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História Yo quiero! - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


pra quem tá de quarentena, aqui vai o ultimo cap 🤟😙

*erros serão concertados

Capítulo 3 - Yo quiero tu cuerpo, yo quiero deseos sinceros


 

Junghyun estava de casamento marcado, e  ficou a critério do melhor amigo junto do seu irmão mais novo organizarem a despedida de solteiro. Naquela altura, Junghyun já  desconfiava do envolvimento dos dois, que para ser sincero, não tentavam esconder mais há algum tempo. Olhares indiscretos, toques invasivos e risinhos entre os cantos, eles eram tão óbvios. Mas decidiu ficar quieto. Aquilo era problema deles, de qualquer forma.

Os beijos molhados de Jimin arrepiavam os seus pêlos perto da pélvis. Estavam naquele jogo erótico há alguns minutos, desde que havia chegado naquele motel. Era uma foda rápida porque precisavam voltar a tempo da despedida de solteiro de Junghyun. 

Para Jungkook, ainda era estranho saber que o maior exemplo de 'pegador' que já conheceu, estava prestes a se casar. O amor realmente mudava as pessoas, e a jovem e bela Siyeon conseguiu abrir os olhos de Junghyun, ajudando-o a se tornar alguém melhor. 

E em sua cabeça, no fundo, imaginava algo assim acontecendo entre ele e o seu Hyung, Jimin. 

Amava os encontros casuais — porra, como adorava! —, mas Jungkook não era mais um garoto. Ele estava com 24 anos, não era la o maior exemplo de cara mais velho, mas ter fodas casuais, de repente, não pareciam mais tão atrativas como antes. Claro que a ideia de tomar Jimin sempre parecia atrativa, mas ele queria mais

Queria idas ao cinema ou parques; encontros em lugares que ninguém conheceria eles e poderiam atuar como um casal normal, sem julgamentos. Queria poder abraçar Jimin por trás sem qualquer malícia, diferente das vezes que abraçou-o apenas pra tomar impulso para fodê-lo com jeito. Queria beijos e carinho (de preferência, um carinho que não o deixasse babando dentro das calças), queria amar e ser amado.

Jungkook queria Park Jimin por completo.

Por isso, quando o loiro levantou e foi até a bolsa pegar um frasco de lubrificante, Jungkook ficou entre o dilema de falar sobre o que estava pensando, agora ou depois do sexo. Não queria estragar o clima deles, e estavam há algum tempo sem se verem, por conta do trabalho excessivo do loiro e da reta final do curso do moreno.

Também não queria ficar sufocado com aquilo para sempre. 

Com a cabeça nas nuvens, voltou a realidade apenas quando sentiu o líquido gelado em contato com o seu pau. Era o lubrificante sendo despejado por Jimin em cima da cabeça, deixando escorrer até formar uma trilha para baixo, rente ao seus pentelhos aparados.

As mãos medianas de Jimin poderia ser motivo de piada entre os homens mais próximos, mas naquele tipo de situação, tendo ela em volta do seu pau babado de pré-gozo e lubrificante, as mãozinhas pareciam ser de um tamanho perfeito para si. 

Formando um anel em volta do caralho de Jungkook, Jimin apreciava a visão de ter o pau vermelho por conta da concentração de sangue, pulsante e quente na sua mão. Usando a direita, decidiu fazer um pequeno agrado acariciando as bolas cheias e pesadas, prontas pra esporrar.

Porém, aquilo era somente para deixar Jungkook preparado, pronto para meter. Agora era a sua vez.

Os gemidos manhosos de Jungkook pararam assim que Jimin retirou as suas mãos do falo, vendo que já estava escorregadio o suficiente. 

Vem me preparar, Jungkookie... – disse com a voz mansa e fina, sabendo que aquilo atraía o moreno.

Jungkook não era ligado em práticas fetichistas, não entendia de nada e ainda não havia sentido interesse nelas, mas... como ele poderia explicar a liberação daquele líquido transparente em excesso e o aperto das suas bolas, quando via Jimin agir de modo totalmente fofo enquanto deitava de quatro na cama e se exibia o máximo que podia? Para si, ainda por cima! Porra, poderia gozar só de olhar.

Seu olhar concentrou no orifício ora fechando e ora abrindo, procurando algo para o empalar. 

De repente, Jimin se virou e ficou deitado na cama, o olhando de forma selvagem, como se Jeon fosse a sua presa e ele o caçador

Dando dois tapinhas nas suas coxas grossas, a única coisa que ele sussurrou com aqueles lábios inchados, fora:

Me chupa.

E Jungkook foi. Esquecendo da dor crescendo em torno das suas partes baixas, Jungkook apenas obedeceu Jimin e foi dar-lhe o que era merecido: prazer. Não ligava para a forma dura que o seu caralho pesava, naquele momento, ele queria apenas ser Jungkookie, o dongsaeng de ouro. Sua submissão em total aparência, enquanto sentia o caralho pesado e sujo de lubrificação do seu hyung na boca. Gemia de prazer em ter o corpo miúdo se  contorcendo, as pernas travadas e as duas mãos em torno dos fios grandinhos e molhados de suor de Jungkook, enrolando cada mecha em torno dos seus dedos e puxando de leve.

Sua língua serpenteava em torno de todo o membro, como se estivesse limpando os vestígios de porra do outro, sendo que na verdade, só queria engolir um pouco de Jimin e aproveitar o pouco tempo que restavam. 

Havia a despedida de solteiro ainda.

Parando o vai e vem aos poucos, até ter a cabeça vermelha entre os seus lábios e continuar circulando com eles, Jungkook foi se afastando aos poucos, até olhar para trás e pegar o frasco de lubrificante jogado no meio da cama.

Não... — Respirou fundo, tomando fôlego, tentando limpar a boca dos vestígios de sáliva e porra — Não temos muito tempo.

O rosto de ambos estava tão avermelhado que seria fácil de acusa-los de terem estado num bar bebendo, antes.

Despejou o lubrificante nos dedos e passou rente ao canal de Jimin, sentindo ele se contrair com o atrito geladinho do produto. Pincelou ao redor e  enfiou um dedo, observando as reações do seu hyung, temendo machucar.

Jungkook era adorável com toda a sua preocupação, mas Jimin já era acostumado a ter algo preenchendo-o. 

Quando enfiou o segundo dedo, Jungkook suspirou ao sentir os seus dedos sendo espremidos pelo canal. Ele fazia aquilo de propósito, gostava de provocar. 

Eu vou acabar com você, seu filho da puta... — sussurrou no ouvido dele, deixando selares atrás da orelha e retirou os dedos encharcados.

O pênis babado de Jimin ainda estava duro e gotejante em cima da barriga malhada, seu rosto vermelho e os suspiros de ansiedade era tudo o que Jungkook prestava atenção. Cada um preso na própria bolha de prazer, esperando satisfação.

E então, lembrou do essencial: o preservativo.

— Ah, hyung, eu esqueci de trazer a camisinha... — Disse amuado. Seu pau latejava tanto esperando algum alívio que nem a falta da camisinha o broxou. — Você tem alguma?

O outro ponderou. O que estava prestes a dizer era arriscado, mas confiava em Jungkook.

— Você está limpo, Jun? – perguntou de maneira cautelosa. — Eu to limpo. E... acho que poderíamos fazer sem. Só hoje.

De primeira, Jeon ficou atônito. Acabou sentido-se meio ultrajado em ter Jimin lhe perguntando se ele estava limpo de doenças sexualmente transmissíveis, mas entendeu a preocupação, faria o mesmo, em situação parecida. 

— Estou. Mas é só hoje, né? – Perguntou.

A confiança que um estava botando no outro não era recomendável. Era arriscado e perigoso, se algum dos dois tivesse alguma coisa, talvez essa confiança fosse quebrada de maneira abrupta. Mas era somente uma única vez. 

Jungkook não saia metendo em qualquer buraco e Jimin também não saia dando para qualquer um. Era uma pergunta de segurança necessária, apenas. 

Ambos eram como ficantes fixos, talvez namorados, se o modo como se tratavam constantemente contasse.

Ao guiar a cabeça até aquele orifício minúsculo, enfiou devagar e esperou as reações de Jimin. Era um amante preocupado e veloso, afinal. 

Resmungou de alívio quando entrou pela metade, ainda observando o rosto calmo de Jimin, a boca inchada em formato de 'o' sendo puxada em um sorriso ladino.

Park Jimin era a definição de ser erótico. Ele era provocante, instigante e viciante. Uma obra completa. 

Quando meteu a ponto de sentir a sua pélvis encostar na bunda de Jimin, se perguntou mentalmente se o loiro estava bem, mas então, lembrou o putinho que estava lidando, e o sorrisinho estampado naquela cara lisa respondia. 

De forma lenta, deu a primeira estocada, só para irritá-lo. Estava aproveitando o pouco tempo que tinham, daqui alguns minutos, quando estivessem satisfeitos e conversando suados na cama, teriam que se vestir e fingir que não passavam de bons amigos.

Era sufocante aquela situação do caralho. 

Por isso, enquanto pensava no quão fodida e complicada era a sua relação com o seu hyung, Jungkook acelerou as estocadas, indo e voltando de forma rápida, sentindo o seu caralho sendo apertado em volta daquele buraco molhado. 

O quarto vermelho daquele motel era banhado de gemidos e resmungos, as vezes grunhidos e barulhos de pele batendo. O cheiro predominante de sexo era o de menos, comparado com a selvageria que ambos estavam. 

Com as pernas em volta da cintura de Jungkook, Jimin se pôs a masturbar o seu pau, sentindo as veias dele vibrarem na sua mão e a sua próstata ser estimulada após uma longa estocada de Jeon. Apertou em volta, num pedido silencioso para ser feito de novo. Estava há tanto tempo transando com Jungkook sem poder gemer alto como queria, que as vezes esquecia que estavam num motel e poderiam fazer o barulho que quisessem.

Isso, isso... – era a única coisa compreensível que conseguia completar. 

Seus dedos contorceram, os músculos apertados em volta daquela  carne pesada dentro dele. Jimin havia gozado no seu estômago, soltando murmuros sôfregos, sentindo o pau pulsando dentro de si.

Ao não aguentar o aperto em sua volta, por já estar sensível, Jungkook retirou de dentro do loiro e movimentou o prepúcio para cima e para baixo, rente a barriga gozada de Jimin, pretendendo aumentar aquilo.

Quando o seu gozo saiu e Jungkook pôde soltar o seu gemido quase brutal, Jimin poderia jurar que gozaria novamente, mesmo sem nem ter o que jorrar mais. 

Jungkook era fodidamente lindo. Ter o gozo quente dele na sua barriga lhe excitava.

Mesmo suados, precisaram correr para se arrumarem a tempo de Junghyun não desconfiar de nada, com um Jungkook carregando o corpo molenga de Jimin em direção a jacuzzi. 

Os pensamentos ainda ferviam as palavras não ditas mais cedo. Era a hora exata para aquilo? Não queria estragar o que tinham. 

— Jimin.

Sua voz saiu dura e sem honoríficos, denunciando a seriedade do assunto. 

— O que, Jungkookie? – os olhos de amêndoas vidrados em si. Estava um de frente para o outro, não tinha mais como disfarçar.

Eu não quero mais continuar com isso.

— Oh... Ok. Encontrou alguém? – Jimin perguntou, temendo que a decepção estampada na sua cara fosse perceptível.

— Sim e não. Olha Jimin, eu sei que você ainda me enxerga como o pirralho irmão do seu melhor amigo, como a criança pentelha que queria se enturmar com os mais velhos. Mas eu cresci. Eu não sou mais aquele garotinho que fazia desenhos e te entregava, esperando a sua aprovação. — disse de uma vez, olhando a movimentação da água. — Eu sou um homem agora, Jimin, e eu não quero mais encontros casuais com você, não quero gozar e ir embora sozinho para o meu apartamento frio. Quero uma companhia. Quero alguém que me ame e seja o meu namorado. Quero alguém pra assumir. — pôde ouvir o seu hyung suspirar. — Eu quero você, Jimin, porque eu te amo e te quero por completo. Não o seu corpo, mas o seu coração. E se não for possível, eu entendo, você é livre e continua sendo um homem incrível. Se não for comigo, espero que seja feliz com alguém decente.

— Poxa, Jun... – as lágrimas denunciavam a sua emoção. Ninguém nunca havia dito algo tão bonito para si.

— Você não precisa responder agora, hyung. 

— Mas eu aceito. – Respondeu, indo de encontro com o corpo musculoso que estava em sua frente, na jacuzzi.

— Sério? – Sua feição surpresa era impagável. 

Imaginava que seria negado e jogado para escanteio. Park Jimin sempre foi uma pessoa livre, se prender a alguém era algo que não combinava com ele. Porém, ao pensar nisso, Jungkook estava se referindo ao Jimin de cinco anos atrás, mais jovem e disposto a ter relações casuais com qualquer um, até mesmo o irmãozinho do seu melhor amigo.

— Sim. 

E o Jimin de agora, prestes a entrar na faixa dos 30 anos, não queria encontros casuais ou qualquer coisa do tipo. O Jimin de agora queria ter uma família, alguém que o amasse e respeitasse acima de tudo.

Poderia ter escolhido qualquer um, mas ainda sim, havia escolhido o irmãozinho do seu melhor amigo para isso, também. 


Notas Finais


***aviso*** a prática de ter relações sexuais sem camisinha é extremamente PERIGOSA (gravidez é o de menos comparado com o tanto de DOENÇAS que existem), por ser uma história de ficção, com eles não "aconteceu" nada, mas na vida real, por favor, USEM! Não se deixem levar pela confiança no parceiro.

é a primeira vez que me arrisquei escrevendo uma pwp e fico feliz que tenham gostado! obrigada de coração 🥰 ❤


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