História You got it on - Capítulo 3


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Categorias Jogos Vorazes (The Hunger Games)
Personagens Annie Cresta, Finnick Odair, Haymitch Abernathy, Katniss Everdeen, Peeta Mellark
Tags Comedia, Drama, Jogos Vorazes, Peetniss, Romance
Visualizações 20
Palavras 3.034
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gnt,
Bem vindos de volta a mais um capítulo da fic. Esse ficou maior do que eu esperava, mas acredito que vocês vão gostar. Muito obrigada a quem já comentou e salvou a história.

Beijos :)

Capítulo 3 - Cosmos


O silêncio no carro não durou muito. Embora ainda estivessem envergonhados, Peeta e Katniss tentavam iniciar uma conversa sobre qualquer coisa que viesse a cabeça deles, com intuito de achar algo em comum. E conseguiram. A tentativa acertada veio da mestranda que, ao passar inocentemente as estações de rádio, encontrou uma FM que tocava pop, um de seus gêneros musicais favoritos. No momento, “You got it on” de Justin Timberlake preencheu as caixas de som do pequeno Uno Milly, enquanto ela tamborilava seus dedos no volante. O comediante prestava atenção na beleza da jovem a qual se radiou por uma felicidade contida. Sem perceber, ele sorria para a motorista que dirigia cantando baixo a música desconhecida por ele.

“Você também gosta de Timberlake?” Katniss pergunta, olhando de relance para o carona.

“Oi, quê?” Um Peeta meio desconcertado por ter sido descoberto a olhando, tenta racionar qual foi a pergunta. “Ah, Timberlake? Não, quer dizer, eu conheço só aquelas famosas dele mesmo. Gosto mais de hard rock.”

“Você tem cara desse estilo. Quero dizer, daqueles meninos adolescentes que usavam camiseta do Avenged Sevenfold e cabelo sujo num rabo de cavalo e que odeia os pais e pinta a unha de preto.” Katniss brinca, dando um sorriso maroto a Peeta.

“É, você quase acertou. Não era Avenged, era The Who. E não odiava meus pais, só meu pai. Não conheci minha mãe.” O comediante diz em tom brincalhão, mesmo que seja uma parte pesada de sua vida.

“Entendo, de verdade”. A mestranda diz sincera, fazendo com que Peeta levantasse as sobrancelhas em um ato curioso. “O meu foi ao contrário.” Há uma pausa triste em sua fala, mas ela retoma. “E The Who não é uma boa escolha, The Who é uma ótima escolha.”

Ambos se olham rapidamente, presos em um terreno meio incerto. Tanto Katniss quanto Peeta não se sentiam desconfortáveis na presença do outro. Era uma amizade nova, porém boa.

Infelizmente, o cosmos não deixava seus olhos conversarem mais do que alguns segundos. Enquanto o semáforo mudava para a luz vermelha, a motorista teve que frear de forma brusca, pois não tinha percebido que o sinal havia fechado. Ao fundo, tocava os últimos trechos da música do Timberlake. O silêncio retorna.

 

Don’t matter what you wear (Não importa o que você vestir)

Baby you got it on (Garota, você já me ganhou)

And it sounds like falling in love (E isso parece que é como se apaixonar)

Sounds like falling in love (Parece que é como se apaixonar)

Sounds like falling in love (Parece que é como se apaixonar)

Yeah baby you got it on (Sim, amor, você já me ganhou)

 

“Eu tenho uma tatuagem por causa dele.” Desabafa Katniss, tentando retomar a conversa.

“Dele quem?” Peeta fica confuso na volta repentina. “Pera, dele Timberlake?” A mestranda só assente com a cabeça. Ele continua. “Não, não me diz que você fez a cara dele nas suas costas.”

“Não pô, não é pra tanto assim.” Katniss revira os olhos. “Fiz aos 20, tinha conseguido um dinheiro suado, era minha segunda tatuagem. Na época eu achei uma ideia genial tatuar meu álbum favorito, aí eu fui e tatuei.”

“Menos mal, a cara seria pior”. O humorista ainda brinca.

“Sim, e até não me arrependo. Só quando me perguntam por agora o que significa. É meio vergonhoso uma mulher de quase 30 falar que aquilo era uma homenagem a seu ídolo jovem. Em entrevista de emprego que tive, eu até menti falando que era sobre visão perfeita e tal.” Peeta solta um “quê” baixo de confusão e ela responde: “20/20, ou a visão perfeita feita aos 20 anos. É isso.”

“Quase 30?” O carona questiona.

“Eu fiquei 10 minutos falando sobre o significado e você só prestou atenção nisso?” Katniss reclama e Peeta confirma que sim. “É, quase 30.”

O comediante continua: “Mas esse quase 30 seria 29 para o 30 ou quase 30 seria ainda faltam uns 3 ou 4 anos para o 30?”

“Você tá tentando me confundir para que eu solte quantos anos eu tenho.” A motorista diz, fazendo-o rir. “Eu tenho quase 30, assim como você tem quase 40 anos.”

“Ah,” Peeta se enrubesce um pouco. “mas falta um pouco ainda pra mim.”

 “Então, eu tô nesse meio termo.” Katniss se vira rapidamente em direção ao carona e pisca pra ele.

“Isso é injusto.” Reclama Peeta. “Falar assim superfici- pera, tamo chegando. Acho que é na próxima rua que você vira... não, é nessa aqui mesmo, vira, vira.”

Como o comediante tinha falado muito em cima da hora, Katniss precisou virar bruscamente para não perder a rua, fazendo Peeta se escorar no ‘puta que pariu’ do carro.

“É ali, ali na frente.” O comediante aponta, um pouco sem fôlego pela ação acontecida antes.

Katniss solta um riso anasalado pela situação de seu carona e se prepara para estacionar, parando em frente ao bar.

“Bar e restaurante Talismã?” A mestranda questiona. “Eu achava que era só um barzinho mesmo.”

O “Bar e restaurante Talismã” era um local muito mais chique do que Katniss imaginava. Sua parte da frente era simplista, com duas janelas de vidro fechadas, com uma bancada para alguns clientes beberem fora e uma área exclusiva para fumantes. Muito diferente do que aquele bar comum universitário que a mestranda frequentava.

“Ah, esse é escolha de Annie”. Peeta responde. “É menos pé sujo e mais caro, mas segundo ela nós temos mais prestígio e mais idade para continuar frequentando em bar pé de chinelo.”

“Agora entendi de onde veio essa sua paranoia com idade”. Katniss brinca com a preocupação de que o comediante tanto demonstrou.

Peeta ri e ambos vão em direção à porta do tal “Talismã”.

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Finnick e Annie já se encontravam sentados em uma mesa quando Peeta e Katniss adentraram o Talismã. Tinham escolhido uma mesa um pouco longe da pista de dança improvisada (e também afastada da banda que tocava naquele dia). O local era amplo e bem arrumado. A ambientação interior diferenciava com a exterior: era mais detalhista e mais elegante. Sua ambientação fora feita com pedaços de bambu os quais contrastavam com as mesas de madeira escuras dos clientes. A cozinha era localizada um pouco afastada do centro do bar e a pista de dança fora feita em frente ao mini palco no qual se encontravam os músicos. Havia também várias artes e vários livros pendurados nas paredes.

Katniss comenta com Peeta antes de sentarem na mesa: “Acho que esqueceram que eu sou uma pobre universitária e vocês são os ricos da internet.” O comediante dá uma risada alta, a qual chamou a atenção de Finnick.

“Vejo que vocês já estão bem cúmplices, fazendo piadinha em voz baixa e tudo.” O colega de Peeta provoca os recém-chegados, deixando ambos corados.

“Eu só falei ao Peeta que vocês esqueceram que eu sou só uma universitária e que os ricos aqui são vocês. Não eu.” Repete Katniss, pegando o cardápio da mão de Finnick.

A mestranda se indigna: “Porra, uma tequila por 20 reais? Ainda bem que eu não vou beber.”

“Não vai beber?”  Annie pergunta, recebendo um aceno de confirmação de Katniss. “Por quê?”

“Ah, eu vim de carro. Tive que comprar uns negócios pra casa nova. Motorista da rodada, infelizmente.” A dona do Uno explica.

“Temos alguém pra levar o Peeta bêbado pra casa então.” O marido de Annie se intromete na conversa.

Katniss entra na brincadeira: “Agora, se vomitar no meu carrinho, você paga.” Aponta pra Peeta, em um tom ameaçador.

O comediante só revira os olhos, já procurando a sua bebida preferida no cardápio. “Cadê o Cato e o Marvel?” ele pergunta.

“Marvel tá vindo, agora Cato acho que não vem não”. Responde Finnick.

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Cato e Marvel também participavam do grupo humorístico. Desde o início do projeto, os quatro sabiam que ia dar certo. O timing de comédia parecido foi o que os juntou. Quase 10 anos como amigos e colegas de trabalho.

Cato era o mais galanteador. Suas personagens que ele fazia, tinham tudo a ver com sua vida: só falavam de paquera e basquete. Ele tinha se assumido bissexual aos amigos depois que o pegaram dando uns amassos no câmera daquela época. Por falta de verbas, eles mesmos tiveram que gravar seus programas e o rolo com o cara se desfez. Felizmente, os quatro não tinham nenhum preconceito em relação a sexualidade etc.

Marvel era o oposto de Cato. Ele é muito tímido, soltava-se só com bebida. Ficou com poucas pessoas na vida e sempre saía um pouco enamorado da moça em questão. Tinha namorado Glimmer, antes dela casar com Peeta, mas ele não tinha nenhum ressentimento com o amigo. Seu coração agora sofria um pouco por uma morena de olhos cinzas com quem ele tinha passado uma noite. Ambos bêbados se conheceram durante um final de temporada do futebol americano, eles assistiam no mesmo bar e ela foi pedir um cigarro, pois o dela e o do bar tinham acabado. Quando perceberam, os dois já estavam na casa de Marvel, nus, deitados na cama de casal, alcançando um orgasmo prazeroso. Ele não perguntou o nome dela, ela não perguntou o nome dele. Por fim, a misteriosa saiu da casa dele de madrugada, deixando uma mensagem rasurada onde ela agradecia pela noite e pelo cigarro.

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O problema é que a jovem de olhos cinzas se encontrava sentada na mesa em que todos os amigos iriam se encontrar. Incluindo o pobre Marvel.

Os quatro conhecidos esperavam seus respectivos pedidos quando ele aparece. Katniss conversava animada com Finnick sobre seus objetos de estudo na faculdade e não percebe quem era aquele conhecido. Peeta bebia seu Afrodisíaco prestando atenção no que a morena ao seu lado falava. Marvel também não a reconhece de primeira porque Annie o abraça rapidamente, parecendo um pouco alterada pelo álcool de sua tequila.

Somente ao quebrar a conversa entre o marido de Annie e a mestranda que há o contato de visão de ambos amantes por um dia.

“Você?” Tanto Katniss quanto Marvel soltam, em um ar de completo espanto.

Os três sentados à mesa percebem a confusão.

O coração de Marvel dá um pulo em seu peito. Katniss, no entanto, ruboriza-se ao máximo com essa situação constrangedora.

“Bem, você é o Marvel? Pergunta a universitária.

“Sim, er, er, e você é...?” Marvel questiona, com uma ansiedade em sua voz.

“Err... Katniss. Prazer e bem, você viu a mensagem, né que eu deixei quando, bem...” Ela diz um pouco baixo.

“Ah, sim claro, claro que vi, eu não pude te agradecer também, mas, mas, é, obrigado...” Ele diz, gaguejando as palavras.

“Que isso, que nada.” Katniss tenta terminar o diálogo, mas não esperava que Annie saberia da mensagem deixada após o ato carnal.

“Pera, mensagem?” Marvel percebe o erro de ela ter falado aquilo, arregalando os seus belos olhos castanhos para a moça, assim como ela também percebe que não só ele tinha conhecimento daquele objeto. Pelo menos a esposa de Finnick entendeu, porque os dois homens da mesa não faziam ideia. “NÃO, não. NÃO. VOCÊ É A MENINA DA MENSAGEM DO DIA DO BAR QUE O MARVEL ME FALOU NO ÁUDIO DE QUE VOCÊS-“.

‘SIM.” Responde Katniss também gritando, tentando a todo custo fazer com que ela não terminasse a frase. Mesmo um pouco alta pela bebida, Annie percebeu que não era melhor falar, pelo bem do segredo daqueles dois.

Finnick e Peeta presenciaram aquela cena em uma eterna confusão. O marido de Annie iria tirar o acontecimento de que sua esposa sabia quando chegassem em casa. Agora o colega de mesa não tinha ideia do que tinha acontecido entre os três naquele momento.

“Mano, pega uma cadeira e se junta a gente aqui.” Finnick diz, finalizando aquele clima de desconfiança. “Tu não vai ficar em pé com um joelho e um pulmão ferrados desse jeito.”

O comediante tenta mudar o clima que se instaurou naquele espaço. Todos aproveitam a deixa e puxam uma conversa qualquer, exceto Peeta. Ele não entendeu nada do que aconteceu, mas não queria sair sem saber. Como os dois se conheciam? E como alguém se conhece sem saber o nome da pessoa?

Bebida vai, bebida vem. Finnick e Annie já foram para frente do palco, dançar coladinhos ao ritmo da música lenta que tocava. Peeta se embebedou um pouco mais do que tinha imaginado, enquanto Katniss e Marvel continuavam sóbrios conversando sobre qualquer coisa fútil, ele não prestava atenção. Tentava iniciar uma conversa com a universitária de alguma forma, mas o seu amigo sempre o atrapalha. O melhor que ele fazia era secar a jovem ao seu lado. O movimento de seus cílios, a tentativa falha dela tirar a franja de seus olhos, o sorriso de lado que ela fazia quando contava uma piada, as covinhas que apareciam de vez em quando. Katniss percebeu o olhar de Peeta para ela e o questionou diversas vezes, de forma bem-humorada. Ele só dava um sorriso de lado a ela, que era correspondido. Ainda que ela desejasse flertar com esse homem, tinha Marvel na mesa e ele não parecia muito confortável. A universitária achou melhor não arriscar, e criar um clima desagradável entre os dois, e não investiu em Peeta.

O cosmos que outrora era desfavorável ao flerte do casal, parecia querer ajudar. O vocalista da banda avisava que era a última música deles para a noite e que seria especial para quem encontrou o amor, por Justin Timberlake.

“TIMBERLAKE KATNISS.” Gritou Peeta à universitária. “Vem, vamos dançar.”

“Mas, melhor não, as músicas dele não são dançantes.” Katniss tentava a todo custo que ele aceitasse a recusa.

“Foda-se, tem ninguém aqui pra votar em melhor dança não. Vamos.” Ele levantou primeiro, depois ela.

Katniss força um sorriso de desculpas a Marvel, que olhava desolado ela se afastar com as mãos dadas a Peeta.     

A universitária e o comediante não chegaram perto de onde se encontravam Finnick e Annie. Preferiram ficar longe do amontoado de casais que estava a frente do palco, parando ao lado esquerdo.

Peeta que fez as honras e puxou o corpo de Katniss para junto do seu. Ela não reclamou do pouco espaço, muito pelo contrário, sentia-se muito bem ali. A mestranda rodeou o peço do comediante com as mãos, enquanto ele colocou as suas mãos na cintura dela. Ambos mexiam seus corpos em uma dança lenta, ritmada a música já conhecida.

“É aquela que tava tocando na rádio?” Peeta pergunta, olhando diretamente a Katniss.

“Sim. Muita coincidência.” Katniss o responde, com um sorriso.

“É, coincidência.” Ele repete, também sorrindo.

O casal não perde o olhar enquanto se movimentam. Parece impossível de se desprenderem daquele momento.

Now you're my first lady song let’s take it back to our first date (Você foi minha 1ª música de amor, então vamos relembrar nosso 1º encontro)

This is what we do... (Foi isso que fizemos...)

First, I take you out, then you turn around (Primeiro eu a levo pra fora, então você dá uma volta)

Then you back it up, ooh yeah, like we had our own fast lane (Depois você volta, como se tivéssemos nossa própria via)

 

Peeta roda o corpo de Katniss, trazendo-o mais colado com o seu.

 

So, I take you home, drive you wherever you want, baby (Então te levo para casa, te conduzo pra onde você quiser)

Cause I know that we’re gonna end up back where we started (Porque sei que vamos acabar exatamente onde começamos)

 

Era impossível daqueles dois se desgrudarem. Os presságios que tanto Peeta acreditava que era contra e as coincidências que Katniss pensou existir, parecia o cosmos dando um empurrãozinho.

Ao final do instrumental, muitos casais já tinham de dispersado, inclusive os amigos, mas eles pareciam em uma bolha. Seus corpos estavam quentes pela proximidade e suas faces chegavam cada vez mais perto. Era hipnotizante o clima em que se encontravam.

“Oi gente, é, desculpa atrapalhar a dança de vocês sem música.” Annie diz, com um celular em mãos. Os dois a olham, ainda juntos. “Katniss, sua irmã tá te ligando há uns minutos e tal... Fiquei com vergonha de atender e...”

Katniss é a que saí primeiro do transe. Seus olhos arregalam um pouco e sua cara se enrubesce em um vermelho puro. Ela pede licença aos dois.

Annie, com um sorriso maroto nos lábios, olha para Peeta e fala: “Tava lindo vocês dois, dançando coladinhos como um casal de anos.” Ela ri, enquanto ele a olha com rubor. “Bem, se eu fosse você, eu apostava sabe, pelo menos em uns beijinhos...”

“Eu... é, eu...” Peeta não consegue completar sua frase.

“Relaxa, tô só brincando.” Annie percebe que o amigo continua em uma confusão amorosa interna e prefere acabar aquela conversa.

Mais ao fundo, a mestranda conversava com sua irmã ao telefone, perto de Finnick e Marvel. O marido da amiga a olhava com um olhar sapeca. Entretanto, Marvel transmitia uma dor ínfima em seus olhos. Katniss sabia que o ato de dançar com Peeta haveria consequências, mas no momento não quis pensar. Agora, ela percebe, pela posição entristecida do amigo dele, que não devia ter feito aquilo.

“... Kat, então, você vai chegar mais ou menos que horas? Só pra Rue organizar as coisas.” Dizia Primorse do outro lado da linha.

“Eu vou agora, Prim. Só vou pagar minha parte e vou.” Katniss diz, mandando um beijo a sua irmã.

A universitária tinha esquecido que a irmã e a esposa iriam sair para uma festa e pediram que ela cuidasse de Sami, sua afilhada. Meio no automático, ela se despede dos dois homens que estavam ao seu lado e se encaminhava para a pista onde se encontrava Annie e Peeta.

“Eu vou ter que ir agora, tinha prometido à Prim que eu cuidaria de Sami.” Disse Katniss aos dois.

Ela se despede da esposa de Finnick e fala a Peeta: “Vamos?”

Peeta não entende a pergunta.

“Eu ia te dar carona para casa, lembra?” A mestranda franze o cenho.

“Ah sim, claro, claro que vamos.” Peeta responde, meio aturdido com tudo o que aconteceu e tudo o que Annie falou para ele.

Ambos, então, se encaminham para fora do bar. Mais confusos que entraram, porém mais satisfeitos. Tudo graças ao álcool e ao Timberlake.

 


Notas Finais


É isso galerisss,

Tomara que vocês gostem!! Peetniss é a melhor coisa e o Marvel não vai ser quem num futuro próximo talvez tente separá-los (ou será que sim?)

KKKKKKKK, comentem se gostaram ou nao e até a próxima semana.


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