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História You are my light - (jikook) - Capítulo 25


Escrita por: e BabyGirl_2


Notas do Autor


Preciso contar algo sério a vocês (mas já começa assim?)

Eu não sei se alguém realmente vai ler isso, mas vamos lá

A falta de criatividade foi um fator muito forte que contribuiu para o meu sumiço, mas tem algo pior

Não sei exatamente quando começou, mas creio que já faz um mês

Bom, ultimamente eu venho tendo MUITA enxaqueca, e é durante o dia inteiro, isso está me afetando muito, eu não consigo escrever e nem betar nada, hoje mesmo tive que despachar uma amiga minha pra quem eu sempre betava algumas coisas.

Eu estou escrevendo essa nota, mas é com a sensação de que minha cabeça irá explodir a qualquer momento.

Eu já tomei remédios, descansei bastante, mas nada resolveu, e o pior, eu não posso ir me consultar agora por conta de
tudo isso que ta rolando.

Esse capitulo não foi revisado, o motivo eu acabei de contar, então é bem provável que vcs encontrem algum erro de coerência, ou de ortografia por aí

Ah, e peço desculpas por não ter respondido os comentários de vocês, mas saibam que eu sempre leio todos (eu fico rindo que nem uma idiota depois? Fico! Mas isso é um segredo nosso kkk)

Bom, espero que isso tenha esclarecido suas duvidas sobre o meu sumiço. Peço que continuem comentando, não posso fazer nada em relação a minha saúde, mas tenho certeza que seus comentários irão me animar bastante.

Me desculpem pela nota GIGANTE, mas eu precisava os contar.

Agora sim, podem ir ler o capitulo.

Capítulo 25 - Capitulo 24


— Sentiu minha falta gracinha? 


— E-eu te conheço, v-você é aquele cara da sorveteria, que ficou implicando comigo e com Jungkook — o menor falou assustado, com a única gota de sobriedade que havia restado dentro de si.


— Eu falei que voltaria, não falei? — perguntou com um sorriso que o menor julgou ser assustador.


O menor sentiu o medo lhe tomar por dentro, se levantou pronto para sair dali, mas o outro agarrou seu pulso, impedindo-o de se afastar.


— Já vai amor? Que tal nos divertirmos um pouco?


— Não me chame d… — o menor não conseguiu terminar sua frase, pois uma dor aguda acertou seu baixo ventre, fazendo-o curvar seu troco e levar suas mãos até o local.


O garoto olhou para baixo e viu seu membro estranhamente endurecer.


— Oh meu bem. Parece que você está com um probleminha. Quer que eu lhe dê uma ajudinha? — falou levando suas mãos até o menor, que logo desviou.


— N-não toque em mim — falou e um gemido escapou de seus lábios.


— Calma gracinha, eu vou fazer você se sentir bem.


Em um movimento rápido, o homem pegou o menor pelo colo e saiu o carregando pela multidão, em direção às escadas. 


Ninguém parecia perceber que algo errado estava acontecendo, estavam bêbados ou distraídos demais para isso.


Chegaram até o segundo andar, onde havia um longo corredor cheio de portas que davam acesso a alguns quartos, que funcionavam como um tipo de “mini motel” que os presentes no local podiam usar para fazerem suas próprias “festinhas particulares”, se é que me entendem. 


Em meio a tantos quartos, o homem entrou no primeiro deles, que para a infelicidade de Jimin estava vazio, o mesmo teve seu corpo jogado, de uma forma nada delicada, sobre a cama.


O homem foi até a porta e a trancou, logo o som da música alta que vinha de fora se tornou abafado. 


Virou-se novamente na direção do menor – que praticamente se contorcia de dor – e subiu em cima do mesmo, deixando seus braços e pernas em cada lado de seu corpo.


— Hoje você não me escapa Baby — o homem sussurrou no ouvido do Park, este que já começava a não se importar com mais nada, a única coisa que queria naquele momento era acabar com aquela dor tremenda que sentia.


O maior levou sua boca até o pescoço do outro e deixou um beijinho na região, se aproximou novamente para lhe dar um chupão, mas parou ao ouvir um enorme estrondo vindo de trás de si.


Parado na porta estava um Jeon Jungkook com uma feição nada amigável, punhos cerrados, e com seu peito que subia e descia rapidamente. Sua fúria era perceptível de longe.


— Saia de cima dele agora — falou pausadamente. 


— Jungkookie… — Jimin gemeu sôfrego, de forma quase inaudível ao reconhecer a voz do namorado.


O homem se levantou e ficou parado ao lado da cama, olhando de forma torta para o moreno.


— Ah, mas por quê? A brincadeira ainda nem começou.


— Você quer brincar? Certo, então vamos brincar. Que tal se você ficar quietinho enquanto eu quebro sua cara e todos os outros ossos de seu corpo?


O homem sequer pareceu se importar com a ameaça, apenas revirou seus olhos, soltando uma risadinha nasalada.


— Oh, essa "brincadeira" não faz meu tipo. Mas eu tenho uma sugestão melhor — deu uma longa pausa e logo voltou a falar — Que tal se eu comer o seu namorado enquanto você fica só observando? — perguntou de forma cínica — Porque meu Deus… olha esse corpo. Foder ele deve ser uma delícia — falou enquanto passava a mão pelo menor, parando em suas coxas, onde deixou um tapa estalado, fazendo o menor se encolher pelo ato repentino. 


Aquela foi a gota d'água para Jungkook. Em um segundo o homem mais velho estava em pé, ao lado de Jimin, e no outro, no chão, levando uma série de socos em sua face.


— Seu filho da puta. Eu vou acabar com você — Jungkook falou entredentes.


Em um movimento rápido, o mais velho inverteu as posições, ficando por cima do Jeon, logo começando a retribuir os socos que havia levado.


Jimin estava em meio a um enorme conflito interno. Lutava para ficar sóbrio. 


Seria uma tarefa difícil, quase impossível, e por mais que aquilo não estivesse tão claro em sua mente, sabia que Jungkook precisava de sua ajuda.


— Gguk — chamou de forma manhosa pelo maior, enquanto sentava-se na borda da cama, esfregando as pequenas mãozinhas nos olhos, em busca de acabar com aquele embasamento de sua visão.


Jungkook acharia fofo se o momento não fosse de desespero.


"Preciso fazer isso por Jimin", pensou enquanto tomava coragem para reagir.


Olhou nos olhos de seu agressor, que se preparava novamente para lhe desferir mais um soco, mas antes que isso acontecesse, o moreno segurou o punho do outro com firmeza, e o empurrou, fazendo-o cambalear e cair para trás.


Impulsionou seu corpo para frente, ficando de pé, e o outro fez o mesmo, tendo um pouco de dificuldade no processo. 


Passou sua mão embaixo de seu nariz e logo olhou para seus dedos, vendo que os mesmos estavam sujos de sangue.


Voltou a encarar o homem à sua frente, e ficaram daquela forma por um tempo, até que o mais velho decidiu agir, indo com tudo para cima de Jungkook, que agilmente desviou. Tentou avançar novamente, mas não obteve sucesso. Foi uma terceira vez, mas também não deu em nada.


Agora era a vez de Jungkook.


Em um movimento rápido, o moreno avançou, dando um soco certeiro no nariz do mais velho, que deu dois passos para trás por conta do impacto.


O outro urrou de dor enquanto cobria seu nariz com a mão.


Olhou mortalmente para o Jeon antes de ir para cima do mesmo. Segurou em suas costas, puxou seu tronco para frente e passou a dar joelhadas em seu estômago.


Ergueu o outro e foi o empurrando até que o moreno sentiu suas costas colidirem com algo, olhou para trás de relance e viu estar encostado na parede do corredor.


Jimin observava tudo de longe, sentado. Na sua cabeça, aquilo não passava de dois borrões, que se movimentavam de um lado para o outro, mas logo a imagem começou a se estabilizar. A medida que sua visão se normalizava, o calor e a excitação que se apossava de seu corpo diminuía.


O Park levantou da cama em um pulo ao finalmente entender o que acontecia. Viu o homem que tentou seduzi-lo meses atrás agredindo seu namorado, este que levou um murro tão forte em seu estômago, a ponto de cuspir sangue.


Jimin se desesperou, novamente, e correu para tentar ajudar o seu homem.


— Larga ele seu desgraçado — gritou exasperado, usando a pouca força que tinha para segurar os ombros do maior, este que se virou e acertou um tapa forte em seu rosto, tão forte a ponto de fazê-lo se desequilibrar e cair de uma vez no chão.


— Não se mete porra — gritou mais alto ainda.


Jungkook viu o seu garoto cair no chão, cobrir o lugar acertado com uma de suas mãos, e começar a chorar, soluçando alto.


Aquilo deixou o Jeon muito, MUITO puto. Seus olhos exalavam um brilho assustador.


Reuniu todo o ódio que havia dentro de si e acertou o nariz do outro. O soco que dera foi tão forte que jurou sentir algo se quebrar abaixo de seu punho.


— Filho da puta — o mais velho gritou e tapou seu nariz – que sangrava horrores – com uma das mãos — Isso acabada agora — falou possuído pelo ódio e levou sua mão livre até o cós traseiro de sua calça, sacando de lá uma faca.


A partir daquele momento, tudo aconteceu muito rápido.


O homem, ao perceber o que havia feito, começou a se afastar com os olhos arregalados, largou a arma ensanguentada no chão, logo sumindo pela escuridão do extenso corredor.


Jungkook levou de imediato suas mãos até seu tronco, aos poucos, a camisa branca foi dando lugar a uma grande mancha vermelha. Enquanto tentava conter todo aquele sangue que jorrava como uma fonte de sua barriga, o moreno começou a dar curtos passos para trás, em direção às escadas. Jimin observava tudo com sua boca e olhos  arregalados, estava paralisado no chão, tentava a todo custo, porém não conseguia se mexer, mas foi só ver o moreno se aproximar dos degraus que ele se levantou em um pulo. Aproximou-se do outro na velocidade de um raio e estendeu sua mão para frente, tentando segurá-lo, mas quando ia o fazendo, o moreno deu mais um passo para trás, se desequilibrando e caindo da escada. 


Jimin não soube quanto tempo permaneceu ali, parado, olhando para o corpo de seu amado jogado de forma desengonçada nos últimos degraus da escada. Estava estático, não conseguia acreditar que aquilo realmente estava acontecendo.


Viu aos poucos uma multidão se formar ao redor do outro. Viu também alguém correr em sua direção na medida em que suas pernas ficavam mais fracas.


— JIMIN — ouviu a pessoa gritar seu nome, mas a voz ressoou em sua cabeça de forma abafada. Não conseguiu identificar quem era. Céus, tudo estava tão confuso...


Seu corpo inteiro fraquejou e já foi se preparando para o impacto, porém um par de mãos lhe segurou, impedindo que fosse de encontro ao chão. Olhou para a pessoa tentando identificá-la, mas tudo voltou a ficar embaçado. Sua visão escureceu e logo já não conseguia ver mais nada.






Notas Finais


Ei, você mesmo que pulou as notas do autor e foi direto para o capitulo, saiba que eu tô de olho em você, viu?


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