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História Yandere Reverse - Capítulo 25


Escrita por: e Maigo-Chan


Notas do Autor


Aaaah, não me matem, mas eu considero esse capítulo uma obra de arte.
O motivo pelas 3352 palavras? Bem, há um tempo atrás, essa fanfic bateu 100 favoritos, então considerem o meu especial de comemoração atrasado.

(E a demora de duas semanas? Releve que eu tô com dengue e que foi horrível escrever com uma dor de cabeça do inferno, com uma febre horrível e uma dor que, céus...)

Beijos com chantilly, granulado e uma cereja no topo!
Boa leitura.

E tentem não surtar.

Capítulo 25 - Porque eu te amo


- Essa é a garota. - Diz o homem, já com uma aparência mais velha e desgastada mas que nem por isso parecia ter perdido o vigor de sua juventude. E, me entregando um envelope, dá a ordem - Quero que você a mate.

O olho, me perguntando mentalmente o motivo pelo qual devo eliminar meu alvo. Saco um pequeno abridor de cartas do bolso de minha camiseta e abro o envelope, logo depois o guardando de volta. Dele, puxo alguns papéis, contendo no primeiro um nome e uma foto.

- Essa garota é suspeita de alguns assassinatos. Ela foi descoberta, mas não haviam provas o suficiente contra ela, então ela foi absolvida pelo tribunal. - Pego então o segundo papel, o qual contia suas suspeitas e umas pequenas provas e acusações. - Ainda assim eu confio na minha intuição, e também acredito na palavra da minha filha. Se ela desconfiava dessa mulher, certamente tinha alguma coisa por trás. - O terceiro papel tinham informações pessoais, histórico escolar e passagem criminal. - Ela mudou de escola recentemente, então creio que vai ser mais difícil para ter uma noção dela por terceiros. Mas para todo caso, consigo pegar essas informações. - E então pego o quarto papel. Informações familiares. - Preciso que fique o mais próximo possível dela. Descubra tudo o que puder, cada detalhe, cada ato, tudo que possa ser considerado suspeito. Não deixe nada escapar. Me relate tudo semanalmente, quero informações sobre ela e o que faz de todos os dias, incluindo sábado e domingo. Dê seu jeito de conseguir. - E o quinto e último papel contém uma cópia de uma matrícula. Dessa vez, em branco. - Comece essa segunda. Use o que for necessário, eu te ofereço o dinheiro, não se preocupe.

Então o Sr. Saikou se vira, segurando uma taça de vinho, já pela metade, na destra, enquanto que a outra mão ficava por trás de suas costas.

- Apenas mate Ayano Aishi.

[...]

Ayano's P.O.V.

Um lugar aconchegante e com um ar mais caseiro, essas são as características que eu usaria para descrever esse café.

Durante à manhã aqui é calmo, quase invisível aos olhos das poucas pessoas que passam na rua, porém à noite é totalmente o oposto. Fica agitado, com um bom aumento no fluxo de clientes.

O motivo? Muitas pessoas chegam do trabalho com fome à essa hora, e como aqui é o único lugar que vende comida caseira e lanches a essa hora, o lugar enche. Bem, isso é bom. Eu pego o turno noturno, de qualquer forma.

Mas, independente disso, agora é hora de ir para casa. Eu me atrasei uma hora, tenho certeza que o Yuno vai perguntar. Não, eu tenho certeza que ele irá perguntar. Dois dias de convivência são o suficiente para perceber que uma pessoa odeia atrasos, que segue estritamente os horários. Gostaria de ser assim também.

Mas, isso é praticamente uma tarefa impossível para mim. Me atrasar - assim como a violência - está no meu sangue, não é algo que eu posso controlar. Não com tanta facilidade, mesmo já não tendo mais tanto esse hábito.

Então, sem demora, chego em casa. A melhor coisa do meu novo emprego é a localização dele. Apenas duas quadras. Eu poderia pedir por coisa melhor? Obviamente não.

Entro e logo fecho a porta. Chat vem me receber, e após seu carinho, some. Uma gata pidona, realmente muito interesseira.

- Senpai, finalmente chegou. Sabe como eu estava preocupado? - diz Yuno com nervos à flor da pele - Eu estava pensando até em ligar para a polícia.

- Com qual telefone? - digo enquanto retiro meus sapatos na entrada - Você insiste que eu não compre um pra você, ele iria resolver muitos problemas.

- Não posso abusar da sua boa vontade.

- Considere apenas um favor.

- Já considerei muitos favores vindo de você. Se eu aceitar mais um, nunca vou poder retribuir.

- Por isso se chama favor. Não tem intenção em retribuir, é um presente. - Então paro para o analisar - E qual o motivo pelo avental de cozinha?

- Isso? - segura uma parte do pano em suas próprias mãos, me mostrando. E com um sorriso, diz - Eu estava fazendo um bolo.

- Bolos me lembram do Amao.

- O seu colega?

- Meu amigo. - Digo com um sorriso bobo pelo rosto. - Vocês poderiam se conhecer.

- Eu passo. A última vez que conheci um amigo seu foi aquele tal de... Aynato.

- Ayato - O corrijo. - E, bem... Ayato-kun não é muito bom em conversar com as pessoas. Mas ele é uma bom garoto, dê mais uma chance à ele. Vai ver que ele é legal.

- Vou pensar. - Ele parou, colocou uma mão em sua bochecha, sujando-a de algo que parecia ser farinha.

- O que foi?

- Você tá bonita.

Por essa eu não esperava. Yuno nunca pareceu se importar com esse tipo de coisa antes, é a primeira vez que o vejo me elogiando.

- Obrigada. Esse é o meu novo uniforme.

- Uniforme? Ele trocaram a roupa de marinheiro pra roupa de empregada na sua escola?

- Não, bobinho. Essa roupa é do meu novo emprego. - Digo sorrindo, enquanto o garoto se espanta.

- Senpai, vai trabalhar como empregada?

- Não, vou trabalhar em um Maid Caffe! O que acha? - Digo rodopiando em meus pés, o mostrando meu pequeno vestido rodado de empregada. - Lembrando, você não pode mentir. E não pode discordar!

- Sua mandona.

- Sou mesmo! - Então rimos juntos. - Yuno-kun... sinto cheiro de queimado...

- Queimado? - Então começa a cheirar o ar, levantando sua cabeça na tentativa de sentir o cheiro. - O BOLO!

[...]

Eu já falei o quanto Osano Najime é insuportável? Um tsundere nato, com todas as piores qualidades de um. Maaas... ele não é apenas isso.

Além de tsundere irritante, ele também consegue ser bem amável às vezes. Como agora por exemplo.

Como presente por ter conseguido a vaga na cafeteria, ele me deu uma pulseira. Uma linda e vermelha pulseira de macramê.

- Fui eu que fiz... Só espero que não arrebente. - Ele vira o rosto para o lado, corando - M-mas se arrebentar... Pode devolver. Se não tiver gostado também...

- Eu adorei. Você também tem uma, não é?

- Sim. Olha - Estende o braço ao lado do meu, os mostrando juntos - Como a lenda do fio. Vamos sempre estar conectados, enquanto usarmos.

- Sabe que a lenda não é "estar conectado" e sim ter a sua "alma gêmea", não é?

- Oh... - virou o rosto para mim, ainda corado, segurou em minha mão direita e então começamos a andar - serve também.

- Osano Najime, você é uma belo exemplar de uma caixa de surpresas - Rio.

- Gostei. Pode repetir a parte do "belo"? - ri, desviando o olhar para sua frente.

- O que aconteceu? Você me parece bem felizinho hoje. Talvez um pouco... ousado também? - dou uma leve batida em seu braço esquerdo.

- Sabe Senpai... Hoje é sexta-feira. Acho que... p-pode ser isso.

- Sim. Hoje é sexta-feira.

E então chegamos no terraço. Osano e eu sentamos em um dos bancos e então ele me entrega um bento. Eu fiz o meu, mas ele me fez deixar na sala porque queria que eu experimentasse o dele. O abro e então sinto seu cheiro. Uma prevenção contra envenenamento. Ele pega um hashi, tira comida do meu e leva até a minha boca.

- E então, gostou? - pergunta o Najime.

Salgado demais.

- Sim. Eu adorei! - respondo com um sorriso. A minha vontade, sinceramente, é de jogar fora. Mas, por respeito ao cuidado - raro - dele, não vou o fazer. - Você também não costuma cozinhar. Estou realmente muito surpresa, senhor Najime.

- É só um... agrado. Você é uma... pessoa muito especial para mim. Sabe disso não é?!

- Mas é claro! Você também é muito importante pra mim, Osano. - começo então a lembrar de uma coisa - Verdade. Você foi o meu primeiro amigo aqui em Sakura. A primeira pessoa a falar comigo, e até agora ainda não desgrudou. - Seguro em sua mão. - Obrigada! É sério. Obrigada por fazer parte da minha vida. Eu nunca vou esquecer de você.

- S-Senpai... - fica alguns segundos olhando para mim, corado e de forma encantada. - B-baka! N-não diga coisas fofas assim do nada. - vira o rosto para o lado oposto ao meu - Apenas coma, baka.

Então se concentra em seu próprio bento, envergonhado.

Termino de comer depois de um tempo, me segurando para não vomitar. Coloco o potinho ao meu lado, e então levanto.

Eu nunca comi tão rápido na minha vida.

- Osano, eu vou no banheiro. Eu tomei um remédio de manhã e eu tô passando um pouco mal agora.

- Senpai, quer vomitar?

- É, eu estou um pouco enjoada.

- Quer que eu desça com você? Ou... que eu faça uma massagem? Talvez eu fale com a Conselheira? Qualquer coisa, Senpai.

- Não, não se preocupe. Eu só vou descer por um instante e depois eu volto.

Vou então para o banheiro do segundo andar, jogo para fora toda a comida ruim de Osano, e vou para a minha sala. Pego uma bala na minha bolsa e então começo a chupá-la, no intuito de tirar o gosto ruim da boca. Me sento na cadeira e fico pensando, com a mão direita segurando meu queixo.

- Senpai?

Me viro para a porta. Esperava Osano, mas não foi ele quem me chamou.

- Ah, Senpai! Finalmente te achamos!

- Olá... Perdão, mas quem são vocês?

- Desculpa não avisar antes. Bom, nós somos do 2-2, a outra turma. Nós só estávamos passamos por aqui e acabamos te vendo. - Diz uma garota de cabelo roxo, a qual eu não sei o nome.

- Sim. Ah, e podemos te chamar de Senpai, não é? Parece que todos te chamam assim por aqui. - Falou agora uma menina de cabelo ciano.

- Claro, fiquem à vontade. - Dou uma pequena pausa. - Aliás, quem seria "todos"?

- Bom... Além do quarteto maravilha, o Saikou-sama, as pessoas do primeiro ano, em especial Hanako-Chan, o macumbeiro sinistro, os delinquentes e boa parte da faculdade, muitas outras pessoas. - explicou a garota morena.

- Céus, Mas eu nem conheço toda essa gente...

- Querida, você é bem famosinha nesse colégio. Confesso que tenho um pouco de inveja. Aliás, desculpa a demora de nós nos apresentarmos. - começou a roxinha - Meu nome é Sotoma Haruka.

- Meu nome é Taki Miyu - disse a azulada.

- O meu é Ajia Ashitomi. Prazer em conhecê-la.

- O prazer é meu, meninas.

- Mas então, Senpai, qual é o seu segredo? - pergunta a Haruka.

- Sim, sim. Queremos saber.

- Segredo para quê?

- Não faça a egípcia. Sabe do que estamos falando. - Diz Ashitomi.

- Queremos saber como fazemos tantos admiradores. Vai me dizer que não notou todos os garotos atrás de você, Senpai? - Pergunta Miyu

- Eu consigo contar... onze. - Diz pensativa Taki.

- Não, são doze se contar o Yamada-Kun do terceiro ano. - completa Sotoma.

- Mas eu contei ele...

- Então esqueceu do Masuta. O líder do clube de artes marciais.

- Ah, sim. Foi dele que eu esqueci.

- Doze? Vocês não acham que talvez estejam... exagerando um pouco?

- De forma alguma. Vai dizer que não percebe? - as olho com um olhar confuso - Menina, você realmente não sabia.

- Então você também não sabe que... Najime-kun... - elas se entreolham. Me escondem algo.

- O que Osano tem haver com isso?

E elas se calam. Ficam se olhando, dando pequenos sorrisos cúmplices, e enquanto isso eu fico me remoendo de curiosidade. Vacas.

- Bem, se ele não contou, não sou eu que vou estragar a surpresa - Disse a azulada.

- Nem eu - Concordou a arroxeada.

- Muito menos eu. - seguiu a morena.

- Mas... meninas, eu quero saber.

- Só fique com uma coisa em mente. Hoje é sexta-feira.


[...]


As aulas ainda estão longe de acabar. Porém logo estaremos no segundo intervalo, e essa é a coisa pelo qual eu mais anseio neste momento. Meu estômago ronca ferozmente, estou faminta.

Aliás , ele está vazio.

- Aya-Chan, está ouvindo? - Pergunta Mido, o tarado.

- Hum? - Volto a realidade sem pensar em comida - Sim.

Então o sinal toca, e sem demora, procuro meu segundo almoço. Passo longos cinco minutos com a cabeça na bolsa até perceber que eu não o trouxe.

No lugar, pego meu celular.


Chat: Yuno

- Yuno-kun, eu deixei meu almoço em casa?


Nada de respostas por enquanto. Me levanto e saio da sala. Começo a subir as escadas, quando esbarro em Osano, que me segura.

- Opa, para onde vai?

- Eu planejava subir.

- Eu te acompanho - sorri.

Então subimos juntos, e no meio do caminho o meu celular vibra em minhas mãos. Uma mensagem de Yuno.


Chat: Yuno

- Deixou
- Já levo pra você :)


Sorrio ao ler a mensagem, coisa que faz Osano me perguntar o motivo para tal ato. Apenas ignoro.

Ao chegarmos lá em cima, ficamos observando o colégio juntos. Olhamos para a grande cerejeira ao fundo da escola. Tinha uma garota se confessando para um garoto. Não sabia quem eram, mas me sentia feliz por eles.

- Admiro a coragem - digo ao vento, num sussurro baixo.

- Realmente... Conhece a lenda da grande cerejeira, não é? Se você confessar seu amor a uma pessoa em baixo da grande Sakura em uma sexta feira, a pessoa vai aceitar.

- Claro. É uma linda lenda... pena que não é real.

- Não acredita?

- Não mais.


Yuno's P.O.V.


Peguei o almoço de Senpai e comecei a andar em direção à sua escola. Me pergunto o por quê de ela só ter me pedido agora, e não na hora do almoço normal dela. Mas bem, ela deve ter seus motivos.

Chego ao seu portão e encontro ninguém mais, ninguém menos que ninguém. Decido mandar uma mensagem, mas sou interrompido. Por, aliás, alguém nada agradável, e o qual eu não tinha percebido a presença até o momento.

- O que faz aqui?

- Hostil como sempre, não é Ayato-kun?

- Não me chame assim. É Aishi-San pra você, ratinho.

- Olha, eu não quero brigar com você. - bufo com uma leve irritação - E por mais que o que eu faço aqui não te diga respeito, eu vou dizer. Ayano esqueceu o almoço dela, então eu vim trazer. Se não for incômodo, poderia chamar ela?

- ... - Me olha friamente - Eu posso entregar pra ela.

- Prefiro fazer eu mesmo. Não confio em você. Se você me trata assim, imagino o que poderia fazer com ela.

- EU NUNCA ENCOSTARIA OU SERIA RUDE COM A MINHA SENPAI.

- Sua Senpai? - O olho nos olhos. Ele gosta da Ayano? Isso, toda essa hostilidade comigo, é por puro ciúmes? O fato de eu morar na casa dela, é o motivo principal por todo esse ódio? - Senpai não é só sua. E não tem motivo pelos ciúmes.

- Não posso confiar no homem que tentou beijar minha garota enquanto ela estava dormindo.

- Você... você estava nos vigiando? - me assusto - Sabia que isso é crime?

- Eu não me importo. A única que importa é minha Senpai - Diz de forma apaixonada. - E eu já tenho obstáculos demais sem contar com você. - Para pra pensar e, com um sorriso, me propõe. - Mas você pode me ser útil.

- E como eu seria útil à você?

- Hoje, um certo garoto planeja se confessar para Senpai. Quero que impeça-o de fazer isso.

- E o que eu ganharia fazendo isso?

- Privacidade? Dinheiro? - Pensa mais um pouco - Talvez uma garantia de que ninguém se machuque, ou até mesmo que Senpai não te odeie. São inúmeras as opções, dá até pra escolher. E bom... tenho certeza que posso achar um certo alguém para você.

Então, interessado na última parte, decido perguntar.

- E como exatamente eu faria isso?


[...]


Mando uma mensagem para Ayano, um simples "cheguei" e uma carinha feliz. Não demora muito e logo ela chega, acompanhada por um garoto. Ao me ver ela sorri, e eu retribuo o gesto. O menino, por sua vez, fecha a cara.

- Yuno-kun, finalmente você chegou. Achei que não viesse mais. - coloca uma mão em cima de sua barriga e faz movimentos circulares na mesma com a palma da mão. E fingindo estar triste, diz - Eu estava morrendo de fome. Planejava me matar de fome, Yuno-kun?

- Jamais, meu anjo.

- Não parece. Me dá! - Diz estendendo seus braços em minha direção, na tentativa de pegar a sua comida, mas para ao ver o portão fechado, e sabendo obviamente que a caixa não passaria por ali. - Droga.

Então, sem mais demora, eu empurro a porta de ferro, abrindo espaço para poder entregar sua comida.

- Você tem tanta sorte por me ter, pequena.

- Claro. O que seria de mim sem você, meu salvador?

- Nada, minha cara donzela.

- Oh, meu príncipe salvador de comida. Como devo lhe agradecer?

- Conheço uma boa maneira de fazer isso...

- Senpai, vai demorar muito? - se pronuncia impaciente, pela primeira vez, o garoto de cabelo alaranjado.

- Sim, Osano. Eu só...

- Já vou então, Senpai. Não quero estragar o tempo do casal.

- N-nós não somos um c-casal, baka!

- Longe disso. Não suportaria essa laranja irritante. - brinca Ayano, colocando seu braço em torno do pescoço do maior, que fica vermelho. Pouco tempo depois, ela se solta, rindo.

- Eu vejo. Então posso fazer as honras?

- Honra de qu... - Não tem tempo para terminar de falar. Puxo Senpai pela cintura, a abraçando com a mão direita. E, enquanto isso, a minha esquerda vai em seus cabelos. A puxo, até mesmo com um pouco de força, e a beijo. Seus olhos mostram sua surpresa, mas logo se fecham, correspondendo. No meio, eu olho para o garoto, que se encontra surpreso, dececionado e triste. Terminamos o beijo, ofegantes, e então sorrio por ter conseguido levar duas pessoas a um estado irado, de irritação extrema. O garoto em minha frente se encontra deplorável, quase em prantos, enquanto o outro... tenho certeza que deve estar com ódio em algum canto, afinal, ele é um stalker fedido, óbvio que deve ter visto. - Yuno-kun...

- Eu já vou. - prendo sua comida, dentro de um saquinho plástico, em suas mãos. - Vou te esperar em casa. Vou estar no seu quarto. Se quiser mais alguma coisa é só me mandar uma mensagem.

E então vou embora.


Osano's P.O.V.


Destruído. Essa é a palavra que eu usaria para me descrever agora. Isso foi uma cena tão nojenta, tão difícil de ser vista, e o pior é que eu sequer tenho o direito de ficar com raiva. Aliás eu e ela não passamos de...

- Osano! Pode parar um instante?

- Não.

- Mas o que eu fiz de errado? Você sabe tanto quanto eu que eu não fiz nada. Eu sequer quis isso.

- Que pena, não é?

- Osano, para de andar um pouco. Vamos conversar.

- Não.

- Osano Najime! - segura em meu pulso enquanto eu tentava fugir. Eu apenas quero distância agora, apenas espaço para poder chorar sem ela me ver nesse estado... patético - Qual o seu problema?

- O meu problema? - abaixo a cabeça, ainda de costas para ela. E, baixinho, começo a deixar as lágrimas que cismavam em cair rolarem por meu rosto.

- Olha, Yuno não é assim. Isso não deve ter... passado de uma brincadeira. Mas eu não entendo - suspira pesadamente - Por que está fugindo de mim? Eu... Eu não fiz nada errado. Por que está fazendo isso?

- Por quê? - Me viro rapidamente, banhado em lágrimas. E berrando, digo - Não era óbvio o suficiente? Não estava bem claro? Você não percebe que eu te amo?

Não passamos de amigos.


Notas Finais


Amados, não me matem.
Ah, vamos, o Yuno não podia ser o único com senso né?! Ou todos tem, ou ninguém.
Maaaas, isso acabou magoando um pouquinho a nossa cenoura né?! Tadinho do meu bebê (Diz a mesma pessoa que fez ele chorar)

Qualquer dúvida ou sugestão, falem comigo!! Eu amo responder seus comentários♡ (sim, eu copiei e colei essa parte mais uma vez. Maaas, eu quero realmente fazer vocês entenderem que podem falar comigo qualquer hora)

Se vc ler 1000 palavras por dia, vai demorar três dias e um pouquinho pra terminar esse capítulo.
Essa informação não teve relevância alguma, mas eu queria falar.

E, como esse capítulo foi um especial, vou dar não apenas uma, mas sim 3 lindíssimas sugestões para vocês!

- Rebecca Studies - https://youtu.be/9U2bpJSBhUA

Esse é o canal de uma amiga minha. Eu tô fazendo um pequeno favor p ela, já q ela já me ajudou tanto em tantas coisas.
Ah, só tem um vídeo por enquanto, mas logo logo ela vai postar mais.

- My Cafe

Sabe aqueles joguinhos que aparecem em propaganda e vc baixa só p ver se é legal mesmo? Então, foi assim q eu descobri esse joguinho onde vc gerencia uma cafeteria cheia de gente fofoqueira. Bem... Não é bem assim, mas é legal.

- Bohemian Rhapsody (Queen)

Confesso, eu tô extremamente viciada nessa música. E... Bem, quem nunca ouviu falar de Queen? Talvez vc não conheça pelo nome, mas tenho certeza que conhece se eu cantar um trecho de uma música deles. Afinal, quem nunca cantou "Weeee are the champions, my friends, and weeee'll keep on fiighting til the end"

Então amados, é isso. Só falando mais uma vez, falem comigo se tiverem qualquer dúvida, sugestão ou uma idéia. Eu já disse que eu amo ler comentários não é?!

Então eu vou ficando por aqui. Sejam felizes e até a próxima!!


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