História YESTERDAY Bughead - Capítulo 33


Escrita por:

Postado
Categorias Riverdale
Personagens Archibald "Archie" Andrews, Elizabeth "Betty" Cooper, Forsythe Pendleton "Jughead" Jones III, Veronica "Ronnie" Lodge
Tags Bughead, Drama, Riverdale, Tragedia
Visualizações 328
Palavras 1.877
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela, Survival, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


oieeeeeee gente!

Aviso de palavreado de baixo calão kkkkkkk

crise no paraíso :T

a música é da Birdy ♥

Capítulo 33 - Capítulo XXXII - Skinny Love


Capítulo XXXII

Skinny Love

 

Ouvimos sirenes e eu me preocupei com a situação dos milicianos. Mas, de alguma forma, eles conheciam a polícia e a mesma os deixou partir sem nem sequer pegar depoimentos oficiais dos mesmos. Até eu fui poupado. O médico legista não teve dúvidas e apontou a morte de Logan como suicídio. Para haver um laudo tão rápido, só posso imaginar que tenha o dedo de Verônica Lodge nisso.

Resolvemos todos os trâmites legais em Dallas mesmo. Betty, que nunca é de pedir ajuda, pediu encarecidamente que eu cuidasse de tudo para que ela ficasse com a filha nesse momento de dor. Eu aceitei porque, mesmo que fosse um desejo profundo meu, eu ainda não estava apto a ser o ponto de conforto de minha filha.

O momento mais difícil de todos os trâmites foi, sem sombra de dúvidas, o velório e enterro. Tudo teria que ser na Inglaterra, Betty acreditava que ele deveria descansar ao lado de sua esposa e filho, e ela tinha razão, mas o meu lado egoísta não queria me dar todo esse trabalho.

E então tivemos nossa primeira grande discussão. Betty não queria que eu fosse com elas. Ela disse que a mãe do Logan estaria lá e que ficaria chateada se no enterro de seu filho, sua nora já estivesse acompanhada de outro homem. Discutimos por dois dias sobre isso e nunca concordávamos um com o outro. Fiquei entre respeitar seu pedido e chutar o pau da barraca para estar ao lado da minha família. Mas me rendi quando minha mulher disse que esse era um momento só delas. Fiquei profundamente amargurado com o fato delas estarem me excluindo, mas tentei entender o lado delas. Não posso prometer que consegui.

Enquanto minha mulher e filha partiram para a Inglaterra, eu voltei para Riverdale. Finalmente em minha casa! Pena ser tudo tão vazio aqui sem minhas meninas. Interessante, nunca realmente as tive aqui, mas as tive em outro lugar e não queria ter que ficar sem elas novamente nem um dia sequer. E agora teria que passar uma semana, no mínimo.

Depois do enterro, Betty me telefonou, apenas para termos mais uma discussão. Ela disse que precisava ficar mais uns dias para cuidar dos bens que Logan deixou e decidir o que fazer com cada um. Além de ter que esperar pela leitura do testamento, é claro. Entrei em desespero por passar tanto tempo longe delas. Até morto Logan ficava entre nós. Cheguei ao ponto de chorar de raiva por ela me deixar aqui, sem elas.

Mas desviei minha frustração arrumando o quarto de hóspedes para minha filha. Deixei ele bem bonitinho e cheio de figuras de animais, do jeito que ela amava. Pedi ajuda a Verônica, óbvio, e ela deixou o quarto bem feminino e infantil.

Não estava completamente sozinho. Verônica sempre vinha me visitar por causa da reforma no quarto de Lorena e, por mais incrível que pareça, Archie também. Aparentemente eles passaram muito tempo juntos durante esse tempo em que Betty e eu estivemos no Texas. Estavam muito próximos e tinham piadas internas que eu não entendia. Me sentia solitário mesmo assim.

Um pouco menos de um mês depois de partir, Betty voltou trazendo minha filha. Fui busca-las no aeroporto e recebi um abraço tão gostoso da Lorena que fez valer toda a espera. Ela pode não me considerar seu pai ainda, mas com certeza me considerava especial, isso, por enquanto, me bastava.

No caminho para casa, Betty estava um pouco estranha, mas segundo ela eu estava imaginando coisas. Chegando lá, mostrei à Lorena seu quarto novo esperando que ela amasse aquele mundo rosa. Ela sorriu de orelha à orelha, o que me deixou bastante contente.

“Ela só não quer te magoar” Betty sussurrou “a cor favorita dela é azul e ela odeia rosa” explicou.

Droga!

Como eu ia saber dessas coisas? Pensei no que uma garotinha da idade dela gostaria e acrescentei os animais. Verônica bem que podia ter avisado! E novamente, aquele rancor pela Betty ter me privado de fazer parte da vida da minha filha e de seu desenvolvimento, voltou. Passou ao sentir sua mão na minha e o seu sorriso ao me dizer “tudo bem, ela amou sua intenção” em seguida me dando um selinho segurando em minha face.

Colocamos Lorena para dormir juntos. Betty cantava para ela uma canção que eu não conhecia enquanto eu alisava seus cabelos. Ela não teve dificuldade em dormir, então partimos para o nosso quarto.

Imaginei que Betty estivesse muito cansada, então ofereci uma massagem.

“Massagem? Eu quero outra coisa” falou com segundas intenções na voz.

Quando percebi ela tinha me prensado contra a parede e me beijou como se fosse me engolir. Me assustei inicialmente, mas depois adorei aquela atitude. A agarrei e massageei seu bumbum, o que a fez gemer baixinho. Com as mãos ainda em sua bunda, pressionei e a puxei para mais perto, assim sentiria que já estava duro. Quando percebeu o volume gemeu mais uma vez em sinal de aprovação.

A empurrei em direção à cama e a joguei com violência nela. Ela correspondeu ao gesto me olhando de uma forma muito safada, como nunca tivera feito antes. Ela não queria fazer amor, ela queria trepar. Em pé mesmo arranquei minha camisa e em seguida a calça, ficando apenas de cueca box. Deitei por cima dela e subi seu vestido massageando seu corpo até tirá-lo. Baixei a alça esquerda de seu sutiã e segui baixando também o bojo correspondente ao mesmo seio e o abocanhei. Ela gemeu em aprovação também baixinho e então entendi que ela tinha medo da filha ouvir. Repeti esse processo no seio direito enquanto minha mão descia até sua intimidade a massageando por cima da calcinha.

Depois introduzi meus dedos dentro da peça pelas laterais e a arranquei, rasgando-a. Enquanto isso, ela mesma tirou seu sutiã que estava apenas parcialmente colocado. Ela tentou tirar minha cueca, mas não deixei, ia provocar um pouco.

Me coloquei entre suas pernas e rocei meu membro ainda guardado pela cueca em sua intimidade nua. Ela fez um gemido de protesto, mas repeti o movimento algumas outras vezes.

Quando eu mesmo não conseguia mais aguentar, tirei a peça que nos separava e a penetrei. Ela tentou se controlar para não gemer alto, mas não conseguia, então tapou sua boca com a própria mão. Eu então resolvi calá-la de forma mais agradável: beijando sua boca. A beijava para abafar seus gemidos altos enquanto fazia movimentos lentos de entra e sai. Ela protestava mexendo o quadril mais rápido, então acelerei o máximo que pude. A cama se mexia de tão rápido que estavam os movimentos. Não acho que conseguiria aguentar por mais tempo, estava há muito tempo sem sexo e não tinha cabeça para resolver sozinho, então não me aliviada de forma alguma.

Antes que eu pudesse evitar, explodi de prazer chegando ao meu ápice, porém continuei os movimentos para esperar que ela chegasse também. Não demorou mais que umas cinco estocadas e ela se juntou a mim nesse orgasmo.

Caí ao lado dela, extremamente cansado. Nós dois suspirávamos alto devido o esforço feito. Ela deitou em meu peito.

“Preciso dizer duas coisas” começou ofegante.

“Pode falar” respondi alisando seus cabelos.

“Primeiro: preciso de uma pílula do dia seguinte.” Começou.

“Tudo bem, amanhã resolvemos”

“Vou à ginecologista conversar sobre um método contraceptivo depois, okay? Nada de inconsequências” disse.

“Certo, meu amor. Como quiser” falei sendo compreensível, mas queria muito ter outro filho, um que eu acompanhasse inteiramente, diferente de Lorena, mas eu poderia esperar.

“Segundo: Eu e Lorena ficamos com tudo do Logan, cada uma com uma metade. Inclusive a mansão daqui é nossa” começou.

“Que ótimo, amor. Você também ajudou ele a construir tudo, merece ficar com o que era dele” apontei.

“É, mas tem uma coisa. A Lorena quer ir morar lá”

Parei automaticamente de acariciar seus cabelos. Isso não estava certo!

Olhei para ela e a mesma se afastou, olhando para os próprios dedos. Ela nem conseguia olhar para mim.

“Não, vocês vão ficar aqui comigo!” falei mais alto do que eu queria.

“Mas você pode ir com a gente...” ela começou e eu a interrompi.

“E dormir na cama do defunto? Misericórdia, nem pensar!”

“A gente pode separar outro quarto para ser nosso” sugeriu.

“Não, Elizabeth! Eu quero que vocês vivam comigo na minha casa. Se é porque preferem uma mansão, eu compro. Esqueceu do dinheiro que ele me deu?” me exaltei mais do que deveria.

“Você não entende, são as lembranças, para ela são muito importantes”

“Fodam-se as lembranças, vocês não vão!” dei o ultimato.

Betty se levantou com uma raiva que nunca mais tinha visto. Catou sua roupa e começou a vesti-la.

“Eu sempre vou escolher fazer a minha filha feliz, se isso não te agrada, problema seu. Vou embora!” disse, e quando havia terminado de se vestir, se levantou indo em direção ao quarto da filha.

O que era para ser só mais uma discussão se tornou uma das maiores brigas que já tivemos.

Me levantei também e vesti apenas um calção de seda que estava em cima da cadeira da escrivaninha e a segui. Ao chegar lá, ela já estava separando as coisas da minha filha.

“Você não vai a lugar algum” eu disso autoritário.

“Eu vou para onde fizer a minha filha feliz” respondeu, com a voz baixa para não acordar a menina que estava no recinto.

“Ela é uma criança. Você não pode deixar uma criança te ditar o que fazer e onde morar”

“Ela é tudo o que eu tenho e eu faço tudo por ela” enfatizou.

E eu? Não conto? Nós devíamos ser uma família, mas ela sempre separava nossa relação da relação dela com a nossa filha. Nós precisávamos pensar em nós como um conjunto e não com essas divisões. No calor da raiva, por ter sido excluído mais uma vez, aumentei mais uma vez o tom.

“Você nem queria ela, quem queria era eu, teria abortado se não fosse por mim, e agora tá pagando de supermãe!” o calor da raiva não me permitiu pensar direito, e acabei falando merda demais.

“Você é muito idiota” falou espumando de raiva e com lágrimas nos olhos. Lágrimas de raiva.

Percebi a idiotice que disse que comecei a me preparar para implorar seu perdão.

“É verdade mamãe?” Ouvi a voz da minha filha sonolenta.

Betty olhou para ela e então as lágrimas caíram em sua face involuntariamente.

“Ow filha, não escuta ele, vamos embora!” disse e pegou a menina no colo. “Pego as malas amanhã” concluiu para mim.

Fui em direção e ela com o rabo entre as pernas “me desculpe, não quis dizer isso”.

“Mas disse” falou enquanto se dirigia à porta.

“Por favor, me perdoa!” implorei.

Ela nem respondeu, abriu a porta e em seguida a bateu com força, saindo do apartamento.

Eu tinha estragado tudo de novo.

Eu não nego minha razão em não querer ir morar naquela casa e muito menos de deixar uma criança de sete anos escolher o rumo das nossas vidas. Nós devemos instruí-la, não o contrário.

Mas, cara, eu com raiva estraguei tudo de novo.

Sou muito idiota.

Eu não preciso do Logan para atrapalhar minha relação com a Betty.

Faço isso muito bem sozinho.


Notas Finais


ces estão do lado do jug ou da betty???? confesso q acho q os dois estão errados.

Reta final da fic :(
Se eu fizer outra, vcs leem??? Só que a próxima vai ser um pouco diferente... vai ser mais adolescente.
se quiserem, querem no pov da betty ou do jug?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...