História You - Larry Stylinson - Capítulo 12


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Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Louis Tomlinson, Personagens Originais
Tags Dodie Clark, Harry Styles, Larry Stylinson, Louis Tomlinson, One Direction
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Palavras 3.190
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


➸ Boa noite meus sorvetinhos quentinhos!

➸ Eu estava louca para postar esse capítulo e quase esqueci de postá-lo hoje, mas felizmente eu estou aqui e trago o primeiro capítulo do mar de rosas que se seguirá.

➸ Aproveitem os bons tempos e nos vemos nas notas finais?!

Capítulo 12 - There's a storm coming tonight


  Um livro repousava suavemente no colo se Harry e ele mantinha os olhos verdes fixos às letras miúdas, mas assim mesmo não conseguia se concentrar numa palavra sequer por conta da coriza em seu nariz, da tosse periódica seguida por espirros e dos pensamentos que inundaram sua mente desde que deixara a escola há dois dias – desde então não voltara, tanto pela gripe que estava o consumindo tanto pela vergonha.

  Enviou mensagens para Louis pedindo desculpas por seu comportamento, mas sabia que o mais velho preferia contato real e esperava se desculpar propriamente quando sentisse-se pronto para retornar à faculdade.

  Seus olhos pesam mais uma vez e ele fecha o livro para desistir de vez da leitura, bocejando de uma maneira um tanto escandalosa e acabando por espirrar várias vezes em seguida, com seu corpo dolorido e cansado demais para que ele tenha alguma motivação além de ficar deitado olhando o teto e esperando que o sono o consuma. O céu estava escurecendo rapidamente e ele sabia que logo estaria chovendo novamente, então foi uma enorme surpresa quando ouviu batidas na sua porta.

  Sua garganta dói quando ele grita pedindo que a pessoa espere quando coloca um robe cheio de estrelinhas e suas pantufas, praticamente se arrastando para abrir a porta e abrindo melhor os olhos quando encontra com Louis:

  - Lou! Boa noite – felizmente seu nariz não estava mais entupido e ele podia falar normalmente, abrindo um sorrisinho fraco e dando espaço para ele entrar.

  - Oh, Curly, você está bem? – o mais velho fica preocupado, levando a mão quentinha até a testa do garoto de modo que precisa afastar seus cachos bagunçados para sentir sua temperatura e solta um suspiro aliviado quando constata que não estava febril.

  - Yeah, eu já estou tomando xarope e logo essa gripe chatinha passa. E como você está?

  - Estou preocupado contigo, isso sim, eu bem achei que não era uma boa ideia sair naquela chuva. Você já jantou? – Louis pergunta após olhar ao redor e perceber que não havia nada que indicasse uma possível refeição sendo preparada, o cacheado apenas nega com a cabeça e esfrega um dos olhos para tentar acordar melhor. – Então eu vou fazer uma sopa pra você.

  Harry nem tem tempo para negar antes do mais velho seguir para a parte de sua cozinha que era praticamente junto com a sala, dividida apenas por um balcão. Ele sempre adorara seu jeito espontâneo que não deixava nunca de surpreendê-lo e não pode deixar de ficar olhando feito um idiota para o garoto enquanto ele pegava a panela que usaria e tentava se virar com os ingredientes que encontrou na dispensa e na geladeira do garoto – ao menos tinha batatas e faria apenas um caldinho simples.

  Conseguia sentir o olhar atento do cacheado nele, mas não se importava muito com a atenção e olhava diversas vezes em sua direção quando o menino espirrava ou tossia baixinho como se tivesse vergonha de algo natural, achando-o belo mesmo com o nariz avermelhado e os olhos miúdos por conta do cansaço que vinha com a gripe:

  - Sabe, acho que nunca cozinhei para ninguém, não tenho certeza se vai ficar muito bom, mas é a coisa mais romântica que eu já fiz por alguém – Louis olha na direção do mais jovem ao falar, sorrindo quando ele fica ruborizado e abre um sorriso largo.

  - Bom saber disso, eu preciso retribuir o favor um dia, eu até que cozinho bem...

  - Eu iria adorar – o menor sorri e coloca as batatas cortadas na panela com água, temperando com o cenho franzido em confusão enquanto tenta lembrar-se como a sua mãe costumava fazer quando ele ficava doente. Sabia que ainda precisava aprender muito sobre culinária e esperava poder contar com a ajuda do cacheado. 

  Os dois ficam em silêncio por mais um tempo. Harry observando o outro cozinhar com os seus grandes olhos verdes curiosos enquanto ele termina de preparar a sopa, provando o caldo antes de tampar a panela. Tomlinson se encosta no balcão da pia e olha para o cacheado, sentado na banqueta alta onde ele costumava fazer as refeições no outro lado da sala-cozinha americana.

  Seus olhos se conectam e o mais jovem percebe que a irritação do outro dia já havia passado e que provavelmente já havia sido perdoado por suas ações inconsequentes, mas ainda assim sente um peso insistente nos ombros e a culpa de não ter se desculpado propriamente:

  - Lou, sobre aquele dia, e-eu sinto muito pelo jeito que eu agi. Foi muito estúpido da minha parte te tratar daquele modo depois de ter me ajudado tanto e ainda te acusar como se você me devesse explicações – o cacheado murmura, abaixando a cabeça envergonhado e tornando a se sentir culpado como nas primeiras horas.

  - Está tudo bem, eu entendo que você estava cheio de coisas na cabeça e que muitas pessoas já te deram motivos para desconfiar, mas eu quero que saiba que eu não menti e não mentirei para você porque eu quero que confie verdadeiramente em mim.

  - Isso significa muito para mim – ele abre um pequeno sorriso ao falar e Louis se aproxima dele, ficando do outro lado do balcão de mármore que era usado como mesa e estendendo a mão para fazer um carinho suave no rosto macio do garoto. Styles se inclina em direção ao carinho como se fosse um gatinho carente, fechando os olhinhos e se entregando.

  - Eu quero que saiba, Harry, que eu gosto muito de você e nunca faria nada para te machucar de qualquer forma – o mais velho sentia a necessidade de dizer aquilo depois de tudo que ouvira o garoto contar sobre o ex-namorado, não sabia como aquele moreno ordinário pudera tratar alguém tão adorável de uma forma tão cruel e imaginava que as cicatrizes que ficaram deveriam ser fundas demais para que Harry mantivesse um pé atrás nos relacionamentos.

  As bochechas do cacheado esquentam contra a mão do mais velho quando ele percebe a profundidade do que acabara de ouvir e ele abre os olhos para fitar as íris azuis e expressivas de Tomlinson, que já o observavam com atenção na espera de uma resposta. Aquelas palavras significavam muito para ele e seu coração bate acelerado com a simples confissão de que ele possivelmente era adorado por Louis como desejara tão ardentemente ser, de que seus sentimentos poderiam ser correspondidos mesmo que ainda fossem simples.

  Mas, além disso, vinha com a promessa implícita de que o menor iria seguir cuidando dele como já estava fazendo, evitando que ele se machucasse mais enquanto cura o que já havia sido ferido anteriormente:

  - Eu sei disso, Lou, eu também gosto muito de você e te admiro muito – o mais jovem dá um pequeno sorriso tímido e cria coragem de se inclinar por cima do balcão para deixar um beijo suave na bochecha de Tomlinson.

  Louis arregala de leve os olhos, surpreso por ser a primeira vez que o cacheado tomava a iniciativa de beijá-lo quando todas as outras vezes foi ao contrário, mas assim mesmo abre um sorriso largo e vira o rosto para retribuir o carinho, selando os lábios na bochecha do menino que logo fica ruborizada com a sua timidez.

  A sopinha começa a cheirar – mesmo que Harry não estivesse conseguindo identificar muito bem os aromas – e logo o mais velho está servindo-a nos pratos fundos que encontrou no armário da cozinha.

  Harry olhava para o mais velho completamente encantando com o modo que ele estava o tratando, ficando mais e mais apaixonado a cada vez que piscava os olhos lentamente por conta da preguiça costumeira do resfriado. Tomlinson põe os dois pratos de sopa no balcão em que o cacheado estava e puxa uma cadeira para si, sentando-se de frente para o menino e lançando um sorriso doce para ele:

  - Eu realmente não acho que seria boa ideia tentar dar a sopa na sua boca, Curly, mas se quiser eu posso tentar – ele brinca suavemente na tentativa de aliviar o clima, percebendo o olhar fixo do garoto e ficando pouco tímido com isso.

  Harry cora profundamente ao perceber que o encarava descaradamente e nega diversas vezes com a cabeça, arrumando melhor o robe em seu corpo esguio antes de pegar sua colher e enchê-la com sopa, levando próxima da boca e assoprando suavemente para espantar o excesso de calor antes de envolvê-la com os lábios.

  Os olhos azuis ficam fixos no garoto durante todo o processo, admirando a suavidade com que Harry fazia aquelas ações simples e abrindo um pequeno sorriso carinhoso quando percebe mais uma vez o quão adorável era seu hábito de pôr a língua um pouco para fora quando comia algo. Louis queria sentir aquela língua em seus lábios, aprofundando um beijo e até mesmo trilhando um caminho até seu pescoço, mas ele apenas espanta esses pensamentos e respira fundo antes de perguntar:

  - Então, minhas habilidades como cozinheiro estão aprovadas?!

  - Com toda a certeza, eu adorei e nem gosto de sopa! – o Styles abre um sorriso radiante para o mais velho. Ele realmente detestava sopa, mas aquela parecia ter algo de especial que deixava o seu interior completamente quentinho, talvez fosse o carinho colocado no preparo.

  - Fico feliz que tenha gostado – o outro retribui o sorriso e prova a própria sopa, achando realmente boa e ficando contente de ter feito algo bom para o seu garoto.

  Ambos ficam em silêncio enquanto comem, aproveitando o aconchego do ambiente e a sopa agradável enquanto trocam olhares periodicamente. Louis nota o modo que a pele ao redor do nariz do mais jovem estava avermelhada e seus olhos cansados, cuidando seus movimentos e admirando cada um de seus detalhes mesmo que o cacheado estivesse se achando horrível com aquela aparência desgastada pela gripe.

  A pequena quantia de sopa preparada acaba após algum tempo e Tomlinson insiste em lavar a louça usada, então o cacheado precisa se contentar em apenas enxugar e guardar em seus devidos lugares. Harry estava acabando de guardar as últimas colheres na gaveta quando um raio cai próximo ao local e o trovão não tarda a vir, estremecendo o prédio pela proximidade e dando tamanho susto no cacheado que ele não hesita em se abrigar nos braços sempre quentinhos do mais velho num abraço apertado.

  Louis fica surpreso pela proximidade inesperada, mas logo retribui o abraço e traz o corpo esguio e pouco mais alto do garoto mais para perto, afagando seus cachos para tentar acalmá-lo quando percebe que ele tremia com o susto e provavelmente com o frio:

  - Está tudo certo, Curly, foi apenas um relâmpago – o tom suave que Louis utiliza ao falar faz com que o garoto fique mais calmo, mantendo os olhos fechados e respirando fundo de modo que enche o peito com o cheiro de paz que o mais velho exalava.

  - Sim, tudo certo – ele sussurra baixinho e se aproxima mais ainda de Tomlinson, se encolhendo um pouquinho para ficar menor que ele e se aconchegar da melhor forma em seus braços. Harry se sentia em casa naquele abraço, protegido como se nada pudesse o fazer mal e preenchido por uma paz que não sentia há um longo tempo.

  Louis deixa um beijo carinhoso na bochecha do garoto e em seguida se inclina para deixar outro em sua testa, afastando-se um pouco de modo a ver seu belo rosto. Ele acaricia a pele alva com o dedo indicador, admirando o momento em que ele abre suavemente os olhos para revelar um brilho crescente nas lindas íris verdes e acabando por desviar o olhar para os seus lábios rosados que pareciam tão macios e que ele gostaria tanto de provar.

  A respiração de Styles falha ao notar o olhar em sua boca e ele fica corado quando retribui, fitando os lábios finos do mais velho que estavam sendo incessantemente mordiscados de modo que ficavam avermelhados. Era aquilo que o deixava enlouquecido. Os mesmos lábios vermelhos e os mesmos olhos azuis que fizeram que ele se apaixonasse quando era mais jovem e que agora estavam trazendo a paixão de volta ao seu coração, com aquela camiseta branca e mais um par de tatuagens que antes não adornavam sua pele beijada pelo sol.

  Um suspiro escapa por entre os lábios de Louis e o cacheado toma isso como uma confirmação de seus desejos, se inclinando suavemente pouco mais para a frente prestes a realizar seus anseios de finalmente beijá-lo quando mais um raio corta o céu e as luzes se apagam antes que o trovão chegue:

  - Lou! – o cacheado ofega alto junto com o estrondo e é envolvido pelos braços protetores e carinhosos do mais velho noutro abraço que o deixava seguro.

  - Eu estou aqui para você, Curly – a voz suave de Tomlinson faz com que o garoto fique pouco mais calmo, fechando os olhos com força e com o rosto enfiado na curva de seu pescoço como se tentasse evitar a escuridão.

  Harry assente com um grunhido e tem ligeira impressão de estar em casa naquele abraço, de estar seguro e ser profundamente adorado como sempre sonhara ser, pois estava nos braços de Tomlinson e ele era diferente de todas as outras pessoas que ele já conhecera com toda sua gentileza e seu charme natural que o deixava completamente encantado.

  Mais um trovão distante é ouvido e o vento forte parece entrar pelas frestas das janelas do apartamento, fazendo com que o cacheado trema mais ainda e crie a coragem de pedir o que estava planejando a noite inteira:

  - Fica comigo, Lou? Por favor, e-eu não quero passar mais essa noite sozinho – ele pede com o rosto ardendo de vergonha por poder facilmente ser entendido errado, mas Tomlinson percebe a inocência do pedido e apenas aperta mais o menino em seus braços quando assente com a cabeça, afagando seus cachos.

  - Sim, é claro, amor – o apelido carinhoso surpreende o mais jovem, mas ele acha melhor apenas ficar em silêncio e abraçar com mais força até que precisa largá-lo.

  - Acho que tenho algumas velas e... – Harry suspira aliviado quando o outro liga a lanterna do celular e ele consegue enxergar a cozinha, começando a fuxicar num armário em que ele encontra um pacote ainda fechado de velas e um isqueiro muito pouco usado que ele nem sabia se ainda funcionava.

  Louis o ajuda a acender as velas e fixá-las de modo improvisado em latas e em alguns pires que encontraram, eles decidem com uma troca de olhares que seria melhor se aconchegarem no quarto e levam as velas para lá, distribuindo de uma maneira que o cômodo fica iluminado.

  A chuva se torna mais forte e o cacheado faz com que o menor vá junto com ele conferir se as janelas estavam bem fechadas, levando a lanterna do celular e uma vela para garantir que eles não ficariam no escuro. Harry quase cai ao tentar fechar a janela emperrada do banheiro que embocava o vento para dentro do apartamento, mas é amparado por Tomlinson antes que caia no chão úmido do pequeno box em que eles estavam se espremendo.

  Os vários livros arrumado numa estante no quarto chamam a atenção de Louis, que lê os títulos clássicos da literatura enquanto o cacheado procura por uma roupa confortável que poderia servir de pijama para o mais velho, acabando por emprestar apenas uma calça moletom cinza quando Louis insiste em manter sua camiseta e se aconchega na sua cama após fazer sua higiene noturna enquanto o mais velho vai se trocar:

  - Sabe, Curly, hoje é uma boa oportunidade para eu ler algo escrito por você – Tomlinson fala com um sorriso brincando no rosto quando volta do banheiro já vestindo a calça de moletom e com a lanterna iluminando seu caminho.

  - Não, Lou, eu tenho realmente muita vergonha – o mais jovem usa uma almofada para esconder o rosto e sente o colchão ao seu lado afundar.

  - Por favorzinho – o garoto tira a almofada do rosto do cacheado para que ele precise olhar seu rosto e faz um biquinho manhoso quando consegue sua atenção, parecendo com uma criança nesse momento e acabando por derreter o coração do maior, que apenas assente com a cabeça e indica a pasta azul em sua escrivaninha.

  Harry oculta o fato de que guardou seus trabalhos naquela pasta por sua cor lembrar-lhe dos lindos olhos do mais velho, observando com um pequeno sorriso quando o garoto pega os seus textos e se acomoda em seu lado na cama – exatamente no lado esquerdo, como se os dois dividissem a cama há um longo tempo.

  O primeiro trabalho na pasta era um poema que ele escreveu com muita timidez, contando sobre seu antigo mundo cinza que passou a ser colorido após ele conhecer o azul em certos olhos de um menino gentil. Realmente, ele nunca soube ser discreto:

  - Nossa... Isso é realmente muito lindo – o mais velho murmura pasmo após ler a poesia, sem conseguir conter um enorme sorriso ao notar certa familiaridade com a pequena história retratada em versos e olhando na direção de Styles, que retribui o sorriso envergonhado e se aconchega melhor na cama.

  - Fico feliz que tenha gostado do que eu fiz com muito carinho – ele murmura baixinho e tira o robe de estrelinhas quando se cobre com o cobertor grosso e quentinho que havia colocado mais cedo, indo quase que sem querer mais para perto do outro para aproveitar o calor.

  - Okay, esse próximo é um pouco maior – Louis sorri ao notar a letra bonita do cacheado, passando os olhos pelas palavras rapidamente e percebendo que já conhecia um pouco daquela história que retratava o encontro recente dos dois. Os personagens tinham nomes diferentes, mas ainda assim era visível a semelhança com a vida real.

  Harry fica extremamente ruborizado ao que o mais velho começa a ler o seu texto num tom baixo, mas ele decide apenas ficar em silêncio e aproveitar o doce som de sua voz na leitura do conto que ele escrevera pensando neles. Ele torna a abrir os olhos por alguns instantes ao ouvir uma risada suave do menor quando lê a descrição do nervosismo da personagem, mas o riso não tem nada além de carinho e isso faz o cacheado sorrir. 

  O sorriso segue nos lábios de Tomlinson ao que ele lê a narrativa bem desenvolvida, tentando imaginar o que o garoto deitado ao seu lado estaria pensando quando escreveu-a daquele modo tão delicado e seguindo a ler num tom baixo, mas alto o suficiente para que o Styles consiga sentir o sorriso em cada uma de suas palavras.

  Os olhos do cacheado começam a pesar e ele precisa fazer um enorme esforço para se manter acordado por mais um pouquinho, fitando as velas quando seus olhos se fecham e achando enorme semelhança com luzes de fadas.

  - Realmente, acho que ele poderia ter a beijado... – Louis fala ao final, virando-se para o cacheado e percebendo que ele já dormia, então apaga as velas e volta a deitar-se juntamente dele. Deixando um beijo suave em sua testa e o segurando em seus braços.  


Notas Finais


| There's a storm coming tonight
| So lock your door up tight

➸ E então?! Gostaram de toda essa interação entre os dois e do Louis cuidando do Harry todo meiguinho?! Porque eu simplesmente amei! Mas a cereja do bolo foi ele finalmente ler algo escrito pelo curly e começar a perceber algo que é um tanto quanto óbvio.

➸ Estou no aguardo de comentários, não vou mentir, prezo muito pela opinião de vocês e quero saber o que estão achando da estória. Além de que gostaria de agradecer pelo apoio de todos e tudo mais, é muito importante para mim e eu desejo tudo de bom à cada um de vocês!

➸ Beijinhos de sorvete e all the love always!


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