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História You are art - Capítulo 1


Escrita por: e Mugiwaraproj


Notas do Autor


Oie gnt, primeira fic de One Piece (demorou, mas saiu)

Espero que gostem, boa leitura <3

Capítulo 1 - Capítulo único


Sanji caminhava pelas ruas lotadas de Paris durante a tarde com o cigarro na boca, suas roupas estavam um pouco esfarrapadas, mas suficientemente belas para usar. Vestia uma casaca azul marinho feita de seda francesa — Devido a sua falta de dinheiro para comprar cassimira —, estava aberta com o objetivo de mostrar os babados e outros detalhes de sua camisa, as calças justas estavam por dentro das botas de montaria e davam a ele um ar mais jovem.

 

Em suas mãos se encontrava uma caixa com os materiais que acabara de comprar; tintas novas e alguns pincéis feitos de cerda de pelo de coelho, quando iria finalmente entrar em seu ateliê notou uma presença estranha. Um homem de cabelos esverdeados observava-o de lado, como quem não queria nada, até que se aproximou.

 

— Perdoe-me se estiver incomodando, porém poderia dizer a este pobre imigrante onde achar um cortiço aqui perto ou alguém a procura de alguém para ao menos dividir um quarto simples? — Pode perceber a penúria apenas pelo seu modo de vestir, camisa branca lisa e calças folgadas — Senhor? — Olhou para sua face novamente confuso pela falta da resposta.

 

O loiro estava absorto em seus pensamentos, o homem à sua frente conseguia ser gracioso mesmo com as roupas simples, notou logo os músculos bem desenvolvidos dos braços e depois os do do abdómen, perguntava a si mesmo se a camisa dele não estouraria se conseguisse mais robustez.

 

— Vejo que não é daqui — Respondeu, saindo de seus devaneios  — Estou a procura de um modelo, gostaria de ganhar dinheiro posando? — Proposta feita, a resposta que deixava-o nervoso.

 

— Contanto que eu não tenha de usar uma dessas roupas pomposas — Acabou sorrindo enquanto apontava para Sanji.

 

— Prometo que será uma pintura natural. — Falou um pouco incomodado com o comentário anterior.

 

— Onde é o seu ateliê? — Indagou, estava animado para finalmente ganhar alguns francos franceses.

 

— Oh! — Exclamou para chamar atenção — Por aqui, nós parisienses costumamos receber os convidados muito bem! Me chamo Sanji e será um prazer pintá-lo. — Tomou-lhe pelo braço.

 

— Roronoa Zoro. — Disse de forma calma.

 

Não replicou. Foi na oficina dele em silêncio, não podia negar que o loiro era mesmo talentoso, os quadros mostravam a França em diferentes tempos, desde o amanhecer até a noite mais sombria. Silhuetas femininas se destacavam aqui e ali, nada muito sexy nem explícito, mas com enorme riqueza de detalhes nos corsets e penteados bem trabalhados.

 

— Vejo que tem muitas consortes. — Zoro falou, observando atentamente tudo ao seu redor.

 

— Modelos, não mais que isso. — Fez uma pausa se perguntando se realmente deveria falar o que estava em sua mente — Talvez vá se incomodar, mas espero que não fique espaventado — Bagunçou o cabelo para o lado —, mas damas não fazem meu tipo — Acabou por dizer.

 

— Para ser lacônico, também não fazem o meu. — Dito isso jogou-se em um sofá a sua frente e encostou a cabeça lá, imediatamente dormindo.

 

Sanji ficou vermelho, por um instante pensou se que aquilo havia sido uma investida, mas ao olhar aquele homem deitado sem nem olhar sua face pensou “Quis apenas ser franco, esses estrangeiros”. Foi até o esverdeado e tentou tirá-lo dali, mas parecia ter sido feito para o móvel, puxou seus braços fortes e apertou levemente os músculos. Porém devido ao medo que tinha de machucar suas delicadas mão e comprometer seu talento, decidiu chutar até que acordasse.

 

Demorou um pouco, talvez mais de 10 minutos, apesar disso ele acordou e rapidamente voltou a dormir. Quase desistindo de pintar o jovem a sua frente, concluiu que o melhor jeito de tê-lo como modelo seria naquela posição, estava realista e espontâneo, “natural” como dissera que seria. Sem vergonha na cara, tirou a camisa que o homem vestia com cuidado, nem assim ele acordou.

 

Pegando a tela, as novas tintas e um papel onde fez primeiro o esboço, não gostou do resultado, perfeitamente normal, artistas em geral não costumam apreciar seu trabalho. A cada vez que olhava e via os detalhes que rabiscou conseguia encontrar mais e mais erros, alguns até inexistentes. A verdade era que o corpo de Zoro possuía detalhes lindos demais para serem imortalizados em sua tela, cada músculo malhado e detalhado. Cicatrizes aqui e ali compunham seu tronco e davam a ele um charme especial.

 

Mais uma vez tentou fazer o contorno de seu rosto, notou que havia algo de errado e levantando de sua cadeira, bagunçou as madeixas do jovem adormecido a sua frente, rabiscou mais uma vez e viu que resultado melhor do que aquele não seria possível alcançar. Fazia isso primeiro no papel devido ao medo de estragar a tela, material esse que além de essencial para qualquer pintura, tinha um preço exacerbado.

 

Quando obteve um resultado significativamente bom, copiou tudo com a tinta e o pincel na tela, primeiro fazendo o fundo e o sofá, depois finalmente contornando a silhueta do homem. Fez o mais detalhado possível, até as cicatrizes pequenas estavam presentes, pintar outra pessoa fazia com que desse o máximo de si para atender as expectativas desta.

 

Terminando o trabalho, sentiu-se satisfeito, indo até a cozinha pegou uma garrafa de Whisky e um copo. Quando abriu, imediatamente Zoro acordou, deu um sorriso calmo e um pouco desajeitado, colocou as mechas verdes de seu cabelo para trás e finalmente encarou Sanji, ele estava com uma expressão um pouco irritada.

 

— O que houve? — Indagou confuso.

 

— “O que houve?” você está na minha casa há mais de 5 horas dormindo! Eu tentei ser um bom anfitrião e tudo que recebo são roncos de uma pessoa que sequer conheço? — Questionou de volta irritado.

 

— Não precisa ficar assim — Ele se levantou —, já que insiste, estou de saída.

 

— Também… Você não precisa ir embora… — Praguejou internamente por ter dito aquilo — Acabou de chegar na cidade, imagino quantos navios pegou até chegar aqui, já são oito horas. Peço que fique. — Completou puxando-o pelo braço.

 

— Já que insiste… — Falou levantando-se — Isso inclui comida e bebida?

 

— Você é muito folgado! — Exclamou perdendo a paciência rapidamente.

 

— Folgado? Eu disse que ia sair e você pediu para que eu ficasse, pretende me dar um teto para dormir e privar-me da alimentação?

 

— Somos como vinho tinto e cerveja barata mesmo, não sei porque convidei-o para ficar aqui. — Sanji bufou irritado.

 

— Está me desprezando por ser um estrangeiro? Saiba que minha mãe era francesa e ela me deu uma ótima educação. — Começou a ficar irritado — Agora dê o dinheiro pelo quadro! — Apontou para a tela.

 

— Claro, mas primeiro diga-me o que fez. — Olhou para ele sério.

 

— Eu posei! 

 

— Dormiu em meu sofá durante horas e não me deixou sequer escolher como queria que estivesse.

 

— Você é sempre tão avarento? Se não ia me pagar, era só não chamar. — Zoro disse sentando no sofá.

 

— E-Eu pretendia te pagar — Aquilo feriu a dignidade do loiro que logo engoliu uma grande quantidade do líquido da garrafa que segurava —, a culpa é sua… — Ele disse quase caindo.

 

Não estava acostumado a beber aquilo, tinha entre suas coisas apenas para dizer que comprou, cambaleando foi até Zoro e disse:

 

— Vem cá estrangeiro...  — Abraçou-o.

 

— Sanji, você não está em condições de andar, mora aqui mesmo ou pelo menos sua casa é perto? — Perguntou levemente preocupado.

 

— Boa ideia, vamos para o meu quarto… — Apagou.

 

» • ◆ • «

 

— Finalmente acordou. — Zoro falou, estava sentado em uma cadeira perto da cama onde o loiro encontrava-se deitado.

 

— O que ainda está fazendo aqui? — Indagou confuso, estava vestido apenas com a camisa social e com as calças. Aparentemente Zoro havia retirado seus sapatos e sua casaca.

 

— Acha mesmo que sou tão indigente ao ponto de deixá-lo sozinho? 

 

— Muito obrigado por se preocupar… — Respondeu envergonhado.

 

— É que eu não quero que você faça um retrato de mim e diga que sou ladrão, tem talento para colocar minha face em todas as ruas dessa cidade. 

 

— De qualquer forma — Replicou Sanji —, obrigado pela parte em que diz que tenho talento. — Colocou a mão nos bolsos e tirou alguns francos — Tome. — Disse oferecendo o dinheiro.

 

— Pensava que não iria pagar, já não quero mais o dinheiro. — Zoro respondeu — Sou alguém de princípios.

 

— Princípios? Que princípios? Apenas ofereci dinheiro por ter posado, rendeu-me uma obra linda. — Falou nervoso ao lembrar do peitoral nu de Zoro.

 

— É porquê eu não aceito dinheiro de pessoas que me atraem. — Falou encarando-o.

 

Algo nos olhos brilhantes de Sanji não deixava que o japonês saísse dali, observou mais uma vez os cabelos galegos e reluzentes dele sobre a luz da lamparina em sua cômoda. Estava perplexo, intocável como as obras que fazia, gostava do jeito direto de Roronoa.

 

Sem dizer uma palavra puxou-o para seu colo e encostaram os lábios ferozmente sem ligar para o que faria em seguida, as línguas encontraram-se agitadas, por um instante o loiro esqueceu como se beijava. Ficou nervoso e acreditava até que estava tremendo, mas tinha tomado o primeiro passo e desejava tudo, menos voltar atrás.

 

Zoro sentiu o membro enrijecer conforme sentia os toques de Sanji por sua cintura e quadris, a camiseta surrada e velha que usava foi logo tirada e o abdome cheio de cicatrizes recebeu carícias das mãos e lábios do pintor.

 

O esverdeado ainda estava em seu colo, mordeu o lóbulo da orelha dele e levantou sua face de modo que distribuiu chupões por todo o pescoço. Não satisfeito, saiu de cima dele e jogou-o na cama, com cuidado tirou a camisa social que o outro vestia e beijou a boca alheia mais uma vez enquanto colocava a mão dentro das calças de Sanji, assim masturbando seu membro.

 

Sedento por mais toques, tirou tudo que vestida e foi até ele, invertendo as posições, removendo também a calça do estrangeiro, tirou seu pênis e colocou na boca. Primeiro passando a língua pela glande no objetivo de provocá-lo, mas depois finalmente engolindo até a base fazendo movimentos de vai e vem com a boca.

 

A boca de Sanji era quente e molhada, bem lubrificada e macia, não tinha o que reclamar daquilo. A derme deles eriçou, já nus, estavam desejosos de finalmente fazer o ato final. Porém o loiro gostava de cerimônias, atiçar o fogo que tomava conta dos pensamentos do esverdeado.

 

Indo até sua direção mexeu os quadris com força, o pau dele chegou a pulsar ao sentir as nádegas de Sanji que imediatamente virou-se, depositou um beijo nas clavículas dele e passou as mãos mais uma vez por sua face. 

 

Não aguentando mais, puxou sua cintura e levou para si, as mãos grossas de quem sempre trabalhou arduamente encontraram as delicadas do pintor que nunca carregara nem mesmo um saco de farinha. Mas isso não importava, as duas realidades distintas estavam se encontrando naquela cama, nada mais importava para os dois.

 

— Vai enfiar ou eu vou ter que pedir? — O loiro indagou com um sorriso pervertido.

 

Deitou-se na cama e abriu as pernas tentando colocar dois dedos em sua cavidade.

 

— Não vai nem querer parar. — Roronoa disse impedindo-o de fazer aquilo.

 

Já ia colocando três dedos em sua boca para lamber,, mas Sanji puxou a mão dele e chupou os dedos um por um encharcando-os e introduzindo em si. Sentindo uma pequena dor no início, se contorcendo, mas depois de acostumado não queria voltar atrás.

 

Qualquer pessoa que chegasse ali iria escutar os barulhos eróticos dele, gemia ao sentir os dedos do japonês virarem e retorcerem, não conseguiu evitar a vontade de quer mais. Colocou outro dedo e enfiou fundo, o que fez com que Zoro retirasse os dele.

 

Ao notar aquilo, Sanji colocou mais fazendo movimentos de vai e volta desejoso daquele sentimento de novo.

 

— Por que parou? — Preocupou-se pensando que havia feito algo.

 

— Queria ver você se masturbando mais um pouco — Aproximou dele e pegou em seu pênis —, você não costuma estimular aqui não é? 

 

Calmamente mexeu nele, estimulou levemente sem pressa, e mais uma vez, tentou colocar a mão ali sendo impedido por seu parceiro.

 

— Você não pode ceder. — Falou exibindo um sorriso largo.

 

Aproveitando que estava deitado, subiu em cima dele e usando as duas mãos masturbou-o tanto pelo ânus quanto pelo pênis, o que aumentou ainda mais o prazer que estava sentindo. Os gemidos voltaram ainda mais fortes, Zoro sentiu-se um artista por alcançar tamanha variedade de notas e ruídos.

 

Não havia coisa mais sexy do que Sanji se revirando, seu corpo pedia por mais e os dois sabiam disso, mas seu orgulho mantinha-se ali presente também e o estrangeiro percebeu isso.

 

— Quer mais? — Zoro indagou.

 

Mas não obteve resposta, Sanji que estava com as costas coladas na cama foi virado e ficou de bruços. Ali, Roronoa enfiou apenas um dedo indo o mais fundo possível enquanto apertava suas nádegas e dava tapas. 

 

Removendo o dedo, colocou a cabeça de seu pênis na entrada do loiro esfregando por toda sua bunda, apenas passando sem enfiar, puxou seus cabelos por trás e sussurrou:

 

— Se você quiser que eu faça isso — Colocou apenas a cabeça ali e tirou rapidamente —, vai ter que implorar. — Mordeu o lóbulo de sua orelha.

 

— Zoro… Coloca aqui… — Falou já virando as costas para ele e empinando.

 

— Quero sentir vontade na sua fala. 

 

Sanji virou e beijou sua boca mais uma vez, explorou todos os cantos que a língua alcançou e trocou saliva com ele, Desejoso, mordeu o lábio inferior do japonês e o pescoço já marcado mais uma vez. Indo para frente, deitou-se de bruços e empinou de novo, agora mais alto e levantando ainda mais a bunda carnuda e durinha.

 

— Quero que você me foda até eu não conseguir mais sentir minhas pernas, quero poder sentir você aqui até mesmo depois do ato. — Disse, sem pudor, já desesperado.

 

Não poderia ter dito palavras melhores, ao escutar aquilo, o esverdeado não conseguiu mais se segurar e fez. Sanji jogou seu corpo para trás satisfeito com Zoro dentro de si, gemeu mais alto e tentava segurar seu corpo com ajuda da cômoda. A sensação de provar o membro do estrangeiro estava ótima, além do tamanho significativamente bom ele sabia como dominá-lo, o que apenas deixava-o mais excitado.

 

Ele sentia o pré-escorrendo aos poucos de seu pênis enquanto recebia as fortes estocadas de Roronoa por trás, masturbou deu membro também e arfou ao sentir os apertos em suas nádegas. Quando sentiu que estava prestes a gozar não podia se segurar.

 

— Você ainda nem terminou o serviço e já vai soltar? — Roronoa indagou colocando ainda mais forte nele — Tente se segurar o máximo que puder — puxou as madeixas loiras mais uma vez —, tudo bem anjo? 

 

— S-Sim… — Sanji respondeu ainda mais excitado com a situação.

 

Zoro deu estocadas ainda mais fortes nele. Este, por sua vez segurava-se para não deixar o líquido escorrer, mas quanto mais guardava, mais se juntava sêmen em seu pênis. O esverdeado ainda não havia cansado, apertou todas as partes do corpo de Sanji enquanto colocava ainda mais fundo nele e quando finalmente o ânus do loiro ficou no formato do pau dele, decidiu colocar outro dedo.

 

— Z-Z.. Zoro… — Sanji falou entre gemidos.

 

— Quer que eu pare? — Indagou deixando a pose de dominador para o lado.

 

— Coloque mais. — Disse — Você poderia me preencher Roronoa Zoro? 

 

— Seria um prazer. — Respondeu voltando as estocadas fortes.

 

Colocando dois ou até três dedos arrancou os melhores barulhos que tivera o prazer de escutar, todos vindos do pintor a sua frente. Roronoa jamais havia se imaginado como um dominador, mas Sanji despertava sentimentos e prazeres nele, que nenhuma pessoa tinha sido capaz de fazer.

 

Ao sentir que iria finalmente colocar tudo para fora, depositou o sêmen na cavidade do loiro e realmente, estava quase cheio. Sem esperar ordem do esverdeado, acabou também jorrando o gozo que antes segurava. 

 

Terminado aquilo as pernas dele estavam bambas, era como se tivesse recebido uma dádiva e depois tivessem tirado, mas a sensação era viciante. O sêmen pegajoso do maior escorrendo pelas suas pernas pingava no lençol. Misturando-se com o seu. 

 

Ele ainda sim, levantou-se relutante mesmo com a vontade de permanecer na cama. Pegou um pequeno bloco de anotações e arrancou algumas folhas que estavam na frente, também pegou lápis e borracha, olhando para o parceiro, fez a seguinte proposta:

 

— Posso te desenhar? 

 

Aquele momento tinha de ser guardado em algum lugar, não sabia o que aconteceria com os dois no dia seguinte e isso ficaria mesmo para decidir no futuro. Deviam aproveitar o presente.

 

O corpo de Zoro estava molhado, mechas de seu cabelo que foram colocadas para trás agora estavam indo para a frente, o suor dos dois já havia se misturado e formado um novo odor com um cheiro totalmente erótico. O pênis dele ainda parcialmente duro pulsava, a cabeça grande combinava com a grossura do membro e apenas de ver aquilo, Sanji teve vontade de colocar na boca mais uma vez. 

 

— Primeiro diga-me por quê insiste em me desenhar. — Ele disse roubando um beijo enquanto se aproximava.

 

— Ora Zoro, porque você é arte.

 


Notas Finais


Agradecimentos:

Primeiramente ao projeto, por ter acreditado na minha capacidade e ter me dado essa chance
Pela capa maravilhosa e perfeita, 1000/10: @sakurh
Por ter aguentado e corrigido todos meus erros de português: @Mariaryaa

Obrigada de verdade, eu amei poder trabalhar com todos vocês


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