História You are my psychopath - Capítulo 12


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bangtan, Hopekook, Mistério, Perigo, Psicopata, Taejin, Vmon, Yoonmin
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Palavras 2.736
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Festa, Lemon, LGBT, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Então... eu não demorei, certo? Ainda bem kkkk
Olha, esse capítulo ficou meio longo (eu acho), mas eu tentei ao máximo escrever o necessário para vocês entenderem
Bom, quero agradecer de verdade a quem está lendo e a quem favoritou a história, nunca vou cansar de dizer que isso é fundamental pra mim (amo vocêx).
Sem mais delongas, boa leitura a todos!

Capítulo 12 - Ele é um monstro


Fanfic / Fanfiction You are my psychopath - Capítulo 12 - Ele é um monstro

Eu ainda estava sem reação. Me chamaram para ser interrogado de novo, como suspeito, dessa vez. Me perguntaram se eu era o culpado, e eu, obviamente, respondi que não, que nem sabia o que estava fazendo ali. Logo Yoongi entrou na sala para falar comigo.

-Por que eu estou aqui como suspeito? O que aconteceu? Que provas vocês encontraram? Era algo que tinha a ver comigo? – Disparei, assim que ele entrou.

-Calma, Tae. – Ele falou em um tom que me deixou intrigado. – Eu não acho que você seja o Crush.

-Não acha? – Aquilo sim era estranho. – Então o que eu estou fazendo aqui?

-Porque nós temos provas contra você que não podem ser ignoradas. Assim que esclarecermos isso, você será liberado. Mas para isso, preciso que você colabore comigo. – Ele estava bem sério ao dizer isso.

-Tudo bem. – Assenti.

Ele disse que uma inspeção mais apurada revelou que foram encontrados alguns fios de cabelo meu em todas as cenas de crime. Não em uma ou duas. Todas, desde antes de eu começar a trabalhar no caso. Sem contar que o assassino tinha uma estatura parecida com a minha. Eram coincidências demais para se ignorar.

-Mas e todas as vezes em que eu estava em casa ou no trabalho quando o crime aconteceu? Vocês ignoraram isso? – Eu perguntei, revoltado.

-Não ignoramos nada disso. Vamos fazer perguntas a seus professores, seu irmão e seu amigo, além de seus vizinhos. Com base no que eles disserem, eu tenho certeza de que vou poder te soltar.

Ele começou a anotar algo em um bloco de notas que tinha em mãos. Depois, voltou a me encarar, e tinha uma expressão determinada em seu rosto aparentemente fofo.

-Mas você pode pelo menos me dizer o motivo de ter cabelo seu na cena de crime? Em todas?

-Olha, eu não faço ideia, só quero sair daqui. – Afirmei, cabisbaixo.

-Entendo. – Ele se levantou. – Vou fazer o possível.

Eu passei horas ali, detido, enquanto outras pessoas eram interrogadas. Aquela situação era ridícula. Eu sabia que não era culpado, e não entendia como tinha ido parar ali. Eu estive em algumas cenas de crime, é verdade, mas não em todas.

Uma coisa eu ainda não entendia. O que Yoongi quis dizer com “Uma inspeção mais apurada”? Eles não tinham feito aquilo antes? Não deveriam ter feito um serviço completo? E quem os convenceu a ir lá? Se alguém tentou me acusar de algo que não fiz, quem poderia ter sido?

Eu estava sozinho, me sentindo culpado sem saber exatamente o motivo. Talvez por confiar demais nas pessoas. Achar mesmo que aquilo não ia acabar se complicando para mim. Ninguém podia entrar para me visitar, o que era pior ainda. Eu estava me sentindo sozinho, e injustiçado. Nem raiva conseguia sentir.

Pensei se não foi o psicopata que tentou me incriminar. Mas para isso, ele teria que se interessar pelo menos um pouco em mim, e eu com certeza não o conhecia. Não, deve ter sido alguém da polícia. Eu não sou alguém que faz algo para se achar alguma coisa mais que os outros, mas sempre tem alguém para sentir inveja. Eu só precisava descobrir quem.

Muitas questões rondavam minha mente. Com certeza Hoseok e Jungkook não duvidariam de mim, meus vizinhos eu já não sei, mas contando que falassem a verdade, estava tudo certo. Eu não tenho nada a esconder, podem me investigar sem problemas, afinal.

Eu dormi na delegacia aquela noite. Bom, eu estava um pouco angustiado, mas como eu realmente não tinha nada para fazer, resolvi que não poderia ser tão ruim assim tirar um cochilo. Quando eu estava conseguindo finalmente dormir um pouco, sinto alguém me balançar.

-Tae, acorda. – Era Yoongi me chamando.

-O que foi? – Perguntei, meio confuso e sonolento.

-Um assassinato em uma casa de shows. Dois, na verdade. – A voz dele era estável, mas eu podia ver que ele tentava conter a inquietação. – Preciso da sua ajuda no local.

-Minha ajuda? – Me levantei, não menos confuso que antes. – Mas eu achei que estava detido.

-Você estava, até o maldito psicopata resolver matar de novo. E como você está aqui, muito bem preso e até dormindo, quero ver quem vai tentar te acusar de novo. – Ele deu de ombros. – Além do mais, você ainda trabalha aqui. Agora deixa de preguiça e vem logo.

Em pouco menos de quinze minutos eu estava vestido como médico e analisando o corpo. Ninguém diria que eu estava preso menos de meia hora antes. Mas algo parecia errado com o maxilar de um deles. Não tinha forma de eu fazer aquilo no local do crime. Eu teria que abrir para ver melhor.

Assim que estávamos fazendo a autópsia, analisei primeiro o pior corpo. O primeiro estava exatamente como encontrávamos antes, com o coração arrancado, marcas e facadas pelo corpo todo. O segundo, no entanto, não tinha metade das facadas do outro, apesar de também estar sem o coração.

E era o seu maxilar o que mais me intrigava. Estava costurado, mas para um olhar desatento pareceria não ter nada de mais. Para mim, porém, parecia estar inchado mais que o normal. Portanto, abri para ver se tinha algo dentro.

Assim que tirei a costura, vi que tinha algo dentro. Depois de um pouco de esforço, consegui tirar o objeto. Era um pen drive. Na hora eu fiquei assustado, e ao mesmo tempo intrigado. Por que tinha um pen drive ali? Com certeza fora deixado pelo psicopata. Eu deveria contar aos outros sobre o que tinha ali?

Sem pensar, guardei no meu bolso. Eu sabia que era errado, mas estava curioso demais. Logo terminei de fazer a análise, e estava louco para voltar para casa e ver o conteúdo do pen drive, mas Yoongi estava me esperando na saída.

-Para onde pensa que vai? – Ele sorriu para mim.

-Pra casa. Preciso descansar. – Menti só um pouquinho. Também queria descansar, de fato.

-No momento eu acho melhor não. Tem pessoas de olho em você ainda. É melhor você ficar comigo. – Ele sorriu mais ainda para mim.

-O que você está sugerindo? – Seu sorriso era tão contagioso que eu sorri de volta. Ele é bonito e tem um sorriso encantador, isso é inegável.

-Que você pelo menos venha tomar um café da manhã comigo, e depois vá para casa.

Eu não estava com fome. Estava ansioso demais para voltar para casa. Mas eu não podia dizer a ele o motivo de querer tanto voltar, então decidi concordar. Era só um café da manhã, afinal. Seria rápido, e logo eu estaria livre para ver o que queria.

Assenti para ele, que me lançou um sorriso simpático. Entramos em seu carro. Ele nos levou até uma cafeteria pequena, porém muito aconchegante. O cheiro estava ótimo. Eu realmente notei que estava com fome, já que minha barriga roncou levemente. Nos acomodamos em uma das mesas, e ele me entregou um dos cardápios.

-Acho bom você aproveitar porque nem sempre eu sou legal assim. – Ele disse a mim, me tirando de meus devaneios.

-Sei disso, ontem mesmo você me prendeu. – Respondi, ainda analisando minhas opções.

-Eu precisei fazer aquilo, você sabe disso. – Voltei meu olhar para ele.

-É, eu sei.

-O que desejam?

A garçonete nos perguntou, pronta para anotar nossos pedidos. Pedi panquecas e suco de morango, Yoongi pediu um café e pães simples com queijo e presunto. Depois que ela nos deixou, ele voltou seu olhar para mim.

-Sabe, eu acho você uma boa pessoa. Não acho que tenha feito todas aquelas coisas horríveis. – Ele comentou, me encarando.

-Por que eu não fiz, e você me conhece o suficiente pra saber disso. – Respondi a ele.

-Mas é estranho você estar envolvido nisso tudo dessa forma. Talvez ele te conheça, afinal. – Ele deu de ombros.

-Eu duvido um pouco que eu o conheça.

-Talvez você não o conheça. Isso não o impede de saber coisas sobre você.

-O que você está querendo dizer? – Eu não sabia aonde ele queria chegar.

-No momento, apenas pra ficar esperto.

A garçonete trouxe nossos pedidos, e apesar da comida bem na minha frente, eu estava mais concentrado no que Yoongi tinha me dito. Assim que ela saiu, perguntei, baixinho:

-O que ele poderia querer comigo?

Eu duvidava muito que algo tivesse haver comigo, mas se tivesse, o que seria? Aquele louco queria me matar? Se queria, o que tinha esperado? Por um segundo, até pensei que tudo aquilo poderia ser por minha causa. Balancei logo a cabeça. Estava errado. Eu não o conhecia. Eu não era tão importante assim.

-Não vai comer? – Yoongi perguntou, me olhando, preocupado.

Quando eu ia responder, alguém me interrompe:

-Taehyung?

Eu virei meu rosto para ver quem era. Namjoon. Minha boca secou na hora. O que ele estava fazendo ali? Por que eu o estava vendo com tanta frequência? Ele abriu um sorriso ao me ver.

-Que prazer te encontrar aqui. Bom dia, Yoongi. – Cumprimentou meu chefe.

-Espera. Vocês se conhecem? – Perguntei aos dois.

-Sim. Namjoon é um antigo parceiro de negócios. – Yoongi respondeu a minha pergunta. – Quer se juntar a nós?

Droga, mas que droga. Encarei Namjoon, provavelmente com os olhos suplicando para que ele fosse embora. Claro que ele não atendeu a minha súplica, e ainda teve o prazer de se sentar ao meu lado. Bufei, irritado. Esse cara lindo e ao mesmo tempo insuportável não me deixa em paz nunca.

Comecei a me concentrar em comer minha comida, sozinho. Por incrível que pareça, ele dessa vez não me perturbou. Nem um pouquinho. Ele e Yoongi conversavam apenas sobre como ia o trabalho dos dois. Nada de piadinhas ou indiretas para mim, nem mesmo olhares. Nada.

Embora quisesse me sentir aliviado com aquilo, não podia deixar de sentir certo desconforto. Mas por mim tudo bem, no fim das contas eu realmente só queria sair logo dali. Uma mensagem do psicopata... o que poderia ser?

Percebi depois de um certo tempo que Namjoon me observava discretamente. A verdade era que parecia estar sondando minhas reações. O que ele esperava que eu fizesse? Estava começando a me irritar, até o ponto de que tive que interromper a conversa dos dois.

-Yoongi, me desculpa por isso, mas eu realmente preciso ir embora, não estou me sentindo bem. – Falei apenas olhando para meu chefe, ignorando a existência de Namjoon.

-Não tem problema, eu só vou pagar a conta e te levo em casa. – Ele respondeu, se levantando.

-Yoongi, se estiver tudo bem para você, eu levo ele em casa, é caminho pra minha. – Namjoon disse a ele, olhando para mim com um sorriso discreto.

-Não precisa se incomodar, eu trouxe ele, eu levo. – Yoongi disse, ao perceber minha expressão de súplica implorando para que ele não aceitasse.

-Eu sei que você está lotado de trabalho, Yoon. – Namjoon disse, com bastante intimidade para alguém que tinha apenas “negócios”. – Não se preocupa, eu levo ele.

Yoongi pareceu pensar um pouco, mas para foi uma eternidade, apesar de eu já saber que ele ia aceitar. Namjoon tinha razão, Yoongi estava com muito trabalho para fazer, até eu reconhecia isso. Por fim, o branquinho assentiu e se despediu de nós, antes de ir ao caixa pagar. Ao perceber o olhar triunfante de Namjoon, revirei os olhos.

-Você não vai ganhar todas. – Avisei a ele.

-Só a grande maioria. – Com um sorriso mais largo, ele se levantou. – Vamos.

Nos dirigimos para junto de seu carro, e nos acomodamos lá dentro. Ele colocou uma música romântica qualquer para tocar na rádio, e começou a dirigir. Ele já sabia onde era a minha casa, claro. Eu não queria puxar assunto com ele. Só queria mesmo correr para meu quarto e ver o maldito pen drive. Ele ficou em silêncio por um tempo, mas perto da minha casa ouço sua voz grave soar:

-Taehyung, o que você quer? – Ele perguntou, tão baixo que me perguntei se ele tinha dito aquilo, de fato.

-O quê? – Perguntei, confuso.

-Você me ouviu. – Agora ele falava no tom normal. – Eu realmente não te entendo. Você é inteligente, tem uma vida boa. É lindo, o mais lindo de que eu posso me lembrar. – Ele dizia aquilo olhando em meus olhos, e sinto minha pele corar com aquele elogio. Como sempre, bem franco. – Será que eu estou tão abaixo do seu nível assim?

-A-Abaixo do meu nível? – Gaguejei. Aquela conversa estranha surgira do nada por quê?

-Se eu achasse que você não me quer eu até respeitaria isso, mas vejo que não é essa a verdade. – Ele começou a se aproximar de mim. – Só me responda isso: O que você quer?

Eu podia sentir sua respiração em minha pele. Ele estava inclinado sobre mim, já parado em frente à minha casa. Eu engoli em seco. O que eu responderia? Nem eu sabia o que queria, de fato. Antes que minha mente pudesse pensar em uma resposta decente para dizer, minha boca tomou vida própria e começou a falar o que não devia.

-Mesmo que eu dissesse que é você o que eu quero, você apenas me usaria e jogaria fora depois? Namjoon, você não sai da porra dos meus pensamentos. – Admiti. Eu não estava pensando, apenas falando. Ele apenas ouvia. – Eu quero mandar você pra puta que pariu, e ao mesmo tempo, te beijar. Eu me irrito com a sua companhia, e gosto dela. Era isso que você queria ouvir, caralho?

Assim que terminei de dizer aquilo, percebi as besteiras que tinha falado. Aonde eu estava com a cabeça? Falar daquele jeito, logo com o Namjoon? Abaixei o olhar, envergonhado. Mas logo o ouço perguntar, baixinho:

-Então você gosta de mim?

Levantei o olhar, e ao invés de encontrar presunção ou um sorriso em seu rosto, o encontrei sério. Assenti, concordando, e voltei a abaixar o olhar. Logo ele ergueu meu queixo, me forçando a encará-lo.

-Então o que te impede de me dar uma chance? – Ele se aproximou ainda mais.

-Medo, talvez. – Respondi, olhando em seus olhos. Aqueles belos olhos castanhos.

-Eu quero sua confiança, Tae. Que tal se eu provar que posso te ajudar no que for preciso? – Ele sorriu. – Não vou te pedir seu número, já que você disse que não me passaria. Vou te passar o meu.

Ele se afastou, pegou papel e caneta e anotou algo. Seu número, e um recado a mais, aparentemente. Depois, me entregou.

-Não pense que sou alguém que desiste fácil, Taehyung. – Ele tocou levemente em meu rosto. – Você logo verá isso mais claramente.

-Tenha um bom dia, Namjoon.

Saí de dentro do carro, deixando ele para trás. Sentia minha pele pinicar levemente aonde ele tinha tocado. Eu já tinha cansado de me perguntar o motivo de eu ter aquelas reações estranhas ao vê-lo ou estar com ele.

Entrando em casa, me esqueci logo do episódio. Corri para meu quarto e peguei meu computador. Levou apenas dois minutos, mas me parecia que levara uma eternidade para ligar. Logo coloquei a droga do pen drive, e esperei abrir. Não tinha nada além de um vídeo. Senti meu estômago se revirar de novo. Eu com certeza não veria nada de bom.

Ao abrir o vídeo, de primeira não entendi nada, estava tudo escuro. Até que a câmera focou em alguém. Quando vi seu rosto, eu fiquei incrédulo por alguns segundos. Não podia ser. Não. Mas ao escutar sua voz, eu tive certeza.

Eu não quero morrer.

Meu corpo todo começou a tremer. Eu não conseguia fechar o vídeo, ou pelo menos desviar o olhar. Estava concentrado, e lágrimas já brotavam de meus olhos. Ao ouvir as súplicas, eu comecei a chorar mais ainda. Até que veio o primeiro golpe.

Gritei o mais alto que eu me lembrei em toda a minha vida, olhando para a tela. Mais um golpe. Aquilo era surreal. Meus gritos ecoavam pelo quarto, pela casa, se misturando aos que vinham do vídeo. Eu ainda não conseguia fechar o vídeo. A porra do vídeo. Ao todo, mesmo em meio a todo aquele horror, minha mente contou nove golpes. Isso foi o que ele filmou. Provavelmente foram mais, já que o vídeo acabou antes.

Mesmo depois que parei de gritar, eu chorava constantemente. Aquilo não parecia ser real, era terrível demais. Escutei alguém abrir a porta. Era Jungkook. Seus olhos estavam vermelhos e inchados demais. Mas até ele se assustou ao me ver daquele jeito. Eu estava muito pior.

-Acho que você já recebeu a notícia. – O ouvi dizer, antes de desabar de tanto chorar de novo.


Notas Finais


Gente, antes que venham dizer, eu sei que esse final ficou meio confuso. Era meio que essa a intenção mesmo. Mas vou explicar melhor esse lance do vídeo no próximo, prometo.
Bom, se gostarem, por favor, não esqueça de favoritar quem ainda não fez isso, e comentar também, amo ler os comentários de vocês. Espero todos no próximo capítulo!!


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