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História You Colored Me (Jikook) - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


A__N__N__A IN YOUR AREA!


Hey! Espero que esteja saudável.

Meu nome é Anna, mas caso queira me chamar por algum tipo de apelido... Aninha ou Anne, eu aceito, afinal acho bastante bonitinho.

Bom... Como eu posso explicar sem ter que demorar muito? Não quero tomar muito o seu tempo, mas preciso explicar para que não me entenda mal.

~♡ Ah, tenho plena consciência de alguns erros ortográficos, mas por favor, tente compreender que estou melhorando. Eu tenho uma séria dificuldade em notar erros, pois tenho a quase certeza de ser uma idiota eufórica. Mas, vou sim melhorar. Juro, juradinho! 💜💙

~♡Como já deixei claro na sinopse: 


A história "You Colored Me" foi inicialmente criada e desenvolvida até o décimo quarto capítulo nessa mesma plataforma digital para a leitura de livros online, mas por conta de uma determinada série de fatores, incluindo a grande amnésia da autora principal — que sou eu — em tentar lembrar-se da sua própria senha, a fanfic teve que ganhar uma nova versão em outra conta. Antes, com duas escritoras que não sabiam direito o que era exatamente transformar uma imaginação em história, a evolução não foi tão engenhosa, afinal, ela ganhou em torno de 61 favoritos e 11 comentários. Porém, agora com apenas uma escritora, o segmento atualmente proposto será de grandíssimo desempenho e esplêndida evolução, pois quero aprender, e aceitar o fato de ter talento e passar a acreditar mais em mim mesma novamente. Estou pronta, e quero ganhar o seu voto de confiança, ou seja, o seu favorito e apoio.♡

Vamos ler?♡

Ah, tenha um ótima leitura♡

Capítulo 1 - Capítulo OO1


Fanfic / Fanfiction You Colored Me (Jikook) - Capítulo 1 - Capítulo OO1


" Aprendi que falar pode aliviar minhas dores emocionais."


William Shakespeare.


Era uma belíssima tarde de quinta-feira, e nem um tipo de barulho perturbava a paz, ou causava incômodo o suficiente. O Sol ainda no céu reinava e brilhava maravilhosamente, ele simplesmente se passava devagar por entre às árvores, e fazia aquele dia radiante ser ainda mais proveitoso. A visão amplamente tonificada de majestosas fileiras das mais belas flores brancas de jasmim, fazia a fascinação ficar apurada ao ponto de tranquilizar qualquer alma. O perfume da natureza atingia porquê era marcante, mas não era tão forte. A famosa sensação de experimentar a brisa gélida do vento tocar delicadamente o rosto, enquanto se sente o calor e o suor descer, deixou a pele do sujeito que estava ali sentado somente aproveitando o momento, refrescada. Em época de primavera, o grande, movimentado e mais popular Park Central, misturava um ambiente agradável com plantações de novas flores para atrair novos visitantes — uma ideia que sempre resultava em bastante sucesso — afinal, não havia muito o que fazer num lugar que dificilmente não tornava a vida monótona.  A disposição normal para visitar novos lugares e aproveitar uma ou outra hora livre, era de quase sempre, zero vírgula zero. Gradativamente, a vontade de apenas ficar em casa foi desaparecendo quando finalmente e formalmente, foi anunciado em jornais, revistas e óbvio, também em canais locais, que haveria uma renovação naquele ponto turístico agradável. 

Como em um mangá tudo era detalhado, alinhado e sútil. A coloração da decoração natural, parecia mais com lápis de cores em uma caixa. O desfrutar aleatório do canto dos pássaros, poderá ao menos apanhar suavemente um pouco do estresse generalizado que aquelas pessoas causavam sem assim perceber no quotidiano. Todavia, havia muita energia boa acumulada, alegria e prazer em viver. Nas proximidades, uma família ficou sorridente, pois o filho mais velho correu acelerado atrás de seu cachorro travesso, que resolveu brincar de pegar a boneca de uma criança pequena que não fazia parte daquele momento.

Enquanto isso, aquele ser naturalmente loiro, continuava calado, ou talvez, só seguindo aparentemente os sons próximos. Vestia uma camisa azul maior que a si mesmo e a uma calça jeans, afinal parecia ser mais confortável e casual para o momento. A sua profundidade em querer ter e ao mesmo tempo não querer ter sentimentos, o estava deixando abismado com sigo mesmo.

Tudo o fazia ficar cada vez mais nostálgico. Lembrou-se das vezes em que veio visitar o lugar com seus pais e sua irmã mais nova. Ele também buscou com pressa na confusão de sua própria cabeça, a memória em que seu pai se divertia ao tentar levantar a pipa no ar — sempre se tornava uma tentativa falha - mas, o mais novo sorria ao ter que observar a felicidade nos olhos de seu progenitor, e só por isso sabia que valia um pouco a pena ficar relaxando nas lembranças. O cérebro dele sabe que para tudo existe um limite, e sabe também que pode perder a cabeça ao se permitir ficar irritado, porém não queria parar de deixar aquilo fluir. 

Às vezes, claro que se sente um frustrado como um fracassado que tentou — tentou muito — mas, infelizmente, não conseguiu nada do que queria de verdade. Afinal, caminhando sozinho, tremendo ao som de vozes desconhecidas e torcendo para que ninguém viesse o machucar de verdade, ou gravemente. Esperando a última cor do arco-íris para ser finalmente purificado. Inicialmente, lutando contra o invisível sendo bastante valente, mas, no entanto, somente querendo cair de joelhos na primeira oportunidade. Cada conceito que tinha sobre a beleza do " intensamente" se rasgou como um tecido fino. A única fonte de luz já não era mais vista, estava muito abaixo, e se agarrar nas bordas de sua loucura já não era uma solução inteligente. Dizem que quando uma dor tem grandeza e governa o coração, tudo se torna amargo, passarmos a não ter mais um motivo e a alma grita em desespero. Mas, quando o rapaz resolveu embarcar nesse banco sombrio, estava — por dentro — tão vazio e destruído, que não conseguiu raciocinar direito. Achou que ganharia alívio, porém, no final das contas, só ganhou mais um nível de dificuldade.



                    [ . . . ]


O loiro estava totalmente descolorido em seu interior. Precisava achar alguém para ser o seu grande abrigo, mas no entanto de sua boca nada realmente saia, e nem conseguia chamar por socorro com todas as letras.  O miserável emocionalmente alimentava sua própria mente paranóica invés de deixá-la morrer de fome. Talvez, ele só tenha feito a jogada errada, mas é humano e sabe muito como errar, acertar e fazer tudo virar de ponta cabeça novamente. Várias opções, foi o que mais teve na vida. Escolher a quem queria ter ao seu lado, qual fotografia guardar, ou qual romance sentar e ler, mas nem sempre souber entender com sabedoria, ou esperar o destino fazer a parte dele.

Apenas tentando entender tudo, afinal, virou um enigma para si mesmo.

Perdido em vários pensamentos aleatórios, o rapaz já não sabe mais o que realmente quer, e acaba tendo perguntas que não precisa fazer. O coitado sente uma euforia catastrófica, e a sua inquietude o leva a caminhos desconhecidos. Bastante irrelevante é o desejo de arranjar mais uma razão para se lamentar até a lágrima desce. Mas, do que adianta? Ao tentar sofrer mais, se arrepender mais, e a acreditar mais fielmente na teoria de ser um incômodo, ele acaba não sendo favorecido com absolutamente nada.

Park Jimin acha que o mundo é difícil para ele, mas não entende que é difícil para todos. 

Vencer com glória a sua própria incapacidade o salvaria, afinal, só ele pode fazer isso, somente sua força de vontade para suportar tanta dor o pôde curar de ser consumido vivo por todo esse tormento. O desenvolvimento moral dele com o tempo somente o fez florescer, mas não o mudou por completo.

Originalmente sempre mal humorado. O seu rosto continuou fechado, e nem um traço sorridente o acompanhava. Na verdade, ele estava se sentindo bastante sozinho, pois considerava aquele silêncio quase intolerável — apesar de também gostar de tê-lo de vez em quando — porém, essa sensação de solidão logo foi se esgotando aos poucos e a sua clara audição aguçada, capturou uma voz fina feminina que vinha se aproximando rapidamente.

Logicamente, ele colocou postura e ficou atento, afinal cada novo som o fazia conhecer o que achava ser desconhecido.

— Eu juro que não me lembro da última vez em que experimentei algo assim! - A mais nova parecia animada — Está fazendo um dia lindo! Você consegue sentir isso, Jimin?. — O loiro percebeu que a voz fina pertencia a sua irmã, e que não teria mais como escapar de um papo normal.


                     [ . . . ]


Não era nada surpreendente, ela sempre sabia o momento certo e o que dizer. Sua gigantesca felicidade em observar nos mínimos detalhes a real beleza ao redor, enquanto saboreava lentamente o algodão doce, era contagioso ao ponto de fazer o mais velho sorrir por ouvir cada som, mas não era o suficiente para o fazer deixar de ser tão ácido nas palavras. 

—  Sua pergunta é um pouco óbvia, Rosé... — Hesitou um pouco — Um ser cego é capaz de sentir tudo, afinal não se é possível enxergar. 

—  Precisava disso? Precisava, Park Jimin!?.

Ele não queria uma discussão, então, precisou se apressar para dizer o que tinha guardado.

—  Me desculpe, Rosé... — Suspirou —  Mas, você não entende o quanto é doloroso não saber o que realmente acontece ao meu redor...

A morena colocou a palma da mão sobre a boca e tentou manter a calma, pois bem sabe que o seu irmão se tornou vulnerável com o tempo.

—  Jimin… — Respirou fundo — Jimin, querido?. — O mesmo sente o vazio o consumir por inteiro, e entende que a ansiedade pesa muito em seus ombros. 

Tentando controlar sua paciência com sabedoria, Roseanne é a única responsável, ela fascina com a sua serenidade o mais incrédulo e teimoso dos seres humanos, ou seja, seu próprio irmão. Segurando bastante firme a mão que o loiro deixou livre, a mais nova fez aquele toque parecer verdadeiramente amável. 

—  Eu trouxe o violão — Disse — Você quer me ouvir cantar?— A morena ganhou o dom de sempre melhorar o que quer. Em madrugadas sombrias sua voz meiga sempre vira a esperança do loiro nas trevas.

—  S-sim… P-por favor — Ele disse pausadamente cada palavra dita, e talvez um tanto quanto nervoso, respirou fundo.

Supostamente estava ampliando todas as falhas em segredo, estava mirando sua confiança sem ter certeza se deveria. Fantasiando sozinho uma outra vida mais completamente cheia de várias possibilidades com alguns anjos e soluções. Ser um humano verdadeiramente digno deveria ser um mérito para poucos, e aquilo estava acabando com o seu psicológico. 

Ele não conseguia mais se comunicar com pessoas, os contatos se tornavam difíceis ou intransponíveis, e só por isso preferiu se refugiar na escuridão. Há uma imensa tristeza, cujas cicatrizes o mesmo ainda carrega até hoje. Então, infelizmente, não havia mais nada de cristalino em Park Jimin.


                    [ . . . ]


Talvez, a fim de se encolher para não ter que ficar tão perto de sua irmã, o loiro deixou de prestar atenção. Chegava a ser deprimente, pois todos os dias, o mesmo era obrigado a ser acorrentado a essa grotesca evidência.

Suas qualidades, seus defeitos e seus princípios, tudo sempre é bastante genuíno e não existe uma não nobreza nisso. Em seu caso, é fácil descobrir "sinais" incontestáveis que confirmam o seu valor extraordinário como pessoa, mas, ainda assim, continua a ser o único que ainda não sabe o quanto é realmente incrível. 

Dormir já não é um alívio, e nem um remédio é milagroso o suficiente para curar cada ferida que existe. Se possível fosse minimizar essa desaforada sensação desagradável, tudo geraria uma piada boa de ser ouvida, mas sua pior consequência é a que ele está disposto a provar. 

O sofrer é tanto que o mesmo acaba mergulhando de cabeça nesse oceano escuro e imundo, óbvio, sem perceber.

O mesmo estava tão desconectado que não notou que sua irmã iniciou a melodia frugal de "Oh! My Angel". Cautelosamente, a voz da garota insistiu em sair bela, foi meio que bem surreal e impressionante, afinal, enquanto o mais velho derramava escuridão, solidão e lamúrias, a mais nova estava jubilante.

O clima começou a ficar mais plácido, e isso fez a bizarra obsessão por ser possuído pela tristeza, evaporar. Logo depois, passou a inferir com o coração, e o seu estômago pareceu querer fazer o mesmo que o círculo de uma circunferência, pois em meio a tamanha obscuridade a única coisa colorida que o veio a memória foi:


              "Min Yoongi"


Sua boca ficou drasticamente seca, tudo ardia, o seu peito doía e a sua maldita consciência também queimava pela culpa de maneira infernal. Com lágrimas grossas nos olhos, ele lutou para se livrar, mas foi supérfluo. A lembrança cruel o agarrou sem ter um mínimo de piedade e o levou de volta ao passado sofrido.


Notas Finais


Próxima atualização semana, ou talvez, demore mais um pouquinho...

Até a próxima💙


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