História Yarn - Capítulo 8


Escrita por: e Daddy_Yixing

Postado
Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Chenle, Doyoung, Haechan, Hansol, Jaehyun, Jaemin, Jeno, Jisung, Johnny, Jungwoo, Kun, Lucas, Mark, Personagens Originais, RenJun, Taeil, Taeyong, Ten, Winwin, Yuta
Tags Abo, Akai Ito, Almas Gêmeas, Haechan, Incesto, Mark, Markchan, Markhyuck, Minhyung, Nct, Soulmates, Universo A/b/o
Visualizações 190
Palavras 1.042
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ecchi, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLÁ! VOLTAMOS PARA A POV DO DONGHYUCK YEEEEES
esse capítulo está vazio e confuso ;-; mas é a intenção, bebês
LEIAM AS NOTAS FINAIS

Capítulo 8 - Capítulo sete: Destemido


;lee donghyuck

As coisas estavam estranhas e boas ao mesmo tempo. Conforme os dias passavam, era mais frequente as vezes que eu acabava aos beijos com Mark em algum canto da casa, e era ainda mais frequente nossas briguinhas por ciúmes. Eu odiava Taeyong, e ele odiava Johnny. E ambos mantínhamos relações com os tais, bem, tecnicamente eu não mantinha relações com Johnny, mas ele estava doente no hospital, e a culpa era minha (de certa forma) então eu costumava visita-lo com frequência, e Mark faltava derreter de ciúmes. Eu também ficava bravo com ele e Taeyong aos beijos pela casa; mas nem todo ciúme do mundo era suficiente para nos distanciar. A tarde a gente brigava, de noite nós ficávamos aos beijos na dispensa (o único lugar da casa onde ninguém ia, um quartinho escuro e apertado no porão).

Aos poucos Jaemin e eu íamos achando mais e mais evidências de que eu e Minhyung éramos almas gêmeas, mas era frustante como nossa situação era difícil. No fim, eu me distanciava dos "estudos" para me envolver com meu irmão. Papai e mamãe nem desconfiavam, e isso era de longe a melhor coisa que tinha acontecido até então.

Tudo parecia estar nos conformes.

[...]

O estalo do tapa que foi desferido contra minha bunda encheu a casa silenciosa. Dei um gritinho fino, acertando um tapa na cara de Jaemin, que sem vergonha como era, apenas riu, me jogando um beijinho. Revirei os olhos, rindo, e ele me acompanhou.

—Ah, vai, admite, eu sou seu amigo, conta pra mim, Hyuckie. Ele já apertou sua bunda? —Dei um tapa no ombro dele, sentindo meu rosto quente. —Hmm…aquela dispensa pequenininha, cheia de comidas, ele jogando leite condensado no seu corpo e lambendo… —Ele prosseguiu, sorrindo malicioso. A ideia da língua quente de meu irmão deslizando por todo meu corpo me fez corar ainda mais. Mordi meus lábios, desviando o rosto, e Jaemin gargalhou alto. —Ah! Te peguei! Ou melhor, o Mark te pegou, né? Por trás, hein Haechan? Pra você sentir o pauzão dele se esfregando na sua bunda, AÍ DELÍCIA, VOCÊ ADORA, NÉ SEU SAFADO? VAI HAECHAN, ADMITE! —Ele deu outro tapa em minha bunda, e eu me perguntei onde foi que eu arrumei aquele doido varrido. Totalmente corado e embaraçado pelas suas palavras, empurrei ele, ameaçando esmagar suas bolas, e ele me segurou por trás, esfregando o corpo contra o meu, enquanto ria alto. Imediatamente, como se o mundo odiasse a mim, Mark apareceu na porta da cozinha. Olhou a cena. Fechou a cara. Jaemin se afastou, sem graça ao perceber que sua brincadeira tinha acabado em merda, e saiu de fininho dizendo que ia mijar.

—Ele tava se esfregando em você. —Mark afirmou, suas sombrancelhas se franzindo. Eu diria que ele estava fofo com aquela expressão irritadinha, mas eu suspirei, sabia que ele não estava nada feliz.

—Você sabe como ele, tava fazendo graça! —Respondi, bufando em seguida; ele me olhou minuciosamente, e se aproximou, beijando-me demoradamente, porém de forma superficial.

—Eu queria te marcar, Haechan. —Ele sussurrou, me olhando sério, e eu arregalei os olhos. Estava pronto para lhe perguntar sobre aquilo, quando Jaemin voltou a cozinha. Mark saiu, enquanto o Na vinha para perto de mim com uma foto nas mãos.

—É o Mark. —Ele afirmou, parecia atordoado. Me mostrou a foto, me fazendo sorrir minimamente. Mark estava no colo de uma moça baixa e loira, de sorriso cativante que lembrava muito o do meu irmão. Ao lado, um homem alto, de um sorriso tão iluminado quanto os cabelos também loiros. Nós braços da moça, um bebezinho adorável sorria para a câmera.

—É…que fofo, eu nunca tinha visto essa foto… —Comentei sorrindo, e ele me olhou. —Onde encontrou?

—No lixo do banheiro. Haechan, você não acha que o homem lembra o Mark? Sabe quem são? —O olhei confuso, rindo baixo.

—Devem ser parentes nossos, de certo. Ou amigos dos meus pais, essa foto foi tirada quando eles ainda estavam no Canadá. Vê? Mark ainda era um bebezinho babão. —Ri comigo mesmo, observando a foto. Jaemin parecia ainda perdido; ele pegou a foto.

—Posso ficar com ela? —Ele me olhou sério, e eu fiquei tipo "Pra que você quer uma foto do Mark bebê?"

—Er…pode…? —Ele sorriu, enfiou a foto no bolso, e foi embora. E eu percebi que minha vida era um conjunto de acontecimentos repentinos, confusos e complexos.

[...]

—Você vai mesmo? —Era Mark. Na verdade, a voz brava de Mark. Estávamos meio que discutindo. Seria aniversário de Jaemin no dia seguinte, mas digamos que ele tinha pegado ranço/trauma de festas após o último acontecimento. Suspirei, sorrindo levemente, paciente.

—Ele é um dos meus melhores amigos, Mark. Você não precisa ir, sei que a última festa te deixou atortoado e-… —Ele me interrompeu.

—E nada disso. Pensou se tem outro Johnny, sei lá! E se ele sai do hospital? Vai ficar aos beijos com o primeiro alfa que encontrar? —Franzi as sombrancelhas, e ele imediatamente desfez a expressão forte ao perceber o que tinha dito. —E-eu não quis dizer isso, digo, eu só…sei lá.

—Já entendi. Eu vou, e espero que você pare com isso. —Murmurei por fim, e um silêncio incômodo se instalou entre nós. Conversa finalizada.

Depois da festa as coisas ficaram…estranhas. A relação entre nós se aprofundou, mas tudo ainda parecia…vazio. Parecia que as coisas estavam embaralhadas e sem sentido. Suspirei.

Eu não era um garoto exigente ou mimado. Mas as coisas não estavam tão perfeitas quanto eu pensei que seria. Achava que depois daquele mar de confusão e sentimentos, algo bom viesse. Mas fui aos poucos percebendo que tudo ainda estava…enrolado. Cheio de nós. Tinha mais, eu precisava de mais, aquilo não era o suficiente. Faltava um pedaço naquilo tudo, algo importante o bastante para mexer na situação a ponto de tudo parecer estranho.

Eu não conseguia imaginar o que estava acontecendo. Mas eu sentia, sentia que algo estava errado, e eu que eu precisava descobrir o que era. Naquela mesma tarde, eu liguei para Jaemin; ele era o único que se disponibilizava a me ajudar, e eu esperava que as coisas se resolvessem melhor com a ajuda dele. Tudo estava confuso novamente, e eu, Lee Donghyuck, apesar de confuso, era destemido. E decidi descobrir a peça que faltava.

E eu pude finalmente entender o Destino e suas artimanhas. 


Notas Finais


Oi! Bem, 100+ pessoas curtiram a Yarn, por isso, decidi criar um grupo pra gente conversar >.<
Bem, o grupo será geral, mas enfim, entrem lá! Vamos conversar sobre as atualizações, futuras fanfics, assuntos diversos, enfim enfim, conto com vocês :3
https://chat.whatsapp.com/4FxdIQ46823Fe6b6xcjENU
Até a próxima, bebês!


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