História You belong with me - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura, Drama, Romance
Visualizações 3
Palavras 824
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Estou começando essa história agora, com o tempo vou melhorando, espero que vocês gostem!

Capítulo 1 - Eu quero ele!


Lívia p.o.v

 De novo eu acordo e dou de cara com milhões de caras todos engomadinhos, andando pela minha casa e tirando minha privacidade. Já nem me importa com eles mais, ando do jeito que eu quero, com a roupa que eu tiver vontade e nesse momento, estou com um pijama bem curto. Vejo um desses mauricinhos olhando pra mim e faço uma cara de desprezo. Vou andando pra cozinha achar alguma coisa pra comer nessa casa, tenho certeza que daqui a pouco meu pai vem falar na minha cabeça, “porque você esta andando com essas vestes indecentes, Lívia?”, não aguento mais essa chateação, todo dia é uma briga diferente, quero sumir dessa casa logo.

- Lívia, você perdeu a noção?

- Bom dia pra você também, Mário! E não, eu não perdi a noção, perdi foi minha paz e meu sossego com esse monte de pé no saco aqui em casa.

- Olha como você fala em, você esta passando dos limites, vou ter que tomar aquela providência.

- Tanto faz, bom que saio desse inferno!

Viro as costas pro meu pai e continuo comendo, finjo que ele nem estava ali e não demora muito pra ele dar no pé. Cara chato, nem fica aqui direito e quer me dar lição de moral, vê se me erra!

Fico no meu quarto o dia inteiro, já me formei e não achei uma faculdade que me interessasse ate hoje, então fico em casa. Quando da umas nove horas, meu pai entra no meu quarto e joga um envelope em cima de mim.

- Pode arrumar suas malas, amanhã estou te levando pra esse acampamento, queira você ou não!

- Você acha que esse acampamento vai conseguir me mudar? – dou uma risada irônica.

- É a minha única alternativa, então você vai e não me de dor de cabeça lá também.

 Que saco, só me faltava essa, ir pra um acampamento, no meio do nada, com um monte de criança bagunceira, sem internet direito, sem amigos, sem festas, sem contatinhos...

 Escuto umas batidas na minha porta, estico meu braço pra pegar meu celular, olho as horas, 7 da manhã! Meu pai só pode estar me zoando

- Já acordei – grito pra que ele pare de bater na merda da porta.

- Anda logo, tenho uma reunião e quero te deixar lá antes.

 Levanto-me da cama, vou pro banheiro e tomo um banho, sem pressa alguma, ele que atrase pra essa reunião. Visto um short cintura alta, um cropped preto e calço o meu vans preto, pego minhas malas e minha bolsa, saio do quarto, vou ate o escritório do meu pai e fico parada na porta esperando ele perceber que eu estou ali.

- Que demora – ele olha pra trás e percebe que cheguei.

- Cadê minha mãe?

- Ela teve que viajar pra resolver umas coisas, mandou um beijo pra você e desejou boa sorte lá.

- Já sabia, vamos logo então.

 Chegando no acampamento, vejo que o lugar parece mais um presídio, fecho a cara e coloco meus fones, não quero ficar nesse lugar. Olho pro meu pai e vejo sua cara de aprovação, que raiva. Ele para o carro e desce pra tirar minhas malas, eu fico sentada do mesmo jeito, não vou sair. Vejo um moreno alto, cabelos lisos, olhos verdes, um físico bonito e um sorriso que me tirou o ar, vindo em direção ao carro. Será que eu vou gostar daqui? Abro a porta do carro, arrumo minha roupas, tiro os fones e fico observando aquele homem vir a minha direção.

- Você que é a Lívia?

- Eu mesma – dou um sorriso e meu pai chega para atrapalhar tudo.

- Oi, meu nome é Mário e essa é minha filha Lívia, liguei aqui ontem para comunicar que ela viria hoje.

- Sim, estou ciente disso, senhor. Pode ficar tranquilo que sua filha está em ótimas mãos – ele sorri e olha pra mim, eu não consigo desviar meu olhar dele, porra, que homem é esse.

- Então é isso, tchau filha, juízo ai – meu pai me da um abraço e entra no carro sem olhar pra trás.

 - Vamos que eu vou te mostrar aonde é seu quarto – Guilherme fala enquanto pega minhas malas e vai caminhando em direção a umas casinhas.

 Eu mais que depressa vou atrás dele. Chegando na frente de uma casinha, ele deixa minhas malas, abre a porta e me mostra o quarto, é ate confortável.

- Obrigada pela recepção – dou um sorriso e o fico admirando.

- Por nada, precisando é só me chamar.

 Ele vai embora e eu me deito na cama, fecho os meus olhos para descansar um pouco, a viagem foi um pouco cansativa. Não consigo dormir porque só consigo pensar nele, que merda é essa? É só um cara, mas eu nunca senti isso com nenhum outro. Só com um sorriso, ele conseguiu me arrepiar toda, é isso, eu quero ele!

 

 

 



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