História Yellow Flowers - Jikook - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Amarelo, Bts, Drama, Flores, Jikook, Kookmin, Principe, Realeza, Romance
Visualizações 34
Palavras 1.917
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


não esqueçam de dar suporte à fanfic, eu amo vocês!
boa leitura <3

Capítulo 2 - Dois


— Eu só quero desaparecer por um tempo. — lamentou Jimin, deitado no colo de Taehyung, que corria com os dedos por toda a extensão do rosto do rapaz. — Isso não vai dar certo.

— Você não pode afirmar nada, Jimin. Você precisa ajudar a gente nessa. — Kim Seokjin, o mais velho dos três melhores amigos, disse com simplicidade, rabiscando as ideias que tiveram.

— Se me descobrirem, irão me matar. — olhou manhoso para o platinado. — Eu só estou fazendo isso pela minha família, não quero envolvê-las em algo desse tipo.

— Não vão te descobrir, Chim. — Taehyung lhe olhou nos olhos. — Fica calmo, já repassamos o plano três vezes, quando você se sentir seguro, é só nos enviar a carta e deixar nós fazermos o nosso trabalho. — beijou a pontinha de seus dedos. — Tudo bem?

O louro assentiu, respirando fundo. Endireitou a postura e ficou sentado no meio dos rapazes. Seokjin segurou sua mão esquerda.

— Sentiremos sua falta. — sorriu. Jimin concordou com a cabeça, agarrando a mão de Tae também.

— Eu amo vocês. — Park variava o olhar entre os dois presentes no quarto. — São minha segunda família, tudo o que tenho de mais precioso. Me prometam que, se vocês perceberem que estão sendo observados, deixarão o plano de lado e voltarão para casa? — apertou suas mãos.

— Está bem, nós prometemos. — Jin lançou-lhe um olhar reconfortante, logo se levantando.

Taehyung se aproximou, abraçando Jimin por trás, com ambos ainda no chão.

— Ficaremos ok. — sussurrou. — Logo estaremos são e salvos em nossas casas assistindo aquele idiota sair do trono. — Jimin riu, amava o jeitão de Taehyung. Ele lhe trazia segurança, sempre trouxe, por ser mais velho que si, mesmo que por apenas um ano. Assim que criaram amizade, Park tornou-se o protegido do rapaz.

Apesar do grande carinho que sentiam um com o outro, nunca chegaram a namorar. Taehyung já havia lhe roubado um beijo, mas nada além que um selar de lábios.

Seokjin é um amigo de infância de Jimin, estão juntos desde que se entendem por gente. A família do platinado era composta por músicos. Nos festivais que ocorriam dentro da província, os rapazes sempre arrumavam um jeito de participar, seja Jin com seu violino e Jimin com sua dança clássica.

— Eu tenho que ir. — levantou-se, desvencilhando-se de do moreno. — Vejo vocês amanhã? — viu os amigos concordarem, logo se despedindo e retornando à floricultura.

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— Omma?! — Jimin gritava pela casa, procurando desesperadamente pela pulseira que Taehyung havia lhe dado de presente de aniversário no ano passado. Era simples, possuía uma faixa mediana preta, com um pingente no formato de uma flor. O rapaz era apaixonado pela bijuteria. — Onde você está?

— Estou bem aqui, meu amor. — a mulher apoiou os braços nos ombros do filho, que estava totalmente tenso. Iria para o castelo em poucos instantes, deixaria sua pequena irmã e sua mãe. 

— Ah, certo. — suspirou. — Nos comunicaremos a partir de cartas quando estiver em Busan, da mesma maneira negociaremos sobre as flores enviadas ao palácio.

— Tudo bem. — Jiwon lhe abraçou fortemente. — Ficaremos bem, não se preocupe. Sabe que Taehyung e Jin visitarão a gente. — beijou sua testa, logo segurando seu rosto com as duas mãos. — Eu te amo, querido. Eu aprecio demais o carinho que tem por mim e por Sun, mas está na hora de você ir viver a sua vida. Não pode se prender a nós. Entendido? — o rapaz assentiu, sentindo seu coração acelerar ao escutar três batidas na porta. Era o carro que lhe levaria até sua moradia temporária.

Abraçou a mãe fortemente e recolheu sua pequena mala, de mão, achando também a pulseira que procurava anteriormente. Enquanto a Park mais velha ia atender a porta, viu sua irmã aparecer no cômodo, segurando um de seus ursinhos de pelúcia favoritos.

— Pra você. — ergueu os bracinhos, entregando-lhe a pelúcia de um coelho branco, nem tão branco assim, devido aos seus anos de duração. Jimin ajoelhou-se de frente à garota e pegou seu novo presente. — É para você não se esquecer de mim. — coçou os olhinhos, que se enchiam de lágrimas, apertando o coração do irmão. — E para você abraçar quando ficar triste. — fez um biquinho nos lábios.

Park abraçou-a com ternura, sentindo as lágrimas surgirem em seus olhos também, logo fungando baixo. Acariciou os fios castanhos claros da irmã e beijou sua bochecha.

— Oh, pequena. — sorriu minimamente. — Eu nunca vou me esquecer de você, tá bom? — Sunhee concordou com a cabeça. — Eu vou voltar logo, prometo. — levantou, pegando a menina no colo e levando-a até a porta, onde encontrou sua mãe conversando com Jin e Taehyung. — Eu te amo, Sun. Amo com todo o meu coração. — beijou o topo de sua cabeça. — Logo a gente vai se ver de novo e eu vou poder te encher de beijinhos.

A garota sorriu, colocando seus braços ao redor do pescoço de Jimin e beijando sua bochecha. Park colocou-a no chão e ficou do lado de sua mãe, tendo o corpo de Taehyung sendo jogado sobre o seu.

— O que farei sem você? — o moreno lamentou.

— Nem parece que há dois dias atrás tava querendo me ver fora de casa imediatamente. — Jimin riu, apertando o abraço.

— Idiota. — Kim acabou rindo também. — Boa viagem, Chim. — desvencilhou-se do abraço, acariciando o braço de Jimin, que agradeceu. — Se cuida direitinho.

— Toma cuidado, estaremos te esperando. — Seokjin lhe abraçou também. — Mande notícias, nós te amamos. — Park assentiu, com o peito já cheio de saudades.

Por fim, abraçou a mãe novamente e entrou no carro, sentando-se no banco traseiro, com sua mala. Abriu o vidro e acenou para eles.

Sentiu uma lágrima fina cair, ficar longe de casa seria duro, mas faria de tudo para ajudar aqueles que ama.

Endireitou a postura no banco e respirou fundo. Precisaria tomar muito cuidado a partir de agora, caso quisesse continuar com sua vida.

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Jimin estremeceu ao sentir o clima gélido de Busan, logo sentindo o arrependimento de não ter vindo com um suéter que tinha em casa. Ao sair do carro, avistou diversos guardas na porta do palácio, sentindo seu coração acelerar. Levantou a cabeça e continuou andando reto.

Quando, finalmente, entrou no castelo, assustou-se com a beleza e o tamanho do lugar. 

As escadas eram largas, com um tapete avermelhado em meio aos degraus, tomando contraste com o dourado dos corrimãos. O andar tinha diversas portas, que Jimin exploraria mais tarde, se lhe permitissem. Criadas e mordomos corriam para todos os lados com roupas para a realeza ou qualquer outra coisa que lhe interessariam. 

Ficou perdido em meio a tudo aquilo, não sabia sequer onde seria seu quarto.

O louro pulou ao sentir uma mão pousar em seu ombro. Quando virou-se para ver quem era, deu de cara com um rapaz sorridente, com os fios negros.

— Você deve ser Park Jimin, certo? — perguntou-lhe.

— Sim, sou eu. — respondeu enquanto tentava normalizar a situação. — E você é?

— Min Yoongi, sou mordomo do príncipe. — curvou-se, vendo Jimin repetir o ato. — Ajudarei você a instalar-se no palácio, mostrando-lhe cada pedacinho disso aqui. — sorriu abertamente. — Peço perdão pelo susto, senhor.

— Não há necessidade de me chamar de senhor. — Park sorriu. — Chame-me apenas de Jimin.

— Certo, Jimin. Siga-me, levarei o sen.. você até seu quarto. — o de fios negros chamou, sendo seguido por Jimin, que passava os olhos por todos os cantinhos do castelo, encantado, porém, receoso.

Park subiu até o segundo andar, vendo que a mesma escada que lhe levou até ali tinha uma continuidade para outro andar. 

— Quando chegar aqui, vire à direita, seu quarto é no final do corredor, venha. — Yoongi gesticulava animado, parecia ter gostado do rapaz.

Assim que o louro chegou em frente à porta, respirou fundo. Descansou a mão na maçaneta e olhou para o semelhante, que apenas assentiu com a cabeça, num estimulo para que Park continuasse o ato. E foi isso que fez.

Ao abrir a porta, se deparou com um quarto extremamente grande, com uma cama de casal no centro, com a cabeceira encostada na parede. Ao seu lado havia uma escrivaninha com um abajur e à sua frente, na outra parede, uma penteadeira com um espelho e uma cadeira e uma estante, seja ela para colocar qualquer coisa do interesse de Jimin.

O quarto possuía uma poltrona um pouco afastada da cama, onde, na mesma parede, havia uma lareira pequena.

Do lado da porta, instalava-se um guarda-roupa branco, grande, junto à uma mesa para trabalho. Perto da estante tinha uma porta que dava acesso ao banheiro, que possuía, tanto um chuveiro, quanto uma banheira.

O quarto também dava acesso à sacada, que era separada do mesmo através de uma porta de vidro, toda decorada.

Toda a decoração do ambiente tinha a coloração puxada para o azul, o que acabou agradando Jimin.

— Bom, como pode perceber, há um espaço sobrando, que pode ser preenchido por algo de seu interesse, se quiser, claro. — Min lhe guiava pelos cantos do dormitório. — Agora são exatamente 13h15 da tarde, estávamos lhe esperando para servir o almoço. — Jimin arregalou os olhos.

— Ninguém almoçou ainda? — tinha suas bochechas ardendo, envergonhado pelo fato de ter feito as pessoas esperarem para poderem comer.

— O príncipe Jungkook sim, ele tinha que participar de uma reunião e não pôde esperar pelo senhor, digo, você. — Yoongi coçou a nuca. — Enfim, ele pediu desculpas por isso e logo viria conversar contigo sobre as flores.

Jimin concordou, vendo uma moça de cabelos castanhos entrar no cômodo com cabides de roupas na mão.

— Com licença, senhor Park. — ela sorriu gentilmente. — Chamo-me Kim Dahyun, vim entregar-lhe sua vestimenta. — mostrou um conjunto feito com uma calça social preta, assim como o blazer e uma camisa da cor branca. — O senhor quer ajuda para vestir?

— Uhm, não acho necessário. — sabia se vestir, não precisava de ajudantes. — Obrigado. — não queria soar grotesco, sorriu para a garota e foi em direção ao banheiro.

— Esperaremos aqui. — Yoongi disse num tom mais baixo.

O louro suspirou pesado, retirando suas próprias roupas e colocando as que lhe foram dadas. Olhou-se no espelho, arrumando seus fios dourados para o lado, podendo perceber as maçãs do rosto levemente avermelhadas.

Encontrou os sapatos sociais ao lado de Dahyun, logo os calçando.

Escutou algumas instruções de ambos e seguiu com o de fios negros até o andar principal, parando em frente à enorme porta de madeira.

— O rei, a rainha e a princesa já estão aí, estão almoçando já. Você ficará comigo em uma mesa menor, ao lado da família real. — endireitou a postura do rapaz, segurando seus ombros. — Não esqueça dos modos, nunca abaixe a cabeça quando estiverem falando com você. Não há a necessidade de ficar nervoso, estarei a todo segundo ao seu lado. — afirmou, vendo Park concordar, respirando fundo.

Quando as portas se abriram, Park tremeu da cabeça aos pés, avistando os Jeons erguendo suas cabeças para lhe observarem.

Yoongi curvou-se, sendo acompanhado por Park, que tinha a expressão séria enquanto ouvia o rapaz falar.

— Vossas Majestades, Vossa Alteza, esse é Park Jimin, o encarregado da decoração floral do aniversário de Sua Alteza, príncipe Jeon Jungkook. — Jimin assentiu com a cabeça, com os batimentos cardíacos acelerados e suando frio.

— É uma honra estar aqui hoje. — sorriu.

— É um prazer vê-lo, senhor Park. — a rainha sorriu. — Sinta-se à vontade, Yoongi estará sempre presente caso precise. — concordou, agradecendo. Viu a princesa sorrir também, enquanto o rei permanecia com a expressão séria.

— Sente-se, Park. — disse calmamente. — Assim que meu filho realizar suas tarefas, virá falar com o senhor. — disse, logo voltando a comer. Jimin assentiu, curvando-se novamente e sentando-se na menor mesa junto a Min.

O dia estava apenas começando.


Notas Finais


espero que tenham gostado!

bru xoxo


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