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História You? Fall For A Woman Like Me? - Kim Namjoon - Capítulo 28


Escrita por:


Notas do Autor


Sumi? Me perdoem a demora! Eu quase não tive tempo pra escrever direito em março...🥺

⚠‼ LEIAM AS NOTAS FINAIS, POOOR FAVOOOR!!🥺

Boa leitura!💕😁

Capítulo 28 - 27. "Here comes something..."


Fanfic / Fanfiction You? Fall For A Woman Like Me? - Kim Namjoon - Capítulo 28 - 27. "Here comes something..."

Sabem aquele sentimento de agonia? De angústia? Ansiedade? Pois é, eu estava sentindo tudo isso nesse momento. Minha felicidade, que era o único sentimento que eu estava sentindo em minutos atrás, diminuiu por um momento e uma enorme ansiedade invadiu o espaço. Tentei me acalmar de todas as formas e quando lembrei estar indo buscar minha avó, comecei a me tranquilizar.

Taeyang e meu pai conversavam e eu nem prestava atenção no que eles estavam falando, somente observei as ruas por onde nós passávamos enquanto a imagem de Namjoon saindo do carro e me encarando sempre voltava na minha cabeça.

— Filha? Você está bem?

— Quê? — olhei para meu progenitor que me observava. — Estou bem.

— Estava tão animada quando saímos de casa. Já sei... Você ficou assim depois que...

— Pai. — o interrompi quando percebi do que ele falaria. — Não quero falar sobre isso. Pelo menos, não agora.

— Tudo bem. Até acho muito bom você não querer tocar no assunto. — se virou e suspirei.

— Mas não é porque eu não tenha ficado mexida... — falei baixo e meu pai me encarou novamente.

— O que disse?

— Nada, só besteira minha. — sorri de lado e ele assentiu desconfiado.

— Chegamos! — exclamou Taeyang estacionando o carro na frente do aeroporto.

— Finalmente! — tirei o cinto e prontamente sai do carro. — Será que eles já chegaram?

— Só iremos descobrir quando entrarmos. Vamos? — ofereceu o apoio de seu braço e eu logo entrelacei o meu braço com o dele.

— Vamos. — sorrimos e entramos no aeroporto.

Aquele lugar era enorme! Eu nunca havia entrado em um aeroporto antes, essa era a primeira vez. Havia várias coisas aqui e eu pensando que aeroporto era só para as pessoas viajarem. Tinha muitas lojas ali e eu fiquei observando elas.

— Filha, por aqui. — olhei para meu pai e ele apontava para as escadas rolantes.

— Ah, sim. — ri sem graça e o acompanhei até as escadas.

Quando chegamos na parte de cima, seguimos andando até chegar em um lugar com vários assentos.

— Eles já chegaram. — o mais velho disse ao meu lado e eu olhei em volta até me deparar com minha avó e meus amigos sentados.

— Vovó! — gritei e comecei a correr até eles.

A mais velha se virou me procurando e quando achou, se levantou rapidamente com um sorriso grande no rosto. Meus amigos também se levantaram e, enfim abracei eles quando me aproximei. O abraço foi coletivo mesmo, a saudade era muito grande para abraçar cada um individualmente por mais de um minuto. Pois é, ficamos abraçados todos juntos por um minuto mas por mim, poderíamos ficar daquele jeito para sempre. Quando nos separamos, todos começaram a falar ao mesmo tempo, e eu não conseguia entender nada.

— Gente, calma. — pedi risonha. — Sei que vocês sentiram a minha falta assim como eu senti a de vocês, mas tem como um falar de cada vez?

— Garota, a nossa saudade era imensa e não vou negar que a curiosidade também. — Nayeon soltou um sorriso largo.

— Verdade estávamos morrendo de curiosidade para saber como que é a cidade e também para saber do que vem acontecendo com você. Já que alguém esqueceu de ligar para os amigos desde quando chegou aqui. — Chaeyoung cruzou os braços fazendo um beiço emburrado.

— Desculpa pessoal, não foi por mal.

— E como vai minha neta? — vovó se aproximou acariciando meu rosto. — Já arrumou algum namorado? Suponho que sim porque lá na chácara você só tinha seus amigos.

— É... Então... — desviei meu olhar para meu pai que negou com a cabeça.

— Então... O quê? — Soobin perguntou depois de um tempo calado.

Taehyun não estava muito diferente dele. O mesmo estava quieto, como sempre. Ele nunca foi de falar muito, mas esse apenas um detalhe. Ele fala muito quando quer e devo dizer que na hora que todos começaram a falar ao mesmo tempo, ele foi o que mais fez perguntas em apenas sete segundos.

— Nada, só... Meus pensamentos foram longe agora. — soltei uma risada para não parecer que eu me encontrava nervosa sobre o assunto.

— Xiiii... Se os pensamentos foram longe, é porque tem um garoto na parada sim! — Chaeyoung fala em um tom malicioso.

— Ou uma garota. — Nayeon diz recebendo os olhares de todos nós. — O que foi? É errado ser bissexual agora? Vocês respeitem a minha sexualidade!

— Você mais do que ninguém sabe que todos nós respeitamos, não é? — questionei com um sorriso e ela assentiu. 

— Olha. — Taehyun falou e olhamos para ele. — Não é querendo ser apressado não, mas eu estou muito cansado da viagem será que já podemos ir?

— Claro! Vamos embora. — exclamei entrelaçando o meu braço com o de minha avó que sorriu largamente.

O meu grupo de amigos logo foram cumprimentar meu pai antes de descermos a escada rolante. Eles ficaram com medo da escada que não parava de descer e depois de muita insistência minha falando que não iria acontecer nada com eles, os mesmos colocaram seus pés nos degraus e se seguraram firme no corrimão. Eu fiquei rindo da cena e eles ficaram bravos comigo quando terminamos de descer.

A falta que eles estavam fazendo em minha vida era imensa e ter eles novamente comigo aqui, mesmo que seja por algumas semanas, já me fazia muito feliz. Fiquei um pouco triste em saber que o restante do nosso grupo não pôde vir, mas Soobin e Chaeyoung me garantiram que eles também estão sentindo muito a minha falta.

O carro tinha sete lugares, então do meu lado tinha Soobin, Nayeon e minha avó enquanto nos dois bancos de trás tinha Taehyun e Chaeyoung. O Taeyang pareceu amar os meus amigos, ele não parava de rir das piadas que Chaeyoung fazia e das histórias que Nayeon contava sobre as piores vergonhas que ela já passou. Eu já tinha escutado essas histórias dela várias vezes, mas elas nunca perdem a graça.

Quando chegamos meu pai, Taeyang e eu ajudamos eles a levarem suas malas para os outros quartos de hóspedes. Todos eles ficaram encantados com o tamanho da casa e isso me fez lembrar de quando fui eu quem havia chegado nessa casa enorme. Recordo-me como se fosse ontem... Fiquei tão maravilhada vendo o tamanho da casa e do quão linda ela é. Os olhos deles chegavam a brilhar observando cada detalhe que havia ali.

— Certeza que eu vou acabar me perdendo nessa casa. Olha o tamanho disso! — Nayeon exclamou observando ao redor.

— Isso não é uma casa Nayeon, é uma mansão. — Taehyun corrigiu.

— Se isso é uma mansão, um castelo deve ser desse jeito né? — Soobin diz e eu solto uma risada.

— Sem exageros, pessoal. É só uma mansão, um castelo deve ser bem maior que isso.

— Só uma mansão? — Chaeyoung repete a minha fala com uma expressão de indignação. — Nossa, a riqueza já subiu a tua cabeça? Perto de onde nós moramos isso é um castelo sim e nem adianta vir discutir. Deixa a gente se iludir um pouco.

— Ok, não está mais aqui quem falou. — levantei as mãos em rendição soltando uma risada.

— _____. — a mais velha me chamou e eu a olhei. — Será que podemos conversar um pouco no seu quarto?

— Claro, vovó! Pessoal, fiquem à vontade e podem conhecer a casa. — falei e todos concordaram.

Subi as escadas, acompanhada de minha avó e eu já desconfiava do tipo de conversa que ela queria ter comigo. Eu tinha quase 95% que era sobre minha mãe, mas um lado meu temia que ela voltasse a perguntar sobre garotos. O que eu menos queria agora era ter que falar de Namjoon.

Quando entramos em meu quarto, fechei a porta e nos sentamos na minha cama.

— O que foi vovó? A senhora parece preocupada... Está tudo bem? — segurei suas mãos a olhando com preocupação.

— Está tudo bem minha querida, mas... Queria te fazer algumas perguntas, ok? — concordei. — Bom, a sua mãe está te tratando bem?

— Está vovó! Ela está sendo muito presente na minha vida e eu estou adorando isso. Ela tem me ajudado muito também em algumas coisas.

— Claro que ela iria estar presente na sua vida, morando no mesmo teto! Mas seu pai não teve nenhuma recaída, não é? — me observou com cautela e desviei o olhar.

— Então... Algumas semanas atrás eu levantei para beber água na madrugada e acabei vendo os dois quase a ponto de se beijarem no meio do corredor.

— Eu sabia! Vou ter uma conversa bem séria com seu pai depois. Não criei meu filho para ficar com uma mulher mau... Não, não vou completar a frase porque ela é a sua mãe.

— Se acalma vovó. Eu nem tenho certeza se eu vi certo.

— Sim, você viu certo! A avó da Chaeyoung me falou que seu pai estava a ponto de ter uma recaída. Nunca agradeci tanto por ter uma amiga cartomante.

— Ela falou isso? — ela concordou. — Nossa, a senhora Son nunca erra mesmo.

— E ela viu outra coisa também que me deixou bem preocupada e envolve você.

— Eu? O que foi que ela viu? — engoli a saliva ficando nervosa.

Pronto, certeza que a senhora Son viu algo sobre a minha vida amorosa.

— Ela me contou que você está muito apaixonada mas, ao mesmo tempo muito decepcionada com essa pessoa. O que aconteceu?

— É... É que... — fechei os olhos respirando fundo. — Eu realmente me apaixonei por ele, porém, o mesmo tem um transtorno que acabou fazendo ele perder o controle e me bater. Mas isso é passado, eu não vejo ele faz um mês. Quer dizer, eu vi ele hoje mas...

— Espera, deixa eu ver se eu entendi. Ele te bateu? Como isso aconteceu?

— Vovó, não me leve a mal, mas eu não quero tocar nesse assunto agora. Se a senhora quiser pode perguntar para meu pai, ele sempre conta para as pessoas isso e eu nem sei o porquê.

— Acho que ele faz isso para todo mundo ficar em alerta com esse garoto.

— É, talvez... — dei de ombros e minha avó começou a fazer carinhos em minha cabeça.

— Não fica assim minha querida... Qual o nome dele?

— Namjoon. Kim Namjoon.

— Fale para esse tal de Kim Namjoon, não encostar mais nenhum dedo em você ou eu quem vai dar um cascudo nele! — demos uma risada por sua fala.

— Pode deixar!

— Minha linda, eu estava com tantas saudades de ficar assim, do seu lado conversando. 

— Eu também estava vovó! — sorri e nos abraçamos fortemente.

— Filha! — meu pai entrou repentinamente no quarto nos assustando. — Dê um jeito nos seus amigos ou eles vão destruir a casa toda!

— Aish! Falei tanto para eles não tocarem em nada! — vovó se levantou e eu acompanhei a mesma.

— A senhora sabe como eles são, não é? — questionei e a mais velha fez uma careta concordando.

— Infelizmente, sei! — exclamou e eu dei uma risada logo saindo do quarto seguindo eles.

Kim Namjoon

Eu não tenho nem palavras para descrever o que senti quando eu vi a _____ pela primeira vez depois de um mês. Parece que o destino não queria que eu me esquecesse dela e eu também não tinha como apagar ela da memória e fingir que ela nunca existiu. O que eu sinto por ela é uma coisa muito forte, eu nunca me senti assim com nenhuma garota. Como iria me esquecer de alguém tão importante em meu coração?

Depois daquilo, eu fiquei meio atordoado e somente subi para o meu quarto junto das minhas malas e fiquei por lá. Não sai mais do quarto e fiquei pensando em uma forma de me acalmar, eu não podia fazer nenhuma besteira. A minha vontade era de sair daqui correndo até ao encontro dela. Meu coração batia forte e eu respirava fundo tentando me acalmar, eu preciso ficar calmo para não cometer nenhum erro.

— Namjoon? — Haneul entrou em meu quarto e logo se aproximou assustada. — O que você tem? Está passando mal?

— Não, estou bem. Só estou tentando me acalmar. — coloquei a mão no peito e minha irmã coçou a cabeça.

— Quer tomar um dos seus remédios? Eu pego para você.

— Haneul, os remédios é só para quando eu ficar descontrolado ou nervoso.

— Mas você vai ter que beber eles diariamente, você querendo ou não.

— Eu sei, não precisa me lembrar! Só me traz um copo de água.

— Ok, já volto. — vi ela sair rapidamente do quarto.

Me levantei de minha cama indo até à janela e abrindo ela logo sendo atingido levemente pelo vento. Respirei fundo inalando o ar fresco que vinha de fora e me acalmando gradualmente. Tentei tirar a _____ dos meus pensamentos e isso foi um dos motivos pelo qual consegui me acalmar.

— Aqui, toma a sua água! — me virei e peguei o copo de sua mão começando a beber a água. — Está melhor?

— Porque está se preocupando tanto comigo? Você nunca foi disso. — falei após terminar de beber.

— Você é meu irmão idiota! Claro que me preocupo com você.

— Aham, sei. — deixei o copo sobre o criado-mudo e voltei a sentar na minha cama.

— Enfim, porque você estava daquele jeito?

— Eu...

— Não, não fale mais nada. Já sei o que é! — levantei uma sobrancelha a encarando.

— O que é então?

— Você ficou assim por causa da _____ né? — se sentou ao meu lado e eu suspirei derrotado.

— Acertou. Como sabe?

— Eu vi o carro dela passando na nossa rua e o jeito que vocês se olharam. Porque não vai atrás dela?

— Foi justamente esse pensamento que me fez ficar agitado. Não posso fazer isso ou vai aparecer mais problemas para todo mundo.

— Namjoon, você ama ela e a _____ também te ama! Você errou sim, todos nós sabemos, mas as pessoas merecem uma segunda chance. Ela ficou chateada com você, mas nunca negou os sentimentos que tem por você. Acho que é melhor você ir pelo menos conversar com ela. Não precisa ser na casa dela.

— Ok... E como você pretende que eu me encontre com ela sem ninguém saber?

Haneul me olhou sorrindo largamente e eu me afastei dela com medo de sua expressão. Ela soltou uma risada estranha e logo me olhou.

— Pode deixar comigo que eu já tenho um plano.

"Lá vem coisa..."


Notas Finais


O que será que Haneul ta aprontando hein??? 👀

‼⚠Pessoal, estou postando uma nova fanfic, sim enlouqueci de vez! A fanfic, "Rebeldias a Parte" conta a história de um triângulo amoroso que envolve o Felix e Changbin do Stray Kids e a personagem fictícia, Dahye! Se vcs tbm são stays ou conhecem pessoas que são, por favor vão conferir e compartilhem com os amigos! Link: https://www.spiritfanfiction.com/historia/rebeldias-a-parte--lee-felix-vs-seo-changbin-21872499

E eu espero que vcs tenham gostado! Se houve erros, me perdoem não revisei ainda🧐

Até o próximo capítulo!🥰💕


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