História You are my angel of music - Capítulo 8


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug), O Fantasma da Ópera
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Félix, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nathanaël, Personagens Originais, Sabine Cheng, Tom Dupain
Tags Adrien, Adrinette, Amor, Cantar, Canto, Casa Do Lago, Chatnoir, Christine, Elisynoir, Erik, Fantasma, Fantasma Da Ópera, Instrumento, Ladybug, Marinette, Miraculous, Musica, Musical, Opera, Relação, Romance, Spoilers
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Palavras 1.090
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi

Espero que gostem do novo capítulo!

Boa leitura!

Capítulo 8 - A verdadeira história do Fantasma da Ópera


 

 

Depois de o chão se abrir e o Fantasma e Nathanael terem entrado, o chão voltou a fechar-se.

Marinette estava preocupado com os dois, mas especialmente com Nathanael. Tinha sido muito ingénuo da sua parte desafiar o seu Anjo na própria casa. O seu Anjo conhecia todas as passagens secretas e todos os cantinhos da Ópera com a palma da sua mão.

Mas lá em baixo, Nathanael deu consigo perdido no meio daquela passagem. Era uma sala de espelhos, pelo que ele não sabia onde estava o Fantasma. Estava basicamente a lutar contra espelhos e reflexos.

O Fantasma tinha uma corda em todas as divisões e passagens, e como conhecia o espaço, foi-lhe fácil atirá-la contra o conde.

Mas antes que conseguisse enlaçá-lo com a corda no pescoço, a mãe de Alya apareceu e levou-o para fora da sala dos espelhos.

-Por aqui, senhor conde. – disse ela aflita, tentando levá-lo para o mais longe possível do Fantasma.

-Da próxima vez, ela virá comigo. – ouviu de um sussurro.

-Madame, o que sabe acerca de tudo isto? – perguntou ele, achando que ela sabia algo que não estava a contar.

-Por favor, monsieur, eu não sei mais do que todos os outros.

-Isso é uma mentira absurda. Por favor conte-me! A Marinette está em perigo!

Ao ouvir o nome da sua protegida, ela abrandou.

-Venha por aqui. – ela trancou-se com ele num quarto. – Aqui ele não nos pode ouvir.

O conde pôs-se numa posição mais confortável e preparou-se para saber as fraquezas daquele monstro a quem a noiva chamava de Anjo da Música.

-Quando eu era mais nova, tinha uns catorze anos, eu era aprendiz de bailarina nesta mesma Ópera, e dormia nos dormitórios da mesma.

Um dia ouve uma feira de ciganos e todas nós fomos visitá-la. Um homem convidou-nos a entrar numa tenda chamada O Filho do Diabo. Eu fui com um grupo de amigas e lá dentro estava um pequeno garotinho com um saco na cabeça dentro de uma jaula.

O homem que nos convidou entrou na jaula e tirou-lhe o saco da cabeça, revelando um rosto deformado na face direita. Ele bateu no menino e toda a gente à minha volta se ria e atirava moedas lá para dentro.

Eu fiquei até ao espetáculo acabar, porque não me conseguia mexer. Quando finalmente acabou, eu comecei a afastar-me enquanto o homem apanhava as moedas do chão e de repente ouvi um barulho de alguém a sufocar.

Olhei para trás e o homem estava agora morto com uma corda à volta do pescoço. Tentei ter pena dele, mas levei o garotinho, que o tinha morto, dali para fora.

Entrámos sem ninguém ver na Ópera e ele passou a viver aqui desde aí. Esta Ópera foi o seu recreio, a sua escola, ele nunca conheceu nada para além disto. Ele canta, produz, toca todos os instrumentos, é ilusionista, ele é um génio. Um génio, monsieur!

-Madame, claramente que a genialidade se tornou em loucura. – argumentou o conde.

A Madame Giry levou o conde de volta à festa, onde ele informou aos convidados que já estava tudo resolvido por aquele dia e que podiam voltar aos festejos.

Marinette ausentou-se com Alya e deram um passeio pelas ruas de Paris, vendo o fogo de artifício, onde estivessem a salvo.

 

Nathanael começou logo a preparar um plano para apanharem aquele Fantasma. Ele não ia resistir a cantar na próxima peça com Marinette, e seria nessa altura que o apanhariam.

 

No dia da Ópera, a casa estava cheia e os patrões estavam com medo de perderem tanto dinheiro, mas queriam acabar com aquelas desgraças acerca do Fantasma, por isso alinharam no plano.

-A Marinette vai cantar hoje e ele não vai perder nenhuma oportunidade de a levar. Por isso, se ela cantar, ele vai decerto aparecer.

-Nós chamamos toda a polícia para cá... – continuou Max

-E fechamos todas as portas. – acrescentou Kim.

-O seu reino acabará! – concluiu Nathanael.

 

Mal sabia ele que o Fantasma tinha uma fuga totalmente planeada.

 

Nathanael, depois de falar com os donos da Ópera, dirigiu-se ao campanário. Lá, estava Marinette a acender uma vela ao seu pai. Ela chorava, o que partiu o coração ao seu amante, Nath.

-Por favor Nath, não me obrigues a fazer isto. – suplicou-lhe ela.

-Mari, aquele homem é um assassino. Se não o apanharmos, ele vai perseguir-nos e assombrar-nos até à morte.

-Eu não posso fazer isto. Não a ele. Ele é o meu Anjo! Sempre olhou por mim, é graças a ele que eu sou a pessoa que sou!

-Mari, tu prometeste-me que nos casávamos, mas sem ele preso, isso é impossível.

Ela olhou para ele suplicante.

-Não tens de o entregar, mas pelo menos não lhe contes o que vai acontecer. – Marinette anuiu, mas sabia lá no fundo que estava a trair o homem que a tinha criado.

Ela esperava que ele já soubesse o que ia acontecer e que a perdoasse um dia.

À noite, todos estavam preparados para a Ópera, incluindo Marinette, sem contar com a sua mente.

O cenário estava colorido com tons escuros e vermelhos. Estava perfeito para o que ia acontecer dentro de uma hora.

O Fantasma vestiu-se de Don Juan e preparou-se para a sua grande noite. Ele ia levar Marinette com ele e nunca mais alguém daquele terrível sítio a voltaria a ver. Só ela o completava.

Secretamente, ele tinha escrito aquela obra a pensar na escolha em que Marinette viria a fazer. Precisamente no momento em que ele entrava, a música da verdadeira escolha dela começaria. Ele sabia que lá no fundo ela entenderia, pois tinha sido criada por ele.

Todos os outros veriam aquilo como uma mera música de uma obra extraordinária.

 

Percorreu as suas passagens secretas e acabou por chegar aos bastidores da ópera, onde o Don Juan que ia fazer a primeira parte entrou em cena.

Ele esperou ansioso pela sua vez e mal ele saiu de cena, o Fantasma saltou-lhe para cima, pondo-o inconsciente. Aquele momento que se seguia mudaria a sua vida para sempre.

Quando chegou a sua hora de entrar, ele colocou a capa à frente da cara. Don Juan usava uma máscara, o que lhe permitia esconder o seu rosto deformado.

Ele sabia que Marinette, que tinha também acabado de entrar em cena, iria reconhecê-lo pela sua voz e quando revelasse o corpo debaixo da capa.

E como estava ele certo, pois ela já sabia que era ele quando os seus olhos se cruzaram.

E foi nesse momento que ela percebeu que a sua vida também ia mudar. Por completo...


Notas Finais


Espero que tenham gostado!

Até ao próximo capítulo!


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