História You are my Life - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Death Note
Personagens Beyond Birthday, L Lawliet, Light Yagami, Matt, Mihael "Mello" Keehl, Nate "Near" River, Ryuuku, Watari
Tags Death Note, L Lawliet, Light Yagami, Mello, Near
Visualizações 20
Palavras 2.221
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Me chame de N


Luana corria de um lado para o outro como se o mundo fosse acabar se ela parasse, eu fiquei apenas observando aquela cena desesperadora e ao mesmo tempo engraçada, ela mergulhou os dedos em seus fios loiros e os puxou levemente, ainda a acompanhando com o olhar apenas levantei e fui até o freezer pegar mais sorvete e ela veio atrás de mim. 

 Luana- N! Não me deixe nesse estado! Eu não sei o que fazer!

 -você só está ansiosa para ir na casa do Yagami, Vocês só vão fazer um trabalho não precisa ficar assim. 

 Luana- eu vou fazer um trabalho com o garoto que eu gosto! E, eu sei que você está chateada comigo por gostar de alguém que você suspeita ser o Kira. 

 - Não posso te obrigar a parar de gostar dele... mas, se ele for o Kira você estará correndo risco... mesmo assim eu sei que você vai ficar ao lado dele.

 Luana ficou em silêncio por uns segundos apenas olhando para as mãos, ela sentou nas cadeiras e apoiou as mãos no balcão. Me encarou por uns instantes, provavelmente pensando no que ia dizer. 

Luana- tudo bem... -suspirou- ainda tenho duas horas até dar o horário de ir para casa do Light.... você vai tentar falar com o L?  

-falar com o L... -repeti confusa- verdade!

 Corri até a sala e me sentei na cadeira com as pernas cruzadas diante da parede cheia de monitores. Liguei um e logo em seguida o microfone, acionando o programa que modifica minha Voz. Eu consegui me comunicar com L pela primeira vez na reunião com a Interpol e o FBI. Foi facil, sou uma boa Hacker, e entrei no computador de um dos agentes, permitindo assim uma boa conversa com L e explicando minhas teorias para os agentes. L Me disse que iria me ligar três dias depois da reunião para dizer se eu entraria na investigação ou não. E esse dia é hoje. Mas não estou tão abalada, se L se negar a me deixar entrar na investigação dele, poderei fazer isso sozinha. 

 Luana- se você entrar na investigação dele, nós não poderemos nos ver mais... sabe disso, não? 

 -sei sim... -me virei pra ela- mas, manterei contato, não ficarei vinte e quatro horas com o L. -me voltei ao computador- mas sei que quando não estiver aqui, você estará com o Yagami. 

 Luana- isso não é verdade... -disse corada- eu- ela foi interrompida, quando o computador apareceu com a letra L, e uma voz ecoou pela sala. 

 L- boa tarde, N.

 - Boa tarde, L. -cumprimentei séria. 

 L- durante esses três dias pensei bem, sobre você entrar em minha investigação. Mesmo sabendo que eu mesmo darei conta do recado, sei também que você continuaria investigando sozinho, e, estamos falando de Kira. Quanto mais ajuda melhor.

 -te entendo L. Isso significa que estou mais que bem vinda na investigação, certo? 

L- exato, sei que você não está sozinha, portanto peço para que a pessoa que estiver com você saía por uns instantes. 

 Luana olhou para mim espantada, continuei com a expressão séria, até porque já sabia que ele ouviu ela falando quando me ligou.

 - Lua... poderia? -Ela concordou e pegou a mochila seus lábios se mexeram sem emitir som e consegui entender, "estou indo á casa do Light." Confirmei e ela saiu.- Diga.

 L- estou ospedado em um dos melhores hotéis de Kanto, hotel teito. Fica perto do departamento de Polícia, sabe onde fica? 

 - sei sim. -disse um pouco surpresa. Ele está no mesmo hotel que eu.

 L- estou na suíte presidencial. Os policiais que estão colaborando chegam daqui meia hora, gostaria que chegasse junto com eles, será um problema para você? 

 - Não -disse checando o relógio, ainda dá tempo de tomar um banho e comer algo-, consigo chegar na hora.

 L- ótimo. Nos vemos em meia hora.

 A letra sumiu da tela do monitor, voltando á tela inicial. Me levantei apressada e tomei um banho não tão rápido. Me sequei e coloquei as roupas íntimas, um jeans Preto não tão apertado e uma blusa também preta sem estampa. Prendo meus cachos em um rabo de cavalo e coloco meus chinelos. Vou até a cozinha e abro as panelas em cima do fogão. Luana deixou arroz, salada e feijoada. 

 -ontem ela disse que queria comida brasileira -comentei pra mim mesma sorrindo. 

 Peguei um pouco de cada e comi um pouco apressada, chequei toda a minha teoria novamente e chequei o relógio. Hora de ir. Me levantei e coloquei o prato na pia. Desliguei o monitor e fechei as cortinas, peguei a chave do meu quarto, sai e tranquei. Quando sai do meu quarto vi alguns homens de terno passando por mim e ignorando totalmente minha presença. Ignorei-os também e peguei o elevador, com destino a suíte presidencial. Chegando lá, vi todos os homens que passaram por mim já na porta do quarto. 

 -caramba eles já estão aqui?- pensei me aproximando, mas como sempre ninguém me notou. 

 Alguém abriu a porta e eles foram entrando, fui a última a entrar e fechei a porta. Quando parei para reparar nos homens a minha frente, mesmo sem ver o rosto deles pude perceber que estavam muito surpresos. 

L- eu sou L. -disse um homem que eu não consegui ver. (Maldita genética da família baixinha! ) 

 ?? - esse é o L? -perguntou um para o mais velho. 

 ?? - Não sei dizer... eeh... -ele tirou o distintivo do bolso mostrando- sou Soichiro Yagami. Da agência Nacional de Polícia 

 ?? - sou Matsuda -disse acompanhando o gesto do mais velho. 

 ?? - sou Aizawa

 ?? - sou Ukita

 ?? - sou Mogi 

 L- BANG- diz ele, mesmo sem eu conseguir ver, tomei um leve sustinho- se eu fosse o Kira, você estaria morto agora Soichiro Yagami, chefe da Polícia Nacional. 

Yagami- m-mas oque? - perguntou confuso. 

 L- vocês não podem sair por aí mostrando a identidade quando nós sabemos que Kira só precisa de um nome e um rosto para matar...

 - vocês precisam de identidades e distintivos falsos, mesmo que vocês sejam investigadores e isso seja crime, isso é para a própria segurança de vocês. -conclui e percebi que todos os homens a minha frente me encaravam surpresos, inclusive aquele que presumo ser L. - desculpe, acho que perdi a hora de me apresentar, eu sou a N.

 Matsuda- N é mulher?! 

 Mogi- pelo visto sim.

 Sorri meio desconfortável e passei á frente deles, ficando um pouco mais próxima de L. O encarei por alguns instantes, assim que terminou de me analisar ele virou de costas e se sentou em uma poltrona apoiado com os pés, um jeito bem peculiar.

 L-, sentem-se cavalheiros e... dama. Mas antes, por favor, desligem os celulares, notebooks ou outros aparelhos eletrônicos e deixem nessa caixa antes de entrar nessa sala.

 Todos obedeceram sem saber o porquê. Passei reto pela caixa e me sentei no sofá Branco com as pernas cruzadas, as famosas "perninhas de índio", L me encarou curioso, como se estivesse me desafiando.

 L- não vai deixar seu celular lá, senhorita N? 

 -nem trouxe celular, odeio quando estou tentando falar e os celulares de outras Pessoas me interrompem. Presumi que seria assim também. 

 Ele me olhou um pouco surpreso, mas logo desviou o olhar. 

 L- mais uma coisa. Não quero que tomem nota de nada que será dito aqui, a partir de agora terão que guardar tudo em suas memórias. E a partir de agora me chamem de Ryuzaki, e não de L, isso é por precaução. - ele disse quando todos já estavam sentandos na sala.

 -certo, realmente não devemos ficar espalhando que somos L e N. Então... -disse pensando com o dedo nos lábios.-. Me chamem de Akame. -sorri.

 Matsuda- certo. - ele disse retribuindo o sorriso. 

 L- sobre nossas reuniões preciso dizer que mudarei de hotel frequentemente a partir de agora. Então watari sempre avisará onde será o próximo lugar para as reuniões. 

 -antes de continuarmos- disse mudando de assunto- tenho reparado que kira tem matado até criminosos que tem apenas no computador da Central, antes de serem expostos em TV ou Internet. Sendo assim kira pode ser tanto um policial quanto um... familiar de um policial.

 L- também estive pensando nessa possibilidade... por isso preciso ter uma conversa particular com cada um de vocês. 

S. Yagami- certo. Quem vai Primero? 

Antes de L responder eu digo mais uma coisa. 

 - antes da conversa quero pedir uma coisa. -todos focaram em mim novamente- ninguém além de vocês aqui sabem que eu estou na investigação... Então eu posso ser um tipo de elemento surpresa... até agora kira só sabe sobre o L. Ou seja, não digam a ninguém que existe uma N na investigação. 

L- isso faz sentido -disse passando os dedos nos lábios- você podia se aproximar dos suspeitos -disse mas logo balançou a cabeça como se estivesse negando- não, isso é perigoso... vamos pensar em outra coisa. Senhor Yagami, você é o primeiro. 

 Ele se levantou e seguiu L até uma porta que eu não vi aonde dava, mas acho que seja o quarto. Olhei para todos que estavam na sala, analisando cada um. Será difícil pegar kira, mas da pra ver que todos aqui tem capacidade e motivação para o caçar até a morte.

 Matsuda- N, q-quer dizer, Akame algum problema? 

 -Uh? Não.

 L chamou um por um para conversar, eu estava brincando de luta de polegar com Matsuda quando ouvi meu "nome" ser chamado. 

 L- Akame? Sua vez.

 Prendo o dedo de Matsuda por três segundos e ganho a luta, e levanto do sofá comemorando e Matsuda Cruzou os braços fingindo estar bravo, mas não aguentou e começou a rir da minha comemoração, mostrei a língua e segui até o quarto. L estava sentado do mesmo jeito de antes em uma poltrona colocando açúcar em uma xícara que não consegui ver o conteúdo, me sentei com as pernas de indio em cima da cama. -vamos começar então. Ele me fitou por alguns segundos e eu me mexi um pouco desconfortável, ele mexeu a xícara com uma colherzinha e depois começou.

 L- quais são suas intenções em pegar o Kira? 

 - Kira Mata criminosos, ele quer eliminar quem ele considera mal, o que me faz pensar que de alguma maneira esquisita ele queira paz. Porém, a paz não se alcançará com a violência, e mesmo que tente isso nos leva a decadência. Mesmo querendo paz e suas intenções sendo boas, o que ele faz é errado, as pessoas que ele mata mesmo sendo assassinos ou até ladrões merecem o julgamento correto. Kira acha que é a justiça, mas não, ele matou alguém que era apenas um suspeito de assassinato. Acredito que a justiça precise de provas para agir, e ele age só com a própria opinião, sem se importar, só com o julgamento dele. Ainda que eu tenha 1% de chance de descobrir, eu vou capturar esse maluco. Kira vai cair. - parei quando percebi que estava falando de mais. 

 Ele olha bem para mim, com aquele olhar de quem estava me analisando.

 L- muito bem, não tenho mais perguntas. Só com isso percebi que você não é o Kira. 

 Sorri e me levantei, arrumei minha blusa e fui em direção a porta, L me seguiu, saímos de dentro do quarto e voltamos para a pequena sala. Vi que o senhor Yagami está sentado no lugar onde eu estava. Quando me viu ele foi se levantar para eu sentar mas eu neguei com a cabeça ainda sorrindo. Ele sorriu de volta e voltou a se sentar, fui do outro lado da sala, onde não tem sofá nem poltrona e me sentei no chão, com as pernas de índio. 

 L- certo, Kira não está entre nós. Por favor não se sintam mal por essa conversa. 

Yagami- perdão Ryuzaki, mas, como sabe que não somos o Kira? 

 L- tinha um truque que eu tinha preparado, mas não precisei usar e, nem nem senti a necessidade. 

 Entrou um senhorzinho com duas maletas pretas em mãos. Mesmo sem saber quem ele é, sorri e acenei para ele, o cumprimentando. Ele olhou confuso para L mas me cumprimentou com um sorriso.

 L- senhores, e senhorita. Esse é watari. 

Watari- é um prazer ve-los novamente senhores, e, senhorita...? -deixou no ar para mim completar. 

 -N, mas aqui é Akame. Só Akame por favor.

 Watari- Akame -ele sorriu- tive um imprevisto no caminho então me atrasei um pouco. 

 L- Watari, por favor entregue a eles o que eu pedi.

 Ele entregou distintivos com nomes falsos para os agentes dali, depois cintos com fivelas com um mecanismo estranho, ele não deu um daqueles cintos pra mim e eu olhei um pouco curiosa. 

 Watari- se vocês apertarem o botão da fivela duas vezes, meu celular irá tocar- disse demonstrando antes de entregar o último para o senhor Yagami.- de manhã vão para a rotina de trabalho normal depois disso, acionem o mecanismo para verificar o nome do hotel e o número da suíte onde Ryuzaki estará. Façam isso também em caso de emergência. 

 L- não se esqueçam de não deixar a agência vazia, tem que revezar entre si. Deixem sempre alguém la. 

 S. Yagami- certo, Aizawa hoje você ficará lá. 

 Aizawa- sim chefe. 

 Se despediu e saiu de lá indo direto para a agência. 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...