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História Yes or yes - Capítulo 9


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Notas do Autor


Pessoaaaas! Me perdoem pela demora, por favor!!!!
Aconteceu muita coisa esses dias e também fiquei quase uma semana sem internet.
Mas aqui estou eu postando mais um cap... Porém esse não é só amores. É um Cap mais dramático e sério.. Mas espero que gostem e no próximo talvez tenham mais fofuras <3
Boa leitura!!

Capítulo 9 - Não confie nas pessoas erradas


Fanfic / Fanfiction Yes or yes - Capítulo 9 - Não confie nas pessoas erradas

Um mês depois.


- Eu não acredito que você fez isso! - Sana falava indignada.

- É claro que fiz! - Mark cruzou os braços.

- Ele é meu amigo! Ou era né, já que você fez ele parar de falar comigo por besteira!

- Besteira? Você viu a forma como ele te olhava? - Mark estava tentando manter a calma.

- E daí? - Sana cruzou os braços, olhando para ele.

- E daí que sou seu marido... Tenho obrigação de afastar de você esse tipo de homem!

- Me poupe... Fez isso por ciúmes...

- Fiz! Fiz e faria de novo! Sabe por quê? Porque eu GOSTO de você! E sim! Eu morro de ciúmes de você! - Mark falou se alterando - Aquele cara... Ele não tava muito afim só de sua amizade... 

- Eu estou cheia de você querer controlar meus amigos! - Sana falou com a voz trêmula - Primeiro me disse que Marco não era uma boa pessoa. Resolvi te ouvir e cortei laços com ele... Agora fica dizendo que Adam está querendo algo a mais comigo e brigou com ele a ponto de ele parar de falar comigo... O que quer que eu faça, Tuan? Pare de ter amigos homens? Por sua causa? Não vou!

- Faça o que quiser - Mark falou bagunçando o cabelo em sinal de impaciência - Eu não ligo mais...

Mark saiu da sala indo em direção ao seu quarto e batendo a porta com força. Sana sentou no sofá, sentindo suas mãos e pernas tremerem. Estava com raiva. Muita raiva.

Mark sabia que tinha pegado pesado, mas era orgulhoso demais para dizer… Queria esperar o clima amenizar para poder falar com ela e pedir desculpas. Ele pode achar o que for, mas precisa confiar nela independente das pessoas que andam com ela.

Sana foi até seu quarto e pegou sua bolsa. Em seguida pediu ao seu motorista que a levasse até a casa de Nayeon. Durante a viagem, sentiu seu peito doer. Mark parecia não ter defeitos, até agora. Pelo menos isso fazia dele uma pessoa normal. Ela estava triste não pela cena completa de ciúmes, mas por ele não pedir desculpas. Após alguns minutos de viagem, Sana chegou a casa de sua amiga. Durante o trajeto de sua casa até a casa dela, Sana lhe mandou uma mensagem avisando que iria aparecer, para não fazer surpresa e acabar pegando ela em alguma situação constrangedora.

Agora ela se encontrava no quarto de Nayeon. Sana contava tudo com tanta raiva que Nayeon já estava começando a ficar com medo de levar uns tapas.

- Sana - Ela chamou - Desculpa, mas em relação ao Adam eu concordo com o Mark. Ele sempre te olhou diferente, porém, não acho que seja motivo para o Mark tratar ele assim.

- Exato! Então por que ele fez isso? - Sana bufou.

- Sana, Mark te ama e é normal que ele tenha ciúmes, mas ele também conhece caras do tipo do Marco e do Adam - Nayeon explicou - Não acho que ele tenha feito isso tudo por nada.

- Eu não acho que eles são ruins…

- Então tenta arrumar essa bagunça, Sana! - Nayeon deu um peteleco na testa dela - Aí vemos se Mark tinha razão ou não.

- O que eu faço? - Sana choramingou massageando o local.

- Por que não marca um encontro com o Adam e o Marco apenas para explicar o que houve e pedir desculpas pelo que o Mark fez a eles? 

- Tem razão - Sana sorriu após pensar um pouco - Vou chamar eles pra tomar um café. Você vem comigo?

- Claro - Nayeon sorriu sem muita animação, pois ela nunca gostou de Marco e Adam, e Sana começou a mandar mensagens para os dois.

Na casa de Jackson, o assunto era o mesmo. Mark bufava sentado no sofá é Jackson apenas tentava entender a situação. Ele conhecia Adam e Marco, até porque já jogaram juntos algumas vezes. 

- Esses caras nunca foram tão gente boa assim - Ele falou.

- Viu? Eu tinha razão! - Mark falou.

- Mark, não mexe com eles - Jackson pediu e Mark o olhou confuso.

- Por que não?

- Ele só são legais com alguém se esse alguém tiver algo que eles queiram - Jackson falou - Sana é bonita, com todo o respeito, e você sabe que eles estavam de olho nela…

- Você está dizendo que eles querem ela? - Mark o olhou assustado.

- Eu não sei, mas é uma possibilidade… Podemos esperar de tudo daqueles dois.

- Aish… - Mark bagunçou os cabelos em sinal de impaciência.

Eles realmente eram capaz de qualquer coisa? Mark apenas pensava o pior e ao mesmo tempo tentava não pensar o pior. Sana sabia se defender, mas ainda assim era uma garota… Sentiu o celular vibrar. Era uma mensagem de Sana. Ao ler a mensagem, seu coração quase para e ao perceber que o amigo estava ficando pálido, Jackson se aproximou.

- Tudo bem, Mark? 

- Ela está indo se encontrar com os dois para pedir desculpa pelo meu comportamento com eles…

Mark largou o celular no sofá e respirou fundo, tentando pensar no que faria a respeito. Sana não havia lhe dito onde ia é nem que horas os encontraria. Ele estava às cegas… Sem saber como ajudar. Mensagens não adiantaria já que ela estava com raiva dele. Então o que faria?


Sana chegou ao café junto com Nayeon. Logo as duas avistaram Adam e Marco sentados em uma mesa. Eles sorriram para elas e elas foram até eles. Sana tentava se acalmar. Se eles sorriram é porque não estavam com tanta raiva assim, certo? Mas lembrando que as vezes as aparências enganam. Elas sentaram de frente para eles e se olharam por alguns segundos.

- Bem… Primeiro quero agradecer por terem vindo até aqui - Sana falou tentando se manter calma e eles apenas assentiram - Segundo… Quero pedir desculpas por tudo que o Tuan falou para vocês. Ele não tinha o direito de julgar vocês daquela forma. 

- Aquele cara é um babaca, Sana! Nem sei porquê está com ele - Marco falou.

- Quem tem que saber o porquê é ela e não vocês, amores - Nayeon falou e eles olharam feio para ela, que não deu a mínima.

- Gente… Marquei esse encontro pra tentar deixar tudo bem entre nós… Não vamos brigar - Sana pediu juntando as mãos praticamente implorando.

- Só porque está pedindo com jeitinho - Adam sorriu malicioso e Nayeon quase fala poucas e boas se não fosse por Sana que a olhou feio.

- Não vamos falar de coisas ruins - Marco sorriu - Me falem sobre como vocês estão.

- Estou bem - Sana sorriu - Poderia estar melhor… Mas estou bem.

- Eu já estive melhor - Nayeon falou sem dá muita importância - Inclusive agora eu poderia estar no meu quarto que é melhor do que aqui olhando para vocês…

Os dois respiraram fundo para se segurar e não falar nada. Tinham algo planejado para hoje e não pretendiam permitir que Nayeon os atrapalhasse. A verdade é que eles nunca gostaram da Nayeon e nem ela gostava deles. Só aceitou ir com Sana para não deixá-la só com eles.

- Nay… - Sana a repreendeu e ela deu de ombros.

Mesmo com algumas farpas sendo jogadas vez ou outra, o encontro foi bem. Algumas horas após o encontro, Sana e Nayeon se despediram. Os meninos já haviam ido embora alguns minutos antes e Sana agora caminhava para ir para casa. Sua mente estava mais leve, seu corpo estava mais leve. Parecia que toda a tensão da manhã havia ido embora. Ela se sentia bem. Sabia que Mark não iria concordar com ela em relação ao que ela fez, mas já estava feito.

A rua não estava cheia. Havia uma pessoa alí e outra acolá. Estava entardecendo e Sana olhou no relógio, pensando se chamaria um táxi ou iria a pé. Porém antes mesmo que ela pudesse tomar qualquer medida, se sentiu ser puxada para dentro de um beco.

Antes que pudesse gritar, tamparam sua boca com uma fita e só então pôde ver de quem se tratava. Adam e Marco sorriam divertidos como se aquela fosse a coisa mais legal que já fizeram na vida, como duas crianças e que descobriram algo mágico. Eles a puxaram até uma casa abandonada no beco, que era cheia dessas casas assim por sinal, e a colocou em uma mesa. Amarraram suas mãos acima da cabeça contra a vontade dela. Sana estava confusa e com medo. Muito medo. Não sabia o que estava acontecendo e nem se sairia viva dali. Só a ideia de morrer ali fazia seu coração falhar.

Os dois homens pararam de frente para ela e sorriram. Sana sentiu seu olhos molhados e seu corpo tremeu ao sentir a mão de Adam subir pela parte interna de sua coxa. Maldito dia para usar saia! Seu corpo tremia em desespero com as atitudes do maior. Ela começou a ofegar e as lágrimas caíram. Sana tentou chutá-lo, mas em resposta recebeu um tapa, fazendo-a virar o rosto.

- Se ficar quieta, pode ser que a gente te deixe viva - Adam falou sorrindo - Sabe... Sempre tivemos um grande desejo por você e foi sorte nossa você acreditar e confiar tanto em nós. Se aproximar de você foi fácil... E o melhor de tudo é que quando pensávamos que você jamais iria nos ver de novo, você marca esse encontro. Sabe porque seu maridinho brigou com a gente? Porque ele nos viu falando sobre o quanto queríamos ter aproveitado para ir visitar você em seu antigo trabalho noturno. Você viraria nosso brinquedinho. Não ia ser legal? Mas aí você casou com ele e estragou tudo.

Adam arrancou a calcinha de Sana com um puxão e se posicionou entre as pernas dela. O medo havia deixado ela em choque. Não conseguia reagir a nada. Sana apenas observava tudo tentando acreditar que não passava de um pesadelo. Mas era real... Era muito real... A dor que ela sentiu ao ser penetrada sem aviso prévio... Não tinha como ser um pesadelo... Ela sentiu suas pernas tremerem com a dor e uma ardência em seu íntimo, que crescia mais a cada estocada. As lágrimas rolavam e ela gritava de forma abafada pela fita que tampava sua boca. Ao tentar fazê-lo parar, sem sucesso, Sana recebeu um forte tapa que a fez ficar tonta. Oh, droga... Por que logo agora? Não tinha força para resistir a ele e a dor em si só crescia. Quando finalmente acabou, Adam saiu de dentro dela e a olhou. Ela estava com olhos fechados e completamente mole. Marco sorriu e se aproximou. Com ela nesse estado não teria que se preocupar, não é mesmo? Sana estava com a vista escura. Sentiu alguém lhe virar de bruços sobre a mesa e levantar sua saia. Seu coração acelerou. Iriam mesmo fazer isso? Antes mesmo de encontrar uma resposta, Sana sentiu uma dor imensa ao ser invadida por trás. A dor era insuportável ao ponto de ela não lembrar de mais nada. Sana havia apagado completamente e isso era terrível, pois estava desmaiada na mão de dois estupradores.


Horas depois.


Já era noite e Mark ainda estava na casa de Jackson, agora com seus outros amigos também. Todos conversavam e riam enquanto jogavam vídeo game. Mark era o único mais distante, olhando vez ou outra para o celular para ver se Sana havia mandado algo. Quando sentiu o celular vibrar deu um pulo e viu que era um número desconhecido. 

- Alô? - Falou ao atender.

- Senhor Tuan? - Uma voz feminina falou do outro lado da linha.

- Sim, sou eu.

- Aqui é do hospital - Nessa hora Mark sentiu uma pontada no peito e ao ver a reação dele, seus amigos pararam o jogo e o olharam - Sua esposa, Sana Minatozaki, deu entrada no hospital há alguns minutos. Seu estado é delicado. Precisamos que venha aqui para cuidar de tudo.

- Estou chegando.

Mark desligou o telefone e se levantou em um pulo, deixando os outros confusos.

- O que houve? - Jinyoung perguntou.

- Sana está no hospital - Foi a única coisa que disse antes de sair.

Ele pediu um táxi. Não estava em condição de dirigir. Sua cabeça estava uma confusão. Ele não sabia o que pensar. Por que ela foi parar lá? Aconteceu algo grave? Ela vai morrer? Após alguns minutos, finalmente chegou ao hospital e correu até a recepção, sendo logo informado de onde ela estava. Ao chegar no corredor, viu alguns policiais e enfermeiros em frente a um quarto. Ao se aproximar, se tratava do quarto de Sana. Mark sentiu algumas lágrimas rolarem pelo seu rosto. A essa altura... Vendo policiais... Ele não sabia o que pensar. O que havia acontecido?


Notas Finais


Tadinha da Sana T.T


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