História Yandere - Pedriano - Capítulo 1


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Categorias Pedro "SrPedro" Montanari, Yandere Simulator
Personagens Pedro "SrPedro" Montanari, Personagens Originais
Tags Pedriano
Visualizações 36
Palavras 251
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Lemon, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu sei que infelizmente poucas pessoas shippam Pedriano, mas esse é meu otp, e mesmo se só tiver um favorito, eu amo esse shipp e vou fazer mesmo assim.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Yandere - Pedriano - Capítulo 1 - Prólogo


Eu não posso sentir nada...

Durante o tempo que me lembro, eu nunca fui capaz de sentir emoções. 

Eu finjo ser normal quando estou perto de outras pessoas, mas por dentro, eu não sinto nada.

 Isto é normal pra mim!


[...]


— Por favor... Não! — Ele implorava.


— Eu mandei você sair de perto do meu senpai! — Sem nenhuma consideração, enfiei a faca em seu peito.


[...]


— P-por Q-que está com uma e-espada? — A puta perguntou tremendo.


— Isso não é uma espada, e sim uma katana, sua vagabunda! — Me aproximei dela.


— P-Pedro, por favor, Não! — Me aproximei mais. — E-Eu sei que você não é mal! Você tem sentimentos!


— Eu não sinto nada, apenas ódio e amor. — Me aproximei a prensando numa parede. — Isso é por você ter falado com o senpai!


[...]


— Eu não sou um psicopata, Nerd. Apenas sou apaixonado, pra mim é normal matar as pessoas.


— Você é doente.


— E se você continuar assim, vai poder se considerar uma pessoa morta.


[...]


Com o sangue da puta, escrevi "Me nota senpai" na janela de sua sala.


[...]


— Pelo que eu soube, os alunos que estão aparecendo mortos, estão sendo mortos por alguém desta sala. — Comecei a suar frio, apenas três garotos, eles iam nós prender!


— FILHO DA PUTA, SAI DAQUI!!! — Tirei a faca de minha mochila e com apenas quatro golpes, matei o policial e os garotos.


[...]


— Ou você é meu por bem... — Me aproximei apertando seu membro ainda coberto pela calça. — Ou é por mal!



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