História Xeque-Mate - Capítulo 1


Escrita por: e L_Control2Ofc

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Visualizações 10
Palavras 3.251
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello galerinha, aqui estou eu com uma fanfic do EXO que amei iniciar. ㅡrespira fundo, vc está postando uma fic de um de seus grupos utts e de um de seus votos.... Surto ㅡ Espero que vocês gostem dela tanto quanto eu estou gostando de escrever.
Essa fanfic foi baseada em um dos meus milhares de filmes preferidos ㅡ vulgo; truque de mestre ㅡ ela não está totalmente escrita. Mas, eu já tenho ela quase toda em mente.
Gostaria de agradecer a; MoonMin- por tee feito essa capa excelente! Não só essa mas todas as outras de fanfics que já postei ㅡ no caso até então temos duas fanfics com capas feitas por ela ㅡ e de outras que em breve irei postar.
Agradeço também a; Jo (Hhyulari) por me indicar essa capista maravilhosa que é a MoonMin- ㅡ inclusive amores, vcs que gostam de BTS e do shipper Jikook, recomendo a lerem a fanfic dessas duas. (Vou deixar o link no fim desse post)

No fim desse capítulo teremos alguns avisos e o link do jornal da história!

Capítulo 1 - Prologue - Beginning of the game


Fanfic / Fanfiction Xeque-Mate - Capítulo 1 - Prologue - Beginning of the game

Narrador Point Of View ㅡ Intro


Desde que o ilusionismo surgiu no antigo Egito em 700 a. C. na quais escravos ou magos realizavam encantamentos para entreter seus patrões para roubar seus bens essa e artimanha se tornou uma das mas antigas formas de entretenimento.

Frequentemente os antigos ilusionistas eram encarados como detentores de poderes sobrenaturais, que resultou numa perseguição no período da inquisição, onde muitos foram queimados vivos, para pagarem seus pecados. A profissão de ilusionista, no sentido atual do termo, apenas veio ganhar notável prestigio a partir do século XVIII. Quando Jean Eugène Robert Houdin ㅡ especificamente nos anos de 1805 a 1871 ㅡ criou ilusões originais. Entre seus truques havia um grande engenho que apresentava no seu pequeno teatro ㅡ o famoso truque das “fotos que se mexem" ㅡ ganhando assim o titulo de “pai do ilusionismo moderno.”

No inicio do século XX inspirado em Robert Houdin; um celebre ilusionista de origem húngara chamado Ehrich Weiss mudou seu nome ㅡ artisticamente ㅡ para Harry Houdini. Seus números frequentes envolviam fugas de algemas, correntes e camisas de forças.

Nunca se soube se tudo que havia atrás de cada um de seus truques envolvia magia pura ou era apenas uma coisa de charlatões e jamais iremos saber. As respostas para tudo terminavam sempre no poderoso olho de Orus ㅡ aquele que tudo sabe, que tudo ver ㅡ aonde começava e terminava a verdadeira magia.

Na atualidade há aqueles que estão ligados a ela, involuntariamente ou voluntariamente. Não importa qual dessas duas opções seja.

TUDO TEM O SEU PREÇO... 

Seul || Korea || 08h30min PM Delegacia de policia de Seul || Sala do delegado 




♚ Kim Jongdae Point Of View ♔



O frio daquela noite era cortante, mesmo estando coberto de uma roupa quente e confortável e dentro de uma sala com aquecedor ligado, eu sentia muito frio. A luz do monitor na minha frente me causava certo incomodo, devido aos óculos.





ㅡ Jongdae! ㅡ Chanyeol entrou em minha sala sem bater, me assustando.

ㅡ Pelos céus! ㅡ falei botando minha mão em meu peito, assustado. ㅡ É delegado Jongade, Yoda. ㅡ Fiz uma cara de bravo, teatral diria eu, enquanto lhe chamava pelo apelido.

ㅡ Já vai sair? ㅡ ele disse, se sentando na cadeira a minha frente.

ㅡ Só estou finalizando um relatório. ㅡ falei, casando. Era possível ver a expressão cansada e triste em meu rosto e no rosto de meu amigo, Chanyeol.

ㅡ Não sei o que você está pondo aí Chen. ㅡ ele soltou em tom sarcástico. ㅡ Vai dizer que houve mais um assalto e tudo que achamos foi mais uma dessas porcarias? ㅡ ele pegou uma embalagem transparente que estava sobre minha mesa, a jogando novamente em sinal de desprezo.






Eu entendo tudo que o Chanyeol esteja passando. Toda a raiva, tristeza, frustração, tudo. Eu e ele havíamos nos metido nessa vida de policiais juntos e a um ano, não tínhamos casos bons na delegacia – não em nossos turnos – e isso já estava nos constrangendo. Já éramos sinônimo de chacota por meio de outros policiais, pois sempre pegávamos coisas “mansas” para se dar.






ㅡ Delegado Jongdae. ㅡ Baekhyun, um dos escrivães plantonistas que também estava a trocar de turno entrou em minha sala, após dar duas batidas na porta.

ㅡ Sim.

ㅡ Aquela mulher que veio, mas cedo dar queixa sobre o marido, retornou, e quer retirá-la. ㅡ Baekhyun estava sem humor. Afinal, trabalhar numa delegacia retirava o humor de cada um.

ㅡ Ah. - suspirei, jogando alguns papeis sobre a mesa. ㅡ Diga a ela que volte amanhã, já estou de saída. ㅡ peguei meu celular. ㅡ Vou buscar minhas coisas. ㅡ me levantei. ㅡ Você ainda vai comigo e com o Yoda, Baek?

ㅡ Claro sim senhor. ㅡ o rapaz respondeu rapidamente, saindo de um possível devaneio. ㅡ Só tenho que da o seu comunicado aquela mulher. ㅡ ele se retirou.

Fui até uma área restrita a funcionários e peguei meus pertences pessoais, Chanyeol já havia pegado os seus e já estava a minha espera na minha sala.

ㅡ Vamos? ㅡ falei entrando na sala, vendo que Chanyeol estava conversando com Baekhyun.

ㅡ Vamos. ㅡ os dois concordaram.





~x~

ㅡ Eu não acredito nisso. ㅡ Baekhyun disse sorrindo enquanto tomava um gole do seu uísque. ㅡ Uma peça de xadrez? O ladrão quer que façamos o que? Que vamos até lá e falamos “Xeque-Mate, a policia ganhou.”? ㅡ caímos na gargalhada com o menor.

ㅡ Agora parece engraçado. ㅡ falei, soltando a fumaça do cigarro que dragava.

ㅡ Tenho que ir ao banheiro. ㅡ Chanyeol se levantou.

ㅡ Vocês... ㅡ aproveitei que agora estava sozinho com o Byun e decidi ir para um assunto, mas privado. ㅡ Já se acertaram?

ㅡ Não temos nada Delegado Jongdae. ㅡ o rapaz que antes sorria, agora era serio. ㅡ Nossa relação é apenas profissional.

ㅡ Huum.

ㅡ Nossas conversas não passam do que são. ㅡ Baekhyun me corta, friamente. ㅡ Conversas. Não temos nada e jamais teremos.






Fiquei absorvendo aquelas palavras enquanto bebia. Estresse e cansaço resumiam a minha noite. Chanyeol havia voltado e agora ele e Baekhyun estavam entretidos em um assunto aleatório enquanto bebiam, eu agora, reparava um rapaz que havia acabado de chegar e se sentou no balcão do bar.

Ele tinha grande beleza. Pele branca, cabelos loiros escuros, quase no tom de chocolate. Trajava uma calça jeans preta, justa ao seu corpo, nos pés botas pretas. ㅡ talvez combinando ㅡ Usava uma camisa larga na cor azul marinho que era coberta por um casaco preto, pelo que reparei de relance em suas mãos estavam luvas pretas de inverno, possivelmente de couro.

ㅡ Vou buscar uma cerveja. ㅡ falei me levantando.

ㅡ Uma cerveja ou vai cortejar o rapaz que acaba de chegar Chen? ㅡ Chanyeol falou em puro sarcasmo. Maldito.

ㅡ Você nem sabe se ele curte e você já está indo para cima dele, por Deus Chen. ㅡ Baek fazia piada da situação.

Filhos da puta.

Deixei-os de lado na mesa, peguei minha meus pertences, meu casaco e fui em direção do balcão, deixando o copo de uísque que eu havia tomado junto do dinheiro que pagara o mesmo na mesa que antes eu estava.

ㅡ Uma vodka de maçã, por favor. ㅡ falei a um dos rapazes que trabalhavam no balcão do bar, sentando-me do lado do rapaz que a pouco havia chegado. Não demorou muito e o rapaz que ali trabalhava me serviu, tomei um gole da bebida que desceu amarga e queimando pela minha garganta.

ㅡ Dizem que isso costuma ser uma bebida bem forte. ㅡ o jovem, que a pouco havia chegado falou ao me ver reagir à bebida.

ㅡ Conhece sobre bebidas?

- De tudo um pouco. ㅡ ele falou tomando o copo de minha mão, tomando o restante do liquido que sobrara. ㅡ Mas conheço pessoas como você.

ㅡ Como? ㅡ arqueei a sobrancelha.

ㅡ Notei que me olhar-te da mesa que estava com seus amigos assim que cheguei. ㅡ ele disse, calmamente.

Porra!

ㅡ Perdoe-me se o constrangi, lhe olhando muito.

ㅡ Não precisa se desculpar senhor. ㅡ ele se virou completamente para mim. ㅡ Conheço pessoas como você e acredite me interessei.

Ele estava lendo meus pensamentos?

ㅡ Estou aberto. ㅡ ele se aproximou de mim, falando quente. ㅡ Aberto de todas as maneiras possíveis senhor. ㅡ ele sussurrou em meu ouvido, mordendo o lóbulo.

Filha da puta! Era isso mesmo? Ele havia sacado de primeira que eu queria ir para a cama com ele?

ㅡ Vamos? ㅡ ele se levantou.

ㅡ Para aonde?

ㅡ Oras para onde? Ou prefere ir para um motel? ㅡ ele deu de ombros e saiu andando em minha frente, eu segui, passando entre as pessoas, parando na porta, virando-se e voltando a me encarar. ㅡ Então, já se decidiu? ㅡ ele aproximou nossos rostos, era baixo, sua respiração batia contra meu rosto, seu halito era quente e cheirava a uísque. ㅡ Ou quer que eu escolha? ㅡ sussurrou, selando nossos lábios, mas rapidamente os separando.

Que porra de homem era aquele? Ele parecia...

Dominar-me.




~x~

Sua boca explorava meu pescoço, quente, assim como ele.




ㅡ Não podemos ficar aqui no corredor, os vizinhos podem nos ver. ㅡ suspirei baixo.




Ele não disse nada, apenas que começou a atacar minha boca com veracidade. Sua língua pediu passagem e eu a cedi. O beijo ficou terno, aveludado e quente o que não me impediu de conduzir ele até a entrada do meu apartamento, choquei suas costas na parede e com dificuldade coloquei minha mão no bolso de minha calça para pegar as chaves. Interrompi o beijo, a falta de ar já se fazia presente em nós. Mas eu queria mais.

Aquele rapaz era quente.

Mas quente que um sol de verão.

Eu estava terminando de abrir a porta – devido a uma dificuldade que estava tendo – quando o fitei. Retirando o casaco e logo em seguida retirando sua camisa. Assim que o barulho da porta abrindo se fez presente, joguei minhas coisas para dentro sem me importar no lugar que caia. Olhei para o jovem a minha frente.





ㅡ Nem uma palavra! ㅡ ordenei baixo. Passando minhas mãos pela sua cintura, para que logo depois ele pulasse em meus braços e eu o conduzisse para dentro.




Seus olhos tinham uma cor clara. Um castanho quente que me envolvia, não tirava meus olhos de sua face e de seu corpo que aos poucos aparecia cada vez mais. Despido.




ㅡ Não... não...não...ㅡ ele sussurrou baixo, empurrando-me na cama. Ele já estava sem roupas e eu, bom, eu ainda trajava minha roupa social. – Eu assumo o controle aqui. ㅡ o jovem falou com um sorriso malicioso, tirando suas luvas com os dentes.




Ele estava me deixando a cada minuto mais excitado. Porra!

Ele se jogou na cama, ao meu lado, voltando aquele beijo de minutos atrás, só que dessa vez; calmo e intenso. Misturado a tesão e uísque. Quando o beijo terminou, era minha vez de mostrara quem dominava. Passei meus lábios para seu pescoço. Maltratando aquele local sensível assim como ele havia feito comigo, sua pele... Bem branca e a cada ataque que eu fazia aquela região ele reagia com suspiros descompassados, fazendo-me se divertir – afinal, ele estava com todo o controle há minutos atrás, não estava? Agora vou lhe ensinar que ninguém assume o controle de Kim Jongdae na cama. – minhas mãos foram se conduzindo pelo seu corpo nu sobre o meu, até chegarem em suas nádegas, dando tapas estralados em cada lado lhe arrancando gemidos que pareciam musicas aos meus ouvidos, minhas mãos desceram novamente pelo seu corpo e apertavam suas coxas. Seu membro estava em total ereção, eu o sentia roçar no meu mesmo por cima da roupa. Meus lábios voltaram aos seus para repetirmos mais uma vez aquele beijo voraz, necessitado que fazia as nossas línguas entrarem numa batalha sem vencedor, depois de sugadas, puxadas e mordidas. Nossos lábios já estavam novamente vermelhos, mais agora, inchados. O clima era quente desde o bar. Ele agora rebolava encima de mim, eu não deixaria barato. Meu juízo havia se dissipado quando pus os olhos naquele rosto angelical daquele garoto que agora de angelical não tinha nada. Eu estava entregue aos seu caprichos e ele aos meus. Entraríamos de acordo com nossos desejos, seja lá qual fosse; aquele maldito olhar que ele tinha, aquele corpo fodidamente sexy havia me ganhado, e eu havia me doado a ele, de corpo e alma nessa noite. Ele agora repousava sobre minha cama, ofegante. Meu corpo sobre o dele, meus lábios dando selares em seu ombro e atacando seu pescoço, subindo para o lóbulo de sua orelha onde aproveitei para dizer palavras entre sussurros.




ㅡ Sou eu que sempre assumo o controle. ㅡ sussurrei em sua orelha.



Seus dedos apertavam o tecido de minha camisa descontando sua excitação. Subi a língua da base do pescoço até sua orelha e desci assoprando o rastro úmido; o homem soltou um sôfrego carregando sua mão direita até a entrada da minha calça. Seus toques me davam arrepios. Ele é uma espécie de céu e inferno, ao mesmo tempo. Eu senti sua mão adentrar por debaixo de minha camisa, arranhando meu abdômen, suas unhas não eram grandes. Mas, conseguiam me arranhar com maestria, me fazendo soltar um leve gemido antes de voltar a atacar seus belos lábios.Ele driblou minha calça e eu sentia sua mão me tocar,vorazmente.

Me diverti dando mordidas e chupões por toda a extensão se seu tronco eu podia ouvir um “eu odeio você” vindo de suspiros e gemidos. O frio da noite não existia mais. Retirei minhas roupas que logo depois se tornaram apenas panos que estavam ao chão. Ele olhou para o volume em minha boxe, se aproximando de mim e sentando-se em meu colo. Meu membro estava molhado em pré-gozo ele colocou o dedo indicador fazendo uma leve pressão em cima, fazendo-me soltar um sôfrego. Ele me olhou e riu.

Maldito.

Ele desceu seu rosto ainda com os olhos cravados aos meus até minha intimidade e beijou sobre o tecido úmido.

- Porra! – xinguei, sabendo que a situação só iria piorar.

Ele de novo e apertou meu membro me torturando, me deixando louco, cheio de vontade de fode-lo.




- Eu disse no começo; eu assumo o controle. – falou com uma voz sapeca.




O rapaz começou a abaixar minha boxe retirando e deixando que meu membro saltasse para fora, ele riu vitorioso e malicioso, segurando pela base acariciando o com o polegar, logo sua mão subia e descia pela extensão do meu membro, tocando a glande algumas vezes, me enlouquecendo. Fechei os olhos e aproveitei aquela sensação de prazer, até que senti algo quente e molhado passar pela base e subindo lentamente até a pequena fenda, parando ali. O encarei e seus lábios – seus lábios que estavam vermelhos – estavam próximos ao meu membro, ele me encarou e não demorou muito a abocanhar o mesmo.




- Ahhh – gemi, senti meu membro tomar sua boca quente e molhada. – Porra! – xinguei, sentindo o mesmo iniciando os movimentos de vai e vem. Fazendo movimentos circulares ali e apertava os lençóis com os dedos gemendo.

Senti que estava perto, meu membro pulsava em sua boca cada vez mais e a onda de prazer só aumentava. Ele parou o que fazia e voltou aos meus lábios, recebendo um gemido em desaprovação. Ele então selou nossos lábios com urgência, fazendo-me sentir meu próprio gosto, criando um beijo ávido e voraz, como todos os outros; necessitados. Nos devoramos um nos lábios do outro com urgência. Nossas línguas criavam uma batalha todas as vezes que se encontravam. Em meio a tudo isso virei-me novamente ficando por cima e levando dois dos meus dedos até sua boca, os quais ele chupou, os deixando bem lubrificados, levei em seguida meus dedos até sua entrada onde comecei os movimentos de vai e vem e logo depois o de tesoura ouvindo seus gemidos.




ㅡ Que tal nós dois assumirmos o controle? ㅡ sussurrei em seu ouvido. ㅡ Peça.

ㅡ Não... ㅡ ele disse, se entregando a mais um gemido abafado.

ㅡ Peça!

ㅡ Oh porra! Eu quero você... ㅡ ele gemeu. ㅡ Foda-me ㅡ ele se remexia de baixo de mim, falando palavras avulsas que saiam entre seus gemidos que as deixaram mal tonalizadas.





Tomei seus lábios nos meus e retirei meus dedos de dentro do mesmo e assim o penetrei devagar, me colocando por inteiro em seu interior, gememos juntos por entre o beijo e comecei a me movimentar por estocadas lentas que logo foram trocadas por algo mais intenso que nos promovia mais contato. Minhas estocadas se tornaram rápidas e fundas, nos levando a gemer alto entre nossos beijos e algumas palavras aleatórias. Trocamos de posição e aquele rapaz esbelto subia e descia em meu colo enquanto eu segurava em seu quadril e me contentava em apertar sua coxa e deferir tapas estralados em sua bunda, quando ele se cansou tomei o controle novamente indo mais fundo e forte em seu interior, em um ritmo frenético e nosso. Quando senti que ele estava chegando lá, comecei a masturbá-lo na mesma intensidade que eu o penetrava. Com um gemido alto ele chegou ao seu ápice se desmanchando em meu abdômen, e mais algumas investidas e eu cheguei o meu ápice também; caímos um de cada lado da cama. Exaustos. Ele me lançou um sorriso imponente e se aconchegou, me fitando com seus olhos quentes, cheios de mistério. Nossos corpos estavam juntos na mesma cama, suados. Confundido os cheiros de cada um.

Quem era aquele rapaz? Era tudo que eu mais queria saber, mas deixaria para quando acordássemos, eu não acabaria com o momento assim.

~x~


♕ Kim Minseok Point Of View ♛



Eu havia entrado naquele bar, naquela noite fria. Apenas para beber e talvez me divertir. Assim que adentrei o local muitas pessoas me olharam, fazendo questão de dizer algo. Caminhei pausadamente percebendo um espectador que usava óculos e trajava roupas sociais me olhando de uma mesa ao fundo. Sentei no balcão do bar, eu estava pensando em que pediria para beber afinal eu não poderia chegar bêbado em casa e começar a ouvir um sermão daqueles do meu pai, teria que optar por algo leve. Eu já estava quase pedido o que beberia quando o homem que antes me olhava se aproximou de mim, sentando-se do meu lado e pedindo uma vodka sabor maçã. Forte, bem forte. E pela expressão dele não era uma de suas bebidas preferidas.

Uma coisa que aprendi com meu ex-namorado foi; se você está em um bar e alguém te olha e logo em seguida senta ao seu lado e pede uma bebida forte isso só quer dizer uma única coisa.

Ele quer algo com você.

Digamos que eu já conheço bem as intenções de alguém quando se aproxima de mim. Eu não tinha nada a perder, eu queria me divertir e se pelo que eu entendi apenas com os olhares daquele moreno ele queria também.

Tudo estava perfeito, nós éramos como um jogador e um tabuleiro de xadrez, ambos diferentes, mas que se completavam. A única coisa que me chamou a atenção foi um detalhe dourado que estava no bolso de sua camisa social. Assim que ele havia pegado em um bom sono levantei lentamente da cama, procurando pelo chão do quarto a camisa que ele usava.

“delegado Kim Jongade” era o nome estampado no emblema dourado que estava no bolso da camisa.

Eu não iria poder ficar ali até amanhecer e digamos que ver aquele distintivo da policia foi a minha deixa. Peguei minha roupa intima minha calça e meus sapatos que estavam pelo chão e comecei a me arrumar. Sai do quarto e fui em direção à sala do apartamento onde eu havia jogado minha camisa e meu casaco em inverno. Por sorte eu havia saído de casa sem meu celular, ou então essa minha fuga estaria por água abaixo devido as possíveis milhares de ligações que meu pai estaria fazendo.

Assim que me vesti, vi que ele havia deixado às chaves na porta. “péssima escolha delegado” foi o que pensei. Girei as chaves e logo em seguida a maçaneta e sai dali às pressas. Pedi para que o porteiro abrisse o portão da entrada do prédio para mim e assim o fez. Assim que pisei na

calçada parei um taxi e pedi para que ele me levasse ao endereço que citei – endereço de minha casa – eu só estaria sossegado bem longe dali.


Notas Finais


Como estamos? Bom amores espero que gostem bastante de Xeque-Mate como eu estou a gostar.
Agora alguns avisos ㅡ por favor, leiam. É importante.

1° Como se pode perceber, Xeque-Mate é uma fic de gênero hot. Então haverá muitas cenas de sexo. Se alguém se sente desconfortável com isso eu sugiro que não leia a história.

2° Xeque-Mate em breve irá ter um trailer. E assim que for postado irei colocar o link do mesmo aqui.

3° A fic já tem alguns capítulos escritos, quem antes acompanhava minhas fanfics sabiam que as longfics era atualizadas semanalmente. Porém essa não será. Xeque-Mate será atualizada três vezes por mês, então teremos um capítulo no início do mês, um no meio do mês e um no final do mês ㅡ assim terei mais tempo de escrever e revisar a fic. Os horários das minhas atts são sempre cronogramados, então sempre estarei postando em um desses seguintes horários: 12:00 (meio dia) 18:00 (seis da tarde) 00:00 (meia noite) 06:00 (seis da manhã) ㅡmas é claro, eu também poderei att em qualquer horário ou data.

4° Xeque-Mate também terá uma playlist no spotify e no YouTube. Em breve voltarei com o link!

5° A cada atualização estarei publicando um jornal sobre a fic. O link estará sempre nas notas finais.

6° Acompanhem meu blog no Instagram! ㅡ quem quiser é claro ㅡlá sempre estarei postando algo sobre alguma fic. Link abaixo. E vocês poderão também acompanhar algumas informações pelo twt. Meu user é: @L_ControlOfc

6.1° Instagram:https://www.instagram.com/p/BmEbmaZgf7i/?utm_source=ig_share_sheet&igshid=uix2s3mqc5di

Bom, é isso. Como eu disse; espero que gostem dessa fanfic. E aqui está o link da fanfic de minhas colaboradoras.

Fanfic Jikook, por @MoonMin- & @Hhyulari:https://www.spiritfanfiction.com/historia/my-little-hybrid-jikook-11940774


Jornal da história: https://www.spiritfanfiction.com/jornais/jornal-xeque-mate-13939330

Até a próxima amores!

XoXo *-*


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