História You can't stop us - Capítulo 6


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 10
Palavras 976
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: LGBT, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 6 - Um medo repentino


Jesse's on

Novamente, me encontro num lugar escuro, e outra vez havia um homem mascarado em minha frente, só que desta vez ele estava vestido como um marinheiro, mas era um uniforme beeem antigo, lá para os anos de 1900, realmente é velho! Este homem estava com os braços expostos, então pude notar que ele tinha uma pele acinzentada e com o aspecto de podre, mas não parecia aos pedaços, ele tinha também um pequeno furo de bala na testa... Era como se ele fosse um zumbi. Do nada o homem corre em minha direção, e me segura pelo osso da clavícula e me puxa mais para perto de si, e inclina a cabeça para o lado esquerdo.

- Você. Não. É. Um. Humana. Jesse...

Acordo de repente com violentas batidas na porta do primeiro andar, minha cabeça dói, olho para o lado e vejo Eliz dormindo, me levanto e visto uma camisa e uma calça, que estavam perto da cama, desço as escadas, ando até a porta e abro. Me deparo com três jovens, um menino alto de cabelos azulados e duas meninas, uma de cabelos iguais ao do garoto e a outra com cabelos pretos misturados com um roxo meio rosado, ambos de máscara, o garoto toma a frente e olha para mim, o mesmo me dá um soco no abdômen, ajoelho no chão de dor. Uma das garotas coloca um saco na minha cabeça, sinto outro murro... Mas desta vez no maxilar, que me faz perder a consciência.

( Quebra de tempo)

Recobro a consciência, e sinto uma dor. - Caraca... - Tento colocar uma das mãos no queijo, mas assim que mexo as mãos sinto elas presas, havia cordas nos meus pulsos, e eu me encontrava num tipo de depósito abandonado, com uma fraca luz de uma lâmpada. - Aonde eu tô? Que dor do inferno! - Gritei. Não parecia ter mais ninguém aqui, então gritar "socorro" não era uma opção. Ouço passos atrás de mim, e sinto uma mão no meu ombro.

- Olá Jesse. - Uma voz grave ecoa no meu ouvido, era o garoto que provavelmente me desmaiou. - Desculpe pelos socos, mas era necessário. - "Fi" da pu... Xingar o cara não vai me fazer sair daqui, mas vai fazer a raiva passar um pouco. - Você com certeza não iria conosco educadamente se tivéssemos pedido, ou iria?

- Com certeza, não! Mas, por quê eu tô aqui, e por quê não tem um pano ou algo do tipo, cobrindo minha boca?

- Sabemos que você é inteligente, e saberia que gritar, não iria te ajudar em nada, ou nós estamos errados? - O garoto sai do meu lado e se posiciona em minha frente, ainda estava de máscara.

- Na verdade não, mas.... Nós?

Outras duas pessoas aparecem, e eram as duas garotas de antes, que também estão de máscara, estou começando a associar isso com filmes de ação. Uma das meninas, se aproxima de mim, e levanta um pouco a máscara mostrando os lábios vermelhos.

- Você é mais feia de perto, hahaha...

- Vai se fude! - Respondo brava, a garota se espanta e me dá um tapa no rosto. - Qualé teu problema, hein!?

- Qual é o SEU problema!? Palavrões não serão tolerados aqui!

A garota aproxima o rosto do meu, e morde meu nariz com força. Ela sorri, e se afasta, adentrando a escuridão de um canto do depósito, os dois seres humaninhos fazem o mesmo, e de novo... Jesse está sozinha, vão a merda todos vocês, esquisitos!

Alguns minutos depois outra figura aparece, uma mulher alta, de cabelos curtos e castanhos, muito bem vestida, e naquele momento lembrei de Eliz, que sempre se veste do mesmo jeito. A mulher se aproxima, sai da escuridão e entra um tanto na luz da pequena lâmpada que iluminava parte do lugar.

- Olá Jesse, me reconhece?

- Se eu disser que sim, vou mentir. - Ela ri forçadamente, fico em silêncio.

- Bem, você deve se perguntar por que está aqui....

- Na verdade. - Interrompo a mulher que fica séria com aquilo. - Eu tô me perguntando aonde eu tô, e não por que diabos eu tô aqui... Eu realmente não ligo para isso, mas ai... Quando tu vais me soltar, vossa Chatisse.

- Não seja infantil Jessica Sharp Connors. - Como a vossa Chatisse em pessoa sabe meu nome? Não faço ideia, porém sinto que já vi essa mulher em algum lugar. - Se você não me reconhece, está tudo bem, porém tenho certeza que você já me viu várias vezes na TV. - Mas é claro! Era ela! Adela Oldsmen, a famosa primeira imortal registrada na história, no ano de 2045 ela fez o famoso prédio " Loop infinito" onde nós imortais vamos estudar, quando eu tinha 5 anos e ainda molhava as calças, essa mulher era minha heroína... Mas agora, vejo que ela tem uma cara enorme de enjoada e chata, hoje confirmo isso hehe!

- Adela! Eu tô com sono, por isso eu não a reconheci de primeira. - Me ajeito na cadeira e cruzo as pernas. - Por que mandou me sequestrarem?

- Já sabe o porquê, então eu não irei repetir. Mas, eu senti que deveria te avisar sobre o que ocorre no nosso mundo atual, minha querida... Estamos com sérios problemas.

- Qual o problema? Você não consegue se decidir para qual país ir esse fim de semana? - Riu; sou sempre irônica e chata, porém gente assim só tem problemas banais. - O que foi?

- Você é infantil demais, me surpreende que você seja nossa única esperança. - Ela suspira e olha pro lado indignada. - Irei direto ao ponto, uma pessoa nesse mundo... Sabe como tirar a nossa imortalidade.

Me coração dispara, meu olhos estalam e a garganta seca. O que eu acabei de ouvir me deixa completamente sem chão... Uma pessoa que pode... Tirar minha imortalidade!?



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