História Yandere - You'll Be Mine - Capítulo 3


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Categorias Yandere Simulator
Personagens Personagens Originais
Tags Psicopata, Sequestro, Yandere
Visualizações 8
Palavras 528
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Orange, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Caixa De Chocolates


Fanfic / Fanfiction Yandere - You'll Be Mine - Capítulo 3 - Caixa De Chocolates

     — Estúpida! — Pensou Emilly ao entrar em casa, chorosa. — Ela poderia… entender! Eu preciso protegê-la! Mas fui fraca outra vez.
     Seus olhos começaram a marejar, ela jogou o buquê na parede e as pétalas voaram pelo chão da sala. Ela se sentou no chão e abraçou os joelhos, enxugando as lágrimas. Não conseguia esquecer do olhar triste de Terry, não podia esquecer de como ela chorou quando pensou que estivessem apenas fazendo alguma brincadeira sem graça com ela. 
     Emi sentiu que precisava recompensá-la de alguma forma pelo mal que causou. A caixa de bombons recheados ainda estava ali ao lado. 
* * * 
     Terry estava com um olhar triste mesmo um dia depois do ocorrido. Lauren estava com ela, segurando suas mãos, consolando-a. Emi observava ao longe, com os dedos firmes na caixa de chocolate e o coração acelerado. O ciúme da amiga de Terry incendiava nos pensamentos de Emi. A amiga realmente acreditava que poderia ajudar?! Como era idiota! Emilly seria a única! Elas se entendiam, elas foram feitas uma para a outra. Não era culpa de Terry, no entanto. Ela que não foi capaz. Ela que precisava mostrar o caminho. Quando Lauren se distanciou da loira, Emilly respirou fundo tomando coragem e erguendo a cabeça. Ela que tinha que mostrar o caminho. E agora ela iria. 
     — Terry? — Emi chamou sorrindo de canto sentindo as bochechas queimando. 
     — Ah, Oi Emilly. — Ela se virou forçando um sorriso. 
     — Oi. — Tentou não gaguejar. — Eu vi que estava… Que está um pouco triste… 
     — Gentileza sua se preocupar. — Balançando levemente a cabeça. — Mas não foi nada. 
     — Se te deixou assim, então foi alguma coisa. — Desfez o sorriso sentindo culpa. — Então eu achei… Que gostaria de chocolates. Eles me ajudam, sabe?
     — Ah, não precisa. — Sorriu, e seus olhos sorriram junto. 
     — Não adianta recusar. — Emi riu. 
     — Então vai ter que comer comigo. — Sorriu. — Senta aqui. 
     — Se insiste… — Disse e ambas riram. 
     Terry contou tudo para Emi, que a consolou, sentido uma enorme culpa. 
     — Não se preocupe, eu estou com você, sempre. Acho que deveríamos marcar um dia para tirar uma fotos, pintar… — Emi convidou. 
     — É, deveríamos mesmo. — Terry sorriu. 
     Terry não podia ignorar o fato que Emilly estava sendo uma ótima amiga. Claro, ela ainda estava triste pelo garoto que a deixou sem explicações e ainda mais por ter levado um bolo no dia anterior. Mas… Emilly está ali agora, e seu sorriso fazia seu coração acelerar. Como não tinha notado a garota antes? 
     — Melhor irmos para a aula. — Terry levantou corando com seus pensamentos. Como poderia ter pensamentos como esses com alguém que não fosse David? 
     Mas David a tinha deixado, não tinha? Que mal poderia haver nela querer conhecer outra pessoa um pouco melhor?
     Emilly a seguiu, sem entender a atitude repentina da garota.
     — Eu fiz alguma coisa? — Perguntou respirando fundo. 
     —Não, não fez nada. — Respondeu com medo de magoá-la. Terry deu um beijo na bochecha de Emilly. — Obrigada pelos chocolates. 
     Emilly sentiu seu rosto corar e um sorriso tímido surgiu em seus lábios.  
     Mesmo com medo de estar apressando demais as coisas, a de cabelo rosa pegou nas mãos da loira, que permitiu ainda tímida, e foram para a sala de aula. 

 


Notas Finais


Obrigada por ler!!


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