História Ya Me Enteré - Capítulo 7


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Categorias Kuroko no Basuke
Personagens Akashi Seijuro, Aomine Daiki, Himuro Tatsuya, Kagami Taiga, Kise Ryouta, Kuroko Tetsuya, Midorima Shintarou, Murasakibara Atsushi
Tags Aokaga
Visualizações 55
Palavras 1.997
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpem a demora, voltei!

Capítulo 7 - Você sempre gostou...


Fanfic / Fanfiction Ya Me Enteré - Capítulo 7 - Você sempre gostou...

Kagami ainda raciocinava sobre o que acontecia, as coisas chegaram há um nível perigoso, seu ex realmente havia cumprido a promessa de lhe buscar.

- O que pensa que está fazendo – Ele perguntou.

Revirei os olhos.

- Eu acabei de dizer. Eu vim te buscar. – Digo novamente erguendo uma sobrancelha.

- Não vai ter mano a mano. – Ele disse frio. Ah eu sabia, ele estava magoado.

Magoado e puto. Péssima combinação.

Eu segurava uma bola de basquete. Estava vestido com um moletom fino que continha uma touca, mas não tinha mangas, ele estava aberto até o peito e era um conjunto com o shorts, ambos eram pretos e tinha uma linha azul marinho na lateral e os meus tênis de basquete (deixados na porta, claro) também pretos completavam o conjunto, pronto para o mano a mano. Eu estava encostado no batente da porta e decidi fazer um joguinho aleatório com ele. Joguei a bola nele.

Ele soltou o celular que caiu em seu pé, por pouco não cai de tela no chão e segurou a bola com ambas as mãos me olhando irritado.

- Oe, qual seu problema? – Me lançou a bola nervoso e fez que ia pegar o celular, mas peguei a bola e joguei contra ele de novo – Oe!

Ele largou a bola no chão e pegou o celular, checando pra ver se mesmo caindo em seu pé estava tudo bem, logo depois começou a correr atrás de mim, e, por instinto, comecei a correr dele. Kagami estava possuído por alguma aura maligna, parece que a cada segundo corria mais rápido, e eu, corria pelo corredor tentando alcançar a sala. Ao alcançar, tentava desviar dos móveis, quando passei pelo sofá ele me puxou pela touca do moletom e me jogou contra o móvel subindo em cima de mim com fúria nos olhos.

- K-Kagami... Eu não to achando isso boa ideia, vamos sentar e conversar – eu tentava apelar para o bom senso – não faça nada que pode se arrepender depois.

- Que foi Aomine, está com medo? – Puxou minha gola fazendo-me ficar cara a cara com ele. – Eu não sei se me arrependeria de socar sua cara.

- Estou... – Eu disse e sorri sacana – medo de ficar excitado com tudo isso e, eu não falei sobre socar a minha cara, falei sobre o que pode acontecer com nós 2 aqui... em cima desse sofá, um em cima do outro.

Kagami pareceu ponderar por alguns segundos, a coisa meio que provavelmente havia ido longe demais, sentia-se estranho, parecia que havia perdido o controle e que retomava-o agora.

- Kami... – Kagami fechou os olhos e balançou a cabeça negativamente, que raio havia feito afinal?

Quando tentou se levantar, eu inverti as posições.

- O que pensa que ta fazendo?

- Oe muda o disco Bakagami! – Eu disse. – Você nos jogou aqui, lembra?

- É, mas agora eu quero levantar. – Disse sério me olhando. Me aproximei devagar.

- Quer levantar? – Segui me aproximando.

- Quero – Disse convicto.

- Quer mesmo levantar? – Segui com a aproximação.

- Quero... – Disse um pouco mais fraco...

- Então levanta... quero ver. – Eu disse ataquei sua boca com vontade.

Kagami parecia surpreso e até disposto a lutar, mas logo depois parou de se debater. Nossas bocas faziam um tipo de ritual, pareciam estar se reconhecendo, pareciam extremamente feliz com a presença uma da outra e queriam mais. Aprofundei o beijo puxando sua cintura para mim com força, fazendo-o gemer contra mim, ambos estávamos com os olhos fechados.

- Você sempre gostou... – Eu disse entre o beijo.

- Maldito... – Ele disse mas não parou o beijo embora ainda parecesse um pouco incerto do que fazia.

- Você sabe que gosta.... – Eu forcei mais minhas mãos sustentando suas costas, fechando meus braços atrás de si levando uma das mãos à puxar seus cabelos vermelhos e maravilhosos.

Ele arfou contra a minha boca.

Decidi parar de ser tão bonzinho e larguei sua boca, indo direto para seu pescoço.

- Ahh.... ei... – Ele tentou falar mas suspiros o impediam

- Cala a boca. – Ordenei. Vamos ver o quanto um bruto fazia falta na vida dele.

Deixei que encostasse no sofá de novo mas mantive minha mão puxando seu cabelo para trás, dando-me visão do seu pescoço, com a outra, desci direto para o seu membro e, ao encostar, senti tanto o meu quanto o dele pulsarem.

- Que merda, como pode estão tão duro com tão pouco, aquele salva-vidas de aquário por acaso satisfaz você? – Eu perguntei e Kagami tentou se mexer. “Ah, agora lembrou da namoradinha? Nem fodendo.” Tornei a puxar seu cabelo – Fica quieto! – Comecei a masturba-lo por cima da calça, que delicia era ouvir ele gemendo de novo, que saudade dessa voz grave embaixo de mim implorando por satisfação.

Kagami queria, queria sair dali, bater em Daiki, expulsa-lo, mas não conseguia, o azulado era magnético à si, era pura física, não importava o que fizesse nunca conseguia se livrar dele e à essa altura nem sabia mais se podia. Estava bom, Daiki era muito bom, seus toques simples sempre acabaram consigo, como sentiu falta do moreno maldito lhe lembrando qual dos 2 mandava em uma foda, era ele.

Me levantei com Kagami me olhando surpreso e confuso, apenas puxei os assentos do sofá – com o ruivo em cima mesmo – me dando mais espaço, ele levantou e eu taquei ele de volta contra o sofá me encaixando atrás dele (ambos de lado, pensem na famosa “conchinha”, voltei a segurar seu cabelo com o cotovelo apoiado no sofá me dando um pouco mais de altura e enfiei minha mão dentro de sua roupa, bem em cima de seu membro. Kagami soltou um gemido de satisfação quando por fim o fiz que parecia esperar por isso.

- Vagabunda, era isso que você queria... – Eu disse apoiando o rosto em seu ombro olhando-o enquanto ele rebatia o olhar de canto de olho.

- Você já tem a sua, porque vir atrás de mim? – Ele perguntou e eu parei por um momento surpreso, porém logo prossegui devagar o torturando e falei em seu ouvido – Que foi? Tá com ciúmes? Agora sabe como eu me sinto toda a vez que vejo você com o maldito arquiteto de suspiro? Ah por favor pare... Estamos falando da Momoi.

- Vocês pareciam bem íntimos – Disse com o rosto corado e os dentes trincados, estava tentando não gemer é? Ah bonitinho, mas vai.

- Não, nós parecemos bem íntimos. - Frisei

 - Céus... – Ele disse sem saber como rebater.

- Eu não tenho nada com ela, eu te juro. E olha, não sou nem sua namoradinha chata e sem sal pra te dar explicações. Mas eu faço assim mesmo porque é você no fim das contas, e eu quero você. – Eu disse devagar frisando cada palavra pra ver se esse cabeça dura entende.

- Mas ela... ahn.... no dia do curry...  – Sequer conseguia falar quando adicionei saliva aos movimentos que eu fazia.

- Não foi nada demais pra mim – Eu disse sacana.

- M-mas – o cortei.

- Shh... – beijei seu pescoço com cuidado e devagar, como se não estivesse o incitando de uma maneira sacana com a mão -  ...geme Kagami.... – Sussurrei.

Eu saia. Sabia que Kagami adorava quando eu era carinhoso e ao mesmo tempo um maldito, eu o torturava com a mão e fazia carinho com a boca, distribuindo beijos por sua face desesperada por alívio.

Logo o fiz virar pra mim e soltei seu cabelo, mas enfiei 3 dedos livres em sua boca, ao qual ele chupou com a mesma maestria de antes.

- Bom garoto... você lembra, não lembra...? – Sorri como um coiote – Bom menino....

Peguei toda a saliva que havia me dado nas mãos e levei ao meu próprio membro, duro como pedra, feliz em como por fim Kagami estava rendido à mim. Surpreendentemente, ele me interrompeu com sua mão e tomou o lugar dela, não sem antes lamber sensualmente os próprios dedos e começar um vai e vem lento comigo. Com a outra mão ele segurou o pulso que eu mantinha dentro de suas calças e o retirou, dando a entender que o prazer agora seria meu.

Arfei, arfei gostoso com o contato dele.

- Que saudade... Isso... faz como seu mestrinho gosta... – Eu disse e Kagami fez uma carinha tão excitada, ele gostava de ser a puta, a minha puta, de servir ao seu mestre, eu.

- Ahn... – Gemeu baixo apenas pela excitação que deve ter corrido seu corpo.

“Está lembrando de alguma coisa ruivinho gostoso?” pensei. Que saudade daquelas mãos me fazendo carinho e amor daquela maneira tão entregue e devota.

Um tempo depois cheio de provocações, eu coloquei minhas mãos novamente. Adicionei mais saliva e aumentei os movimentos enquanto ele fazia o mesmo comigo. Olhávamos um dentro dos olhos do outro, havia saudade ali, eu sabia, ele sabia, só não admitia porque pertencia à alguém, mas não importava, aquele ser insignificante que Murasakibara tanto gostava, tomara que estivessem fazendo o mesmo ou o pior pra ele largar o Kagami de vez e me deixar ser feliz com ele.

Logo ambos aumentamos a intensidade do olhar nos avisando que estávamos perto, minha jaqueta já estava aberta e ele sem camisa, roçando um no outro com vontade, sem palavras, apenas olhares conhecidos.

- Aomine... – Kagami sussurrou e logo fez sua expressão de puro prazer, se desmanchando em minha mão pegando um pouco na linha da cintura, eu o chamei também desesperado e gozei em sua mão e nossos abdomens, assim como ele.

Descansamos um pouco e ele parecia ter dormido. Ele sempre dormia quando gozava gostoso e com vontade, tinha o rosto satisfeito. Retirei a jaqueta dos ombros e segui para o banheiro dele para um banho rápido, logo depois, deixei tudo igualzinho como estava e sai, já vestido e limpo de seu apartamento, não claro sem antes beijar sua boca e o limpar, vai que o tampinha aparecia? Passei um paninho úmido que eu carregava no bolso para limpar o suor e guardei novamente, precisava esconder as provas né? Olhei uma última vez pra ele, parecia tão sereno... mas logo... eu sabia... ele vai querer me matar.

~~~~~~~~~~

Kagami acordou assustado, estava um pouco limpo porém ainda cheirando a sexo, arregalou o olho olhando as horas, eram 16 horas, Himuro voltaria à qualquer minuto!

Se levantou correndo igual à uma bala, tomou um banho rápido, porém, notou no sabonete uma coisa que Tatsuya surtaria se visse e com toda a razão, já que não saberia como explicar. Deuses... O que havia feito? Aquilo não era hora pra pensar, tinha que dar um jeito ainda nas coisas. Colocou a camisa pra lavar e foi limpar o sofá, que não havia muita coisa, mas, não sabia como, uma gota do que parecia ser uma substância branca caiu encosto do sofá. Se apressou em limpar ao constatar o que era, porém ficaram manchado em um tom mais escurecido do que o sofá, mas talvez pudesse enganar Himuro...

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Horas depois Himuro voltou parecendo feliz e Kagami estava tentando agir o mais natural possível com o cú trancado, passava nem wi-fi; a sala estava igual à quando o moreno havia saído. Kagami beijou o namorado com muita vergonha do que havia feito e decidiu ir pro quarto, extremamente culpado porém satisfeito. Himuro também tinha os próprios pensamentos culpados, claro, não como o ruivo mas ainda assim não se sentia bem, então decidiu ver televisão enquanto Kagami olhava as roupas que o menor havia trago para si, fingindo ter notado o quão bonitas eram todas elas, mas não, ele só se lembrava de Aomine. Foi quando o nome o remeteu à mancha do sofá. Mas tudo bem, quem sabe Himuro não notaria, certo?

- Kagami? – Chamou o menor.

- O que? – perguntou distraído.

- O que é isso pingado no encosto do sofá...?

É... talvez não fosse simples assim.

E agora, o que faria? Como explicaria? Fingiria demência? Ou fingiria de morto? Não sabia o que dizer e não era o rei da mentira como Aomine.

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Agora ferrou...


Notas Finais


E aí?


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