História Yes - Capítulo 61


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Categorias Demi Lovato, Wilmer Valderrama
Personagens Demi Lovato, Personagens Originais, Wilmer Valderrama
Tags Buddy, Demi, Demi Lovato, Dilmer, Lovatics, Stay Strong, Wilmer, Wilmer Valderrama, Yes
Visualizações 122
Palavras 1.813
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 61 - I'm not ready to say goodbye!


Fanfic / Fanfiction Yes - Capítulo 61 - I'm not ready to say goodbye!

     No dia 06 de maio acordei com meu celular tocando, Wilmer estava dormindo abraçado com Batman, peguei meu roupão e desci em silêncio até a varanda para não acorda-los.

- Mãe? - Era meio estranho ela me ligar aquela hora então só podia ser algo sério.

- Fil.. - Ela estava chorando, sua respiração estava acelerada. - As notícias não são boas.

- Mãe oq aconteceu? - Meu coração parou. Não, oque há de errado?

- Descul...- Ela não conseguia falar, parecia devastada. As lágrima começaram a escorrer pelo meu rosto.

- Mãe por favor, fala oq aconteceu. - Sussurrei

- Sua vó piorou, Demi! - Meu mundo pareceu desmoronar naquele exato momento. Isso não pode estar acontecendo! Minha vó já tem bastante idade e após morte do meu avô ela ficou um pouco mais fraca, ela fica ligada a alguns aparelhos durante a noite para conseguir respirar bem.

- Por que.. Mãe, por favor não! - Cai de joelhos no chão. Eu não podia perde-la, não vou suportar isso! – Oq aconteceu? – Suspirei.

- Ela está cansada filha. Sua vó tem 93 anos e depois que o papai morreu, bem..- Ah saudade quer leva-la!

- Ela sente dor? – Sussurrei em meio a soluços.

- Não! Ela está bem, calma e alegre. Mas está chegando a hora. – Sua voz falhou e ela voltou a chorar.

- Mamãe..

- Você pode vir pra cá? - Ele sussurrou.

- Sim... - Sussurrei tentando controlar minhas emoções - Eu amo você mãe!

- Também te amo! - Coloquei o celular no chão e abracei minhas pernas contra o corpo, senti uma dor insuportável crescer no meu peito e as lágrimas foram aumentando a cada segundo.

- Demi? - Ouvi Wilmer atrás de mim. - Oq aconteceu meu amor?

- Ai, ai Wilmer, isso não pode estar acontecendo! - Não conseguia falar, tudo oque saia de mim eram lágrimas e a dor só aumentava. Ele se ajoelhou e me abraçou forte.

- Oq aconteceu? - Ele sussurrou.

- Mi.. Não, não! - Eu me negava a acreditar que aquilo estava acontecendo. Eu vou perde-la!

- Se acalme, por favor! - Wilmer me pegou no colo e me levou pra perto da lareira, eu estava congelada. - Vou pegar algo para você tomar, tente se acalmar, por favor! - Me acalmar? Como? Vou perder uma das pessoas que eu mais amo nesse mundo.

- Vou perde-la! - Sussurrei tentando controlar minha respiração. Wilmer voltou da cozinha com uma xícara de chá. - Vou perde-la, Wilmer! - Encontrei seus olhos e deixei as lágrimas saírem novamente.

- Oq aconteceu? - Ele se sentou de frente pra mim.

- Minha mãe ligou! - Respirei fundo e deitei a cabeça em seu ombro. - Minha vô piorou, não sabem ao certo se ela vai resistir.

- Eu sinto meu amor! - Ele suspirou e beijou minha cabeça, coloquei meus braços envolta dele e ele me apertou contra seu corpo. - Me desculpe por não poder fazer nada para que isso passe! - Ah meu doce Wilmer!

- Obrigada por estar ao meu lado! - sussurrei. - Eu amo você!

- Eu te amo, Demi! - Levantei o rosto e o beijei.

- Tenho que ir pra lá. - Me afastei de seus braços e tomei o chá. - Preciso vê-la, ficar com ela enquanto ainda posso! - Meu corpo estremeceu, a dor em meu peito só aumentava. Wilmer me encarava sem saber oque fazer, seus olhos estavam vermelhos e a respiração estava acelerada.

- Ela precisa de você! - Ele sussurrou. - Me perdoe!

- Pelo que? - Levantei o rosto para encontrar seus olhos.

- Por não poder ir com você, eu tenho gravações e reuniões. Me perdoe Demi! - Ele começou a chorar. Ah meu amor, como posso ficar brava por isso?

- Ei! - Levantei seu rosto com as mãos e sorri tentando conforta-lo - Eu amo você e só por estar ao meu lado agora já é algo muito importante.

- Eu amo você! - Ele sorriu e me beijou.

Naquela tarde fiz minhas malas e peguei um avião para Dallas, não sabia oque ou como ficaria em relação aquilo, eu estava com medo. Não queria perde-la, mas se ficar significava que ela teria que suportar alguma dor eu tinha que aceitar. Quando cheguei Dallas estava sentada nas escadas com a cabeça entre as mãos.

- Oi miss Texas! – Chamei, ela levantou e correu até mim, Dallas me abraçou forte e começou a chorar. - Também senti sua falta! - Sussurrei

- Ah Demi! - Ele suspirou e me apertou mais. - Obrigada por vir, as coisas est... - Sua voz embargou e eu a abracei mais forte.

- Como ela está? - Sussurrei. Dallas se afastou e me encarou, seu rosto estava inchado e vermelho.

- Está bem, precisa ficar ligada aos aparelhos o tempo inteiro agora, mas ela faz tudo parecer bem, ela está sendo..

- Forte! - Sussurrei e apertei as mãos dela.

- Sim! - Fingi não perceber quando ela olhou rápido para meus pulsos para se certificar que estava tudo bem. - Vamos!

Fazia alguns meses que não vinha pra casa. Minha agenda é sempre cheia e eu tento estar presente ao máximo. Sempre! Mas não é tão fácil. Maddie estava sentada no sofá e correu até mim assim que entrei.

- Como você está meu amor? - A apertei contra mim, ela estava chorando.

- Que bom que você está aqui! - Ela sussurrou e me abraçou mais forte.

- Sempre pequena! - beijei sua cabeça. - Onde a mamãe está? - Maddie levantou o rosto para me encarar e secou as lágrimas.

- Na varanda! - Beijei a cabeça dela respirei fundo. Eu sabia que não estava pronta para aquilo, mas como minha vó eu tinha que ser forte. De novo!

- Mãe! - Sussurrei. Ela estava chorando com a cabeça apoiada nas mãos. Corri até ela e a abracei, tudo oque eu estava segurando desde que sai de casa pareceu explodir, toda a dor pareceu aumentar milhões de vezes mais e eu não conseguia parar de chorar. - Por que mãe? - Sussurrei

- Ah Demi... - Ele suspirou e beijou minha cabeça. - Estou feliz por você estar aqui. - Ela sorriu triste e me abraçou novamente. Quando conseguimos nos controlar me sentei e frente pra ela e entrelacei meus dedos dos dela. Minha mãe parecia bem e forte por fora, mas eu sabia que aquilo era apenas um disfarce, eu o usava as vezes!

- Como você está? - Seus olhos que sempre eram calmos, agora pareciam perdidos, estavam vermelhos e lágrimas escorriam pela sua bochecha. Ela apertou os lábios e respirou fundo

- Eu não sei! - Ela apertou minhas mãos e me encarou. - É difícil saber que ela vai ir embora e que não podemos fazer nada a respeito. Ela continua sorrindo e tentando fazer a gente se sentir bem, mas ela é minha mãe, Demi!

- Mamãe! - Sussurrei e a abracei novamente. - As coisas vão ficar bem, eu estou aqui para oque você precisar. Eu te amo mãe!

- Ah minha filha, eu também amo você! - Ela beijou minha cabeça. - Senti tanto sua falta!

- Também senti mamãe! Me desculpa por não ser tão presente. – Um nó se formou na minha garganta.

- Ei, ei! Meu amor não se sinta assim, você tem uma vida, uma carreira nós entendemos e amamos você! – Ele sorriu me consolando e beijou minha testa.

- Onde ela está? - Sussurrei. Meu coração acelerou e senti as lágrimas se acumularam novamente dentro de mim.

- Na sala! - Ela apertou minha mão e eu me levantei. Não sabia ao certo oq me esperava, não sabia se eu conseguiria ser forte diante dela.

- Vovó? - Sussurrei. A cama dela estava de costas pra mim e o barulho dos aparelhos ecoavam pela sala.

- Demi? - Sua voz parecia fraca, mas ouvi-la me chamar fez meu coração bater mais rápido. - É você querida?

- Oi vovó! - Andei até ela. Ela estava um pouco pálida, mas seus olhos brilharam quando me viram e ela sorriu.

- Ah minha querida! - Ele levantou os braços e eu a abracei. - Senti sua falta! - Ela sussurrou.

- Também senti sua falta, vovó! - Estar nos braços dela era como voltar a ser criança, seu cheiro, a forma como ela acariciava meus cabelos para me fazer sentir melhor. - Como a senhora está?

- Estou bem meu amor e você como está? - Puxei uma poltrona e me sentei ao seu lado segurando sua mão. - Wilmer não veio com você? - Wilmer! Sorri sem percebeu ao ouvir o nome dele. – Ôh, você realmente o ama muito não é minha filha?

- Eu amo, vovó! - Sorri e ela acariciou meu rosto. - Ele não pode vir, está gravando uma série e cheio de entrevistas, mas ele te mandou um beijo. - Ela sorriu e apertou minha mão. - Como está se sentindo?

- Estou bem filha. Não sinto dores ou qualquer outra coisa, só preciso descansar. Descansar de verdade! - Deixei algumas lágrimas escaparem. - Sabe filha, sinto falta de seu avô, muita falta mesmo. Sabe esse amor que sente pelo Wilmer? - Fiz que sim com a cabeça e encarei seus olhos calmos. - Bem, imagine esse amor em 50 anos. - Ela fez uma pausa e apertou minha mão. - Foram 50 anos de uma história, uma família, de altos e baixos. 50 anos movidos pelo amor, sempre juntos, eu por ele e ele por mim e ai por obra de Deus ele precisou ir embora e eu fiquei sozinha. - Não consegui conter minhas lágrimas, sabia como ela se sentia ou pelo menos tinha um exemplo daquilo, eu e Wilmer estamos juntos a 6, mas cada segundo que fui obrigada a passar sem ele era terrivelmente doloroso, imagina pra ela?

- Eu sei vovó! - Sussurrei.

- Tudo bem meu amor. - Ela passou a mão pelo meu rosto e sorriu. - Olhe pra mim querida! Eu quero que me prometa que caso eu não possa ficar, você vai ser forte, vai ajudar sua mãe e vocês vão seguir em frente. - Ela fez uma pausa e segurou minhas mãos. - Eu tive uma bela vida, Demi e vocês são a prova disso a minha vida, mas agora chegou a hora de eu descansar. - Algumas lágrimas escorrem pelo rosto dela e eu abracei. - Me prometa!

- Eu prometo vovó. Prometo! - Eu não acreditava naquilo, não podia viver sem ela. Minha avó sempre foi uma grande heroína pra mim um dos meus portos seguros. Ela sempre foi uma mulher forte e feliz e mesmo agora é assim que ela se mostra, calma, bem e confiante. Mas eu não estou pronta para dizer adeus! 



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