História You are my angel of music - Capítulo 7


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug), O Fantasma da Ópera
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Félix, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nathanaël, Personagens Originais, Sabine Cheng, Tom Dupain
Tags Adrien, Adrinette, Amor, Cantar, Canto, Casa Do Lago, Chatnoir, Christine, Elisynoir, Erik, Fantasma, Fantasma Da Ópera, Instrumento, Ladybug, Marinette, Miraculous, Musica, Musical, Opera, Relação, Romance, Spoilers
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Palavras 1.580
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Aqui têm mais um capítulo!

Espero que gostem!
Boa leitura!

Capítulo 7 - Estraga-festas


 

O Fantasma estava prestes a ter o seu anjo com ele, pegar na sua mão e viver o resto da sua vida com aquela que lhe completava a alma com a sua voz.

Ela estava a seguir a voz dele e quando chegou finalmente ao último degrau do mausoléu, ouviram-se gritos e um relinchar de cavalo.

-Não Mari! Esse homem, ele não é o teu anjo! – gritou Nathanael, arruinando o plano do Fantasma.

Marinette olhou para trás e apercebeu-se finalmente do que estava a fazer ali. Depois da voz do seu Anjo ter aclamado por si, tinha perdido completamente o controle do seu corpo. Era o efeito que ele surtia nela.

Ela não queria virar as costas ao homem que lhe enchia a alma com música, mas a imagem do funcionário enforcado na ópera subiu-lhe à cabeça.

Ela passou então a recuar pelos degraus do mausoléu e correu para Nath. Estava muito indecisa e cada passo que recuava fazia o seu corpo tremer mais e mais. Mais uma vez estava ali, a abandonar o seu Anjo.

Subitamente, o Fantasma saltou todo o lance de escadas com uma espada e apontou-a a Nath, que aceitou o duelo. Nas cabeças de ambos os homens, eles lutavam por Marinette, mas não percebiam que eram as pessoas que ela mais gostava no mundo.

-Por favor parem! – pediu ela chorando. Porém, aqueles apelos enchiam o coração dos dois homens de esperança. Ambos queriam ter a Marinette só para eles. Nada de partilhas.

Marinette não teve outra opção sem ser ver aquele duelo por ela. Na sua opinião, quem quer que ganhasse não ia ser um vencedor, porque ela amava os dois.

Quando voltou a erguer os seus olhos para a luta, o Fantasma fez um truque sujo a Nathanael e cortou-lhe um grande pedaço de pele do braço, o que o fez urrar de dor. Ao dar por si, ela também gritou. O Fantasma não devia fazer truques sujos, o que a desiludiu. Como poderia estar com um homem que não tinha honra nem a lutar.

A luta continuou e Nath pareceu ganhar forças daquele corte profundo. Mais uns minutos e conseguiu encurralar o seu adversário, tirando-lhe a arma. Atirou-o ao chão e preparou-se para o matar ali, no cemitério, sem piedade nenhuma.

-Não Nath! Por favor não faças isso! – gritou Marinette correndo ao encontro deles. – Não desta maneira!

Nathanael voltou a colocar a espada na bainha e pegou no braço de Marinette com força. Ela nem reparou, olhando para o seu Anjo a ficar cada vez mais para trás olhando para ela.

Marinette foi levada por Nathanael novamente para a Ópera onde era agora guardada a toda a hora pelo Visconde.

O Fantasma também voltou para a Ópera, mas não voltou a chamar por Marinette, nem a aparecer-lhe. É claro que a observava para a sua segurança, pois continuava a amá-la como amara antes. Mas desta vez, ele queria fazer uma entrada em grande, onde Marinette soubesse com quem estava a lidar...

 

 

Algumas semanas depois...

 

O ano novo chegou por fim, o dia preferido de quase toda a gente naquela Ópera. O Fantasma nunca mais se tinha feito anunciar a ninguém, nem mesmo a Marinette, e isso dava mais vontade a toda a gente de celebrar.

Para celebrar aquele grande dia, os donos da ópera organizaram um grande baile de máscaras. Cada um tinha um disfarce mais estrondoso e tinha de ter um par.

A festa era só aberta ao pessoal da ópera e a quem pagasse entrada.

Kim e Max estavam na porta de entrada a receber todos os convidados e quando o último entrou fecharam as portas de modo a ser uma festa privada.

Muitos convidados só estavam lá pelas comidas à borla e pelas bebidas de alta qualidade que eram oferecidas.

Dear Max, what a splendid party
The prelude to a bright new year
Quite a night, I'm impressed

Well, one does one's best
Here's to us
The toast for the city
What a pity that the Phantom can't be here

 

Cantaram os dois patrões, seguidos do espetáculo preparado para todos.

 

Masquerade! Paper faces on parade
Masquerade! Hide your face so the world will never find you
Masquerade! Every face a different shade
Masquerade! Look around, there's another mask behind you

Flash of mauve, splash of puce
Fool and king, ghoul and goose
Green and black, queen and priest
Trace of rouge, face of beast, faces

Take your turn, take a ride
On the merry-go-round in an inhuman race
Eye of gold, true is false
Who is who?

Curl of lip, swirl of gown
Ace of hearts, face of clown, faces
Drink it in, drink it up till you've drowned
In the light, in the sound but who can name the face?

Masquerade! Grinning yellows, spinning reds
Masquerade! Take your fill, let the spectacle astound you
Masquerade! Burning glances, turning heads
Masquerade! Stop and stare at the sea of smiles around you

Masquerade! Seething shadows breathing lies
Masquerade! You can fool any friend who ever knew you
Masquerade! Leering satyrs, peering eyes
Masquerade! Run and hide, but a face will still pursue you

What a night! What a crowd!
Makes you glad
Makes you proud
All the crème, de la crème

Watching us, watching them
All our fears are in the past
Three months of relief
Of delight, of Elysian peace

And we can breathe at last
No more notes, no more ghost
Here's a health, here's a toast
To a prosperous year

To our friends who are here
And may the splendor never fade
What a blessed release
And what a masquerade

 

 

Entretanto, Marinette entrou com Nathanael no salão. Ela trazia um vestido de gala lindo e um anel de noivado pendurado ao pescoço.

 

-Pensa nisso Nath! Um casamento secreto! Olha só, a tua futura esposa!

-Mas porque tem de ser secreto? Porque temos de nos esconder? Tu prometeste-me!  - Marinette não sabia porque queria que fosse segredo. Ela sabia que não ia ser infeliz com Nathanael, ele amava-a. No entanto o seu coração tinha vergonha de aclamar por quem realmente queria consigo.

Nath aproximou-se dela para um beijo, mas ela afastou-se.

-Não Nath, eles vão ver. – repreendeu-o Marinette. Ainda não estava preparada para todos saberem que estava noiva.


-Eles que vejam. É um casamento, não é um crime! Mari, o que temes tu?

-Não quero discutir, mas por favor finge. Vais entender tudo a seu tempo! –cantarolou ela enquanto andavam para a pista de dança.

O espetáculo continuou, com algumas atenções viradas para o casal que dançava abraçado no meio da pista.

 Masquerade! Paper faces on parade
Masquerade! Hide your face so the world will never find you
Masquerade! Every face a different shade
Masquerade! Look around, there's another mask behind you

Masquerade! Burning glances, turning heads
Masquerade! Stop and stare at the sea of smiles around you                   

Masquerade! Grinning yellows, spinning reds
Masquerade! Take your fill, let the spectacle astound you

 

 

A música atingiu de repente um tom mais dramático e as velas apagaram-se quase na totalidade. Um fumo vermelho saiu da ala este do salão, revelando o Fantasma.

Este tinha uma máscara que lhe ocupava toda a parte de cima da cara, um esqueleto. Estava vestido a rigor da festa, mas parecia que não ia haver mais festa desde o momento em que ele entrou.

Aproveitou a sua deixa na música, que ainda tocava.

- Why so silent, good Messieurs?
Did you think that I had left you for good?
Have you missed me, good Messieurs?
I have written you an opera

Here, I bring the finish score.
Don Juan Triumphant!
Fondest greetings to you all


Algumas instruções para a minha peça
Chloe deve aprender a atuar
Não a pavonear-se à frente do palco como sempre

E os meus patrões devem aprender que o seu lugar é no escritório
Não nas artes.

 


O Fantasma olhou então para Marinette e avançou na sua direção. Ela procurou por Nathanael, mas ele tinha desaparecido por completo.



-Quanto à nossa estrela, Marinette

De certeza que ela vai fazer o seu melhor.

 É verdade a sua voz é excelente

E ela sabe, mas ainda tem muito a aprender comigo

Se o seu orgulho a deixar voltar para mim, o seu professor

O seu professor...

 

Marinette olhou para ele ternamente. Pensava que nunca viria a amar um assassino, mas aquele homem era extraordinário. Sem Nathanael ali para a impedir, era uma presa fácil, sentindo-se hipnotizada de imediato pelo seu Anjo.

Começou a dar passos lentos na direção dele e ele acelerou a coisa ao fazer o mesmo.

Quando Marinette estava a um passo de distância, eles pararam para se encarar.

Ele queria levá-la dali, mas seriam apanhados de imediato. Olhou para os lábios dela, desejando tomar-lhos num beijo interminável.

Esse desejo não passou mesmo quando viu o anel de noivado no pescoço da sua amada.

Irritado, puxou-lhe a corrente com o anel do pescoço e deixou-a confusa.

-A tua corrente continua a ser minha. Tu pertences-me!

 

Marinette não reconheceu aquele homem irado e com os olhos cheios de fúria. Por isso, quando ele começou a fugir pelo sítio por onde tinha vindo, ela só ficou a observá-lo, tentando compreender o que tinha acontecido.

Qual não foi a sua surpresa quando um buraco se abriu no meio do salão fazendo o Fantasma cair lá para dentro. Porém, isso não foi o que a assustou, mas sim o facto de ver Nathanael a correr para o mesmo buraco, fechando-se lá dentro com o seu Anjo.


Notas Finais


Espero que tenham gostado!

Até ao próximo capítulo!


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