História Yes... My Lady O Corredor Da Esperança - 60 capítulos - Capítulo 3


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Categorias Kuroshitsuji
Personagens Alois Trancy, Elizabeth Midford, Grell Sutcliff, Hannah Annafellows, Madame Red (Angelina Dalles), Mey-Rin, Personagens Originais, Pluto, Príncipe Soma Asman Kadar, Ran-Mao, Sebastian Michaelis, Snake, Sr. Tanaka
Tags Kuroshitsuji
Visualizações 109
Palavras 1.280
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Lírica, Literatura Feminina, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Seinen, Shoujo (Romântico), Slash, Sobrenatural, Steampunk, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - (( Capitulo 1))


"A saúde da mente é tão importante como a do corpo..."

 

Não parecia haver luz naquele lugar, já não se via mais a luz do sol ou o canto dos pássaros do lado de fora do Hospital, o mundo era apenas quatro paredes cheias de palavras não compreendidas e de rabiscos que não levavam a conclusão alguma, todos os dias eram assim, extremamente cheios de ilusões e perturbações.

Klaus se automutilava com a barra de metal afiada que ele havia arrancado de sua maca, que já estava destruída fazia alguns dias e ninguém havia trocado, ele perfurou sua pele e puxou a ponta da barra fazendo o sangue sair e cair no chão.

Escutou um murmúrio que fez com que ele voltasse sua atenção para o canto do quarto, se levantou do chão e se aproximou da luz um pouco fraca que iluminava o canto do quarto, seu corpo era repleto de tatuagens, algumas com palavras em Latim e outras eram apenas desenhos, Klaus chega perto da parede e encosta a cabeça nela, tentou escutar alguma coisa, permaneceu parado ali fazendo algumas expressões faciais.

Olhou para os desenhos que ele mesmo tinha feito, focou seu olhar em um especifico uma figura enorme e várias outras caídas embaixo dela, ele colocou a mão no desenho, seu olhar mudou.

- Entendi... – Ele falou

A luz do quarto começa a piscar, Klaus sorriu, olhou pro sangue que escorria pelo seu braço, ele passou o dedo no sangue, chupou um pouco dele e depois começou a passar na parede, a luz continua piscando, mas Klaus continua desenhando com sangue na parede sem parar, a câmera de segurança do quarto registrava tudo o que ele fazia.

Ele sorriu após terminar seu desenho, a luz parou de funcionar e todo o quarto ficou escuro, a câmera não conseguia mais captar Klaus.

- Vamos... Não podemos atrasar com a medicação! – Disse o Enfermeiro chefe

No Corredor, cinco enfermeiros andavam pelos corredores da Ala C6 em direção ao quarto de Klaus, o enfermeiro chefe carregava uma bandeja com cinco seringas cada uma com um medicamento diferente.

- Ei acha mesmo que isso vai funcionar? – Um dos Enfermeiros pergunta

- Devemos colocar Klaus para dormir de qualquer jeito... - Disse o Enfermeiro Chefe

- Como? Já demos todos os tipos de medicamentos e ele não reagiu a nenhum... – O enfermeiro atrás do enfermeiro chefe perguntou

- Ainda não sei se posso me aproximar de Klaus depois do que ele fez com a enfermeira chefe... Eu soube que ela levou seis pontos na cabeça! Antigamente eu achava que nenhum paciente era palho pra ela... Mas depois do que aconteceu não sei mais o que segura Klaus! – Um enfermeiro mais jovem comentou

- Escutem... O que aconteceu com a enfermeira chefe não define que não devemos continuar com os medicamentos! Klaus pode não reagir a nenhum dos nossos soníferos ou a nossa anestesia... Mas ele não pode mais atacar ninguém ele é um perigo pra humanidade e pros outros pacientes! Então por favor, se contentem em pelo menos salvar a vida dos que não tem nada com isso! – Disse o Enfermeiro Chefe

Os outros abaixam a cabeça em silêncio, o enfermeiro chefe se aproxima da porta do quarto, abre a pequena abertura dela e nota a escuridão do quarto, estranhou em não ver e não ouvir nada.

- Me passem a lanterna... – Disse o Enfermeiro Chefe

Um dos enfermeiros entrega uma lanterna pequena, a luz é jogada em alguns cantos, mas parece não haver nada, a luz da lanterna pisca e o enfermeiro da tapinhas na parte de trás, quando a luz voltou ao normal, Klaus estava na frente da porta, assustando o enfermeiro.

Klaus agarrou a porta e começou a chutá-la com força, o enfermeiro chefe deu um passo pra trás.

- Pegue o medicamento nós vamos entrar... – Disse o Enfermeiro chefe

- Tem certeza? – Um dos enfermeiros perguntou

- RÁPIDO! – O Enfermeiro chefe gritou

Todos eles pegam a seringas, o enfermeiro chefe pega sua chave para abrir o cadeado da porta, Klaus coloca os braços pra fora da abertura agarrando a cabeça do enfermeiro chefe que deixou ás chaves caírem, ele tenta retirar ás mãos de Klaus de sua cabeças, mas ele é muito forte, Klaus consegue estender o corpo do enfermeiro pro alto, ele começa a se debater e não consegue fugir,Os outros enfermeiros ficam com medo e não reagem, O enfermeiro chefe olha na direção de seus colegas de trabalho e estende a mão na direção deles, mas nenhum reagiu.

O Pescoço do enfermeiro é torcido com muita força para os lados, ele parou de se mexer, sangue escorreu pela boca do enfermeiro chefe e ele deixou de ter expressão, Klaus soltou o corpo do enfermeiro que caiu diante de seus colegas de trabalho.

Klaus encarou os outros enfermeiros que não conseguiam se mexer diante da cena, Klaus chutou a porta e conseguiu arrebentar a tranca, ele conseguiu sair e correu na direção dos enfermeiros, que tentam escapar dele de qualquer forma, Klaus agarra o ultimo e o derruba no chão, ele se contorce enquanto Klaus o enforca, Um dos enfermeiros volta para ajudar seu amigo, ele coloca a mão em Klaus e tenta aplicar a seringa em seu pescoço, Klaus aperta a mão no qual o enfermeiro segura a seringa e a torce pro lado, O enfermeiro grita de dor e é derrubado no chão, Klaus agarra a seringa e espeta no pescoço do enfermeiro, ele mexe a agulha que está espetada na veia do coração com força, o enfermeiro grita e tenta se soltar, a veia principal é estourada e ele morre ali mesmo.

O ultimo enfermeiro tenta engatinhar pra um canto, mas Klaus agarra sua cabeça e começa a bater com força na parede, O enfermeiro que sobrou observava seu amigo morrer lentamente tendo a cabeça batida com toda força na parede.

Quando Klaus terminou se levantou, ele sorriu pro ultimo enfermeiro e correu até ele, o enfermeiro deu seu ultimo grito ali mesmo.

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Horas depois uma Enfermeira de cabelos pretos e cacheados passa pelo mesmo corredor carregando alguns papéis, Se apavorou ao ver Klaus parado no canto do corredor com ás costas na parede, ela pisou na mão de um dos enfermeiros mortos e soltou um grito de pavor, ela corre em direção ao botão de emergência, mas Klaus a derruba chutando sua perna, vários papéis voam pro alto e depois começam a cair, Klaus se debruça sob o corpo da enfermeira, que fica desesperada ao ver que está frente a frente com um dos pacientes mais perigosos do Hospício, Klaus agarra o rosto da jovem e leva até o seu.

- Escute bem... Diga aos seus amigos que eu fugi e tudo o que aconteceu aqui... Ouviu? – Ele perguntou

Ela concorda com a cabeça, Klaus aperta a coxa da enfermeira, ela arregala os olhos e ele sorri despreocupado, ele beija os lábios da enfermeira a força e acaricia o corpo da jovem que permanece indefesa, logo após o beijo ele a encara.

- Se quiser pode contar isso também... – Disse Klaus

Ele se levantou e andou pelo corredor, ao ver a porta de um quarto ele chuta com violência, a enfermeira aperta o botão de emergência e os alarmes são disparados, a silhueta de Klaus vai sumindo a cada passo.

Vários Seguranças aparecem alguns minutos depois, eles notam os corpos e percebem a enfermeira ainda viva.

- Klaus Fugiu... – Disse a Enfermeira

Os seguranças arregalam os olhos.

- Atenção fechem todas ás portas e barrem os corredores....- Disse o Segurança pelo radio comunicador  

Naquela Noite todos procuravam por Klaus, todo o Hospital foi investigado mas ninguém o encontrou.



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