1. Spirit Fanfics >
  2. Yolo - you on live once >
  3. Lentidão

História Yolo - you on live once - Capítulo 27


Escrita por:


Notas do Autor


Oiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
passando só para postar bjssss

Capítulo 27 - Lentidão


O domingo foi ainda mais cansativo para os garotos, Baekhyun ao hospital, mas ao ver o namorado entubado, e cheio de marcas, voltou a chorar desesperado. E foi levado para casa pelo Kim. Jongin estava completamente calado, agia como se fosse um robô. Retornou para casa com o namorado. Assim que parou o carro, Kyung segurou a sua mão.

— Tá tudo bem?

— Se Yeol… se ele… morrer… a culpa vai ser minha. — engoliu seco 

— Não Nini, isso não é culpa sua, ele pediu o carro… — o castanho levou as mãos ao rosto, 

— Foi aquela maldita aposta… — respirou fundo. Do curvou a sobrancelha 

— Qual aposta….. sobre nós? — Jongin olhou para o menor

— Não só sobre eu e você. Sobre todos nós…. — ele começou a contar em detalhes e o moreno ficou espantado, não era possível que eles realmente estivessem brincando com a vida dos outros. Assim que o maior terminou de contar um longo silêncio se fez. 

— Está com raiva de mim?

— Não, nós já passamos dessa fase. — respirou fundo — Baekhyun está realmente apaixonado, sofrendo, se sentindo culpado, e nem imagina que a primeira coisa coisa que aquele idiota ia fazer era terminar com ele. 

— Vai contar para ele?

— Jongin… — disse sério — ele está abalado, e não precisa sofrer mais por esse imbecil — era tangível a raiva do moreno — mas quando ele estiver menos afetado, vocês vão contar e se desculpar. — saiu do carro e seguiu para casa sem esperar o maior

— Não está com raiva né. — suspirou e foi atrás.

 

 

Luhan entrou em casa, seu pai estava sentado na sala, uma expressão triste no rosto. 

— Oi pai… ? — ele levantou os olhos triste 

— Então… está namorando?

— Sim… pai, e então?

— Lin e Tao foram embora ontem mesmo… Luhan ele fez tudo aquilo? — o mais novo foi até o pai sentando no sofá, em frente.

— Eu não sei tudo o que ele fez, mas a festa sim, foi um plano dele, a tartaruga, o nome dela. 

— Sim, eu ouvi… esse garoto, eu errei com ele, como educador, eu deveria ter feito mais por ele. 

— Não tinha o que pudesse fazer, ele já estava fora de controle. 

— Sim — suspirou — e você… está realmente namorando? — ele concordou com a cabeça — um garoto?

— Sim… — respondeu baixo analisando a expressão do pai que não mudou. 

— Mas ele não estava envolvido nas armações do ZiTao?

— Não, eles são amigos, mas também foi manipulado. E outra coisa aconteceu por culpa dele, Chanyeol está internado, sofreu um acidente, eu não sei os detalhes, mas ele disse que estava esperando algo grande. — os olhos do mais velho se arregalaram.

— Ele realmente… — suspirou 

 

 

Baekhyun entrou na sala de aula, não queria realmente estudar, mas talvez isso o distraísse, tirasse da sua cabeça a imagem do namorado no quarto do hospital.

Não tinham muitos alunos na sala, apenas a professora, que o olhou irritada assim que ele entrou.

— O que está fazendo aqui? Não deveria estar com seu namorado!? — a voz acida chamou a atenção do loiro, que não entendeu direito.

— Desculpe…?

— Imagino que esteja satisfeito! 

— O que? — uma voz interna na mente dele gritava, que era sua culpa o acidente, e como se a professora concordasse com aquilo, ele engoliu seco sentindo os olhos lacrimejarem. Se virou e saiu correndo da sala.

— Chantagista! — a mulher reclamou baixo, os alunos que estavam na sala não entenderam, e tão pouco se importaram. Nem todos sabiam o que estava acontecendo com o Park.

 

 

O loiro correu pelo corredor não tinha certeza para onde estava indo, a princípio achou que estava indo para o teatro, e só percebeu que estava na sala de música, quando encostou a porta atrás de si. Sua garganta ardia, e não queria mais chorar. Olhou o piano, se lembrando das palavras doces, sobre não o querer ver chorar, soluçou alto, mas engoliu o choro indo até o banquinho se sentou ali. Não sabia tocar piano, mas ainda assim passou os dedos sobre as teclas, um som frio e sem vida soou. 

— Chan...yeol… — apertou os lábios — ...What … would I do…. — respirou segurando o choro, enquanto martelava uma única tecla — …. without your….. smart mouth…. — a porta da sala abriu e alguém entrou ali, mas Byun ignorou continuando sua terrível tentativa de música.

— Você… precisa… de ajuda? — a voz mansa e desconhecida soou, mas ele ignorou — é… posso tocar para você… conheço essa música. — o loiro concordou com a cabeça e tirou a mão do piano. O recém chegado foi até o seu lado e começou a tocar. A melodia era realmente bonita, diferente do que mal conseguia sonorizar com uma nota. E o fez se acalmar, até o fim da música ele se sentia melhor, como da última vez, olhou para o lado, finalmente encarando o rapaz moreno ao seu lado, e tendo certeza que não o conhecia. 

— Obrigado… — desviou o olhar para o piano — você toca bem.

— Não é difícil, mas tem que treinar sempre. 

— Hm… 

— Desculpe, eu não sei o que aconteceu, mas quando saiu correndo da sala, achei que precisava de ajuda. — Baek levantou os olhos novamente para ele.

— Quem é você?

— Ah, me desculpe — se levantou rápido, fazendo uma reverência — Zhang Yixing, acabei de entrar na escola, sou o novo zagueiro do time. — o loiro sorriu de canto

— E você toca? Achei que todo esportista eram…

— Sem cérebro? — ele sorriu, um sorriso largo e simples, muito bonito que animou o menor

— Sim, desculpe, mas não conheci nenhum até hoje que tivesse.

— Bem … — ele se sentou novamente e passou a tocar uma melodia mais animada — … sempre tem quem foge a regra. Mas e você?

— Não sou esportista.

— Imaginei que não, já que eles são sem cérebro — os dois riram

— Presidente do clube de teatro.

— Olha só. Isso parece legal. Então manda em todo mundo lá?

— Estamos bem defasados, abrimos vagas, mas as pessoas não estão tão animadas, ou talvez, apenas não gostem de mim. 

— Por que?

— Nem eu sei se gosto de mim, quem dirá os outros. — o moreno parou de tocar e o encarou 

— As pessoas normalmente não gostam de quem invejam. Então eu te pergunto, você se inveja? — o menor riu 

— Isso é possível? Alguém se odiar e se invejar ao mesmo tempo? — Lay voltou a tocar

— Então eu acho, que você está apenas confuso. 

— E o que devo fazer?

— Quando um homem teve que atravessar um rio com a correnteza muito forte. Ele tinha duas escolhas, ou ficava olhando para a água e se lamentando por não ser o melhor nadador, ou ele olhava para o lado procurando outra forma de atravessar o rio que não a nado. 

— Ahn… então estou olhando para o lado errado?

— Sim. Quer que eu te ensine? — apontou as teclas.

— Tá bem. Vamos olhar para o outro lado.

 

 


Notas Finais


dae?????


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...