História You Found Me - Capítulo 21


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Categorias Ben Affleck, Marie Avgeropoulos, Scarlett Johansson, Shawn Mendes
Personagens Ben Affleck, Marie Avgeropoulos, Personagens Originais, Scarlet Johanson, Shawn Mendes
Tags Novela
Visualizações 39
Palavras 1.711
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Sci-Fi
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi genteee!!! Desculpem mais uma vez a demora, mas é que com a estreia de Strager Things 2 eu me concentrei em maratonar tudo! Me arrependi? Nhé... um poquito! Queria ter visto mais devagar e aproveitar mais... kkkkkkkkkk
Enfim, eu já estou com esse capítulo há duas semanas, mas eu queria reler ele e mudar algumas coisas antes de postar. Leiam com atenção, contém um fato revelador!
Hehe
Enfim, boa leitura!

Capítulo 21 - Crime doesn't pay


When my hair's all but gone and my memory fades

And the crowds don't remember my name

When my hands don't play the strings the same way

I know you will still love me the same

'Cause, honey, your soul could never grow old, it's evergreen

And baby, your smile's forever in my mind and memory

And I'm thinking about how”

Já se passou um mês e a única certeza que eu tenho é que ele ama cantar. Faz isso o tempo inteiro, especialmente no banho. E está fazendo agora ao meu lado, à capela- embora não tão alto quanto no banheiro- enquanto esperamos o agente Sete com o nosso equipamento.

Cada dia eu duvido mais de sua aptidão para essa missão, embora tenha provado suas habilidades mais de uma vez ele não me passa confiança e isso me deixa preocupada. Essa é uma missão muito importante, “o chefe”, como gosta de ser chamado, coloca muita pressão nas minhas costas, diz que o futuro da corporação está em minhas mãos, algo que me deixa ainda mais com os nervos à flor da pele, pois, não admite erros.

Pela primeira vez estou trabalhando com alguém e não sei se posso confiar em meu parceiro. Para piorar, tenho uma missão extra: me fingir de amiga desse cara e conquistá-lo, para ser mais exata... o chefe diz que é uma estratégia necessária. O problema é que, desde que me lembro, nunca me apaixonei por ninguém, eu nunca tive tempo para essas coisas de garotinhas, eu mal tenho tempo de ir à escola, embora minhas notas sejam as melhores da turma. Esta aí uma das vantagens de ser uma jovem espiã.

Bom, o fato é que eu não sei nem por onde começar. Pelo nome talvez... li em algum lugar que o primeiro passo para se conhecer, e então conquistar a confiança de alguém, é por mostrar interesse em conhecer seu nome. Talvez isso dê certo, embora eu tenha que quebrar a regra do anonimato, algo que protege a corporação.

So baby, now, take me into your loving arms

Kiss me under the light of a thousand stars

Oh darling, place your head on my beating heart

I'm thinking out loud

That maybe we found love right where we are”

Eu não podia negar que ele realmente tem talento. E é incrível as oitavas que ele consegue alcançar sem desafinar na maioria das vezes. Ele parece simplesmente brincar com as notas reproduzidas por suas cordas vocais.

Eu me pergunto o porquê de ele estar nessa vida ao invés de tentar uma carreira de cantor. Se daria bem com certeza, pois ainda que não gostassem dele como cantor aposto que lhe dariam atenção pela beleza. Era incontestável que tinha um belo sorriso, belo porte... carismático também e.... de óculos escuros, jaqueta de couro e jeans preto.... tão misterioso...

Mas não se apaixone por ele!” ecoava a voz da minha avó em minha cabeça. Eu estou determinada a nunca decepcioná-la, não vou cometer um deslize depois de um histórico impecável.

Talvez fosse a acústica do galpão que o estivesse ajudando, ele nem é tudo isso afinal.

- Hey, crianças! – um homem forte, de estatura mediana e cabelos louros, bem cortados, vestido num terno preto vinha até nós com uma maleta na mão. Era o Agente Sete. Eu também não simpatizava muito com ele. Ele não me perdoou por ter sido rebaixado por minha causa e fazia de tudo para me irritar, ainda assim, “o chefe” confiava nele para me ajudar, quando necessário. – Aqui está o equipamento. Tomem cuidado. Isso não brinquedo! – disse, me entregando a maleta.

- Obrigada! – agradeci secamente. – Pode ir arrumar o que fazer agora! – tentei dispensá-lo. Já estava cheia de sua presença.

Ele soltou uma risada anasalada.

- Você se acha, né? Só porque tem vantagem com o chefe! – ele lentamente, segurando meu queixo com certa violência.

- Se é assim como você diz, o chefe não vai gostar nada de saber que você faz isso com a agente preferida dele. – meu ajudante se intrometeu entre nós, me livrando do imbecil do Agente Sete.

O homem de preto deu lhe um sorriso debochado de lado, encarando-o com os olhos semicerrados.

- Moleque! – zombou ele, se afastando do meu parceiro.

- Babaca! – murmurou o rapaz, assim que o homem lhe dera as costas.

- O quê? – disse parando no mesmo instante, virando-se lentamente para encará-lo.

Achei que dessa vez o rapaz disfarçaria e negaria o que acabara de dizer. Estava errada, para minha surpresa a resposta foi a seguinte:

- Acho que você entendeu. – disse totalmente seguro, sério, sem nem sequer um resquício de temor em seus olhos.

Mas o Agente Sete não deixaria simplesmente de lado. Ele puxou uma pistola do paletó e apontou para o rapaz, que se manteve inerte, encarando-o com a mesma convicção de segundos atrás.

- Chega, rapazes. – eu disse firme, segurando o braço forte de meu patceiro, como os pais dizem aos filhos que é hora de acabar a brincadeira.

Eles não me deram ouvidos. “Homens!”

O Agente Sete pôs o dedo no gatilho...

Em um instante, um barulho ensurdecedor ecoou por meus ouvidos...

•••

Abri os olhos instantaneamente dando de cara com o peito nu de Shawn. Meu coração surrava meu peito enquanto meus ouvidos tentavam distinguir os sons no cômodo. Embora estivessem afetados pela sonolência logo percebi que a porta do quarto estava sendo esmurrada violentamente. Shawn acordou com o susto também.

- Abram a porta! – gritava uma voz masculina na porta do quarto, ao mesmo tempo que disparava socos na madeira da porta, por um instante pude visualizá-la no chão.

Mas que merda... quem ousa atrapalhar me descanso?!"

Sentei na cama e olhei para Shawn confusa e assustada.

-Calma... – ele sussurrou para mim, enquanto se levantava.

 Ele caminhou até a porta lentamente e girou a maçanete devagar. Saí da cama num pulo. Queria estar preparada para fugir se fôssemos perseguidos outra vez pelos brutamontes.

Por falar neles, queria entender porque o homem de preto que, nos perseguira na lanchonete, na estrada e agora encontrava-se morto, estava fazendo em meu sonho. Devia contar isso ao Shawn? Dizer que ele estava lá também, como meu assistente e que talvez ele havia morrido? De qualquer forma, essa não parecia uma boa hora.

- Bom dia! – Shawn murmurou, com uma rouca de sono, e esfregou um olho com o dedo indicador, mostrando que acabara de acordar.

- O senhor pode me acompanhar a delegacia? – perguntou um homem baixo, barrigudo e louro, com uniforme de policial.

- Desculpe, senhor... o que quer dizer? – perguntou Shawn educadamente, apoiando-se na porta.

- O senhor e a senhorita que o acompanha – disse o policial apontando com queixo por cima do ombro largo de Shawn para mim. – devem vir a delegacia comigo.

“Ai Meu Deus! Agora eu sou oficialmente uma criminosa em fuga!”

Me perguntei se ao menos me dariam tempo para trocar de roupa. Havia acabado de lembrar que dormira com uma camisa do Shawn, pois me esquecera de comprar pijama. Eu sou mesmo uma raridade de ser humano.

Me imaginei indo a delegacia, de t-shirt, que ia na metade da minha coxa, explicando minha história ao delegado: “ Bom, eu não sei o que estou fazendo aqui, porque na verdade não lembro. Sobre Shawn, ele é meu vizinho. E eu só o conheço há dois dias, mais ou menos, e eu estou viajando com ele porque (e essa é a parte mais louca!) Ele sabe tudo sobre mim, mas não me pergunte como. Meus pais tentaram me matar... eu acho. Pois agora não tenho certeza. E tudo isso e muito mais aconteceu porque minha melhor amiga sumiu.... pelo menos foi o que eu achei. Aparentemente agora seu objetivo é acabar comigo.”

- Bem, mas... por quê? – Shawn perguntou.

- Estão sendo acusados de roubo de veículo. – explicou o policial.

- Eu acho que cometeu um engano, senhor policial.

Me chamou atenção como Shawn se autogovernava, não demonstrando em hipótese alguma um resquício de nervosismo, mesmo prestes a mentir para uma autoridade.

O policial respirou fundo e soltou os ombros ao soltar o ar.

- Não, senhor. A caminhonete que o senhor dirigiu até este estabelecimento não lhe pertence. Recebemos uma queixa ontem e a placa do veículo bate com o qual, supostamente, seria seu. – explicou o policial já um pouco impaciente. – Então, por favor, não resista e queira me acompanhar. Será melhor!

- Tudo bem... só um momento, por favor. – Shawn se afastou da porta e caminhou até a cabeceira da cama, colocou o relógio no pulso e o policial seguiu seus passos até próximo a cama.

Que legal! A gente vai ser preso e ela está preocupado com o relógio dele.”

Shawn caminhou tranquilamente até o policial. Não conseguia acreditar que ele não faria nada! Havíamos lutado com gente pior, íamos deixar um policial de interior nos deter?

Então, ele fez a coisa mais improvável do mundo. Mostrou o pulso com relógio para o policial.

- Patty, feche os olhos! – me ordenou e eu obedeci automaticamente, abaixando a cabeça e apertando as mãos contra os olhos. Antes que o policial pudesse entender, senti um clarão iluminar o quarto. Ao se dissipar a luz, levantei os olhos bem devagar. Vi Shawn fazer o mesmo abrindo as pálpebras.

- O quê... – o policial percorreu os olhos ao redor do cômodo confuso. – Que lugar é esse? O que estou fazendo aqui?

- Hey, Bob – Shawn estreitou os olhos para identificar o nome bordado em seu uniforme. – você bebeu demais cara! – tocou o ombro do Bob simulando risadas. – Precisa ir pra casa!

- Eu... quando que foi isso? Eu não... não me... lembro – pronunciava as palavras vagarosamente confuso.

- Ei, cara! Você encheu a cara a noite toda. Sua mulher vai ficar muito brava, hein! – Shawn continuou sua atuação. – Acho melhor ir logo. – dizia enquanto o empurrava porta a fora. Fechou a porta rapidamente e bufou, se recostando nela. – Rápido! A gente tem que sair daqui!

Balancei a cabeça positivamente concordando.

Eu corri o mais rápido que pude. Coloquei de volta na mochila o que havíamos tirado noite passada, vesti uma calça qualquer e nem sequer troquei a blusa de Shawn que fiz de camisola. Joguei uma água no rosto e pé na estrada.... de novo!


Notas Finais


That's all folks!! ( Isso é tudo, pessoal!)
Se você ainda não segue no insta, vai lá e segue: livros.fanfics
Ótima página com dicas de livros e fanfics!
Beijo no CoraShawn de todo mundo!!!


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