História You Found Me - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Ben Affleck, Marie Avgeropoulos, Scarlett Johansson, Shawn Mendes
Personagens Ben Affleck, Marie Avgeropoulos, Personagens Originais, Scarlet Johanson, Shawn Mendes
Tags Novela
Visualizações 55
Palavras 1.965
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Sci-Fi
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi Gente Maravilhosa! Espero que estejam muitíssimo bem.
Bom, eu comecei escrever esse capítulo e quando eu terminei ele estava enorme!!
Então, eu vi que dava para dividir em dois. Acabou que esse saiu mais como um momento fofineo - aaaah ❤- e para adiantar eu estou postando ele hoje e a segunda parte, com a treta, eu vou postar terça.
Não tem nada demais, mas espero que gostem. Pelo menos, eu me diverti e gostei muito de escrevê-lo. Hehehe.

Capítulo 13 - Good Bye Santa Monica Dream


Fanfic / Fanfiction You Found Me - Capítulo 13 - Good Bye Santa Monica Dream

**ANTES DE COMEÇAR.... RECOMENDAÇÕES: SE PUDER ESCUTE AS SEGUINTES MÚSICAS- SANTA MONICA DREAM-ANGUS E JULIA STONE ( no spotify pode ser encontrada em playlists do Jogo Life is Strange); UNSTOPPABLE- SIA; STARBOY-THE WEEKND; SOON WE'LL BE FOUND- SIA**

A chuva havia se dissipado e os fracos raios de sol já começavam a lutar vagarosamente contra as sombras, dissipando pouco a pouco as nuvens, que passavam de sua cor acinzentada e sem vida para o branco, como uma pequena bola de algodão. Devia ser umas seis horas, e o sol nascendo formava um lindo crepúsculo no horizonte, embora já estivesse um pouco mais da metade à mostra. Era quase como se vagássemos em uma pintura.

Eu não sabia qual era nosso destino, pois Shawn decidira fazer mistério durante toda a jornada. Queria me fazer surpresa, disse ele.

Pegamos bastante do que era necessário e útil, pois a viagem seria bem longa.

Ele disse também que iríamos fazer a viagem de carro, pois era mais seguro, com seguro ele queria dizer que seria mais difícil para Scarlett e Ben nos localizar, acredito eu.

Eu ainda vestia a blusa de Shawn e estava descalça quando fomos embora. Mas ele disse que daríamos um jeito nisso assim que encontrássemos uma loja de roupas. Eu torcia para que isso fosse possível logo. E acrescentou que em breve eu teria muitas roupas, não posso negar que isso me deixou feliz.

Partimos o mais rápido possível no Jeep Grand Cherokee, o carro não era de tirar o fôlego só por fora, era exuberante por dentro também. Cheio de qualidades, igual o dono. Brincadeiras à parte, seria um prazer ficar horas e horas naquele banco de couro, vendo a paisagem levemente borrada janela à fora.

Dobramos a esquina e logo entramos na Barnard Way, me dando a oportunidade de assistir o sol nascer entre as brumas do mar, formada pelas leves ondas que quebravam na areia da praia. Me fazendo esquecer da noite difícil e me fazendo focar no novo dia que começava a se desdobrar.

Essas imagens me levaram a emergir em meus próprios pensamentos, me trouxeram várias lembranças, que guardava com carinho. Pois, embora essa pequena parte da minha vida tenha se tratado de um teatro, eu não podia ser ingrata e dizer que não havia tido momentos felizes. Momentos como: ir à praia com Liv só pra “purificar” os olhos, segundo ela, com os salva-vidas e “crushar” os surfistas. Nós sempre discutíamos, porque Liv sempre queria ficar com os mais bonitos. Mas então, no fim da tarde nós tomávamos sorvete no caminho de casa e brigávamos mais um pouco só pra rir depois de nossas idiotices e esquecer os atributos atrativos dos rapazes que rondavam a praia de Santa Mônica.

Até mesmo com Scarlett e Ben, tive meus momentos, como da vez em que Scarlett disse que tínhamos que fazer um passeio em família, durante um domingo. Ben e eu não queríamos sair, mas ela nos obrigou e Ben teve a brilhante ideia de irmos pescar, porque ele achou que poderia tirar um cochilo, igual ele via os pescadores fazerem nos filmes. Compramos iscas e alugamos um barco. Lá estávamos nós, no meio do mar sem a mínima ideia do estávamos fazendo. O mais engraçado foi quando Scarlett se levantou no barco para gritar de tédio, mas desiquilibrou, devido ao balanço que causara na nossa pequena embarcação ao se erguer bruscamente, e caiou no mar. Ben mergulhou atrás dela e eu comecei a rir deles, como vingança eles viraram o barco comigo dentro.

No fim, estávamos todos encharcados e sem nenhum peixe. Ben não tirou sua sonhada soneca e Scarlett não teve exatamente o passeio que queria. Fomos pra casa, pedimos sushi e assistimos um filme, que já havíamos visto um milhão de vezes e zuamos cada cena sem sentido, rindo até nossas barrigas doerem.

Também teve a vez em que saímos com a família Gibbler, a família de Liv. Nossos pais queriam um jantar entre as famílias, mas Liv queria ir ao parque de diversões no píer, assim como o pessoal da escola havia combinado, tudo porque o garoto por quem ela tinha um amor platônico estaria lá, que era nada mais, nada menos que o capitão do time de futebol da escola.

Eu insisti com ela que essa não era uma boa ideia, mas ela, como sempre não me dera ouvidos. Por fim, conseguimos despistar nossos pais durante o jantar e ir até lá. Essa não foi uma boa ideia, pois assim que teve a oportunidade, Liv disse ao Zack o que sentia por ele, mas ele disse que só havia falado com ela nas últimas semanas, porque ela o estava ajudando a passar em Literatura e que ele estava namorando a Vanessa, a patricinha da escola que infernizava a vida da Liv e a minha também.

Isso arrasou Liv e eu tive que consolá-la, mas eu não sou boa nisso. Então pra compensar eu gastei cada centavo da minha mesada em ingressos, para ir nos brinquedos favoritos de Liv no parque. Nos esquecemos da hora e quando encontramos nossos pais, eles estavam furiosos. O resultado foi um castigo de duas semanas sem poder nos ver, além de eu não receber mesada por dois meses. Era lamentável, mas valeu a pena, porque no fim das contas Liv estava contente, na medida do possível.

Essas lembranças, esses pequenos momentos me fizeram sorrir comigo mesma. Eu iria sentir falta desse lugar, apesar de tudo.

Quando despertei de meus devaneios já estávamos na Olympic Boulevard, geralmente era um caminho movimentado, mas por ser cedo, estava tudo muito tranquilo.

O caminho todo havia sido bem calmo. A paisagem era bem bonita, apesar de ser bem urbana na maioria das vezes. Mas era incrível de se ver, como muitas vezes ela se misturava ao verde. A arquitetura também era admirável.

Por volta das oito horas da manhã, nós havíamos chegado ao sul da Califórnia.

Resolvemos parar para abastecer o carro em um posto de gasolina na beira da estrada, que ficava perto de um Shopping e uma lanchonete.

Assim que colocamos a gasolina, fomos à loja para dar um jeito nas minhas vestimentas.

Assim que pusemos os pés ouvi a música soar pelos meus ouvidos, eu amava estabelecimentos que colocam música para entreter o consumidor. E eu meio que surtava quando a batida me era familiar.

A música que tocava era Unstoppable, da Sia, e eu não resisti, comecei fazer uma dancinha desengonçada na frente de Shawn, arrancando uma risada dele.

- Tá! Não dance em público vestida assim. – disse ele me puxando pela mão, enquanto continha o sorriso teimoso que insistia em desenhar seus lábios carnudos.

Pegamos um carrinho e eu apoiei meus pés nele, perto das rodinhas, Shawn o empurrou e então abri os braços, aproveitando o vento causado pelo movimento do pequeno veículo, enquanto cantava a música com todo ar nos pulmões, desafinando a cada nota que me arriscava reproduzir.

- I'm unstoppable (Eu sou incontrolável) - eu gritava com todo fôlego de olhos fechados, enquanto Shawn gargalhava atrás de mim e dando mais impulso ao carrinho, me encorajando a enlouquecer de vez. -I'm a Porsche with no brakes (eu sou um Porsche sem freios)... I’m Invinceble (eu sou invencível)... I’m unstoppable today, I’m unstoppable today (eu estou incontrolável hoje) – ali, eu realmente me sentia invencível, como se nada pudesse me controlar.

Ele me guiou até a ala de roupas. Eu experimentei muitas, muitas roupas. E já começara a ficar levemente irritada. Eu odiava comprar roupas, eu gostava de tê-las, mas não de comprá-las, porque sempre parecia não haver nada que era exatamente o que eu queria. Por fim, eu escolhi uma bata cinza lisa que eu ia combinar com uma calça jeans preta; uma calça moletom e uma blusa branca também lisa; um vestido azul, de tecido leve. Uma regata preta com os dizeres: California Dreamin’, o nome de uma música que eu amava, e shorts jeans, e mais algumas peças que não me lembro.

- Eu vou precisar de mais roupas que isso? – perguntei para Shawn, que avaliava, um pouco impaciente, os conjuntos que eu escolhia.

Ele riu de lado, com um suspiro breve. – Acho que nunca conheci uma garota que não gostasse de comprar roupas. – comentou, por perceber a irritação em minha voz. – bom, acho que não. – disse por fim, dando de ombros.

- Ótimo! – eu peguei a cesta com as roupas e parti em direção ao caixa.

- Hey! – Shawn me conteve, me segurando pelo pulso, ao passar por ele e me envolveu em seus braços por trás. Ele me balançava levemente, como se estivesse me ninando e sorrindo, sussurrou ao meu ouvido: - Não está esquecendo de nada?

Pensei por alguns segundos e o encarei confusa, sobre os ombros. Até que ele apontou para meus pés, agora limpos, pois eu havia me dado o trabalho de o fazer antes de partir porém, pálidos e gelados pelo contato direto com chão. Ao me aperceber disso meus rosto se iluminou, se tinha um coisa que eu amava fazer era comprar sapatos com a mesma intensidade que eu odiava comprar roupas. – vamos logo! – Saí arrastando Shawn até a área destinada aos calçados.

Dessa vez não demorei muito. Assim que pousei os olhos no Chuck Taylor preto da prateleira eu sabia que era ele o escolhido e tratei de conseguir um par compatível com meus pés.

Assim que terminamos, me lembrei de mais algumas coisas pessoais e Shawn preferiu não me acompanhar nessa hora, algo que eu agradeci internamente. Logo nos encontramos, eu já tinha o que precisava e ele trazia uma mochila nas mãos. Disse que era para casos de emergência, em que precisássemos fugir às pressas.

Quando estávamos indo para o caixa, começou a tocar Starboy no rádio. Eu passei pelas prateleira e vi um óculos escuro, estilo Clubmaster, da Ray-Ban; eu o coloquei no rosto e tive a ideia de dublar o The Weeknd. Fazendo Shawn ficar vermelho de tanto rir. Até que meu estômago começou a roncar de fome e mais uma ideia boba me veio a mente.

- Eu quero uma de muçarela e um refri... – comecei a cantarolar no ritmo da música. – alguém pedindo assim eu nunca vi... Eu tô passando mal, acho que eu vou morrer... – esfreguei a mão na barriga, fazendo minha interpretação dramática parecer mais real. – então é melhor ir logo que eu quero comer... – Shawn não conseguia segurar as gargalhadas e eu continuei, porque a risada dele era como música para mim. - Me dá minha pizzaa! – cantarolei no lugar de: “Look what you’ve done.” E concluí: – por que eu tô com fome!

- Ai, ai... – disse ele com mão na barriga, tentando recuperar o fôlego. E assim, que um pouco de ar arejou seu peito, o acalmando, pousou suas mãos fortes e imensas em meus ombros, afagando num aperto. – Nós vamos comprar sua pizza quando pagarmos isso, meu amor. – disse e começou a caminhar novamente. Mas eu permaneci intacta, tudo por causa daquelas pequeninas palavras, que fizeram tudo se congelar instantaneamente, em um leve e breve susto. Meu coração parecia ter perdido a força repentinamente, para depois batucar em meu peito violentamente, como batidas fortes em um tambor, com a mesma rapidez em que havia paralisado. Eu não podia medir o tanto de felicidade que eu senti ao escutar ele pronunciar aquilo, sem nenhum medo. Era como os sonhos que eu tinha a noite, só que melhor, era real e sincero. – vamos! – ele se virou e me chamou, juntamente com um gesto, ao perceber que eu não estava ao seu lado.

Eu saí correndo atrás dele e agarrei seu braço, na altura do cotovelo, vagarosamente desci minha mão encontrando a sua, entrelaçando nossos dedos e apoiei minha cabeça próximo ao seu ombro, com um sorriso que não conseguia conter.


Notas Finais


Isso é tudo, pessoal! Se preparem, pois o próximo não será um mar de rosas.... deixo no ar e vou embora! Rsrsrs
Beijão no ❤!
Até Terça!


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