História You can't stop us - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 9
Palavras 872
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: LGBT, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - Não esperava isso logo de você


Jesse's on

Mais uma vez fiz algo arriscado que pouca gente no mundo tentaria, ser imortal é uma vantagem que tenho sobre 97% do planeta todo, poucos tem o "dom" que eu tenho, e... Fazer algo arriscado é como respirar para mim, algo que não poderei viver sem, na verdade se eu quiser posso viver até sem comer por anos, meu corpo não envelhece, e eu não morro nem se me jogar dentro de um vulcão.

Na verdade, eu já tentei várias formas de morrer, fiz um tipo de um diário contando como foi cada uma das minhas mortes, eu chamo esse diário de "Death Note" ironicamente, mas nesse diário conto cada experiência de morte, como :

✓ Pular num vulcão.

✓ Beber nitrogênio líquido.

✓ Tiro de escopeta na cabeça.

✓ Pular de um avião sem paraquedas (que foi acidental)

Cada uma das mortes foram escritas detalhadamente, contando como foi, e a cada sensação diferente, nada no mundo me faria parar com esse tipo de coisa, meu "arriscar" era meu "viver" e ninguém vai tirar isso de mim, me pego com um sorriso largo estampado no rosto, como se fosse uma criança que acabará de ganhar o presente que queria, sinto um vento bater forte... - Vai chover? - Digo a mim mesma, posso ficar doente se tomar chuva, e agora? Não, espera... Hahaha! Do nada um táxi para do meu lado, e de dentro dele sai, adivinha! Eliz, está linda como sempre, pera! De novo com essa droga de pensamento, bato a palma da mão na minha própria testa. A olho e sorrio, por que estou sorrindo!?

- Oi chefe! Tudo bem? - Ela anda em minha direção com uma cara séria, que quando se aproxima um pouco mais de mim se desmancha. - Chefe?

- Oi Jesse, eu ouvi um barulho enorme quando você pulou a janela, aonde você caiu?

- Numa caçamba de lixo, os sacos amenizaram o impacto, mas ainda não salvaram de fazer um barulho alto.

Com esse comentário meu, ela simplesmente se atira em mim, me abraçando calmamente, senti um certo carinho naquele abraço, acabo retribuindo e sorrindo largamente, sinto as mãos dela subirem até meu rosto, sou recebida com um beijo calmo e apaixonado dela, retribuo, sem pensar duas vezes, seguro a cintura dela, não sei bem o que eu estou fazendo nesse exato instante... Porém, eu não consigo parar, como eu me perguntei mais cedo... Vai chover? Simplesmente o céu despenca em nós, como se fosse a "cena do beijo" de filme clichê para ver com a mamãe no fim da tarde chuvosa. Paro de retribuir o beijo e nos afasto ( apesar de eu não querer parar) peguei ela pelo pulso e saímos correndo até minha casa, adentramos o prédio podre, que agora nos protegia da chuva, olho para ela e dou um sinal para que ela me siga. Durante o pequeno trajeto da portaria até meu apartamento, nenhuma de nós fala nada, o elevador se abre e nós saimos, e vamos até a porta preta (meu apartamento) abro a porta e entramos naquele lugar, posso morar sozinha e fazer altas besteiras... Mas, me certifico que minha casa esteja sempre arrumada e limpa para receber Aiwey, que odeia sujeira.

Após alguns minutos em silêncio, subo as escadas para pegar uma toalha para Eliz que está encharcada, porém... Linda para caramba! Vou até meu quarto, pego uma toalha preta e outra branca, desço as escadas e entrego a toalha preta para ela se secar.

- É... Você pode tomar banho se quiser, bem, não somos do mesmo tamanho, mas posso te emprestar alguma roupa.

- Obrigada, Jesse. - Diz ela se aproximando de mim e novamente me abraçando carinhosamente, retribuo o abraço. - Onde fica o banheiro?

- Fica ali. - Aponto para um porta perto da escada.

- Seu apartamento é até grande Jesse, porém arrumado, você tem uma faxineira?

- Não, na verdade eu não fico muito em casa, e meu irmão odeia sujeira, então tá sempre arrumado e limpo aqui. Bem, você pode ir tomar banho, eu vou ficar aqui.

- Você não vai ficar do... Esqueci que você não fica doente.

Solto uma risada um tanto baixa e olho para o lado lembrando do beijo que ela me deu, ela sorri para mim e vai em direção do banheiro, senti uma vontade enorme de pegar ela no colo e levar para minha cama, e ficar ali tocando ela a noite toda, mas ela tem que tomar banho para não fica doente, acho que depois disso eu posso tentar algo hehehe! Ela entra no banheiro sem dizer nada, minha imaginação corre solta pela minha mente, e imagino coisas que... É melhor nem citar. Novamente, eu subo as escadas, vou até meu quarto, pego uma das minhas camisas, vai ficar meio grande nela... Porém, ela vai ficar sexy. Desço novamente, e vou até a porta do banheiro, bato e entro.

- Bem, Eliz, tem uma camisa minha aqui, não irei te emprestar roupas íntimas, primeiro que nem vai senvir em você. - Paro, e sinto mão molhadas tocarem minhas costas, sinto um corpo quente encostar no meu, imóvel e sem reação recebo um beijo na nuca, o que me faz arrepiar, escuto um sussurro no meu ouvido.

- Para que roupas, né?

Meu Deus! Para que me segurar, né?



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