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História You are my art - Capítulo 3


Escrita por: KiyomiAmv

Capítulo 3 - Bônus 2


Fanfic / Fanfiction You are my art - Capítulo 3 - Bônus 2

🍓﹆

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∿ 𖨌🥢༉•

Deidara realmente amava aquelas lembranças. Aquela noite na caverna havia sido o empurrãozinho para que sua vida saísse do bom para o perfeito. Agora tinha tudo para sua felicidade e não podia estar mais feliz do que estava.


Naquela manhã Tobi contou sobre sua vida toda. Desabafou sobre Rin, Kakashi, Minato, Kushina e Naruto. Também disse sobre seus motivos de ter feito tudo que fez, suas inseguranças e medos.


Se abriu por completo para o loiro. O mais novo se sentia lisonjeado por ter dado aquela confiança toda para o Uchiha.


Nunca mais se soltaram desde então. Confiaram um no outro, tinham diálogo, uma ótima convivência e tudo mais.


Seu antigo eu não acreditaria nisso caso alguém lhe contasse tal coisa. Claramente surtaria e faria um barraco para negar o fato.


Mas, Deidara havia se tornado um Uchiha. Sim, ganhou o sobrenome que mais odiava e agora o brasão em suas costas era o leque vermelho e branco.


Não só isso, tinha aceitado alguns termos e ações que podiam ser consideradas constrangedoras para quem o olhasse do passado.


Afinal, o clã Uchiha deveria ser restaurado o quanto antes e foi isso que fez.


Ele e Sasuke tiveram três filhos, enquanto Itachi teve dois.


Hayato, Yodo e Yumeko eram suas preciosidades. Tinham quinze, treze e oito, consecutivamente. Nem ele mesmo acreditava que tinha parido crianças Uchihas!


Tudo graças à Orochimaru e Tsunade. Ambos desenvolveram uma técnica incrivelmente útil para que pudessem restaurar a família em segurança, sem correr riscos de vida, até porque Kisame, Naruto e Obito não ficariam com mais ninguém fora os menores e Tobi não iria amar mais ninguém caso perdesse Deidara.


Por sorte deu tudo certo.


O príncipe corvo teve Hisame e Itanara, gêmeos. O parto do moreno havia sido tenso pelo fato de serem dois de uma só vez, porém não teve complicações e depois de quatro dias internado e se alimentando de chá de morango e sopa tudo ficou bem.


O mais novo de todos deu a luz à Menma, Minato e Boruto, de dezesseis, quatorze e dez. Incrivelmente eram a mistura do Uzumaki com o Uchiha e até o humor era parecido com ambos.


E bem...Deidara não podia estar mais maravilhado do que estava.


Começou a namorar com Obito oficialmente dois meses depois daquela noite, com direito à alianças e um choro infernal.


Com vinte ficou noivo, o que resultou em um desmaio e dois dias de processamento. Não acreditava que tobi queria se casar consigo.


Casou três meses depois, a cerimônia fora grande para celebrar a união do líder do clã Uchiha e do loiro, chamativa e bonita. Foi morar no distrito no mesmo dia e passaram a lua de mel no país da grama, onde tudo era mais calmo e paradisíaco.


Com vinte e três engravidou pela primeira vez, entrando em total desespero ao Konan fazer os testes e todos darem positivos, indicando a gravidez de seu primeiro filho com o moreno.


Mas no fim se acalmou. Tobi ficou encantado e emocionado com a vinda do primogênito, chorando e saindo gritando pelo hospital quando Sakura e tsunade anunciaram que Hayato havia nascido saudável, quase caindo na escadaria e não ligando para as risadas que arrancou dos outros presentes.


No momento o loiro saia da sala cirúrgica depois de ter feito uma cirurgia de emergência em um ninja da anbu, tirando as luvas e as jogando no lixo hospitalar junto com a máscara.


Faziam uns bons anos que trabalhava como médico cirúrgico no local, afinal sabia muito bem como curar e como cortar as pessoas nos lugares corretos.


A rosada lhe entregou uma prancheta quase lisa de papéis, com pouca papelada ao passar pelo balcão.


- levou sorte hoje, Uchiha. Os casos que precisam de cirurgia diminuíram muito hoje, tô até estranhando. - disse rindo enquanto Deidara folheava aquilo.


Os poucos casos que tinha eram de outros médicos do hospital, como de Ino ou de Shizune, já que tsunade apenas cuidava do resto do local e não das operações e cuidados dos pacientes.


- pode ir para casa. Soube que todos eles foram em missões hoje, vai poder descansar sem o Hayato entrar em uma confusão. - riu da cara aliviada do loiro, que soltou o ar e sorriu.


- se aquele lá nao acha problema aqui acha em uma missão, hm. Certeza que vai chegar todo machucado, hm. - murmurou cansado.


Seu primogênito tinha puxado o seu gênio, sua versão de cabelo negro e olhos bicolores. Yodo podia ser sua cópia na aparência, mas era a mistura sua e de Obito, já Yumeko era o Uchiha por completo.


Infelizmente nunca soube o quão problemático era até o primeiro completar sete anos e socar três garotos maiores por terem falado que a irmã era esquisita.


Detalhe: os garotos eram bem maiores.


Era super protetor com a mais nova e maluco também.


- eu vou para casa, hm. Obito já deve ter chegado, Kakashi foi para a Vila da Chuva em busca de uma aliança, então ele, Shikamaru e Naruto estão livres do escritório por uma semana, hm. - contou em um alívio que só por Deus.


Seu marido as vezes chegava bem tarde da noite por ficar junto com Kakashi no escritório, ajudando a assinar os diversos papéis e a fazê-lo se concentrar no trabalho e não em um de seus livros pornográficos.


Agradecia por ter uma semana com o moreno, pelo menos.


Saiu do hospital suspirando alto, começando a pular de teto em teto até o distrito de seu clã.


Viu a filha de Itachi conversando com Naomi, Filha de Hidan de forma animada.


Estranhou, mas não falou nada. Se kisame soubesse daquilo com certeza surtaria. Era muito ciumento com os dois filhos e super protetor com ambos.


Correu para casa, entrando pela porta da frente e tirando seus sapatos, os guardando na estante pequena própria para isso.


- tadaima! - gritou ao passar pelo hall de entrada, ouvindo o barulho de alguém na cozinha.


- okaeri! - ouviu a voz grossa e pesada de seu marido respondendo, se aproximando e vendo o corpo grande e bruto preparando algo no fogão.


Chegou de quieto e o abraçou por trás, encostando sua cabeça nas costas grandes. Estava com saudades de seu moreno.


Ele se virou e o abraçou, enrolando os braços fortes em sua cintura e se abaixando para colar a testa com a sua.


- como você está, senpai? - questionou beijando seu nariz, as mãozinhas procurando seus ombros quando cheirou seu pescoço e roçou a pele gelada no lugar quente e sensível. - como foi seu dia? O que fez hoje?


- e-eu estou bem, hm. Foi bom, tranquilo. Tive um paciente de cirurgia e outros apenas auxiliei, hm. - gaguejou e se amaldiçoou por isso.


- vá tomar banho e se trocar. Os meninos saíram em missão hoje. - mandou sorrindo. Finalmente teria dias com o seu esposo, afinal Hayato era muito ciumento com o pai que lhe deu a luz e nem o deixava ficar muito perto de Deidara, além de que ambos trabalhavam fora.


- para onde eles foram? Eu não confio no Hidan como sensei da Yodo, isso ainda vai dar problema, hm. - amava seu melhor amigo, mas não confiava nele para acompanhar sua filha em uma missão.

E se ele se recordasse de alguma mágoa passada e usasse a garota como sacrifício para Jashin?


Não queria nem pensar sobre isso.


- acho ótimo que temos três filhos e você só liga se o Hidan vai matar ou não a Yodo. - tobi debochou e ganhou um beliscão no braço. Sabia que o loiro confiava bem mais nos senseis dos outros dois, afinal nenhum deles caiu no soco consigo antes, apenas o albino. - Yodo foi para a areia, Hayato para a cachoeira e Yumeko foi apenas de escolta para um velho doido até a Vila da névoa.


- ótimo, hm. Se os três voltarem vivos já é um ótimo começo. - murmurou e saiu da cozinha, ganhando um tapa estalado na bunda enquanto ia para a sala principal.


Subiu as escadas com pressa, entrando no quarto que dividia com o moreno e indo direto para o banheiro.


Tirou as roupas e entrou na grande banheira, colocando sais de banho antes de se afundar na água quente, relaxando.


Os dias no hospitais eram tão corridos que lhe deixavam completamente tenso. Fora a única vez que não o deixou maluco da cabeça, pois não teve nenhuma briga, pessoas com um ferro do tamanho de seu braço atravessando seu peito ou pescoço, canos dentro das gargantas e pregos em seus corpos com os ossos expostos.


Já teve experiências piores do que as citadas, mas não gostava nem de lembrar.


Ficou um bom tempo dentro do líquido relaxante, quase dormindo ali mesmo, se esforçou para sair dali e terminar o banho.


Ao sair do banheiro colocou apenas uma cueca confortável e um roupão preto com o brasão dos Uchihas nas costas, gigante e chamativo. Calçou as pantufas vermelhas e desceu para o andar de baixo novamente.


Obito já o esperava na sala, sentado no sofá espaçoso com as pernas abertas.


Corou, se virando para ir até a cozinha mas sendo impedido pela voz do maior, vermelhando quando ele o chamou para se sentar em seu colo.


Com vergonha foi, tendo suas coxas livremente puxadas para os lados.


- ando com tanta saudade de você, senpai. Acho que vou pedir umas férias para o Kakashi, ele me deve uma recompensa depois de tudo mesmo. - confessou agarrando sua cintura com brutalidade.


- para que? Para me deixar sem andar por um mês, hm? - provocou, rindo ao ver o Olho vermelho mudando de formato para o mangekyou e o Rinnegan brilhando intensamente, parecia querer sugar sua alma para dentro dele.


- talvez, senpai. Que tal desafiarmos um pouquinho a mais a minha força? Vamos ver o quanto você aguenta? - nunca usou força bruta contra o garoto, sempre se controlava e tentava ser carinhoso ou delicado, mas estava disposto a tentar usar ser rude pelo menos uma vez.


- se você me machucar eu vou te quebrar na porrada, hm. - avisou e a única coisa que sentiu logo após isso foram as mãos grandes o derrubando no sofá, suas pernas sendo abertas para ele se enfiar ali no meio.


Se assustou com isso. Principalmente quando foi beijado com agressividade e só um toque de carinho, seus lábios sendo mordidos sem força e sua língua sendo chupada pelo maior.


Arranhou sua nuca com as unhas curtas, sentindo sua cintura ser apertada brutalmente. Gemeu alto com isso.


Obito partiu para seu pescoço, abrindo o roupão enquanto descia beijos e chupões pela pele branca, marcando o local como seu. Puxou aquela peça escura pelos ombros delicados e pelos braços finos do garoto, deixando apenas a parte de baixo coberta.


Começou a beijar e sugar os mamilos sensíveis, fazendo o Uchiha de fios dourados gemer sôfrego e se agarrar em seu cabelo, desesperado.


Sorriu e deu um tapa forte em sua coxa, ouvindo o barulho alto das peles se chocando com sua ação.


Deidara se contorceu de dor, soluçando quando uma lágrima desceu por sua bochecha.


Teria que fazer Obito parar de treinar ou acabaria perdendo as pernas.


Ele desceu até seu pênis, arrancando as duas últimas peças que o vestiam em poucos puxões, encarando o membro rosado em sua frente e sorrindo ao ve-lo duro e necessitado por sua culpa.


Decidiu não judiar do menor, colocando a carne quente dentro da boca por inteira e começando a trabalhar ali.


Apertou seu quadril com mais força do que o normal, fazendo o garoto choramingar e sentir que poderia ser quebrado com as ações do moreno.


Se arrepiou com o pensamento. Sabia que Tobi nunca o quebraria por querer, então se sentia especial por não ser alvo de ódio e sim de amor vindo do mais velho.


Soluçou ao sua entrada ser encontrada pela língua quente do Uchiha, sendo penetrada por um dedo longo e grosso para ser preparada.


Se remexeu de desconforto, fazendo bico quando Obito o olhou sádico, sorrindo maldoso.


Gostava de saber que aquilo era seu, somente seu e que o loiro se entregava a si sem medo ou coisa parecida.


Colocou o próximo dígito com pressa, o ouvindo gemer dolorido e em um tom alto, desesperado.


- i-isso dói...- sussurrou assustado. O maior se sentiu um pouco culpado e parou, deixando ambos parados no interior do garoto até que ele se acostumasse.


     Começou a beijar as coxas do loirinho enquanto ele não se sentia confortável, iniciando movimentos com os dedos quando recebeu um sinal de que já estava tudo bem.

Colocou um terceiro, sabendo que estava o ferindo interiormente. Gemeu quando as bordinhas já judiadas o apertaram dentro das paredes quentes, sentindo uma pontada dolorida em seu próprio pênis.

O preparou mais rápido, mas com cuidado. Marcava suas pernas lisas enquanto movia as falanges para dentro e para fora sem muita velocidade.

Quando terminou tirou as próprias roupas praticamente tropeçando em seus pés, o que tirou risadas de seu marido.

O agarrou pela cinturinha fina e o colocou de quatro no sofá, o ouvindo soluçar assustado com a sua ação.

Agora fora a sua vez de rir, vendo as costas dele arrepiadas e sua bunda se empinando sem a intenção de o fazer.

Estapeou as nadegas pequenas e fofinhas, abrindo as mesmas e vendo o seu caminho do paraíso arrombadinho pelos seus dedos.

O corpo do menor não havia mudado em nada desde a primeira vez que transaram. Nada, absolutamente nada.

Três partos e nenhum alterou sua fisionomia, continuava magro e nem tinha envelhecido com os anos.

Apenas as marcas da cicatriz da cesárea ainda era presente no pé da barriga, já que foram três uma perto da outra. Tsunade havia deixado bem claro que a marquinha não iria sair dali nem com o tempo.

Segurou o Uchiha loiro pela cintura, o deixando firme naquela posição para se ajeitar em sua entrada.

Forçou a cabecinha rosada, começando a entrar com um pouco de dificuldade, forçando as paredes a relaxarem para o acolher em seu interior.

O preencheu por completo, o fazendo tremer e soluçar várias vezes pela dor. Apertou seu quadril novamente e com ainda mais força, esperando um sinal para continuar a se movimentar sem causar incômodo no garoto.

Cerca de três minutos após conseguiu uma confirmação, agradecendo por seu pênis finalmente parar de doer preso entre os músculos tão apertados.

Suspirou e em uma estocada bruta começou a se mover sem piedade do menor, procurando sua próstata incansavelmente.

Ele gritou assustado, se agarrando no sofá enquanto sentia o pênis grande indo e voltando para dentro com brutalidade, abrindo suas paredes sem pena.

Seus joelhos perderam a sustentação, ficando daquele jeito apenas pelo braço firme do Uchiha o segurando.

Obito se movia com força, fodendo a entradinha judiada de forma rude, vendo as bordinhas o acolhendo com timidez.

Deu outros tapas em sua pele, vendo a marca de suas mãos perfeitamente ali, enfeitando a área tão bonita.

Deidara se dividia em soluçar e gemer alto quando seu ponto sensível começou a ser surrado consecutivamente, chegando a machucar um pouco.

Sua visão ficou turva e sua audição ficou um pouco perdida, como se estivesse longe.

Chorou, derramando as lágrimas que tanto segurava, se soltando abundantemente no couro do sofá.

Suspirou alto, ainda sensível e assustado. Obito não era de usar força bruta consigo, era medonho quando o fazia.

Continuou sentindo as estocadas fortes e sem piedade fodendo sua próstata e ouvindo os gemidos baixos e satisfeitos do maior enquanto se movia.

Tremeu ao sentir o líquido quente e espesso preenchendo seu canal ao mesmo tempo que ouvia o Uchiha grunhindo ao chegar ao ápice, logo a sensação passando no momento em que ele se retirou de si.

- o-obrigado, eu não sinto minhas pernas, hm...- resmungou dolorido.

- você é minha arte, Deidara. Até destruído você é perfeito. - tobi respondeu enquanto o pegava no colo.

O garoto sorriu ao lembrar da primeira vez que ouviu aquela frase vinda do marido, se aconchegando no peito forte ao ser levado para tomar banho.

Realmente Deidara era a arte de Obito e ele poderia estampar em sua cara que essa era a mais pura verdade.

Até porque o amor dos dois não ficou apenas em dupla e acabou dando origem a três cópias e misturas de ambos.


Notas Finais


Acho que é um fim ou um até logo.

E aí?

O que acharam?

Sim?

Não?

Mais ou menos?

Feedback? Amo, dêem os seus, vou ler todos 🥺💖

E sim, aqui tem spoilers de false innocence, vocês que lutem para saber quais são kawkwkqkwkkqkqq



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