História Yarn - Capítulo 7


Escrita por: e Daddy_Yixing

Postado
Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Chenle, Doyoung, Haechan, Hansol, Jaehyun, Jaemin, Jeno, Jisung, Johnny, Jungwoo, Kun, Lucas, Mark, Personagens Originais, RenJun, Taeil, Taeyong, Ten, Winwin, Yuta
Tags Abo, Akai Ito, Almas Gêmeas, Haechan, Incesto, Mark, Markchan, Markhyuck, Minhyung, Nct, Soulmates, Universo A/b/o
Visualizações 246
Palavras 1.343
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ecchi, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OI! ESTAMOS AQUI FINALMENTE COM A VISÃO DO MARK YEAAAAH!
leiam as notas finais, por favorzinho, vai ter um recadinho bem importante, ok!?
Ignorem os erros, eu não reviso os capítulos

Capítulo 7 - Capítulo seis: Emoções


;mark lee

Respirei profundamente, tentando me focar em Taeyong. O coreano tagarelava incessantemente sobre algo que eu sequer conseguia entender; sua voz parecia um eco distante, uma vez que eu estava observando Hyuck. Eu não sabia o porquê de todo aquele turbilhão de sentimentos repentinos que me fizeram deseja-lo de forma insana nos últimos dias, só sabia que sentia algo muito forte por ele e vê-lo tão próximo de outro alfa fazia meu sangue ferver.

Taeyong me cutucou, questionando se eu estava o ouvindo, mas eu sentia como se estivesse em outra galáxia, como se só meu corpo estivesse ali. E aí, meu coração falhou. Não fui sequer capaz de piscar, tamanho foi minha surpresa. E por um momento, desejei com todas as minhas forças ser cego. Antes não tivesse visto aquilo, antes tivesse feito algo, antes tivesse proibido meu irmão de ir a aquela festa. Me levantei, minha visão até pouco confusa; tentava esquecer, mas ele iam fundo no beijo. Eu odiava aquilo, simplesmente odiava, um sentimento ruim me tomava, eu só queria matar Johnny, queria que ele nunca mais pudesse tocar em Donghyuck. Respirei fundo, e toda minha sanidade se esvaiu de uma vez só.

···

Acordei. Em um estado de alerta, me sentei rapidamente. A luz era tão forte que eu fui obrigado a fechar os olhos, sem conseguir enxergar; duas mãos empurraram meu peito com leveza, me fazendo deitar novamente.

—Se acalme. Está tudo bem. —Uma voz desconhecida falou, e eu me senti ainda mais apreensivo. Abri meus olhos lentamente, vendo uma garota. Sem cheiro, uma beta. Logo pude reconhecer que eu estava no hospital; as paredes brancas, a enfermeira. Percebi que eu estava tomando soro direto na veia, sentia meus olhos pesados. Suspirei, me ajeitando melhor na cama. —Sua família estava esperando você acordar, vou permiti-los entrar, um por um. —A garota murmurou, e se retirou.

Eu não lembrava do que tinha acontecido, era como uma parte vaga na minha memória. Respirei fundo, e logo vi Donghyuck entrar no quarto, e não pude evitar sorrir; finalmente algum rosto conhecido, em meio toda aquela confusão. Ele me olhou, sorrindo minimamente, se aproximou e se sentou do meu lado na cama.

—O que aconteceu? —Perguntei, e ele suspirou, encostando a cabeça em meu ombro. Sorri sem perceber; minha mão estava dolorida e enfaixada, mas mesmo assim levei-a até os cabelos do menor, acariciando-os.

—Você se meteu em uma briga. —Ele murmurou, e eu ri baixo, negando com a cabeça; tinha de ser eu.

—E pelo jeito eu perdi feio. —Respondi risonho, vendo ele negar com a cabeça.

—Ganhou. Sabe, Johnny está bem pior que você. —Ele riu baixo ao dizer, e eu o olhei, arqueando a sombrancelha. Bufei ao lembrar do beijo. —Você me assustou. A enfermeira disse que você foi no instinto.

—Uou…que coisa, não? Sempre fui um garoto calmo, e de repente me meto numa briga dominado pelo meu alfa interior? Sabe o que isso significa? Que você nunca mais deve beijar ele. Nem chegar perto. Nem conversar por mensagem. Relações cortadas. —Falei sério, abraçando seu corpo, e ele me olhou, rindo antes de se acomodar em meu abraço.

—Tudo bem, tudo bem. Eu não quero mais ver você daquele jeito, sério. Foi assustador, você é tão baixinho perto dele, e quase que o cara foi a óbito. —Fiz uma careta com suas palavras, tentando ignorar a forma como ele me comparou com aquele garoto cujo nome não pretendo dizer. Ele riu da minha cara, me abraçando com força, e eu acabei por sorrir novamente. Me aproximei de seu rosto, analisando-o demoradamente. Levei minha mão dolorida ao seu rosto, acariciando sua bochecha com cuidado.

—Você é só meu, Hyuck. —Sussurrei, acabando com a distância entre nossas bocas de vez. Eu não podia descrever o que sentia, de forma alguma. Eu apenas sabia que, de alguma forma, que ele era meu. E com "meu" eu quero dizer meu mundo. Meu amor. De repente, ele tinha se tornado tudo aquilo que me importava, e eu não conseguia explicar porque, mas sabia sentir, sentir seus lábios, sentir aquele sentimento bom. E esperava poder sentir aquilo para sempre, porque eu também era dele.

···

Fui para casa ainda naquela tarde. Eu estava bem, apesar de alguns machucados; o enfermeiro explicou que so estavam me esperando ficar consciente para me dar alta. Em casa, alguns amigos me visitaram, até mesmo Jeno e Jaemin, que passaram por lá para visitar Haechan (se eu não estivesse todo dolorido, teria ficado de olho, não ia com a cara deles). Taeyong ligou de noite, avisando que tinha ido testemunhar na polícia sobre a briga e por isso não tinha ido me visitar a tarde; infelizmente tinha virado caso de polícia, mas pelo que ouvi meus pais estavam resolvendo o assunto. Eu ainda não entendia bem o porque de meus descontrole. Digo, tudo bem, eu fiquei com ciúmes. Mas a forma como eu reagi não foi normal; não fiquei bravo ou revirei os olhos, nem bufei. O ciúmes que senti me fez avançar numa pessoa como (literalmente) um animal selvagem. Aquilo era intrigante, tudo estava confuso e intrigante. Eu tinha certezas confusas, sentimentos confusos, e eu só queria entende-los, mas isso parecia um monstro de 7 cabeças, como se fosse impossível. Suspirei.

Estava em meu quarto, descansando. Algumas visitas já tinham me esgotado, até falar era uma tarefa meio chata quando se está todo dolorido, e ter falado "Eu não estava sob controle" centenas de vezes tinha me cansado. Taeyong viria passar a noite comigo, e meus pais iriam sair, provavelmente passariam a noite fora pra resolver o problema da polícia. Donghyuck ia dormir na casa de Chenle, mas aparentemente o ômega tinha se envolvido com Lucas, e não estava em casa, então por fim meu irmão também dormiria em casa. Eu apenas esperava que eu pudesse descansar bem a noite para acordar renovado.

—Markie, será que podemos conversar? —Me sentei na cama mais rápido que pau se adolescente subindo para a Mia Khalifa. Ok, isso foi uma comparação estranha, corrigindo: Me sentei na cama rapidamente. Haechan estava esconstado no batente da porta; os cabelos ruivo-desbotados estavam úmidos e bagunçados. Já estava pronto para dormir. Eu concordei com a cabeça, e ele se aproximou, se sentando ao meu lado. —Está se sentindo bem?

—Melhor do que quando acordei, só estou cansado. —Sorri, admirando seu rosto até que ele desviasse o olhar por vergonha. Fiquei um pouco culpado por ter olhado ele até deixá-lo sem graça, mas era inevitável. —O que quer falar?

—Eu só queria perguntar se você está bem mesmo, e conversar atoa. Eu achei que você fosse morrer. —Ele respondeu simples, me fazendo rir baixo. Abracei seu corpo, e ele se encolheu, se ajeitando em meus braços. —Mark…você acha que o Taeyong-hyung é sua alma gêmea? —Ele sussurrou, me fazendo o olhar, pouco pensativo. Taeyong e eu éramos ótimos transando, mas como um casal, nem tanto. Ele não era minha alma gêmea, eu bem sabia, mas mesmo assim, era alguém legal de passar o tempo.

—Não. Sabe, quando mamãe diz tudo o que você sente em relação a sua alma gêmea, eu tive certeza que não era ele. —Pausei, sorrindo ao aproximar nossos rostos. —Nós combinamos na cama, mas eu ainda não conheci uma pessoa que me prendesse além disso… —Deixei meu tom de voz baixar, até sumir. Eu não queria conversar. Estar com Haechan passou a ser um tempo onde eu inexplicavelmente sentia que estar com ele era…simples. Como se simplesmente estar fosse muito superficial. Eu queria tocá-lo. Abraça-lo. Conversar sem precisar de palavras, fazer ele…sentir. E era isso. Algo pairava sobre nós, era palpável, mas inexplicável. Podíamos sentir, mas de forma alguma podíamos descrever. E ele sentia o mesmo, eu sabia. Só paramos o beijo quando ouvimos passos no corredor. Donghyuck se levantou, os lábios vermelhos e inchadinhos chamando minha atenção; acenou, sorriu, e saiu. E eu me senti vazio e oco, enquanto Taeyong entrava no quarto, me questionando várias coisas que eu não ouvi. Eu não queria estar ali, queria estar com Donghyuck, e isso era muito estranho. Suspirei. Tudo aquilo iria me enlouquecer.


Notas Finais


Olá! Esse capítulo é bem confuso e cortado. Como vocês perceberam, o Mark está totalmente perdido, e é exatamente por isso que a fanfic é narrada pelo Hyuck, porque ele, apesar de confuso também, entende a situação e os próprios sentimentos, e o Mark ainda está tentando desenvolver e entender os próprios sentimentos, por isso toda a confusão! Além disso, o akaito está sendo forte na luta, e tentando juntar os dois de qualquer maneira, por isso tantos impulsos repentinos e etc. Enfim, se está confuso, é porque eu fiz certo -p


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