queria estar em casa agora, com o seu filho e sua melhor amiga.— Você vai continuar sendo minha Secretária, querendo ou não.— Foi aí que luccy tinha uma carta na manga.


— Aí, Chefinho, eu posso lhe entregar uma carta de demissão,e puff, é aí que a magia acontece.— Ele riu fazendo seu sorriso se desmanchar, dando uma expressão confusa a mulher.


— Ah, isso não funcionaria, sabe por que?— Você não respondeu, mas ele sabia que era um não.— Porquê você estar permanentemente nessa empresa, só sairá quando eu quiser.— Você arregalou os olhos ao ouvir tais palavras.


— M-Mas como? Eu não assinei nem um contrato pra isso!— Avisou indignada com o Coreano.


— Mas eu sim.— Pegou um papel de sua gaveta, mostrando um texto e uma assinatura embaixo, era igualzinha a sua.


— Você... VOCÊ FALSIFICOU MINHA ASSINATURA???— Gritou incrédula. Ele sorriu mais uma vez.


— Talvez sim, Talvez não...espera, eu falsifiquei sim, com certeza.— Guardou o papel novamente.— E, nem pense em rasgar esse contrato, tem outras cópias na minha casa, boneca.— Ele se sentiu na sua mesa, colocando os pés sobre a mesma.


— Você vai pagar caro por isso, futuro ex-Chefe.— Apontou seu indicador na direção do mesmo, em seguida saiu da sala batendo os pés com força.


[ . . . ]


Do lado de fora da sala, a mulher andava pra lá e pra cá, sua unha estava toda corruida pelo simples fato de roela por estar bastante nervosa. A vontade dela era entrar naquela sala e dar vários supapos na cara de Taehyung, mas ela teria que dar de cara com um processo do moreno.


— Olá, você e a secretária do Jeon, não é?— Um homem aparece com um terno e algumas pastas nas mãos. Ele era bem bonito aos olhos da mulher.


— Olá, e sim, sou secretaria desse brutamonte? — Revirou seus olhos em falar do seu maldito chefe.


— Pelo visto ele pega muito no seu pé.— Riu o homem dos cabelos acizentados.


— No meu pé? Ele pega nas minhas duas pernas enteiras. Ele é um cara insuportável.— Bagunçou seus cabelos, o homem não aguentou e acabou rindo da situação.— Tsc, não ria.


— Desculpa, é que esse seu jeito é engraçado. Você é de que país?— Indagou curioso.


— Sou dos estados unidos, mas eu ainda tenho sangue brasileiro correndo nas minhas veias.— Ela sorri orgulhosa por ser mestiça.


— Que legal, eu também sou mestiço. Mãe coreana, Pai canadense. Os dois são uma figura.— Sorriu o garoto ao lembrar dos mesmos.


— Que fofo.— Luccy acabou pensando em voz alta, chamando a atenção do mestiço que corou um pouco.— É-É...— Para sua felicidade e infelicidade, Taehyung abre a porta dando de cara com os dois. Ele não pareceu nem um pouco contente em ver a cena dos dois conversando.


— Conversando em horário de trabalho? Que bonito.— Luccy não ligava se ele estava incomodado, mas o colega ao seu lado sim, aliás, todos ali temiam o homem.


— Desculpe, senhor.— O homem se curvou em pedido de desculpa.


— Volte para a sua sala, Jeff.— O homem assentiu saindo dali as pressas esquecendo de se despedir da sua mais nova amiga. Luccy encarou Taehyung com tédio e cruzou seus braços.— Não me olhe assim.— Franziu o cenho.— Entre, temos que resolver algumas coisas.— Ele sorriu maldoso, e nos seus lábios esticados estava muito bem escrito que a mulher iria sofrer naquele dia.


— Ah, meu pai.


Luccy On.


— Ajudou muito, Luccynha.— Deu alguns tapinhas na minhas costas enquanto via eu quase morrendo pra assinar um último papel.


— Tudo que vai, volta, Senhor.— Me levanto arrumando os papéis que eu tinha assinado, na mesa.


— Isso foi uma ameaça?— Ele se aproximou medindo-me. 


— Não, e sim um aviso.— Peguei minha bolsa passando por ele, mas parei.— Ah, amanhã vou faltar, de qualquer jeito não vou ser demitida, não é mesmo?— Sorri com deboche.


— Você não tem coragem...— O homem me lançou um olhar ameaçador, não liguei muito, até porquê como eu disse: "Eu não vou abaixar a cabeça para homem nem um!"


— Ah, você não me conhece, Chefe. Sou muito ousada.— Jogo os meus cabelos para o lado.


— Se faltar, vou até a sua casa e lhe trago a força.— Gritou infurecida.



— Haha, tenta a sorte, major.— Rio com o apelido que o dei, saio dali rindo de sua cara que com certeza foi hilária.— Tenta a sorte...


[ . . . ]


°{ Em casa }°


— Você não fez isso!— Abriu a boca em um completo "O" depois que eu disse o'que aconteceu na Empresa.


— Ah se fiz, aquele homem já estava me dando nos nervos, e olha que só passou dois dias naquele inferno.— Revirei os olhos com a taça de vinho na mão.


— Queria tanto estar lá pra ver.— Rio.


— Conseguiu cuidar de Dylan?— Berberiquei um pouco do líquido roxo.


— Sim, ele é quietinho.— Deu de ombros com um sorriso meigo no rosto.


— Eu quero bota-lo em uma escolinha logo, ele tem que fazer novos amigos, por mais que tenha nós duas como tal. Mas, eu não vou ter sempre tempo pra ele agora que estou na empresa dos Kim.— Suspiro pesadamente.


— Relaxa, Lu. Vai dar tudo certo.— Me abraçou, retribui ainda com a taça na mão.


— Eu espero que sim.



Notas Finais


Me desculpa por que qualquer erro!


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