História Xeque-mate - Capítulo 1


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Categorias Naruto
Personagens Hidan, Ino Yamanaka, Karin, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Sai, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Temari, TenTen Mitsashi, Tsunade Senju
Tags Policial, Sasusaku, Serial Killer
Visualizações 303
Palavras 2.969
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite leitores do meu coração. Terminei uma policial e já inicio outra rsrs
Espero que gostem da pegada.
Boa Leitua! :*

Capítulo 1 - Retidão


Fanfic / Fanfiction Xeque-mate - Capítulo 1 - Retidão

 

 

Dia 07 de agosto de 2018

Nova York, 10:35 a.m.

 

― O que faz as pessoas, aparentemente “normais” ― a especialista em perfis fazia o movimento característico de aspas com as mãos atrás do púlpito da grande sala lotada, mais parecida com um grande auditório. ―, começar a matar e não parar mais? ― ela iniciava sua primeira aula do ano letivo, na Universidade de Columbia, Nova York, sempre com os mesmos questionamentos. ― O que move, e o que pode deter, assassinos em série? Como explicar a compulsão por matar e o prazer de causar dor, sem qualquer arrependimento? De onde vem tanta fúria?

A sala permanecia em um silêncio colossal e nem mesmos as respirações conseguiam ser ouvidas. Com a luz apagada, apenas o retroprojetor emitia alguma claridade, reproduzindo na grande tela a frente o primeiro slide da apresentação sobre as mentes mais psicóticas um dia conhecidas. Os alunos deixavam de lado até mesmo os celulares ― grande feito nos dias atuais. ― vidrados demais no que a estranha mulher de cabelos curtos e róseos tinha a lhes ensinar.

 

SERIAL KILLERS

Anatomia do mal

Sakura Haruno

Profiler

Phd em Criminologia e Psicologia Investigativa Criminal

Programa de pós-graduação em Ciências Criminais 

 

― Monstro, demônio, aberração... São essas as definições populares de um assassino ― ela, agora, andava em toda a extensão no pequeno tablado com as mãos nos bolsos da calça social cobre; seu sapato de salto fazendo o único ruído do ambiente, além de sua voz, quando de encontro com a madeira; sua camisa de seda gelo refletindo as escritas. ― Mas antes de serem taxados como tal, já foram pessoas normais, e quando digo normais quero dizer, vivendo uma vida comum. Ele pode ser seu marido, seu irmão, seu vizinho, seu amigo...um homem.”

“O que os diferencia é que geralmente pertencerem a um ambiente familiar conturbado ao extremo. Todos temos problemas em casa, certo? ― pode-se ouvir um burburinho no recinto fazendo com que Sakura sorrisse de soslaio. ― Assassinos em série são motivados desde a infância, na maioria dos casos sofrem abusos psicológicos, físicos ou sexuais, que incutem um profundo sentimento de humilhação. Alguém pode me dar um exemplo de algum indício de distúrbio psicológico durante a infância? ― ninguém atreveu-se. ― Vamos lá! ― ela insistiu. ― Ninguém?”

― O fato de molhar a cama durante a puberdade? ― uma jovem de óculos, os cabelos castanhos claros presos em um rabo de cavalo, sentada na primeira fileira respondeu incerta.

― Correto ― Sakura assentiu. ― O que mais? ― depois do primeiro corajoso sempre haveria mais alguns.

― Queimar coisas ― um menino, dessa vez, gritou do fundo da sala.

― Sim! ― ela divertia-se com a situação, encarando o chão e levantando a mão em afirmação.

― Torturar e matar animais.

― Correto, todos corretos ― ela parou de frente para eles. ― Espero que vocês não tenham feito isso na infância ― e toda a classe caiu no riso. ― Brincadeiras à parte ― ela continuou quando o alvoroço diminuiu. ― O assassino em série passa a ficar fissurado por dominação, tortura e assassinato, passa a sentir prazer em sangue e quando esse prazer atinge um ponto em que ele já não consegue resistir, sai em busca de vítimas.

― Fica excitado com o sofrimento e a morte ― outro estudante havia complementado sua frase.

― Sim! Esses tipos de criminosos não se encaixam em nenhuma das clínicas tradicionais de transtorno mental. Seu comportamento é incompreensível, além da loucura, é claro ― e outra onda de risos tomou os alunos.

― Professora ― uma bela loira levantou a mão, pedindo permissão para fazer uma pergunta.

― Sim ― Sakura a autorizou.

― Podemos dizer que um assassino em massa seja a mesma coisa que um assassino em série?

― Se isso estivesse correto, era o mesmo que eu dizer que os Yankees e o Red Sox não têm diferença ― e outro burburinho instalou-se. ― Digamos que o Red Sox é nosso assassino em massa; apesar de também envolver homicídios múltiplos, é bem diferente do Yankess, que será nosso assassino em série. Em geral, é um homem. Tende a ter passado por alguma humilhação que o faz perder o controle, alguém cuja vida tenha saído dos trilhos. Ele sempre mata o maior número de pessoas possíveis em um único local e quase sempre, comete suicídio ― a sala caiu no riso e alguém gritou em meio a balburdia.

― Yankees malditos!

― Calma-te bambino! ― alguém respondeu, provocando.

― Certo, certo! ― a profiler os acalmou.

― A senhora... ― outra menina da classe começava sua indagação, porém foi interrompida.

― Senhora, não, por favor!

― Professora... ― ela corrigiu-se e continuou sem graça. ― disse que geralmente serial killers são homens?

― Sim, bela observação. O serial killer precisa de uma motivação, certo? ― era uma retórica. ― A motivação, normalmente, se baseia no psicológico ou prazer sexual. Luxúria, apreensão e poder. Isso é o que guia um assassino em série. Como vocês podem ver nos rostos aqui em cima ― ela passou um slide e fotografias de assassinos conhecidos apareceram.

Serial killers são, em sua maioria, homens. Há muita pesquisa e especulação do porquê há tão poucas assassinas em série. Como todos sabemos, a mulher lida melhor com as emoções do que os homens. Mulheres são menos violentas, mesmo quando provocadas, mas o fato do assunto é: A mulher é menos suscetível do que o homem para cometer qualquer tipo de crime violento?

― Podemos afirmar ― a primeira jovem que manifestou-se, voltou a indagá-la. ― que quando mulheres matam, elas fazem isso para defender-se da agressão de homens?

― Podemos afirmar, sim ― Sakura torceu a boca em aprovação.

― Se o termo “assassino em série” ― ela então seguiu. ― é definido por motivação sexual, e o desejo de se apoderar sobre as vítimas, isso tiraria a responsabilidade de quase todas as assassinas.

― Essa é uma observação muito astuta ― a especialista saiu no campo da luz e voltou ao púlpito. ― Torna-se fácil pensar a mulher como vítima da violência e não como agressora. Porém, elas existem porque é da natureza humana o sadismo, a perversão, a psicopatia, o narcisismo. Isso não é uma exclusividade anatômica ou de sexo, raça, credo ou cultura. O fato é que: existem psicopatas e psicóticos, que a olhos não treinados, podem parecer à mesma coisa. E aí entramos em mais um debate sobre igualdades e diferenças.

“Psicopatas, apesar de cometerem crimes brutais às suas vítimas, são perfeitamente capazes de distinguir o certo do errado. Por isso não são considerados legalmente insanos. Normalmente são muito inteligentes, levam vidas comuns e tendem a ter uma aparência cativante... atrativa. Assim eles escondem um coração sombrio e cheio de maldade atrás desta. São livres da culpa e do remorso, e sua principal característica é a falta de empatia.”

― Então podemos afirmar que a senhora seja uma psicopata? ― uma voz grave e rouca soou da última fileira e todos viraram para trás para ver quem atrevia-se, mesmo com certa dificuldade na penumbra que ainda estava presente. Sakura, pelo contrário, de longe, sabia perfeitamente de quem tratava-se e aquilo não lhe embrulhou o estômago como pensou que aconteceria, tão pouco acelerou seus batimentos e em contrapartida seu coração. A mente manteve-se tranquila, bem como seus sentidos.

O dia de enfrentar seus demônios do passado chegara e ficou orgulhosa de si, pois foram anos de prática de autocontrole e agora obteve a certeza de que eles valeram a pena. Sempre alimentamos dúvidas de como reagiremos a tais situações, até vivenciá-las realmente. E agora, ali, diante dele, todas elas esvaíram-se como pó em uma longa rajada de vento. Ele não lhe causava mais nenhuma emoção.

― Sim, senhor ― Sakura levantou a cabeça e o encontrou no meio da multidão. Seus olhos verdes e intensos mantiveram-se firmes nos divertidos dele. Talvez, mas só talvez, teve a impressão de ter vacilado; escutar sua voz era bem diferente de olhar em seus olhos. Contudo, espantou os pensamentos ruins e prosseguiu. ― Você pode me ver dessa forma. A título de curiosidade, nem todo psicopata nasce do jeito que é. Como todas as pessoas, a condição é moldada por uma interação complexa de fatores ambientais e genéticos. Ter o “gene da psicopatia” não significa que o indivíduo vai ser um monstro sem controle.

“Agora eu quero que todos prestem atenção ― apontou toda a extensão do ambiente. ― Pensem o seguinte: de um lado temos uma pessoa, seu atual comportamento é resultado de uma única situação em sua vida adulta, envolvendo o emocional e o profissional, que lhe custou tudo. Então ela, por livre e espontânea vontade decide mudar, decide se fechar para novas aventuras, resistir a certos sentimentos, a partir daquele certo momento. De outro lado temos um psicopata, que não decide se quer ou não agir de tal modo, ele, apenas, nasce assim.”

“Psicopatas andam pela sociedade como predadores sociais ― Sakura continuava sua aula como se o homem fosse um reles aluno interessado em atenção. ― Rachando famílias, se aproveitando de pessoas vulneráveis, manipulando-as... Fazem qualquer coisa para, friso, qualquer coisa mesmo, para conseguirem o que mais desejam.  Quem sabe num certo ponto, até matar. Vejam desta forma, nossa pessoa foi a caça e o psicopata o caçador ― fitou mais uma vez o antigo conhecido.”

― É uma bela explicação para se eximir da culpa ― ele continuou a provação. Todos os presentes já haviam percebido que a troca de farpas entre ambos não era mera metáfora.

― Concordo, os criminosos iam adorar isso, pois significaria que eles “não tiveram escolha” ao cometer as infrações que os enviou à prisão. ― A profiler tentava não depositar muito de sua atenção nele. ― Não existe uma receita para transtorno de personalidade psicótica. Os fatores ambientais são tão importantes quanto os fatores genéticos. Porém, o comportamento antissocial misturado com um histórico de disciplina punitiva, abuso e negligência parece aplicar-se em muitos casos. A psicopatia não é sinônimo de violência. Aliás, o inverso também é válido: não é preciso ser psicopata para ser criminoso, para assassinar, roubar...

― Por que as mulheres são tão mais fortes emocional e espiritualmente do que os homens? ― o moreno não deu-se por vencido.

― Porque a forma básica humana é feminina ― Sakura regressou a encará-lo. ― O masculino é um defeito de nascença* ― ela deu de ombros em meio a um riso fácil, juntamente com os assovios e palmas dos seus alunos. Naquele instante, de algum modo, ela sabia que vencera. Ele riu de lado, fechando os olhos e balançando a cabeça negativamente; levantou, sendo seguido por um segundo homem, loiro, que ela também reconhecia de outros tempos e não reparara até o momento. Sabia também que aquilo não terminara e eles estariam a esperando na saída.

 Sakura finalizou sua aula, porém demorou no caminho do auditório até seu escritório. Muitos foram os alunos que a abordaram no corredor, com dúvidas e questionamentos a respeito do assunto ministrado. Com gosto ela demorou-se nas respostas. Crescia uma certa satisfação dentro de si em deixá-los esperando. Caminhava lentamente, cumprimentando seus colegas professores e até jogando conversa fora com alguns.

― Soube que sua aula foi um sucesso ― Chouji, o professor de história, baixinho e acima do peso, que sempre usava gravatas borboleta de poá e seu paletó de twed*, comentou ao passar por ela.

― Faço o que posso ― Sakura o acompanhou, dando de ombros ao dar alguns passos de costa e o observar se afastar. Gostava, acima de tudo, do gosto do reconhecimento pelo que fazia. Entrou no banheiro e ali procrastinou.

Encarava o espelho ao passo que a água fria, recém jogada no rosto, escorria por seus traços finos. Não era de seu costume usar maquiagem e assim aproveitar-se desses momentos sem preocupações. Tentava, em vão, entender o que sentia; o revés de sentimentos que lhe abarrotavam a mente. Achou ser um misto de ansiedade com medo, além da curiosidade de saber se realmente conseguiria conversar com ele sem falsear. Só saberia tentando. Secou-se e após um longo suspiro partiu em rumo ao seu destino.

Era engraçado pensar que oito anos se passaram desde a última vez que vira Sasuke Uchiha e agora ele estava ali, a poucos metros de si, a esperando. Ele procurou-a e tal feito inflou seu ego, dado que isto significava somente uma coisa: ele realmente estava desesperado por sua ajuda; ela, possivelmente, era sua última cartada e nada mais poderia satisfazê-la mais. Era muita humildade, sem falar na humilhação, para a pessoa de Sasuke Uchiha suportar.

― Desculpem a demora ― Sakura entrou na sala, jogando seu blazer no cabide e a bolsa no aparador ao lado. ― Eu não queria ter vindo ― sorriu em poder ser sincera. Parou em frente aos dois homens sentados do outro lado da mesa.

― É bom de te ver, Sakura ― Naruto, o loiro, pronunciou-se por primeiro, levantando e lhe esticando a mão. Ela retribuiu o cumprimento para logo depois desviar seu olhar para Sasuke e toda sua mediocridade. Ele apenas ficou lá, jogado no assento, com as pernas abertas como um verdadeiro macho alfa. Uma das mãos lhe cobrindo o rosto, escondendo seu descontentamento de estar ali recorrendo logo a quem, enquanto a outra descansava sobre a perna inquieta, reafirmando seu estado de martírio.

― É bom te ver também, Naruto, embora não posso dizer o mesmo de certas pessoas ― sentou e cruzou as pernas. ― A que devo a honra?

― Precisamos de você ― Sasuke então falou, sem rodeios.

― Olha, ele fala ― a profiler provocou.

― Como você pode escutar na sua aula ― o moreno respondeu.

― Na verdade não prestei atenção ― trazia os braços cruzados também, o pé balançando de um nervosismo involuntário. Talvez não estivesse tão preparada como achou que estivesse. Era difícil controlar-se na presença do Agente Especial Uchiha, aquele que sempre lhe tirou do sério tão fácil. Apesar do tempo ele continuava o mesmo e isso a irritou. ― Para mim pareceu mais um zunido vindo do fundo da sala de alguém que não sabia o que dizer e mesmo assim perdeu a chance de ficar em silêncio. Na verdade, você parecia um pouco mais contente com a plateia.

― E você teve a sua chance de calar a minha boca e me deixa aqui esperando por quarenta e dois minutos ― lembrou-se do fim do debate.

― Oh! Você contou? ― fingiu surpresa. ― É como sempre digo, o silêncio é seu primeiro idioma, seja fluente nele ― escorregou na cadeira de rodinhas mais relaxada. ― Bom, cavalheiros, eu suponho que estão aqui porque precisam de minha ajuda.

― Sim, Sakura, precisamos ― Naruto resolveu intrometer-se. Conhecia o amigo e se dependesse dele, eles ficariam horas até sair o pedido da boca do senhor orgulhoso. ― Você era a melhor analista comportamental do FBI...

― Sim, eu era ― interrompeu-o e voltou a encarar Sasuke, este que mantinha o olhar firme no dela.

― Deve estar sabendo dos homicídios em Chicago ― o loiro comentou.

― Assisti algo no noticiário ― foi franca.

― Estamos a meses nesse caso e não conseguimos nada. Toda a vez que achamos que conseguimos algo concreto, terminamos em um beco sem saída.

― Acredito que tenha alguém capacitado dentro do FBI que possa ajudar os senhores.

― Quatros profilers já passaram pela força-tarefa, Sakura. Todos com um perfil diferente.

― Não há nada que eu possa fazer ― afirmou. ― Estou aposentada.

― Ele deixou isso para Sasuke ― Naruto então tirou do bolso algo pequeno, que a especialista em perfis não conseguiu identificar logo de cara. Quando o loiro depositou a peça sobre sua mesa ela então visualizou. Era uma peça de xadrez, mais precisamente o cavalo branco. O silêncio instalou-se por alguns instantes, todos incertos sobre quem deveria continuar realmente com aquela conversa.

― Eu preciso de você, Sakura. ― Sasuke resolveu prosseguir, após respirar fundo umas três vezes, no mínimo. Foi o que a Haruno conseguiu contar. ― Coloquei todos os meus recursos no caso. Já faz três meses e eu não consegui nada.

― Isso não é incomum em casos como este, quando o assassino desaparece. É quando se torna um jogo de espera ― apoiou-se na mesa. ― Paciência é importante.

― Você sabe que paciência não é o meu forte.

― Eu sei ― confirmou, mais para espantar as lembranças do que qualquer outra coisa. Era melhor não ficar pensando muito no assunto de ‘como’ ela sabia, apenas que ela sabia.

― Ele está me insultando. Ajude-me a entender, por favor.

― Pelo contrário, Sasuke. Ele admira você. O cavalo é o protetor do reino, no xadrez é uma arma muito poderosa para fazer jogadas. Acho que ele te vê como um adversário perigoso, ao contrário das vítimas que eram meros peões, soldados descartáveis.

― Com todo o respeito eu não acredito em toda essa coisa, nessa metáfora do xadrez ― Naruto soltou a língua sobre sua incredulidade de que aquilo significasse, de fato, algo.

― E ainda assim, vocês estão aqui, na minha frente, pedindo minha ajuda. Não cometa o erro de subestimar esta pessoa, agente.

― Eu preciso pegar esse desgraçado, Sakura ― Sasuke parecia nervoso, também pudera. Não dormia a meses só pensando em pegar o desgraçado que estava matando garotas inocentes. ― Diga-me o que é preciso para você trabalhar conosco, temporariamente, é claro.

― Desculpe, comandante ― Sakura viu o vinco de insatisfação formar-se na testa do moreno.  ― Mas eu estou aposentada.

― Inocentes estão morrendo, isso deve significar algo para você ― Naruto apelou.

― Significa, mas minha resposta ainda é não.

 

 


Notas Finais


* Frase de Stella Gibson
* Referência a Robert Langdon <3
Livro pesquisado - Serial Killers - Anatomia do Mal


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