História Us again - Capítulo 10


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Categorias Alexandre Nero, Giovanna Antonelli
Tags Alexandre Nero, Giovanna Antonelli
Visualizações 305
Palavras 1.551
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Universo Alternativo

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Opa, voltei hahahah!!
Aproveitem, beijos!

Capítulo 10 - "Capitulo 10"


Fanfic / Fanfiction Us again - Capítulo 10 - "Capitulo 10"

Rio de Janeiro


Oi, querido! - Suely diz ao abrir a porta para o ex genro. - Vamos entrando.


- Licença, dona Suely! - beija o rosto da senhora ao entrar na casa.


- Senta aqui um pouquinho. Pedro está na casa de uma amiga minha, brincando com os netos dela - a senhora senta e ele a acompanha. - Daqui a pouco ele está por aqui.


- Tudo bem, eu espero - esboça um sorriso.


- Quer comer ou beber alguma coisa? 


- Não, não. Obrigado! - ele responde. - dona Suely, eu quero agradecer mais uma vez. Isso que a senhora tá fazendo...


- Não precisa nem terminar - o interrompe. - Giovanna é minha filha, mas não concordo com a decisão dela. Proibir um um pai de ver o próprio filho, isso não existe.


- Eu só não quero que a senhora se complique com ela, se a Giovanna descobrir que estou vendo o Pedro escondido... enfim, não quero problemas pro seu lado.


Após a partida da delegada. Suely, combinou com Alexandre de ver o filho às escondidas. Giovanna estava irredutível quanto a decisão de afastá-los, então o investigador concordou com a idéia da ex sogra.


- Ela não vai saber, se bem que... ontem, antes de você vir nos buscar. Ela ligou assim que chegou em São Paulo, estava um pouco desconfiada mas consegui enrolar a fera.


A senhora pisca pra ele, que sorri sem mostrar os lábios. Tinha sorte de ter por perto uma pessoa tão boa como Suely.


- Eu vejo o jeito que você olha pro meu neto, sei que é apaixonado por ele. Você é um ótimo pai, Alexandre! - ela garante. - O problema é que a minha filha é cabeça dura demais... insiste em achar que você procurou tudo isso.


- Desde o divórcio, ela sempre quis um motivo pra ter a guarda inteiramente só dela. Sempre mandou a Rosa junto com ele pra cá apenas pra me vigiar... e agora, Giovanna finalmente conseguiu um jeito de me afastar do Pedro. - desanimado, ele olha para baixo, encarando as mãos. - Eu não quero brigar, não quero discutir... só quero poder ficar perto do meu filho.


- Não fique assim, meu filho! Eu sinto que as coisas vão melhorar, só precisamos ter um pouco de paciência - tocando em seu ombro, Suely diz. A senhora realmente tinha um apego muito grande pelo investigador.


Os dois são interrompidos pela chegada do pequeno Pedro, que vibra de felicidade ao ver que o pai estava ali.


- Papai, você veio de novo! - o garotinho exclama, pulando no colo de Alexandre.


- Não disse que vinha? Eu falei pra você, carinha - ele diz,  jogando o menino no sofá, fazendo cócegas no mesmo.


- Ah.. para, papai! Para.. - gritava, soltando altas gargalhadas.


- Chega de bagunça, né? - a mãe da delegada fala, tentando parecer firme. - Pedrinho, agora pro banho.


- Nós vamos sair de novo com o meu pai, vovó?


Alexandre olha para ela que o encara de volta, em seguida, ela desvia o olhar para o neto que comemora.


- Vamos lá tomar um banho primeiro, vem - estende a mão para o garotinho.


- Tudo bem. Já volto, papai! Me espera aí - ele diz, indo em direção ao banheiro com a avó.


- Eu espero, filho... - ele diz observando o filho sumir pelo corredor.


(...)


A semana  passou voando, Giovanna e Rosa já estavam de volta ao Rio, a delegada estava terminando de arrumar a nova casa com a ajuda da mãe. Pedro estava na casa de uns coleguileguinhas que havia feito amizade no condomínio da avó.


- Esse apartamento é mesmo incrível, minha filha! - Suely diz ao observar o local mobiliado. - Ficou tudo muito bonito!


- Ficou lindo mesmo. E o quarto do Pedro? Não vejo a hora de ele ver o quartinho dele, mãe! - fala pensando no filho. - Tô com tanta saudade do meu filhote.


- Já, já, ele estará aqui e sei que vai amar o quarto novo - abraça a filha pelos ombros. - Vamos almoçar antes de você ir para a nova delegacia?


- Vamos, só preciso esperar a Rosa. Ela foi pegar o controle da garagem com o porteiro.


As duas seguem para cozinha, onde Giovanna serve para a mãe um copo d'água.


- Obrigada, meu amor! - agradece a filha que sorri. - Está animada pro seu primeiro dia?


- Um pouco nervosa, mas pelo menos já conheço o Ricardo, então me sinto mais segura. - confessa.


- Você vai se dar bem, tenho certeza! - segura a mão da filha por cima do balcão. - Filha... você não me disse como ficaram as coisas lá em São Paulo.


A delegada respira pesadamente, sabia do que a mãe estava falando.


- Léo virá me visitar todo final de semana...


- Então, vocês continuam juntos? Digo, em um relacionamento firme mesmo?


- Não posso dizer que eu e ele temos algo firme, até porque pro Pedro ele continua sendo apenas um amigo. Mas, nós conversamos e vamos ver no que vai dar... - ela dá de ombros.


- Entendo, que bom! Já lhe disse que acho ele um bom rapaz. É simpático e aparenta gostar muito de você e do Pedro.


- É... gosta até demais - responde baixo, lembrando do pequeno atrito que tiveram dias atrás


(...)


Estava em um belo restaurante a beira mar, conversando com sua velha amiga. Almoçavam dando algumas risadas de vez em quando. Era isso o que Amora sabia fazer de melhor, trazer a tona um Alexandre alegre, quando o clima parecia pesado.


- Cê não lembra, Alexandre? - perguntou gargalhando junto com o investigador. - Aquele dia foi icônico.


- Ai, Amora! - limpava as lágrimas que saíam de seus olhos por conta das risadas. - Você fez a Karen cair na piscina. Admite!


- Ah.. só queria ajudar um pouquinho assim - gesticulou, fazendo uma careta. - Ela é enjoada demais, Alexandre! Tava de cara amarrada a festa inteira, achei que fosse o calor - deu de ombros.


- Amora... quem não te conhece que te compre - diz o ditado tentando não rir, o que parecia impossível ao lado dela.


- Ai, chega! Não viemos aqui pra isso - ela diz ajeitando os cabelos, se recompondo. - Vamos ao que interessa... eu estudei um pouco mais sobre o caso, olhei os papéis do seu divórcio que você me mandou na semana passada e também procurei algumas anotações da assistente social que acompanhou vocês. Ali diz que você, aparentemente, é uma pessoa completamente apta para cuidar do seu filho. Mas... com o novo pedido de guarda definitiva feito pela Giovanna. Eles vão avaliar novamente o seu comportamento com o Pedro.


- Não acredito. vou ter que passar por isso de novo? - pergunta indignado.


- Infelizmente sim, Alexandre! Se a Giovanna já entrou com o pedido, eles mandarão sim alguém pra te avaliar.
Você devia estar feliz, porque acho pouco provável o juiz conceder a guarda definitiva pra ela só porque o menino teve uma reação alérgica - ouvindo atentamente, Alexandre respira fundo. - Relaxa, cara! Isso poderia acontecer com qualquer um.


- Eu devia ter ficado esperto, Amora! Não fui atento o suficiente...


- Alexandre, olha pra mim. Vocês se separaram quando ele tinha 2 aninhos, ele era um bebê e tu sempre cuidou muito bem dele quando era a época de vocês ficarem juntos, isso será avaliado também. Fora que tem a Rosa, ela vai ser testemunha. Não se sinta culpado por isso, pelo amor de Deus! - ela implora.


- Tá, tá bom! - sussurra.


- Giovanna também foi uma filha da puta com você... mas calma que a gente vai dar um jeito. Vou me informar mais e depois te ligo se tiver algo novo, ok?


- Obrigado por tudo, Amora! - segura as mãos da amiga. - De verdade.


- Você não tem que me agradecer, somos amigos há muito tempo. Tu é praticamente meu irmão, nunca que eu te deixaria na mão. - sorri ternamente para ele. - Só eu sei o quanto você sofreu naquela época, não podia deixar isso acontecer de novo.


Eles se levantam e trocam um abraço. Amora era realmente a irmã que nunca teve, a pessoa em que podia contar em todos os momentos.


(...)


Já estava na delegacia, havia acabado de chegar, quando, um de seus colegas de trabalho o chama para a sala de Ricardo.


- Ricardo? - pergunta confuso. - O que é que ele quer falar comigo? - não ia muito com a cara do rapaz, de alguma maneira "seu santo não batia com o dele".


- Acho que a nova delegada chegou e ele tá querendo te apresentar. É só o que eu sei por agora!


No momento Alexandre arqueou as sobrancelhas. "Então, é uma mulher" pensou imaginando como seria. Ele agradeceu ao colega e se encaminhou para a sala principal. Ao abrir a porta pode ver Ricardo conversando com uma mulher de cabelos castanhos e medianos, o fazia lembrar de alguém. E esse alguém era uma pessoa em que não queria encontrar por um bom tempo


Seu sangue pareceu correr mais rápidos por suas veias e seus olhos se arregalaram. "Não pode ser" pensou já imaginando quem seria.


- Alexandre, que bom que chegou! Quero te apresentar a nossa mais nova comandante. - a mulher esbelta de cabelos castanhos se vira o fazendo perder completamente a fala. - Essa é Giovanna Antonelli. A nossa mais nova delegada! 


Notas Finais


Comentem bastante aí, assim eu sei se pelo menos vocês estão gostando ou não!! Dêem sugestões também, manas...


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