História York Shin - Capítulo 1


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Palavras 1.896
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Harem, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey people!
Sim, eu sei que ainda não terminei a minha primeira fanfic, porém essa noite estava procurando alguma do HunterxHunter para ler e acabei tendo uma ideia interessante.
Vou deixar o primeiro capitulo para vocês avaliarem e me contarem de coração se vocês acham que vale a pena ou não continuar.
Vou deixar minhas preocupações lá embaixo!

ENJOY IT!

Capítulo 1 - Terça-Feira


Fanfic / Fanfiction York Shin - Capítulo 1 - Terça-Feira

 

~.~

A noite estava agradável em York shin para aquela época do ano, já era o fim do verão e o calor já não se demonstrava tão intenso.

Os prédios se estendiam por todas as extremidades, com suas luzes fortes destacando o centro da cidade.

York Shin era a cidade do impossível e sem limitações para o improvável, tudo podia acontecer. Sempre voltada para comércio, cultura e também em saúde e educação, a cidade mais promissora que se tinha conhecimento dos últimos tempos.

Essas famosas lendas urbanas, faziam com que pessoas de todo canto do mundo depositassem sua fé e esperança  na cidade em busca de realizar seus sonhos. Infelizmente, muitas vezes se mantendo-se presos por nunca conseguirem tal proeza.

Nem todos os cantos da cidade eram bonitos como os mencionados nos guias turísticos, o número de desemprego era crescente, a violência era perceptível em muitos bairros que não pertenciam aos ricos, a polícia pouco fazia seu trabalho e para piorar, havia uma onda de assassinatos sem explicação que manchava a linda imagem de York Shin.

O prefeito diante da pressão de seus eleitores e Senado, fez o que todo político com bom senso faria, aumentaria o entretenimento e tentaria reduzir preços para que os consumidores não deixassem de cumprir seu papel, e assim o fez, voltando a deixar todos com a falsa sensação de alívio que algo estava sendo feito para controlar o verdadeiro problema de York Shin, as Facções.

**

Em um bairro distante de toda a confusão constante do centro, havia um pequeno e humilde grupo de prédios cinzas e sujos pela fuligem de uma construção ao lado. Muitos moradores já haviam aceitado a proposta em vender seus apartamentos para que os prédios fossem destruídos para que então se expandissem ainda mais o futuro Shopping YS Zoldyck.

Entre os becos ali escuros, um homem de cabelos brancos andava tranquilamente com as duas mãos na jaqueta, os olhos fechados cantando baixinho uma musica que acabara de escutar no carro já distante, a forma como andava fazia ele parecer confortável com aquele caminho, o que de fato ele estava, já que no último ano aquele caminho sujo e estreito se tornara seu caminho favorito.

Adentrou-se dentro de um prédio abandonado e começou subir o mais rápido que pode para chegar no terceiro andar, pulando dois em dois degraus para agilizar o processo.

Três batidas e dois chutes, esse era o código que haviam combinado há tempos para que não houvessem erros. Era um prédio pequeno e bem escondido, porém já estava começando a chamar atenção de usuários de drogas e moradores de rua, naquela cidade não se podia confiar em ninguém.

Ouviu-se os trincos da porta serem retirados um a um, a porta finalmente se abriu e com um sorriso radiante se encontrava um homem moreno, forte, alto, porém um pouco mais baixo que si, com cabelos negros levemente jogados para trás, vestia uma camisa verde que cominava perfeitamente bem com seus olhos cor de mel travessos, que insistiam copiar levemente com pequenos tons esverdeados.

— Demorou, Baka - disse o moreno o puxando pela gola da camisa o levando para dentro de um pequeno apartamento. Apesar do prédio ter um intenso cheiro forte de mofo, aquele lugar se encontrava limpo da maneira que podia, possuía um grande sofá no centro da sala que ocupava quase todo o espaço; a cozinha era estreita, mas tinha o aspecto de limpeza impecável.

— Desculpa G. - respondeu o de cabelos brancos o observando fechar os trincos - Problemas de trabalho, sabe como é.

— Entendo perfeitamente K. - o moreno virou e encarou cada detalhe daquele homem que encontrava-se na sua frente; cabelos brancos bagunçados, olhos azuis que te contavam coisas que K. nunca teria coragem em dizer com palavras, sua jaqueta de couro lhe dava um ar de badboy e o seu terrível sorriso de canto que o fazia perder as estribeiras - Estava com saudades.

Quase como um gesto mútuo, K. o empurrou contra a porta e começou a matar a saudade que estava guardada desde o último encontro na semana anterior. Levou suas mãos até o pescoço do moreno o invadindo com a língua o mais profundo que conseguia. Aquele gosto de menta que nunca saia da boca do outro o fazia lembrar de todos os momentos maravilhosos que tiveram desde o primeiro beijo em um daqueles becos imundos; as mãos de G. começaram a arranhar suas costas pedindo por mais, gemendo baixinho entre os beijos, retribuindo todo o seu fogo na mesma intensidade; O puxou pelo braço e sentando no sofá fez com que o mais baixo sentasse por cima, era uma de suas posições favoritas; Quem olhasse de fora poderia jurar que os dois pareciam um casal que estavam se encontrando após anos de afastamento; o moreno começava a se mexer de maneira sugestiva em cima do outro fazendo com que ambos ficassem ainda mais excitados. Bruscamente o de cabelos brancos arrancou a camisa de G. fazendo que ele lhe desse mordidas no pescoço como “castigo” pela má educação; descendo pelo peito desnudo dele, K. não regulava beijos e muito menos pequenos chupões por toda aquela região dos mamilos que o moreno adorava ser acariciado; ainda mapeando todo o corpo de G., reparou um pequeno corte dois dedos abaixo na costela que não estavam ali na semana anterior, em um leve impulso, passou a língua por cima da ferida fazendo o outro gemer um pouco mais alto; ele não sabia o que havia acontecido ali, mas sabia que nunca iria poder perguntar, esse era o trato; tentando afastar as especulações de sua mente, apertou com força a bunda do moreno para que ele sentasse ainda com mais força sobre seu pênis que já implorava pela liberdade pra fora da calça; Porém, algo começou a vibrar intensamente no seu bolso o fazendo ficar irritado, ele não iria trabalhar hoje, não no seu dia favorito da semana, o único que poderia ser quem realmente era, mesmo não sendo; G. e K. haviam combinado a muito tempo que não saberiam nada um do outro, sobre suas vidas, trabalho, família e menos ainda seus nomes. Tudo que importava entre eles era o sentimento de se gostarem demais a ponto de não quererem estragar com as frustrações do mundo; o celular insistia em tocar, o fazendo retirar do bolso e jogando no canto do sofá, o que tornou tudo pior, porque o barulho se tornava impossível de ser ignorado.

— Atende - disse o moreno entregando o celular em sua mão e levantando - Vou fazer lanche para gente - então virou-se em direção da cozinha, agora sem camisa, o de cabelos brancos reparou mais dois cortes na parte de trás dos seus ombros.

— O que é porra? - atendeu irritado enquanto avistava o outro ja na cozinha; se levantou e foi para mais perto da janela - Já falei que não trabalho de terça-feira.

— Hoje é um dia especial Killua - respondeu a voz do outro lado da linha - Encontramos o Ging.

— Sério? - respondeu ele olhando de relance para a cozinha certificando-se de que o moreno não escutava - Como? 

— Ele estava fugindo do continente junto com alguns imigrantes. Kalluto e Alluka estavam lá no momento e conseguiram pegar encurrala-lo - com um pesar na voz o outro suspirou - Porém ele não estava sozinho, pegaram Kalluto.

— Merda - respondeu o de cabelos brancos tentando pensar em alguma solução rápida - provavelmente vão querer usar como moeda de troca, não precisamos nos preocupar com a vida dele por agora 

— Então venha logo - respondeu o outro ficando mais calmo com a pequena luz de esperança que surgiu - Você vai adorar torturar esse desgraçado, mesmo apanhando consegue ser petulante.

— Já vou - K. deu um longo e doloroso suspiro; sabia que ia demorar mais uma semana pra poder ficar ao lado de G. de novo - Chego aí o mais rápido que eu puder.

Com um leve sorriso no rosto, G. trazia dois lanches e colocava em cima de uma mesinha de canto que ali tinha; sua feição mudou quando reparou que os olhos de K. estavam embaçados e indescritíveis, como sempre ficava quando se tratava de algo externo a eles - Pela sua cara, você vai ter que ir embora - disse o moreno com pesar.

— Infelizmente - respondeu K. o puxando para mais perto para lhe dar um beijo - Queria que todos os dias fossem terça-feira.

— Eu também - respondeu o moreno passando os dedos entre os cabelos brancos - Leva o lanche quando sair.

— Com certeza - respondeu dando um abraço carinhoso; o moreno o afastou e pegou o celular do seu próprio bolso  fitando a tela por alguns segundos. Bloqueou o celular e retornou ao bolso e disse - Você está me devendo muitas horas agora.

— Vou te compensar fazendo você implorar de tesão - K. o puxou para um último beijo e foi até a porta para que pudesse sair - Vamos nos falando - retirou os trincos, pegou um dos lanches e saiu do apartamento um tanto quanto apressado.

Após fechar os trincos, G. pegou o seu celular e releu a mensagem de Kurapika na tela “Me liga, urgente” . Ele sabia que o amigo sempre respeitara seu “dia santo”, então deveria de fato ser urgente, pegou e o celular e pois no ouvido aguardando o outro atende-lo.

— Finalmente Gon - disse a voz de Kurapika exasperado do outro lado da linha - Você demorou.

— Foi mal, você sabe que terça-feira é meu dia de descanso - falou o moreno se jogando no sofá e passando a mão no pênis que ainda estava excitado com as últimas palavras de K. 

— Encontramos o Ging - disse Kurapika sem mais delongas voltando ao seu tom controlado - Finalmente achamos seu pai.

— Onde o encontraram? - perguntou o moreno revirando os olhos; Ging era a última pessoa da terra que poderia ser chamado de pai, já que foi ele quem arrastou o próprio filho para aquela confusão toda que era sua vida.

— Nas fronteiras, fugindo do continente, mas os Zoldyck foram mais rápidos e estavam mais preparados para captura-lo - - respondeu Kurapika.

— Que caralho - respondeu o moreno jogando a cabeça para trás - Meu dia não poderia ser pior? 

— Mas pegamos Kalluto - respondeu o Kurapika triunfante - o mais novo dos Zoldyck.

— Ótimo, não somos tão inúteis assim - Gon abriu um sorriso sentindo seu peito encher de excitação, finalmente tinha um Zoldyck nas mãos - Eu cuido dele

— Claro, mas vem logo porque Leorio não está se aguentando - disse o Kurapika também relaxando a voz - Nos vemos daqui a pouco? 

— Certeza - Gon desligou o telefonema e pegou a camisa ali jogada; sentia-se irritado por saber que os Zoldyck haviam pego Ging primeiro, porém estava animado por saber que poderia descontar sua raiva na cara de algum  Zoldyck qualquer; Enquanto terminava de se ajeitar para sair do prédio, sentiu o celular vibrar no bolso de trás.

K. - Ainda estou com tesão, me encontra no nosso beco antes de ir embora. 

Ao ler a mensagem na tela de bloqueio do celular, o moreno não conteve o sorriso, também estava morrendo de tesão. K. sempre o deixava louco de todas as formas possíveis. Kalluto poderia esperar uns minutinhos, Gon tinha excitações mais urgentes no momento para resolver primeiro.

 

~.~

 


Notas Finais


Capítulo curto e ainda será revisado.
Não pretendo ficar focando na relação deles, claro que será a chave principal para mudar algumas coisas que acontecem na cidade, mas pretendo focar principalmente no mundo do qual eles estão ambientados.
Minhas preocupações; Não quero fazer uma leitura “fácil” digo, a minha primeira fanfic ela é totalmente focada em amor e casal e nessa eu quero criar uns plot twist e algo mais complexos de digerir. Não é uma história de amor.
Quero muito muito muito saber de vocês se valem a pena eu entrar nessa, eu estou animada pra escrever algo nesse estilo, mas não estou tão confiante em entrar nessa agora.
Enfim, me contam o que vocês acham ou sugestões.. ficarei mega agradecida.

Beijos beijos!


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